Unidade na região central de Cuiabá precisa reforçar o estoque, principalmente, do tipo sanguíneo O-

O MT Hemocentro, único banco de sangue público de Mato Grosso, convoca voluntários com fator Rh negativo a comparecerem à unidade central de Cuiabá, na Rua 13 de Junho, 1.055. A mobilização busca reforçar os estoques da rede estadual, com prioridade para o tipo O-, por ser o doador universal.

Além disso, a unidade busca recompor a reserva das demais tipagens com fator Rh negativo (A-, B- e AB-). Doadores de qualquer grupo sanguíneo, no entanto, também podem realizar a coleta, que ocorre de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h.

É possível agendar a doação de sangue pelo Sistema de Agendamento (https://mthemocentro.saude.mt.gov.br/), pelo WhatsApp (65) 98433-0624 (somente mensagem) ou pelo telefone (65) 3623-0044, ramais 2024, 2025 e 2026.

Quem quiser doar sangue precisa apresentar um documento oficial com foto, pesar 50kg ou mais, estar em bom estado de saúde e ter feito uma refeição equilibrada: o doador deve estar bem alimentado para poder efetuar a doação e não pode estar em jejum.

Podem doar pessoas com idade entre 16 e 69 anos, 11 meses e 29 dias. Quem tem entre 60 e 69 anos só poderá doar sangue se já tiver doado antes dos 60 anos. Adolescentes de 16 e 17 anos devem levar uma autorização dos pais ou do responsável legal para fazer a doação.

Em um período de 12 meses, homens podem doar até quatro vezes e, mulheres, até três vezes. São coletados até 450 ml de sangue por doação e recomenda-se evitar exercícios físicos e consumo de álcool após a doação.

Para quem compareceu e, por algum motivo, não pôde doar, o MT Hemocentro dá um comprovante de comparecimento e, para quem efetuou a doação de sangue, é entregue o atestado de doação de sangue para justificar a ausência no trabalho.


Evento acontece entre 06 e 10 de outubro

 

AUniversidade Federal de Mato Grosso (UFMT) recebe, a partir de 6 de outubro, a 25ª edição da Mostra de Audiovisual Universitário e Independente da América Latina (MAUAL). O evento, que acontece em sua maior parte no Teatro Universitário é uma realização do Cineclube Coxiponés e da Pró-reitora de Cultura, Extensão e Vivência (PROCEV).

Em 2026, a MAUAL celebra um quarto de século de existência. São 25 anos de uma trajetória construída na universidade pública, em Cuiabá, no coração do Centro-Oeste brasileiro.

Sob o tema “Terra em transe, imagens em movimento”, a edição da MAUAL propõe refletir sobre o audiovisual como sintoma de seu tempo e como forma de leitura crítica da realidade.

A edição recebeu 494 trabalhos, o maior número de inscrições da história. A curadoria selecionou 46 filmes para a Mostra Competitiva, 51 para a Mostra Paralela e seis videoclipes, reunindo trabalhos provenientes de 17 estados brasileiros e de cinco países latino-americanos: Cuba, Venezuela, Colômbia, Uruguai e Equador. Nessa seleção tão diversa, há presença significativa do audiovisual realizado em nosso próprio território. São 25 filmes mato-grossenses, revelando a efervescência da produção audiovisual de curta duração no estado.

Mais informações sobre a programação podem ser obtidas na página da MAUAL.


Por Fausto Takizawa

Ao longo deste mês de setembro, a Associação dos Reflorestadores de Mato Grosso (Arefloresta) apresentou os pleitos estratégicos do setor florestal às três principais coligações que disputam o governo estadual. Nosso objetivo com essa iniciativa foi inserir o tema no centro do debate público e das políticas de estado para as próximas décadas.

Acreditamos que os desafios que apresentamos não se limitam apenas à silvicultura, pois seus impactos se estendem por toda a economia do estado. Um dos nossos principais produtos, a biomassa de eucalipto reflorestado, é um insumo crucial para a agroindustrialização sustentável de Mato Grosso. Somos fornecedores de soluções climáticas essenciais, o que torna a Arefloresta uma voz importante quando o objetivo é pensar o futuro ambiental e econômico do Estado.

Atualmente, Mato Grosso possui cerca de 253 mil hectares de florestas plantadas. Contudo, para alcançarmos a meta estadual de 700 mil hectares até 2040 e fazermos a transição para uma base industrial diversificada, precisamos superar desafios estruturais. Por isso, apresentamos aos candidatos demandas focadas na criação de mecanismos de crédito e investimento, na desburocratização da gestão ambiental e na implantação de um programa estadual de industrialização da madeira.

O primeiro ponto trata da criação de um Fundo Garantidor de Crédito e de um Fundo Estadual de Investimento Florestal. O ciclo produtivo das florestas é longo, variando de 7 a 20 anos, um prazo que não acompanha as linhas de crédito tradicionais do agronegócio. Esses novos instrumentos são essenciais para estruturar garantias e atrair o capital paciente, alavancando recursos de fundos públicos e bancos privados para viabilizar a expansão dos nossos cultivos.

