Mais do que um ponto turístico querido pelos cuiabanos e visitantes, o Aquário Municipal Justino Malheiros é um espaço vivo, onde ciência, educação ambiental e sensibilidade caminham juntas. Integrado ao Complexo Biocultural do Porto e com acesso totalmente gratuito, o aquário revela ao público a riqueza dos rios e biomas de Mato Grosso, Amazônia, Pantanal e Cerrado, ao mesmo tempo em que desenvolve, longe dos olhares apressados, uma rotina técnica rigorosa voltada exclusivamente ao bem-estar animal.

Quem conduz esse trabalho é o médico-veterinário Udson Rogério Garcia Junior e o biólogo Matheus Augusto dos Santos Lima, que atuam no local desde a reinauguração do espaço. Em linguagem clara e didática, ele faz questão de traduzir o que acontece diariamente “por trás dos vidros”, mostrando que cada detalhe importa quando o objetivo é oferecer qualidade de vida aos peixes e uma experiência educativa completa aos visitantes.

Cuidado diário

Todos os dias, antes mesmo da abertura ao público, a equipe do aquário realiza um verdadeiro “check-in” de saúde dos animais. O procedimento inclui observação comportamental dos peixes, inspeção minuciosa dos sistemas de suporte à vida, como bombas de circulação, filtragem pressurizada, aeração e cenografia, e análises químicas da água.

Essas análises medem parâmetros essenciais, como pH, amônia, nitrito, dureza em carbono e dureza total, indicadores fundamentais para garantir um ambiente seguro e estável. “A água é o ambiente de vida do peixe. Qualquer alteração reflete diretamente na saúde dele”, explica Udson. Por isso, o monitoramento é constante e preventivo, evitando problemas antes mesmo que eles apareçam.

O resultado desse manejo técnico é expressivo: o aquário mantém índices de perda inferiores a 5% em mais de um ano, sendo a maioria por causas naturais. Em meses como dezembro e janeiro, não houve qualquer ocorrência negativa, reflexo do trabalho integrado entre veterinária e biologia, desenvolvido em parceria com o biólogo Mateus.

Água limpa 

Manter cerca de 360 mil litros de água, distribuídos em 22 recintos, em perfeitas condições exige um esforço coletivo e altamente especializado. Um dos procedimentos centrais são as Trocas Parciais de Água (TPAs), nas quais até 30% do volume total é renovado periodicamente.

Esse processo conta com o apoio da equipe de mergulho, responsável pela aspiração do fundo dos tanques. A retirada da matéria orgânica acumulada evita a decomposição e o aumento de substâncias tóxicas, como amônia, nitrito e nitrato, que podem comprometer a saúde dos peixes. Além disso, os mergulhadores realizam a limpeza da cenografia, paredes e divisores, garantindo não apenas um visual agradável ao público, mas, principalmente, um ambiente biologicamente equilibrado.

Cada conjunto de tanques opera sob seis sistemas de filtragem independentes, o que permite ajustar o tratamento da água conforme a litragem e as necessidades específicas de cada espécie. “Essa divisão é fundamental para respeitar as particularidades dos peixes”, ressalta o veterinário.

Alimentação

Outro pilar essencial do cuidado diário é a nutrição. Todos os peixes do Aquário Municipal recebem rações específicas, formuladas de acordo com seus hábitos alimentares naturais. Espécies carnívoras consomem dietas com maior teor de proteína, enquanto os onívoros recebem uma alimentação balanceada, que respeita suas características.

Udson exemplifica: a piraputanga, embora onívora, tem forte tendência herbívora e se alimenta naturalmente de insetos e frutas; o piau, por sua vez, exige uma carga proteica mais elevada. Já o abotoado, peixe de hábitos noturnos e detritívoro, que se alimenta no fundo do rio, recebe uma dieta que combina proteínas e matéria vegetal. “Alimentar corretamente é uma forma de reduzir o estresse, fortalecer a imunidade e garantir longevidade”, explica.

O Aquário Municipal também segue rigorosamente a legislação ambiental. Todos os peixes atuais vieram da mesma piscicultura e foram adaptados simultaneamente no final de 2024. O espaço não aceita doações de animais feitas por populares, justamente para evitar riscos sanitários e ambientais.

Para integrar o acervo, todo peixe precisa ter documentação legal, como a Guia de Transporte Animal (GTA), e muitos são microchipados, o que permite controle e rastreabilidade. Além disso, novos animais passam obrigatoriamente por um período de quarentena de 15 a 40 dias antes de serem introduzidos nos tanques principais, garantindo segurança para todo o conjunto.

A rotina do aquário busca reproduzir, o máximo possível, as condições naturais. Isso inclui a iluminação, que segue o ciclo do dia. Atualmente, as luzes permanecem acesas entre 7h30 e 18h, oferecendo de 10 a 12 horas de luminosidade, conforme a época do ano.

“Mesmo sem pálpebras, os peixes precisam de descanso”, explica Udson. O cuidado é ainda maior com espécies noturnas, como o armado, que mantêm seus hábitos naturais de movimentação no escuro ou no fim do dia. O período de luz, levemente menor que o da natureza, foi definido como ideal para garantir o equilíbrio e o bem-estar dos animais.

Orientações ao público

Parte fundamental do trabalho educativo do Aquário Municipal é orientar os visitantes sobre como se comportar durante a visitação. Udson destaca três regras simples, mas essenciais:

 Manter o máximo de silêncio possível, já que a água propaga ondas sonoras com facilidade, causando estresse aos peixes;
 Nunca tocar ou bater nos vidros, pois vibrações e impactos afetam diretamente os animais;
 Jamais utilizar o flash das câmeras, uma vez que os peixes não possuem pálpebras e a luz intensa representa uma agressão direta ao seu bem-estar.

“Quando o visitante entende que está diante de seres vivos, a experiência muda. O aquário deixa de ser apenas lazer e se transforma em aprendizado e respeito”, pontua o veterinário.