O segundo ponto refere-se à modernização estrutural da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema). O setor demanda fluxos administrativos mais ágeis e padronizados. Propusemos a adoção de Termos de Referência simplificados e específicos para florestas plantadas, a realização de vistorias tecnológicas remotas e o estabelecimento de prazos-limite curtos para a análise e a emissão de licenças da silvicultura comercial.

O terceiro eixo fundamental é a agregação de valor. Mato Grosso é o maior produtor de teca do País, mas cerca de 40% das nossas exportações dessa madeira ainda saem em estado bruto. Precisamos de um programa estadual de incentivo com benefícios fiscais escalonados para atrair indústrias de processamento e beneficiamento. Isso preparará o estado para receber novas cadeias industriais complexas, como as de celulose, papel e madeira processada, multiplicando a geração de empregos.

O mundo busca hoje consolidar uma economia descarbonizada, e nós temos uma resposta prática para esse desafio. O fortalecimento do setor de florestas plantadas garante segurança energética, atrai investimentos e reduz frontalmente a pressão sobre as florestas nativas. A Arefloresta continuará buscando o diálogo com todos os atores políticos, seja na capital ou no interior, para que nossas propostas se transformem em uma política contínua e pujante para Mato Grosso.

Arefloresta. Representando produtores que investem em plantios de árvores em Mato Grosso, a Arefloresta abrange 42 associados, que respondem por mais de 75 mil hectares de florestas plantadas no estado.

*Fausto Takizawa é engenheiro florestal há 31 anos e atualmente preside a Arefloresta. 

 


A Prefeitura de Cuiabá está avançando com as ações de revitalização do Museu da Caixa d’Água Velha, importante espaço histórico e turístico da Capital. As intervenções buscam melhorar a estrutura do local, ampliar a segurança e proporcionar um ambiente mais bonito, confortável e atrativo para moradores e turistas.

Uma das principais ações em andamento é a recuperação do deck de madeira, que atualmente está interditado. De acordo com o chefe de gabinete da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura (SMDETTA), Pedro Pio, o material utilizado na obra foi obtido por meio de uma parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), com intermediação da Fundação Nova Chance.

“Conseguimos as madeiras para que fosse feito esse serviço junto à Sema, através da Fundação Nova Chance, que fez essa intermediação para a gente. Hoje está chegando esse material para que possamos começar a restauração do deck”, explicou.

A execução do serviço conta ainda com a mão de obra de reeducandos vinculados à Fundação Nova Chance. A iniciativa permite a recuperação da estrutura sem custos com a aquisição da madeira para a Prefeitura, ao mesmo tempo em que contribui para a ressocialização dos participantes.

Além do deck, outras melhorias estão sendo realizadas no museu. Os corrimões também passam por recuperação, enquanto a fonte existente no espaço será revitalizada por meio de parceria com a Águas Cuiabá. A pintura também faz parte do conjunto de intervenções. A área dos fundos já recebeu pintura executada por servidores da própria secretaria, e novas etapas estão previstas para deixar o ambiente mais agradável e valorizar a estrutura do museu.

O espaço também recebeu melhorias voltadas à climatização, com a instalação de quatro novos aparelhos de ar-condicionado. Na área de segurança, serão instaladas câmeras de monitoramento vinculadas ao programa Vigia Mais.

Segundo Pedro Pio, o conjunto de ações tem como objetivo recuperar a estrutura e tornar o museu cada vez mais preparado para receber o público.

“Estamos trabalhando para entregar à sociedade o Museu da Caixa d’Água de maneira mais bonita. Queremos proporcionar um ambiente melhor, mais bonito e mais atrativo para os nossos turistas”, destacou.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, Fellipe Corrêa, destacou o esforço conjunto entre a Prefeitura, servidores e parceiros para viabilizar as melhorias no espaço histórico.

“Em nome da Prefeitura, agradeço aos parceiros dessa revitalização e aos servidores da nossa e das demais Secretarias, que não têm medido esforços para fazer o que podemos com o que temos à disposição para cumprir a missão que o prefeito nos deu. Quem quer dá um jeito, quem não quer dá uma desculpa”, afirmou.

Com as intervenções, a Prefeitura busca fortalecer a preservação e a valorização de um dos espaços que fazem parte da história de Cuiabá, aliando a recuperação da estrutura à melhoria da experiência de quem visita o local.


No mês em que se celebra o Dia da Árvore, paisagismo reforça o papel das áreas verdes na qualidade dos espaços e na relação das pessoas com o ambiente

Em cidades cada vez mais adensadas, a presença de árvores, jardins e áreas verdes ganha importância não apenas pela paisagem que proporciona, mas também pela relação que ajuda a criar entre as pessoas e os espaços onde vivem. Em setembro, mês marcado pelas celebrações ao Dia da Árvore, o tema volta a chamar atenção para o papel da natureza no cotidiano urbano.