Durante um ano, alunos aprimoraram técnicas musicais e receberam capacitação em empreendedorismo

A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci-MT), em parceria com a Fundação Educamais, promoveu no sábado (7.2) o concerto de formatura do primeiro curso técnico de Instrumento Musical do país. O evento gratuito aconteceu no Cine Teatro Cuiabá, na capital.

Ao todo, 97 alunos se apresentaram em diferentes momentos do espetáculo, interpretando músicas brasileiras e clássicos internacionais. Eles representaram os 252 estudantes do curso, que receberão o certificado de conclusão durante a cerimônia de formatura.

Presente no evento, o coordenador técnico pedagógico da Seciteci, Alex Teixeira, ressaltou que a secretaria foi fundamental para a realização do curso. “Por meio da Seciteci foi possível fornecer todo o apoio logístico e pedagógico. Além disso, foi realizado um acompanhamento e fiscalização do curso do começo ao fim”, afirmou ele.

Já o assessor técnico, Vínicius Brasilino, destacou que esse é o primeiro curso de instrumento musical desenvolvido no país. “A gente inaugura o catálogo nacional de cursos técnicos, essa é a primeira vez que formamos profissionais de instrumento musical no Brasil, os mesmos que irão lidar com as fanfarras, as bandas músicas e desenvolvimento musical em ambientes escolares. Então estamos entregando para o estado de Mato Grosso profissionais altamente qualificados”, disse o assessor técnico.

Ao longo de doze meses, o curso foi oferecido nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Santo Antônio, Chapada dos Guimarães e Poconé, com aulas semipresenciais. Entre os conteúdos abordados, teoria e arranjos musicais até empreendedorismo. Além de aulas práticas de bandolim, bateria, canto, cavaquinho, clarinete, contrabaixo acústico, contrabaixo elétrico, guitarra elétrica, saxofone, trompete, viola, violão, violino.

Uma das alunas e participantes do concerto, Ana Júlia, frisou que durante as aulas teve contato com diferentes instrumentos e desenvolveu habilidades com as aulas. “Eu achei o curso muito bom, com aulas muito completas. Em um ano pude desenvolver muitas habilidades e ter contato com diversos instrumentos”, completou ela.

O curso técnico de Instrumento Musical foi promovido por meio de uma parceria entre o Governo do Estado, Fundação Educamais, Unidade de Educação de Cuiabá, e Assembleia Legislativa.


Termina nesta terça-feira (10) a exposição “Cores e Histórias”, do artista plástico Antônio Vieira, sediada no Museu de Imagem e Som (Misc), vinculado à Secretaria Municipal de Cultura. As obras permaneceram expostas desde o dia 6 de janeiro, oportunizando a turistas, estudantes e cidadãos em geral conhecer diferentes telas em pintura a óleo, de paisagens diversas inspiradas nas belezas de Chapada dos Guimarães e no Pantanal, além do trabalho figurativo, especialmente retratos.

O objetivo do artista tem sido valorizar a beleza natural e cultural de Mato Grosso, oferecendo ao público a oportunidade de apreciar diferentes estilos e técnicas que marcam sua trajetória artística. O secretário municipal de Cultura, Johnny Everson, prestigiou a exposição, tendo participado inclusive da abertura.

Natural de Oriente (SP), Antônio Vieira da Silva (A. Vieira) viveu alguns anos em São Paulo, mas, desde o final da década de 70, reside em Cuiabá. Seu contato com a arte começou cedo, por meio da pintura, mas somente em 2022 ele decidiu se dedicar integralmente às artes plásticas, entregando-se com liberdade, disciplina e entusiasmo ao ato de criar.

Para Vieira, a arte é a expressão e a expansão de sua alma. Em cada tela, busca transmitir um desejo profundo de revelar a beleza, de modo que quem contemple suas obras também possa sentir-se tocado e elevado pela experiência estética.

“Minha pintura nasce do encantamento pelo que vejo e pelo que sinto. Cada paisagem, cada rosto que coloco na tela é uma tentativa de traduzir a beleza natural e humana de Mato Grosso, que tanto me inspira. A arte, para mim, é uma forma de expandir a alma e de criar pontes silenciosas com quem observa. Se alguém se emociona ou se reconhece em uma de minhas obras, sinto que o propósito foi cumprido”, frisou Antônio Vieira.

Como parte de sua trajetória, contabiliza grandes eventos, como a participação na edição da FIT Pantanal 2025, onde encantou o público ao realizar pinturas ao vivo durante o evento.

O Misc está localizado na Rua 7 de Setembro, 350, no Centro Histórico de Cuiabá, aberto de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h.


O médico João Eloy de Souza Neves assumiu a cadeira 31 da Academia de Medicina de Mato Grosso, substituindo o médico Ivens Cuiabano Scaff, que herdou a cadeira do primeiro titular, Zelito Figueiredo, fundador e dirigente da Santa Casa de Misericórdia. “Tive a honra de ser homenageado pela Academia. Ocupa uma cadeira, quem tem um fôro de serviços prestados na área, além de interferência na cultura mato-grossense. Agora sou membro efetivo da Academia de Medicina, a gente se torna quase imortal” disse ele, destacando que a futura geração saberá da sua participação histórica na área da Medicina.

Formado pela Universidade Federal Fluminense em 1972, João Eloy, fez no ano seguinte sua especialização em Gastroenterologia, e em 1989 concluiu o Mestrado na mesma área pela UFRJ. Já em Cuiabá, foi professor de Clínica Médica da UFMT até 2004 e médico concursado pelo Inamps. Atualmente, João Eloy é médico da Unimed Fácil em Cuiabá, integrando a equipe da Clínica Amor Saúde e do Instituto Cuiabano de Medicina Popular.

João Eloy participou da fundação do curso de Medicina da Universidade Federal de Mato Grosso, período que não existia nenhum curso, quando os jovens iam para outros estados cursar Medicina. Através da UFMT, ele ajudou a formar mais de dois mil médicos, sendo uma parte, seus alunos. “Fui o primeiro médico de Chapada dos Guimarães, onde construí a Clínica de Santa Maria que funcionou por mais de vinte”, garantiu, informando que abriu mão dos direitos do Hospital Santo Antônio, doando ao Estado, para que cumpra o dever de oferecer atendimento à maternidade do município.

CULTURA

Na cultura de Mato Grosso, o médico tem uma expressiva participação, com uma carreira artística de mais de 40 anos. Conhecido como o “Doutor do Rasqueado Cuiabano”, o cantor e compositor João Eloy já tem 15 CDs gravados, agora está produzindo o seu nono DVD. “Levantamos o rasqueado cuiabano, atuando junto com os amigos, Gilmar Fonseca, Roberto Lucialdo, Pescuma, Henrique e Claudinho. Defendemos a memória do Mestre Bolinha que foi o nosso grande professor”, garantiu.

O “Doutor do Rasqueado” é membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso, autor do hino de Chapada dos Guimarães, além de livros de história e de poesias inspiradas nas belezas naturais de sua terra natal. Na comunicação, apresenta o programa Varanda Pantaneira, no canal 19 da TV Gazeta. Através deste veículo, abriu espaço para muitos talentos regionais. Além disso, foi articulistas de vários jornais. “Tenho orgulho de ter feito tudo isso na minha vida, com a benção de Deus, que tem sido a luz que guiou meus passos durante toda minha trajetória”, concluiu João Eloy.


Sem citar Trump, Bad Banny defendeu a união dos povos no intervalo do Super Bowl. Lembrou que América representa vários países e defendeu o amor contra o ódio. – Foto: Super Bowl

A maior audiência da história. O cantor porto-riquenho Bad Bunny assumiu o show do intervalo do Super Bowl, neste domingo, 8, e falou para 135 milhões de pessoas sobre a importância da união dos povos e de lutar contra o discurso de ódio.

O cantor, que se consolidou no Grammy 2026, ao vencer com o melhor álbum de música urbana com “Debí Tirar Más Fotos”, proclamou o “God bless America” lembrando que América não é apenas Estados Unidos. E disse, um por um, os nomes dos países que fazem parte do continente: “Chile, Argentina…Venezuela, Brasil…”, enquanto dançarinas mostravam as bandeiras dos países.

Nessa hora, um telão no estádio trazia a mensagem: “A única coisa mais poderosa do que o ódio é o amor”. Falando em espanhol e cantando hits com referência à cultura latina, o show de Bad Bunny teve a participação surpresa de Lady Gaga e Ricky Martin. E ele afirmou ‘Seguimos aqui’, sem citar Donald Trump, mas em referência direta ao ICE, siga em inglês do Serviço de Imigração dos Estados Unidos, que atua contra imigrantes no país.

A apresentação de Bad Bunny levou ao gramado do Levi’s Stadium, em Santa Clara, cenas típicas de Porto Rico, um arquipélago situado no nordeste do Mar do Caribe, na América do Norte, posicionado entre a República Dominicana e as Ilhas Virgens, um território não incorporado pelos Estados Unidos.

O show mostrou plantações de cana e banana, barracas de tacos e de compra e venda de prata, e um casamento tipicamente caribenho. E o artista usou efeitos especiais para cair dentro de uma casa porto-riquenha, tudo isso ao vivo.

Foram apenas 13 minutos de apresentação, com dançarinos se revezando entre o reggaeton e ritmos latinos tradicionais, como a salsa. Até Lady Gaga entrou na dança e cantou um trecho de Die With a Smile, gravado com Bruno Mars, em ritmo latino.  Já o também porto-riquenho Ricky Martin cantou Lo que le pasó a Hawaii, canção do mais recente álbum de Bunny.

“Juntos somos América”

E não parou por aí. Bad Banny carregou por alguns instantes uma bola de futebol americano que trazia impressa a a mensagem: “Juntos, somos América”.

O cantor deixou claro que América, como os estadunidenses se referem ao país deles, é todo um continente, não apenas os Estados Unidos.

Nesse instante, Bad Bunny mostra a mensagem grafada na bola para a câmera e diz “seguimos aqui”.

Trump não gostou

Quando o show terminou, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump criticou a apresentação do cantor porto-riquenho nas redes sociais.

Disse que o show foi “horrível”.

Depois do show, Bad Banny apagou todos os posts dele no Instagram e o perfil, seguido por 51 milhões de pessoas ficou absolutamente vazio.

O show de Bad Bunny no intervalo do Super Bowl bateu recorde de audiência nos EUA. - Foto: REUTERS/Mike Blake

O show de Bad Bunny no intervalo do Super Bowl bateu recorde de audiência nos EUA. – Foto: REUTERS/Mike Blake
Juntos somos América, mostrou Bad Bunny no intervalo do Super Bowl. - Foto: Apple Music

Juntos somos América, mostrou Bad Bunny no intervalo do Super Bowl. – Foto: Apple Music

Veja aqui como foi o show do Super Bowl:

 

Rinaldo Oliveira


Alda Vanique ganha relevância histórica até então pouco retratada num contexto marcado por profundas transformações sociais, políticas e territoriais

Com previsão de ser lançado em março deste ano, o documentário de curta-metragem “Memórias de Alda” destaca o protagonismo feminino na Expedição Roncador-Xingu, lançada pelo governo Getúlio Vargas como parte da “Marcha para o Oeste” entre 1943 e 1961. Esposa do coronel Flaviano de Mattos Vanique, figura central nos anos iniciais da expedição, Alda Vanique ganha na obra relevância histórica até então pouco retratada num contexto marcado por profundas transformações sociais, políticas e territoriais. As narrativas oficiais estão sob a ótica do marido e dos irmãos Villas-Bôas, que assumiram depois a expedição e acabaram virando referência no trabalho indigenista brasileiro.

Dirigido por Fátima Rodrigues, o documentário é uma proposta pública aprovada no Edital nº 15/2023/SECEL-MT e financiada com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT). A produção conta com apoio institucional do Núcleo de Produção Digital da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Campus Araguaia. O curta é produzido no município de Barra do Garças.