A vegetação ajuda a suavizar a presença do concreto, cria áreas mais acolhedoras e contribui para que espaços externos sejam efetivamente utilizados. Por isso, o paisagismo vem deixando de ser tratado apenas como acabamento ou elemento ornamental. Cada vez mais, ele participa desde as etapas iniciais de concepção dos projetos, integrado à arquitetura e ao planejamento dos espaços.

Para a arquiteta Bia Abreu, essa integração deve ocorrer de forma natural entre os ambientes internos e externos. Responsável por toda a concepção das áreas externas do Reserva Arbo, empreendimento da Plaenge em Cuiabá, incluindo o paisagismo, as piscinas e o pet place, ela explica que a intenção na hora de elaborar esses espaços é justamente criar essa ligação.

Citando como exemplo o Reserva Arbo, ela conta que o paisagismo ali partiu da premissa de ampliar a relação entre arquitetura e natureza, dando continuidade aos ambientes internos. “O jardim foi projetado de forma a se tornar interessante inclusive quando visto de cima”, afirma.

“Os espaços externos foram desenhados para estimular convivência e permanência, com usos integrados que se conectam de forma orgânica em uma composição que valoriza o cotidiano e aproxima os moradores”, acrescenta Bia.

Para o superintendente regional da Plaenge Cuiabá, Diogo Marchioto, incorporar a natureza aos projetos também responde a uma mudança na forma como as pessoas se relacionam com a moradia. “Hoje, existe uma valorização maior de espaços que proporcionem bem-estar e contato com a natureza. Quando o paisagismo é pensado de forma integrada à arquitetura, ele deixa de ser apenas um elemento visual e passa a fazer parte da experiência cotidiana de quem vive naquele ambiente”, argumenta.

Em um cenário de crescimento urbano, essa aproximação entre arquitetura e natureza ganha ainda mais relevância. Além de preencher espaços, o paisagismo ajuda a criar ambientes mais agradáveis, convidativos e conectados ao cotidiano.


Entender conflitos mundiais, defender os interesses de uma nação, negociar soluções, discutir os desafios do Brasil e acompanhar os acontecimentos como jornalistas. Alunos do Colégio Maxi, em Cuiabá, vivenciam essas experiências na 7ª edição do Maxi-Múndi, projeto que aproxima os estudantes de grandes debates da agenda nacional e internacional.

A iniciativa é dividida em três frentes: Modelo ONU, Modelo Legislativo e Imprensa Estudantil. Em cada uma delas, os alunos assumem diferentes responsabilidades e são desafiados a pesquisar, argumentar, negociar, produzir conteúdo e compreender diferentes pontos de vista.

No Modelo ONU, os estudantes representam países e defendem seus interesses em discussões internacionais, após pesquisarem aspectos históricos, políticos, econômicos e sociais de cada nação.

No Modelo Legislativo, vivenciam a dinâmica do Congresso Nacional, representando parlamentares da Câmara dos Deputados e do Senado Federal em debates sobre temas atuais do Brasil. A experiência permite compreender, na prática, o funcionamento das instituições e a construção de decisões políticas.

Já na Imprensa Estudantil, os alunos atuam como jornalistas, acompanhando os debates, realizando entrevistas e produzindo matérias sobre os principais acontecimentos. O exercício desenvolve escrita, interpretação, comunicação, capacidade de síntese e análise crítica das informações.

Mais do que uma atividade acadêmica, o Maxi-Múndi busca ampliar o repertório dos jovens e colocá-los diante de perspectivas diferentes das suas. A experiência estimula competências como oratória, liderança, negociação, trabalho em equipe e respeito ao contraditório.

Para Júlia Fernandes, que participa pela segunda vez e nesta edição atua como diretora, esse é um dos principais diferenciais do projeto.

“Quando assumimos o papel de um país, precisamos deixar de lado apenas aquilo que pensamos e compreender aquela realidade, seus interesses e seu ponto de vista. Isso amplia nossa visão de mundo e nos ensina a argumentar, ouvir e negociar”, destaca.

 

Em sua 7ª edição, iniciativa do Colégio Maxi estimula alunos a debater questões nacionais e internacionais
Em sua 7ª edição, iniciativa do Colégio Maxi estimula alunos a debater questões nacionais e internacionais

SENSO CRÍTICO

O projeto integra a proposta educacional do Colégio Maxi, instituição do Grupo Salta Educação, de associar o conhecimento acadêmico ao desenvolvimento de habilidades importantes para a formação dos estudantes.

Antes das simulações, os participantes pesquisam os temas em debate, estudam o posicionamento dos países, analisam as pautas legislativas e se preparam para a cobertura jornalística.

A proposta reproduz desafios encontrados em ambientes diplomáticos, políticos e jornalísticos: interpretar informações, construir argumentos, ouvir posições divergentes, fazer perguntas e buscar soluções diante de diferentes interesses.

Em sua 7ª edição, o Maxi-Múndi reforça o protagonismo juvenil e contribui para formar estudantes mais preparados para compreender, questionar, comunicar e participar dos grandes debates do Brasil e do mundo.