A obra evidencia a história de uma jovem mulher da alta sociedade gaúcha, de vida social intensa, que, em 1946, deixou o Rio Grande do Sul para viver no interior de Mato Grosso, no município de Nova Xavantina, ao lado do marido. A narrativa destaca os desafios enfrentados por Alda em um contexto cultural profundamente distinto daquele em que foi criada. A história da protagonista permanece viva na memória dos moradores, onde integra a narrativa da criação do município. Alda é lembrada no imaginário popular como a “primeira-dama” da cidade.

O documentário também apresenta a trajetória de Diacui, indígena do povo Kalapalo, que, em 1952, casou-se com o sertanista Ayres Cunha. As histórias de Alda e Diacui se entrelaçam ao longo do documentário e revelam perspectivas distintas femininas em meio à tragédia pessoal, à conquista territorial e ao contexto histórico da Marcha para o Oeste, no eixo Sul-Sudeste-Centro-Oeste do país.

Produtores do curta realizaram entrevistas com moradores e historiadores de Barra do Garças, Nova Xavantina e Cuiabá, em Mato Grosso, além de Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS). Entre os entrevistados está Cláudio de Mello Sander, sobrinho de Alda Vanique, que esteve em visita ao município de Nova Xavantina em dezembro do último ano. Meses após a morte da esposa, em 1946, o coronel Vanique deixou a liderança da expedição, que teve a condução repassada aos irmãos Villas-Bôas. Outras cidades também foram criadas em pontos de entroncamento para servir de base à expedição. É neste contexto que, em 1961, foi instituído o Parque Nacional do Xingu.

Para a diretora Fátima Rodrigues, contar a história de Alda e de Diacui é resgatar narrativas femininas sem visibilidade na história oficial do país. “Alda tem uma relevância histórica ainda pouco retratada. A história da Expedição Roncador-Xingu quase sempre foi contada sob a ótica do coronel Vanique ou dos irmãos Villas-Bôas. Hoje, temos a oportunidade de apresentar a perspectiva dessas mulheres”, destaca.

*Com informações da assessoria do projeto cultural


Blocos de rua, matinês e shows gratuitos marcam o Carnaval nos municípios de Mato Grosso

O Carnaval 2026 será celebrado com festas gratuitas em municípios de todas as regiões de Mato Grosso. Para ajudar a população a escolher onde curtir a folia, a Associação Mato-Grossense dos Municípios (AMM) organizou um guia cultural com festas promovidas pelas prefeituras.

O levantamento reúne blocos de rua, bailes, matinês, shows nacionais e regionais e eventos culturais que valorizam a cultura local e fortalecem a economia dos municípios.

Veja a programação:


Acorizal

O Acorifolia é uma festa tradicional que reúne moradores e visitantes em um clima animado e cheio de identidade cultural.

Evento: 20º Acorifolia 2026

Data: 14 a 16 de fevereiro

Local: Centro de Evento Evans Monteiro.

Entrada: franca.

Destaques: Lambadão dos Federais, Novo Som, Sedusamba.


Barra do Garças

O município realiza o Araguaia Folia 2026 com programação gratuita, reunindo shows regionais e nacionais, trio elétrico, blocos de rua e atividades para diferentes públicos.

Evento: Araguaia Folia 2026

Data: 14 a 17 de fevereiro, a partir das 21h.

Local: Porto do Baé

Entrada: Gratuita

Destaques: Marchinha Barra Folia, Banana com Cevada, Cristiano Siqueira e Adriano, Grupo Sacod, Studio Band, Deixa em Off, Marcela Mares, Ericson Mello e Banda Young.


Chapada dos Guimarães

A cidade prepara mais uma edição do Chapada Folia, com shows nacionais, desfiles de blocos, decoração temática e vila gastronômica. A entrada é gratuita.

Evento: Chapada Folia 2026

Data: 13 a 17 de fevereiro.

Local: Praça do Festival.

Entrada: gratuita.

PROGRAMAÇÃO:

  • Sexta-feira (13/02), a partir das 20h

Pedro Melo, Douglas Cabral, Banda do Carrara, Kamisa 10 e Monge.

  • Sábado (14/02), a partir das 12h

DJ, Raul Fortes, Trio Maravilha, Art Popular, Nobatuk, CDB, Yuri e Gustavo e DJ Errejota.

  • Domingo (15/02), a partir das 16h

DJ Yudi, Bateria do Bode, Tô Te Querendo, Kareca, Reinaldinho, Os Federais e Detona.


Cuiabá

Shows nacionais e regionais, desfiles de escolas de samba e blocos de rua marcam a programação do Carnaval 2026 na capital. A Arena Pantanal e a Avenida Mato Grosso concentram as principais atrações, com entrada gratuita.

Data: 06 a 17 de fevereiro.

Locais: Arena Pantanal e Avenida Mato Grosso

Entrada: Gratuita

  • Arena Pantanal

Sexta (06/02): Grupo Aprontae, desfile de blocos, O Tiee.

Sábado (07/02): Vou Pro Sereno, Rubinho.

Domingo (08/02): Apuração do Carnaval, Puro Prazer, Matheuzinho.

  • Blocos descentralizados:

Bloquinho dos Estudantes, Bloco do Baguncinha, Cordão Vem Quem Quer, Baile da Calorosa e Rebu na Rua.


Guiratinga

O GuiraFolia 2026 terá bandas regionais e locais, blocos de rua e muita animação.

Evento: GuiraFolia 2026.

Data: 14 a 16 de fevereiro.

Local: Centro de Eventos.

Entrada: Gratuita.

Destaques: Cesinha Melo, Jero Neto, DJ Dickson, Verônica, Tome aí, Matheuzinho e Swing Novo.

Bloco dos Caretas: desde 1945, o bloco carrega mais de 80 anos de tradição e se consolida como uma manifestação popular e simbólica do carnaval de Guiratinga.


Nossa Senhora do Livramento

O tradicional Banana Folia segue como um dos eventos mais aguardados da região, com foco em ritmos regionais e valorização da cultura local.

Evento: Banana Folia 2026.

Data: 14 a 16 de fevereiro.

Local: Praça de Eventos Fernando de Barros.

Entrada: Gratuita.

Destaques: Cesinha Mello, Tomé Aí, Matheusinho Sucessinho, Jero Neto, Lambadão dos Federais e Trio Maravilha.


Novo Santo Antônio

O 2º Carna Folia promete três dias de festa com programação voltada para a família e blocos tradicionais.

Evento: 2º Carna Folia.

Data: 13 a 15 de fevereiro.

Entrada: Gratuita.

Destaques: Banda Chicbahia, Wilson Costa, Grupo Por Acaso e DJ Google Play.


Porto Estrela

Em Porto Estrela a programação este ano traz shows regionais e atrações para todas as idades. Confira:

Evento: Porto Folia 2026.

Data: 14 a 16 de fevereiro, a partir das 21h.

Local: Ao lado da praça central.

Entrada: Gratuita.

Destaques: Banda Novo Som, Mateuzinho, Erre Som, Real Som, Lambadão dos Federais e Cesinha Mello.


Poxoréu

Marchinhas de carnaval e ritmos regionais prometem animar mais uma edição do Poxoréu Folia, em Poxoréu, mantendo viva a tradição da festa.

Evento: Poxoréu Folia 2026.

Data: 14 a 17 de fevereiro.

Local: Pátio da Prefeitura.

Entrada: Gratuita.

Destaques: Banda MV2 e Musipox.


Santa Rita do Trivelato

Música, alegria e muita diversão vão marcar o Carnaval de Santa Rita do Trivelato. O Carna Folia 2026 chega com uma programação animada e um clima familiar, pensado para todos os públicos.

Evento: Carna Folia 2026.

Data: 14 e 15 de fevereiro.

Local: Comunidade Pacoval.

Entrada: Gratuita.

Destaques: DJ Day Araújo e Banda Stillus.


Santo Antônio de Leverger

O Tradição e Folia 2026 já carrega no nome a história do carnaval de Santo Antônio de Leverger, na Baixada Cuiabana. Neste ano, a festa aposta em shows nacionais e atrações regionais, valorizando a cultura e os artistas da terra.

Evento: Tradição e Folia 2026.

Data: 13 a 17 de fevereiro.

Local: Praça do Carnaval – Sede.

Entrada: Gratuita.

Destaques: A Dama do Pagode, Ygor Raniere, Cleber e Cauan.


São Félix do Araguaia

Em São Félix do Araguaia, o Sanfa Folia 2026 chega com o tema “Dom Pedro Casaldáliga, parte da nossa história”, trazendo desfile de blocos, matinê para toda a família e shows que prometem agitar a cidade.

Evento: Sanfa Folia 2026.

Data: 14 a 17 de fevereiro.

Entrada: Gratuita.

Destaques: Marcela Mares, Combinação Perfeita, Sem Migué e Naquele Pike.

AMM


O Coral Municipal de Cuiabá está abrindo vagas para novos integrantes e já tem data e hora definidas para as audições, dia 20 deste mês, a partir das 14h. É a fase de seleção, promovida pela Secretaria Municipal de Cultura, sob a responsabilidade do maestro Carlos Taubaté, prevendo o início do trabalho nessa nova temporada de capacitação. As inscrições são gratuitas e poderão ser preenchidas na hora, na sede da Secretaria, na Rua Barão de Melgaço, nº 3677, Centro (esquina com a Rua Campo Grande). Ter experiência com canto, ainda que pequena, pode ser um diferencial na audição.

Poderão participar pessoas a partir de 16 anos. Se tiver experiência em canto ou canto coral, pode ser um diferencial no processo seletivo, que busca fortalecer o grupo com novos talentos. Mas, se não tiver experiência e aprecia o canto coral e tem vontade de se dedicar, não perca a oportunidade.

“Muitas pessoas acreditam que cantar é só para quem ‘nasce pronto’, mas a verdade é que a música se revela no caminho, na tentativa, na escuta e na partilha. Um coral não é sobre vozes perfeitas, é sobre vozes diferentes que se encontram, aprendem juntas e criam algo maior do que cada uma conseguiria sozinha”, pontuou o maestro Carlos Taubaté.

Portanto, se você tem dúvidas sobre o seu potencial ou não sabe se leva jeito para cantar, o coral pode dar a resposta, porque é um lugar para descobrir isso.

“Em um coral não se canta sozinho, as vozes vão se ajustando e crescendo juntas. E logo se percebe que cada uma das vozes é importante, que tem espaço e tem sentido.

Permita-se aprender. Às vezes, o talento não aparece de imediato, mas desperta quando encontra a prática e a alegria”, explicou Taubaté.

O Coral Municipal de Cuiabá foi reativado no ano passado, resgatando a tradição cultural e fortalecendo a identidade cuiabana, bem como promovendo a inclusão social por meio da arte.

“O Coral Municipal reforça o compromisso da nossa gestão com políticas públicas que incentivem a participação da comunidade e a preservação da nossa cultura. O objetivo é que o Coral seja um símbolo de união, orgulho e enriquecimento para toda a sociedade”. destacou o secretário municipal de Cultura, Johnny Everson.

Trabalho permanente

O coral é uma atividade cultural permanente (não um curso), com ensaios regulares sempre às terças e quartas-feiras, das 19h30 às 21h, no Museu da Imagem e do Som de Cuiabá (MISC), localizado na Rua Voluntários da Pátria, nº 75. Vinte participantes do ano passado prosseguem no Coral, em continuidade ao trabalho.

Trabalha com repertório diversificado, com ênfase especial na música mato-grossense, tanto regional quanto popular. Além da regência de Carlos Taubaté, o grupo conta com a preparação vocal do professor Rômulo Aguiar.

“O momento da audição é um dos mais importantes. Quanto maior o número de interessados inscritos, mais competitiva ela será e maior a chance de formar um coral com excelência”, destacou o maestro Carlos Taubaté.

Lembrando que o Coral tem mais de 30 anos de história, ficou inativo por uma década e, há 12 anos, teve o trabalho retomado sob a regência do maestro Carlos Taubaté, que permanece à frente do trabalho.


Em mais de uma oportunidade prometi aqui neste espaço comentar sobre as questões espirituais envolvidas na onda da covid 19. Sempre fiquei em dúvida, porque o lado espiritual desse fenômeno acaba sendo disruptivo e poderia gerar discussões que não interessam.