João Godoy será o único atleta do Estado entre os cerca de 350 participantes

Os brasileiros vão chegar em peso em busca de medalhas e de títulos no Pan-Americano de Beach Tennis que será realizado a partir desta quinta-feira, 24, no CT Pantanal, no Shopping Pantanal, em Cuiabá (MT). Serão cerca de 350 atletas de 16 países e o Brasil busca manter a hegemonia. Em 2025 foram 43 medalhas sendo 15 de Ouro. Na categoria Profissional o país ficou com o Ouro no Masculino e no Feminino.

Daniel Mola e Giovanni Cariani chegam animados na busca pelo bicampeonato para repetir o feito do ano passado: “A expectativa tá lá em cima! Foram muitos treinos, muita dedicação e trabalho até aqui. Agora é hora de colocar tudo em prática e representar o Brasil da melhor forma possível. Vou entrar em cada jogo com foco, intensidade e vontade de vencer. Sabemos o tamanho do desafio, mas também sabemos o quanto estamos preparados. Tem que querer. Os Socinhos tão On. Vamos buscar esse Ouro”, disse Mola, número quatro do ranking mundial.

No Masculino Profissional o Brasil terá ainda Leoanardo Branco, Felipe Loch, Davi Ballerini e Henrique Medeiros.

No feminino, as líderes do ranking mundial, Vitória Marchezini e Sophia Chow vão buscar reconquistar o Ouro no Pan e repetir o feito de 2023. Elas subiram ao pódio com o terceiro lugar ano passado e querem mudar a cor da medalha: “A expectativa é alta é sempre bom poder representar o Brasil ,seja no pan ou na Copa do Mundo,super feliz de poder estar em quadra com a Sophia podendo defender nosso país mais um ano”, disse Marchezini que tem outra medalha de Ouro conquistada com Rafaella Miiller, em 2024.

Entre as mulheres o país estará representado também com Ana Preisner, Julia Nogueira, Marcela Vita e Mariana Peracini. Nogueira e Vita são as atuais campeãs e buscarão o bicampeonato: “Foi uma conquista muito especial. Representar o Brasil já é algo que mexe muito comigo, e conseguir terminar com o título deixou tudo ainda mais marcante. Foi uma semana de muita entrega e que me trouxe uma sensação muito boa de que todo o trabalho que a gente vinha fazendo estava no caminho certo”, disse Nogueira que comenta sobre a dupla com Vita.

“A gente já jogou juntas por uma temporada inteira e temos uma conexão muito boa dentro e fora da quadra, então estou muito feliz de poder repetir essa parceria. Claro que o bicampeonato é algo que a gente quer, mas vamos com os pés no chão, pensando jogo a jogo e aproveitando a oportunidade de representar o Brasil juntas mais uma vez. Espero uma competição muito forte e jogos duros desde o início. A gente chega com mais experiência, mas sabendo que cada edição tem uma história diferente. Quero aproveitar, competir com muita intensidade e entregar o meu melhor em quadra. E, claro, se der para voltar com mais um título para o Brasil, melhor ainda”, seguiu.

O Brasil aparece como principal favorito em todas as categorias, desde Dupla Masculina e Feminina no Profissional até as categorias juvenis desde o Sub 12 até o Sub 18. Na categoria até 18 anos estará João Godoy, único atleta do Mato Grosso na disputa do evento.

Além do Brasil, estarão na disputa os Estados Unidos, Porto Rico, Equador, Bonaire, Argentina, Bolívia, Colômbia, Aruba, Costa Rica, Chile, Canadá, Venezuela, Uruguai, Paraguai e o Peru.

O sorteio das chaves acontecerá na próxima quarta-feira, 23, assim como a cerimônia de abertura que acontece a partir das 19h no horário local. A programação prévia mostra jogos começando a partir das 8h locais, 9h de Brasília.

A transmissão será do canal PlayBT no Youtube nas quadras central, 2 e 4.


O agronegócio brasileiro vive uma transformação impulsionada pela digitalização das operações e pela evolução das máquinas agrícolas. A incorporação de recursos de agricultura de precisão, soluções de telemetria, conectividade, automação e inteligência artificial (IA) está criando novas oportunidades de carreira e exigindo um perfil profissional cada vez mais multidisciplinar, que reúne conhecimentos do campo e competências em tecnologia, análise de dados e eletrônica.

Esse movimento acontece em um momento de expansão do mercado de trabalho no setor. Segundo levantamento da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o agronegócio registrou 28,4 milhões de pessoas ocupadas em 2025, o equivalente a 26,3% dos empregos do país. Em comparação com o ano anterior, foram criados mais de 600 mil novos postos de trabalho, enquanto o número de profissionais com ensino superior cresceu 8,3% e o de trabalhadores com ensino médio, 4,2%.

“A transformação tecnológica está mudando o perfil das profissões no campo. O operador de máquinas deixou de ser apenas alguém que conduz o equipamento para se tornar um gestor das informações geradas durante a operação. Da mesma forma, o mecânico passou a trabalhar com softwares, sensores, módulos eletrônicos e sistemas conectados, além dos componentes mecânicos tradicionais. São profissionais que precisam unir conhecimento técnico e competências digitais”, afirma Vitor Kaminski, gerente de treinamento técnico da AGCO, detentora da Massey Ferguson.