Mas o movimento da pandemia foi tão grande e tão abrangente que imaginei que poderia arriscar, sem ser crucificado. Mas, se for, fazer o que?

De tempos em tempos o planeta sofre disrupções e muda. No caso da covid, houve uma diferença. Pegou o mundo inteiro desprevenido. Não poupou países de economia rica e nem os pobres.

No primeiro momento a sequência de sentimentos começou com a surpresa. Depois veio o medo. Depois veio o temor. Depois veio o pânico coletivo. E, por fim, vieram as mortes e a doença ao redor de cada um de nós no Brasil e no mundo. E o medo tornou-se um sentimento coletivo.

Os governos, a mídia, as ongs tão poderosas com opiniões sobre tudo. A economia. A política. Todos silenciaram. O vírus transformou-se na mais agressiva linguagem mundial. 2020 passou no pânico e em 2021 o vírus veio acalmar a sua fúria a partir de setembro

Porém, ninguém esperava que ao fim da fase aguda da pandemia, a próxima vítima fosse a economia. E ainda não imagina que a próxima vítima dos desdobramentos seja a seja a política. Traduzindo: o planeta corre o risco de ver não ficar pedra sobre pedra da civilização até aqui construída ao longo de milhares de anos. Sei que são afirmações arriscadas e fortes. Mas parece que não haverá caminhos diferentes.

Uma das etapas da pandemia em 2020 foram os lockdowns e o isolamento social no mundo inteiro. Gerou grande confusão na economia pelo descompasso entre a pouca demanda e depois a pouca oferta de produtos quando a demanda recomeçou, agora em 2021. De outro lado o perfil de consumo das pessoas mudou muito.

O que antes não tinha valor passou a ser valorizado. E o que era muito valorizado perdeu a importância. Isso significa completa transformação de quase todos os segmentos de produção e de consumo da economia mundial.

Volto ao início do artigo. Por detrás de tudo isso e de tudo o que aconteceu fica bem claro que houve um certo planejamento fora do controle humano. Era pra transformar o ser humano usando o próprio ser humano. As religiões certamente atribuirão a uma divindade. Os espiritualistas atribuirão a um governo espiritual do mundo.

Quem não se enquadrar, também não poderá negar que transformações desse tamanho e importância não seriam casuais. Faço parte da crença de que existe uma ordem espiritual por detrás de tudo isso que aconteceu. Não sinto a necessidade de dar-lhe um nome. Só a de respeitar essa ordem.

Ao final, o que importa é que o planeta mudou absurdamente e não voltará atrás. As pessoas mudaram e mudarão em progressão absurda. Outra coisa, pra encerrar: não importa se o ser humano acredita ou não em algum valor espiritual.

O que importa, afinal, é que o que tiver de acontecer, está acontecendo e vai acontecer muito mais. O centro dessa nova ordem será o planeta renascido e o ser humano reconstruído. Mas a compreensão será um pouco mais lenta. Pode demorar. Mas não tem volta. Quem planejou, planejou!

Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso.

 

Reprodução: Repórter MT


O lutador olímpico, Igor Queiroz, 19 anos, se tornou bicampeão pan-americano de luta greco-romana, na quinta-feira (10), na cidade de Oaxtepec, no México. O atleta é natural de Cuiabá e morador do bairro Tijucal.

Igor foi introduzido ao mundo das lutas aos 9 anos de idade, por influência do pai Pablo Queiroz, que além de cabeleireiro é lutador de jiu-jítsu. “Eu inseri o Igor de maneira lúdica no mundo das lutas. No entanto, dentre várias modalidades que ele treinou, acabou se identificando com a luta greco-romana”.

Há mais de 5 anos o cuiabano integra a equipe de lutadores olímpicos da Seleção Brasileira e atualmente é titular absoluto no time da luta greco-romana.

O atleta já foi campeão brasileiro, sulamericano e já ficou em terceiro lugar no campeonato mundial escolar, entre outras participações e premiações que recebeu ao longo dos mais de 20 países que já visitou por meio das competições.

O lutador, que usa o bordão “do Tijucal para o mundo”, ainda continua na tentativa de arrumar um patrocínio. Segundo o pai de Igor, o único apoio financeiro que o atleta recebe é dos próprios familiares.

Igor retorna a Cuiabá neste sábado, onde seguirá os treinos para as futuras competições.

 

Reprodução: Hiper Notícias 


2+0+2+3 = 7

Esse ano é regido pelo número 7 que é o número de energia da espiritualidade.

O 7 é o número que representa a perfeição. A integração entre os mundos físicos e espiritual, sendo, portanto, o símbolo do Universo em transformação.

Mas, suas interpretações vão muito além.

Ele representa o lado místico e oculto de TUDO.

Que a nossa história em 2023 seja de muita conexão com Algo Maior, a Fonte, Deus para que possamos estar em ressonância com as Forças do Amor:

1) O SIM, esta significativa força do SIM à realidade como ela é, permeia todas as outras.

2) O PERTENCIMENTO: Todos têm o mesmo direito de pertencer.

3) A HIERARQUIA, a ordem, o respeito a quem vem antes.

4) E o DAR e RECEBER são a mesma coisa.

A LUZ É PAZ e BEM.

Bora para a Vida!

Eluise Dorileo é psicóloga, terapeuta familiar e maestria nas novas constelações quânticas.

Email eluisedorileo@hotmail.com


Reprodução

A Mattel, maior fabricante de brinquedos do mundo, lançou nesta semana a primeira linha de bonecas Barbie produzidas com 90% de plástico reciclado dos oceanos.

A coleção foi batizada de ‘Barbie Loves the Ocean’ (Barbie Ama os Oceanos, em tradução livre) e conta com uma arte promocional bem legal que faz referência à recente pegada mais sustentável da Mattel: “O futuro do rosa é o verde“.

A fabricante de brinquedos se comprometeu a produzir seus produtos com 100% de material reciclado até 2030.

“Este lançamento da Barbie é mais um acréscimo ao portfólio crescente da Mattel de marcas voltadas para um propósito que inspiram a consciência ambiental com o nosso consumidor como foco principal”, disse o presidente e diretor de operações da Mattel, Richard Dickson, em um anúncio feito à imprensa.