Máquinas inteligentes exigem novas competências

As máquinas agrícolas evoluíram significativamente nos últimos anos e passaram a reunir recursos que auxiliam o produtor na tomada de decisões. Tecnologias como piloto automático, controle de seções, aplicação em taxa variável, telemetria e plataformas digitais de gestão permitem acompanhar, em tempo real, indicadores relacionados ao desempenho operacional, consumo de combustível, qualidade das operações e utilização dos equipamentos.

Mais recentemente, a inteligência artificial passou a apoiar a análise de grandes volumes de dados para gerar recomendações que contribuem para aumentar a eficiência operacional e otimizar o uso dos recursos disponíveis na propriedade.

“Hoje, as máquinas são plataformas tecnológicas. Elas geram dados, se comunicam com outros sistemas e oferecem informações que ajudam o produtor a tomar decisões mais rápidas e assertivas. Para aproveitar todo esse potencial, é fundamental contar com profissionais preparados para interpretar essas informações, configurar os equipamentos e realizar a manutenção no menor tempo possível, garantindo alta disponibilidade das máquinas no campo”, destaca Kaminski.

Novas carreiras para um agro cada vez mais tecnológico

A digitalização do campo impulsiona o surgimento de profissões que, há poucos anos, praticamente não existiam no setor agropecuário. Segundo o estudo Profissões Emergentes na Era Digital, publicado pelo SENAI em parceria com a GIZ, entre os exemplos estão o cientista de dados agrícolas, responsável por analisar informações que apoiam a tomada de decisões; o engenheiro agrônomo digital, que alia conhecimentos agronômicos às tecnologias aplicadas ao campo; e o engenheiro de automação agrícola, que atua na integração de sistemas inteligentes ao longo das diferentes etapas da produção. Também ganham espaço profissionais como o técnico em agricultura digital, que aplica ferramentas tecnológicas para otimizar as operações agrícolas e o técnico em agronegócio digital, voltado à utilização de soluções digitais na gestão da produção.

Um exemplo desse novo perfil profissional é o de Marlon Ferreira, engenheiro mecânico e especialista em máquinas agrícolas e agricultura de precisão da Massey Ferguson. Sua atuação integra tecnologia, operação e engenharia aplicada ao campo para transformar os dados gerados pelas máquinas em informações estratégicas que contribuem para o aumento da produtividade, a redução dos custos operacionais e a melhoria da eficiência das operações agrícolas. Seu trabalho envolve a calibração e otimização de equipamentos, análise do desempenho operacional, interpretação de dados de telemetria e treinamento de operadores e equipes técnicas.

Além da agricultura de precisão, Marlon desenvolve projetos de eficiência energética baseados em engenharia, diagnóstico técnico e análise de dados para reduzir o consumo de combustível e otimizar o aproveitamento energético dos equipamentos. A partir da avaliação das condições reais de operação das máquinas, são definidas estratégias que permitem utilizar melhor a energia disponível, mantendo a produtividade, a segurança mecânica e a confiabilidade dos equipamentos.

“Vejo que o futuro do agronegócio está na integração entre conhecimento técnico, tecnologia embarcada e tomada de decisão baseada em dados. Quando esses pilares trabalham em conjunto, é possível alcançar resultados expressivos em eficiência, sustentabilidade, produtividade e rentabilidade para o produtor”, afirma Marlon Ferreira.

A crescente demanda por profissionais especializados também tem aproximado fabricantes, instituições de ensino e entidades de capacitação para desenvolver programas voltados às novas tecnologias aplicadas ao agronegócio.

A Massey Ferguson, por exemplo, mantém parcerias com universidades, instituições de ensino técnico e entidades como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR). Essas iniciativas combinam conteúdos teóricos e práticos para preparar operadores, técnicos e mecânicos para atuar com máquinas cada vez mais conectadas e digitais.

“O futuro do agronegócio será orientado por dados. As tecnologias continuarão evoluindo, mas o fator humano seguirá sendo decisivo. São as pessoas que transformam dados em decisões e fazem com que todo o potencial das máquinas seja convertido em produtividade, eficiência e sustentabilidade”, conclui Vitor Kaminski.

Sobre a Massey Ferguson

A Massey Ferguson, marca pertencente ao grupo AGCO, acumulou mais de 175 anos de experiência global na produção para a indústria agrícola. É a maior exportadora de máquinas agrícolas da América Latina e referência no mercado brasileiro há seis décadas. Os tratores, colheitadeiras, plantadeiras, implementos, pulverizadores, enfardadoras e produtos e serviços de agricultura de precisão Massey Ferguson são comercializados para mais de 80 países, principalmente África do Sul, Arábia Saudita, Argélia, Argentina, Bolívia, Chile e Paraguai. As fábricas na América do Sul ficam localizadas no Brasil – em Canoas/RS (tratores), Santa Rosa/RS (colheitadeiras), Ibirubá/RS (plantadeiras e implementos), Mogi das Cruzes/SP (tratores, motores, pulverizadores e laboratório de controle de emissões) e também na Argentina, General Rodriguez/BUE (tratores, colheitadeiras e motores). Possui uma extensa e estabelecida rede de concessionárias no Brasil, com mais de 200 lojas. Mais: www.masseyferguson.com.br

Sobre a AGCO

A AGCO (NYSE: AGCO) é líder global em máquinas agrícolas e tecnologias de agricultura de precisão. Guiada por uma estratégia que prioriza o agricultor, a AGCO entrega valor por meio de suas marcas líderes e diferenciadas, como Fendt™, Massey Ferguson™, PTx™ e Valtra™. Seus equipamentos de alto desempenho e soluções inteligentes para o campo — incluindo tecnologias de retrofit independentes de marca e ofertas autônomas — capacitam os produtores a aumentar a produtividade, enquanto alimentam o mundo de forma sustentável. Para mais informações, visite www.agcocorp.com.


Em mais de uma oportunidade prometi aqui neste espaço comentar sobre as questões espirituais envolvidas na onda da covid 19. Sempre fiquei em dúvida, porque o lado espiritual desse fenômeno acaba sendo disruptivo e poderia gerar discussões que não interessam.

Mas o movimento da pandemia foi tão grande e tão abrangente que imaginei que poderia arriscar, sem ser crucificado. Mas, se for, fazer o que?

De tempos em tempos o planeta sofre disrupções e muda. No caso da covid, houve uma diferença. Pegou o mundo inteiro desprevenido. Não poupou países de economia rica e nem os pobres.

No primeiro momento a sequência de sentimentos começou com a surpresa. Depois veio o medo. Depois veio o temor. Depois veio o pânico coletivo. E, por fim, vieram as mortes e a doença ao redor de cada um de nós no Brasil e no mundo. E o medo tornou-se um sentimento coletivo.

Os governos, a mídia, as ongs tão poderosas com opiniões sobre tudo. A economia. A política. Todos silenciaram. O vírus transformou-se na mais agressiva linguagem mundial. 2020 passou no pânico e em 2021 o vírus veio acalmar a sua fúria a partir de setembro

Porém, ninguém esperava que ao fim da fase aguda da pandemia, a próxima vítima fosse a economia. E ainda não imagina que a próxima vítima dos desdobramentos seja a seja a política. Traduzindo: o planeta corre o risco de ver não ficar pedra sobre pedra da civilização até aqui construída ao longo de milhares de anos. Sei que são afirmações arriscadas e fortes. Mas parece que não haverá caminhos diferentes.

Uma das etapas da pandemia em 2020 foram os lockdowns e o isolamento social no mundo inteiro. Gerou grande confusão na economia pelo descompasso entre a pouca demanda e depois a pouca oferta de produtos quando a demanda recomeçou, agora em 2021. De outro lado o perfil de consumo das pessoas mudou muito.

O que antes não tinha valor passou a ser valorizado. E o que era muito valorizado perdeu a importância. Isso significa completa transformação de quase todos os segmentos de produção e de consumo da economia mundial.

Volto ao início do artigo. Por detrás de tudo isso e de tudo o que aconteceu fica bem claro que houve um certo planejamento fora do controle humano. Era pra transformar o ser humano usando o próprio ser humano. As religiões certamente atribuirão a uma divindade. Os espiritualistas atribuirão a um governo espiritual do mundo.

Quem não se enquadrar, também não poderá negar que transformações desse tamanho e importância não seriam casuais. Faço parte da crença de que existe uma ordem espiritual por detrás de tudo isso que aconteceu. Não sinto a necessidade de dar-lhe um nome. Só a de respeitar essa ordem.

Ao final, o que importa é que o planeta mudou absurdamente e não voltará atrás. As pessoas mudaram e mudarão em progressão absurda. Outra coisa, pra encerrar: não importa se o ser humano acredita ou não em algum valor espiritual.

O que importa, afinal, é que o que tiver de acontecer, está acontecendo e vai acontecer muito mais. O centro dessa nova ordem será o planeta renascido e o ser humano reconstruído. Mas a compreensão será um pouco mais lenta. Pode demorar. Mas não tem volta. Quem planejou, planejou!

Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso.

 

Reprodução: Repórter MT


O lutador olímpico, Igor Queiroz, 19 anos, se tornou bicampeão pan-americano de luta greco-romana, na quinta-feira (10), na cidade de Oaxtepec, no México. O atleta é natural de Cuiabá e morador do bairro Tijucal.

Igor foi introduzido ao mundo das lutas aos 9 anos de idade, por influência do pai Pablo Queiroz, que além de cabeleireiro é lutador de jiu-jítsu. “Eu inseri o Igor de maneira lúdica no mundo das lutas. No entanto, dentre várias modalidades que ele treinou, acabou se identificando com a luta greco-romana”.

Há mais de 5 anos o cuiabano integra a equipe de lutadores olímpicos da Seleção Brasileira e atualmente é titular absoluto no time da luta greco-romana.