Richard também enfatizou a importância de se pensar em políticas ambientais de longo prazo, de olho no futuro da próxima geração.

“Na Mattel, capacitamos a próxima geração a explorar as maravilhas da infância e atingir seu potencial máximo. Fazemos nossa parte para garantir que as crianças também herdem um mundo cheio de potencial“.

FONTE: Razões para Acreditar


Por Valeriano Martins

No decorrer da minha vida profissional me deparei e ainda me deparo com vários mitos em relação ao intercâmbio. Por isso vou falar aqui sobre os cinco que escuto com frequência. O mais forte deles é imaginar que se trata de uma experiência apenas para pessoas jovens e adolescentes. Isso é um engano que impede muitos de realizarem seus sonhos, pois intercâmbio não tem idade!

A viagem internacional com o propósito de estudo e até mesmo trabalho, no caso dos adultos, pode ser realizada em qualquer fase da vida. É com muito orgulho que posso contar que no portfólio da Best Intercâmbio por exemplo, temos estudantes com mais de 70 anos e cada vez mais esse público está aumentando. Isso é incrível, pois incentiva outras pessoas dessa faixa etária a perceberem que a vida deve ser vivida da melhor maneira possível. Viajar, estudar e ver coisas novas com certeza é uma das opções que devem estar no topo da nossa lista.

Outro mito comum é sobre a língua inglesa. Acredito que por ser um dos idiomas considerados como universais e por estar fortemente presente no nosso dia a dia, como em filmes, músicas e cinema, várias pessoas chegam até nós imaginando que os países onde o inglês é falado são os únicos para os quais se pode viajar como intercambista. Então vamos desmitificar esta ideia também. Você pode viajar para estudar francês, italiano, espanhol, japonês, alemão! Enfim, a língua que quiser. Não existe fronteira. Basta procurar uma empresa de confiança e competente. A liberdade para viajar ao local que deseja estará garantida.

Estudar até ser fluente para só então fazer o intercâmbio: esse é o nosso terceiro mito. Aprender um novo idioma no país em que ele é nativo faz com que o aprendizado seja ainda mais rápido. Por isso, não é preciso ser craque em determinada língua para ser intercambista. Você vai aprender tudo durante a viagem.

O quarto mito: “vou economizar bastante, aí sim posso fazer meu intercâmbio”. Esse tipo de pensamento é bem comum. Realmente, não posso negar que se trata de um investimento, mas isso não significa que você precise desembolsar um alto valor. Existem diversas maneiras de baratear a viagem, como escolher bem o destino e o tempo de duração.

E para finalizar, vamos falar sobre intercâmbio e férias. Aqui é importante lembrar que esse tipo de experiência é um investimento pessoal em conhecimento e aprendizado. Por isso, precisa valer a pena. Isso não significa que você não vai poder visitar os pontos turísticos da cidade onde está ou sair para se divertir. O que não pode acontecer é esquecer de estudar. Afinal, você pagará por um curso, passagens e acomodação. O ideal é equilibrar os estudos com o lazer e aí com certeza seus resultados serão excelentes.

Anualmente realizamos a Feira de Educação Internacional com o objetivo de aproximar as instituições internacionais com o público interessado em fazer intercâmbios, oferecendo às pessoas a oportunidade de conversar e tirar suas dúvidas. Este ano, a feira acontece no próximo dia 22 de outubro, no Goiabeiras Shopping. O evento é aberto e totalmente gratuito.

Valeriano Martins é CEO da Best Intercâmbio


O resgate dos animais das ruas e a oportunidade de dar um novo lar aos pets foi o que me motivou a iniciar um projeto em parceria com as Ongs (Organização Não Governamental) de apoio e cuidado ao animal.

O projeto piloto se deu com a disponibilização de 16 gatos, filhotes e adultos, pela Ong “É o Bicho”. Ao chegar na unidade Veterinária, cada animal passa por consulta para avaliação das condições gerais de saúde. E em apenas uma semana desde o início do projeto, 15 dos 16 gatos já tinham ganhado um novo lar.

Minha intenção é ampliar ainda mais a disponibilização de animais para adoção. As Ongs têm um papel importante no cuidado com os animais abandonados. Ainda para este mês, está previsto a disponibilização de cães e gatos para uma adoção responsável.

Qualquer pessoa que tenha interesse em cuidar e zelar de um pet pode fazer a adoção. Mas antes, deve fazer um cadastro e a equipe da Ong fará uma visita para levar as informações quanto as necessidades básicas de cada animal. Nossa campanha, que oportuniza às pessoas fazer uma adoção consciente, tem o apoio do plano de saúde animal referência no país, a Planvet.

Nossa clínica mantém atendimento 24 horas por dia, todos os dias da semana. Estamos também disponíveis para novas parcerias com outras Ongs da causa animal.

Para conhecer os animais disponíveis para adoção ou buscar parceria, basta nos fazer uma visita no endereço – Rua Professor João Félix, Número 396, Bairro Lixeira, em Cuiabá ou acessar nossa página no Instagram (@veterinariamt) ou Facebook (veterinariamatogrosso). Outras informações podem ser obtidas pelo número 65 3046-2850.

Anderson Nogueira é médico veterinário há mais de 15 anos e atende na Clínica Veterinária Mato Grosso.


A novidade traz oito brinquedos inéditos para comemorar o lançamento do filme ambientado em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana

O McLanche Feliz proporciona entretenimento e diversão para os momentos em família há mais de 40 anos. E agora, a plataforma apresenta itens inéditos inspirados no novo filme da Disney e Pixar “Luca”.

A história é ambientada em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana e narra a jornada de amadurecimento de Luca junto de seu novo melhor amigo Alberto. Os meninos vivem um verão inesquecível repleto de gelatos, massas e intermináveis passeios de scooter. Mas toda a diversão é ameaçada por um segredo muito bem escondido: os dois são monstros marinhos de um mundo logo abaixo da superfície da água.