O atleta já foi campeão brasileiro, sulamericano e já ficou em terceiro lugar no campeonato mundial escolar, entre outras participações e premiações que recebeu ao longo dos mais de 20 países que já visitou por meio das competições.

O lutador, que usa o bordão “do Tijucal para o mundo”, ainda continua na tentativa de arrumar um patrocínio. Segundo o pai de Igor, o único apoio financeiro que o atleta recebe é dos próprios familiares.

Igor retorna a Cuiabá neste sábado, onde seguirá os treinos para as futuras competições.

 

Reprodução: Hiper Notícias 


2+0+2+3 = 7

Esse ano é regido pelo número 7 que é o número de energia da espiritualidade.

O 7 é o número que representa a perfeição. A integração entre os mundos físicos e espiritual, sendo, portanto, o símbolo do Universo em transformação.

Mas, suas interpretações vão muito além.

Ele representa o lado místico e oculto de TUDO.

Que a nossa história em 2023 seja de muita conexão com Algo Maior, a Fonte, Deus para que possamos estar em ressonância com as Forças do Amor:

1) O SIM, esta significativa força do SIM à realidade como ela é, permeia todas as outras.

2) O PERTENCIMENTO: Todos têm o mesmo direito de pertencer.

3) A HIERARQUIA, a ordem, o respeito a quem vem antes.

4) E o DAR e RECEBER são a mesma coisa.

A LUZ É PAZ e BEM.

Bora para a Vida!

Eluise Dorileo é psicóloga, terapeuta familiar e maestria nas novas constelações quânticas.

Email eluisedorileo@hotmail.com


Reprodução

A Mattel, maior fabricante de brinquedos do mundo, lançou nesta semana a primeira linha de bonecas Barbie produzidas com 90% de plástico reciclado dos oceanos.

A coleção foi batizada de ‘Barbie Loves the Ocean’ (Barbie Ama os Oceanos, em tradução livre) e conta com uma arte promocional bem legal que faz referência à recente pegada mais sustentável da Mattel: “O futuro do rosa é o verde“.

A fabricante de brinquedos se comprometeu a produzir seus produtos com 100% de material reciclado até 2030.

“Este lançamento da Barbie é mais um acréscimo ao portfólio crescente da Mattel de marcas voltadas para um propósito que inspiram a consciência ambiental com o nosso consumidor como foco principal”, disse o presidente e diretor de operações da Mattel, Richard Dickson, em um anúncio feito à imprensa.

Richard também enfatizou a importância de se pensar em políticas ambientais de longo prazo, de olho no futuro da próxima geração.

“Na Mattel, capacitamos a próxima geração a explorar as maravilhas da infância e atingir seu potencial máximo. Fazemos nossa parte para garantir que as crianças também herdem um mundo cheio de potencial“.

FONTE: Razões para Acreditar


A novidade traz oito brinquedos inéditos para comemorar o lançamento do filme ambientado em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana

O McLanche Feliz proporciona entretenimento e diversão para os momentos em família há mais de 40 anos. E agora, a plataforma apresenta itens inéditos inspirados no novo filme da Disney e Pixar “Luca”.

A história é ambientada em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana e narra a jornada de amadurecimento de Luca junto de seu novo melhor amigo Alberto. Os meninos vivem um verão inesquecível repleto de gelatos, massas e intermináveis passeios de scooter. Mas toda a diversão é ameaçada por um segredo muito bem escondido: os dois são monstros marinhos de um mundo logo abaixo da superfície da água.

A novidade chega incrementando a parceria entre The Walt Disney Company Latin America e McLanche Feliz e reforça a aposta da rede em novas experiências que estimulam as atividades criativas e com muita diversão.

Para a família toda entrar no clima dessa empolgante estreia, o McLanche Feliz traz oito brinquedos inspirados nos personagens principais do filme:

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Muda de cor): submerja Luca e Alberto em água fria para revelar o tom de pele verde dos monstros marinhos. Coloque a peça da cauda à cabeça para completar a transformação;

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Nadando): gire a cauda do Luca e solte-a quando submergir o brinquedo na água, para fazê-lo nadar;

Giulia Marcovaldo: gire os braços de Giulia para trás e solte-os quando a submergir na água, para ver como nada;

Massimo Marcovaldo: dê corda ao Massimo e submerja-o na água, para ver como o Massimo move seus pés,enquanto nada e solta água pela boca.;

Machiavelli: aperte o botão embaixo de Machiavelli e submerja-o na água. Depois, solte o botão para enchê-lo. Tire-o da água e aperte o botão de novo, para que ele dispare água pela boca.

Monalisa: é uma pistola de água. Submerja a Monalisa em água fria e puxe sua cauda para enchê-la de água. Quando retirar da água, empurre a cauda novamente para a frente, para que a água saia pela boca.

Da esquerda para a direita: Luca Paguro (muda de cor), Alberto Scorfano (muda de cor), Luca Paguro (nadando), Alberto Scorfano (nadando), Giulia, Massimo, Machiavelli e Monalisa.

Os brinquedos já podem ser encontrados nos restaurantes da rede, que seguem operando pelo McDelivery e Drive-Thru em todo o país.