A novidade chega incrementando a parceria entre The Walt Disney Company Latin America e McLanche Feliz e reforça a aposta da rede em novas experiências que estimulam as atividades criativas e com muita diversão.

Para a família toda entrar no clima dessa empolgante estreia, o McLanche Feliz traz oito brinquedos inspirados nos personagens principais do filme:

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Muda de cor): submerja Luca e Alberto em água fria para revelar o tom de pele verde dos monstros marinhos. Coloque a peça da cauda à cabeça para completar a transformação;

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Nadando): gire a cauda do Luca e solte-a quando submergir o brinquedo na água, para fazê-lo nadar;

Giulia Marcovaldo: gire os braços de Giulia para trás e solte-os quando a submergir na água, para ver como nada;

Massimo Marcovaldo: dê corda ao Massimo e submerja-o na água, para ver como o Massimo move seus pés,enquanto nada e solta água pela boca.;

Machiavelli: aperte o botão embaixo de Machiavelli e submerja-o na água. Depois, solte o botão para enchê-lo. Tire-o da água e aperte o botão de novo, para que ele dispare água pela boca.

Monalisa: é uma pistola de água. Submerja a Monalisa em água fria e puxe sua cauda para enchê-la de água. Quando retirar da água, empurre a cauda novamente para a frente, para que a água saia pela boca.

Da esquerda para a direita: Luca Paguro (muda de cor), Alberto Scorfano (muda de cor), Luca Paguro (nadando), Alberto Scorfano (nadando), Giulia, Massimo, Machiavelli e Monalisa.

Os brinquedos já podem ser encontrados nos restaurantes da rede, que seguem operando pelo McDelivery e Drive-Thru em todo o país.

McLanche Feliz: ingredientes de qualidade e refeições equilibradas

Junto com seu compromisso em garantir momentos de diversão e aprendizagem, a companhia também mantém o compromisso de oferecer produtos de alta qualidade e os melhores ingredientes. Ao longo da última década a marca apresentou uma série de mudanças e evoluções em seu cardápio. Em 2019, o McDonald’s renovou sua proposta de menu infantil para oferecer uma opção ainda mais equilibrada, diminuindo as quantidades de sódio, gorduras, açúcares adicionados e incorporando mais frutas e vegetais.

Para ficar sempre por dentro das novidades e campanhas, acesse: https://www.mcdonalds.com.br.

 Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui mais de 2.200 restaurantes, entre unidades próprias e de seus subfranqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 31/03/2021). A empresa também mantém um sólido compromisso com o desenvolvimento das comunidades nas quais está presente e com a geração de primeiro emprego formal para jovens, além de utilizar sua escala para impactar de maneira positiva o meio-ambiente. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site: www.arcosdorados.com


Relacionamentos saudáveis, fortes e duradouros. Construir tudo isso com excelência não seria possível sem inspiração, coragem e exemplo. E é assim que hoje, em nossos 31 anos de empresa familiar, temos o orgulho de dizer que a força das mulheres se destaca em nosso meio.

Começamos nosso negócio como “Shopping da Construção”. Sempre fomos reconhecidos por termos produtos de acabamento diferenciados e fomos uma das primeiras lojas do segmento a ter autosserviço. Antes, tudo funcionava apenas como modalidade “venda de balcão”. Em 2006, trouxemos o primeiro modelo em formato “boutique”. Ao nos reposicionarmos no mercado com esse formato de loja personalizada, entendemos o quanto isso era importante.

Tudo em nossa empresa foi construído com amor e dedicação. Minha mãe fazia questão que eu e meu irmão sempre estivéssemos inseridos nos negócios da família. E assim estudamos e nos especializamos em diversas áreas para auxiliar e crescer ali dentro. Após a faculdade de arquitetura, fiz cursos de Gestão de Negócios e MBA em Varejo 4.0. Acompanhamos de perto a importância da gestão por sempre termos visto como nossos pais trabalhavam.

Em 2009, meus pais decidiram começar a Profissionalização da Gestão da Empresa, com a ideia de iniciar um processo de sucessão familiar com responsabilidade. Para isso, iniciamos uma longa preparação com um coaching para famílias empresárias em conjunto com várias consultorias nesse sentido.

Identificamos dentro de cada um de nós, o principal perfil para conseguirmos aproveitar ao máximo as características profissionais como indivíduos. Nas consultorias, trabalhamos liderança e governança. Implementamos ainda o programa de qualidade, para estudarmos questões de processos e mapeamento de procedimentos em todas as suas etapas.

Apesar de estarmos aprimorando nossos negócios e preparando tudo para que o processo sucessório dentro da família acontecesse com qualidade, não ficávamos pensando quando essa data realmente chegaria. Mas após a definição de protocolos da Bigolin, minha mãe comunicou que queria se ausentar e passar todos os setores para mim.

Nessa época, houve várias questões em nossas vidas, principalmente a pandemia que estava começando. E mais uma vez, foi um momento em que a experiência dela não poderia ser deixada de lado, nem mesmo para passar seu cargo à frente. Então, a gestão comercial foi passada para mim e os demais setores seguiram com seus gestores, que inclusive na maioria deles são mulheres que lideram. A direção geral e o respaldo final ainda é da nossa matriarca. Tenho muito orgulho da história iniciada por ela, especialmente porque o setor da construção civil é essencialmente masculino.

Trabalhamos muito para chegar até aqui, sempre buscando valorizar a gestão  feminina, enxergando em cada ser humano o potencial empreendedor e a real possibilidade de mudança de vida por meio de suas escolhas. Hoje somos o grupo Trindade Bigolin, trazendo o sobrenome da minha mãe, Lucimar Trindade Bigolin, junto com o do meu pai Olivo Bigolin. Meu irmão, Filipe Bigolin, é engenheiro civil e é ele quem cuida da construtora, a Egide. Prezamos por nossos valores e lideramos pelo exemplo. Temos como missão criar e manter relacionamentos saudáveis com nossos clientes e somos conhecidos pela solidez, pela ética e pela qualidade dos produtos e atendimento prestado.

Ariane Bigolin é arquiteta e sócia do grupo Trindade Bigolin