McLanche Feliz: ingredientes de qualidade e refeições equilibradas

Junto com seu compromisso em garantir momentos de diversão e aprendizagem, a companhia também mantém o compromisso de oferecer produtos de alta qualidade e os melhores ingredientes. Ao longo da última década a marca apresentou uma série de mudanças e evoluções em seu cardápio. Em 2019, o McDonald’s renovou sua proposta de menu infantil para oferecer uma opção ainda mais equilibrada, diminuindo as quantidades de sódio, gorduras, açúcares adicionados e incorporando mais frutas e vegetais.

Para ficar sempre por dentro das novidades e campanhas, acesse: https://www.mcdonalds.com.br.

 Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui mais de 2.200 restaurantes, entre unidades próprias e de seus subfranqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 31/03/2021). A empresa também mantém um sólido compromisso com o desenvolvimento das comunidades nas quais está presente e com a geração de primeiro emprego formal para jovens, além de utilizar sua escala para impactar de maneira positiva o meio-ambiente. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site: www.arcosdorados.com


Por Valeriano Martins

No decorrer da minha vida profissional me deparei e ainda me deparo com vários mitos em relação ao intercâmbio. Por isso vou falar aqui sobre os cinco que escuto com frequência. O mais forte deles é imaginar que se trata de uma experiência apenas para pessoas jovens e adolescentes. Isso é um engano que impede muitos de realizarem seus sonhos, pois intercâmbio não tem idade!

A viagem internacional com o propósito de estudo e até mesmo trabalho, no caso dos adultos, pode ser realizada em qualquer fase da vida. É com muito orgulho que posso contar que no portfólio da Best Intercâmbio por exemplo, temos estudantes com mais de 70 anos e cada vez mais esse público está aumentando. Isso é incrível, pois incentiva outras pessoas dessa faixa etária a perceberem que a vida deve ser vivida da melhor maneira possível. Viajar, estudar e ver coisas novas com certeza é uma das opções que devem estar no topo da nossa lista.

Outro mito comum é sobre a língua inglesa. Acredito que por ser um dos idiomas considerados como universais e por estar fortemente presente no nosso dia a dia, como em filmes, músicas e cinema, várias pessoas chegam até nós imaginando que os países onde o inglês é falado são os únicos para os quais se pode viajar como intercambista. Então vamos desmitificar esta ideia também. Você pode viajar para estudar francês, italiano, espanhol, japonês, alemão! Enfim, a língua que quiser. Não existe fronteira. Basta procurar uma empresa de confiança e competente. A liberdade para viajar ao local que deseja estará garantida.

Estudar até ser fluente para só então fazer o intercâmbio: esse é o nosso terceiro mito. Aprender um novo idioma no país em que ele é nativo faz com que o aprendizado seja ainda mais rápido. Por isso, não é preciso ser craque em determinada língua para ser intercambista. Você vai aprender tudo durante a viagem.

O quarto mito: “vou economizar bastante, aí sim posso fazer meu intercâmbio”. Esse tipo de pensamento é bem comum. Realmente, não posso negar que se trata de um investimento, mas isso não significa que você precise desembolsar um alto valor. Existem diversas maneiras de baratear a viagem, como escolher bem o destino e o tempo de duração.

E para finalizar, vamos falar sobre intercâmbio e férias. Aqui é importante lembrar que esse tipo de experiência é um investimento pessoal em conhecimento e aprendizado. Por isso, precisa valer a pena. Isso não significa que você não vai poder visitar os pontos turísticos da cidade onde está ou sair para se divertir. O que não pode acontecer é esquecer de estudar. Afinal, você pagará por um curso, passagens e acomodação. O ideal é equilibrar os estudos com o lazer e aí com certeza seus resultados serão excelentes.

Anualmente realizamos a Feira de Educação Internacional com o objetivo de aproximar as instituições internacionais com o público interessado em fazer intercâmbios, oferecendo às pessoas a oportunidade de conversar e tirar suas dúvidas. Este ano, a feira acontece no próximo dia 22 de outubro, no Goiabeiras Shopping. O evento é aberto e totalmente gratuito.

Valeriano Martins é CEO da Best Intercâmbio


O resgate dos animais das ruas e a oportunidade de dar um novo lar aos pets foi o que me motivou a iniciar um projeto em parceria com as Ongs (Organização Não Governamental) de apoio e cuidado ao animal.

O projeto piloto se deu com a disponibilização de 16 gatos, filhotes e adultos, pela Ong “É o Bicho”. Ao chegar na unidade Veterinária, cada animal passa por consulta para avaliação das condições gerais de saúde. E em apenas uma semana desde o início do projeto, 15 dos 16 gatos já tinham ganhado um novo lar.

Minha intenção é ampliar ainda mais a disponibilização de animais para adoção. As Ongs têm um papel importante no cuidado com os animais abandonados. Ainda para este mês, está previsto a disponibilização de cães e gatos para uma adoção responsável.

Qualquer pessoa que tenha interesse em cuidar e zelar de um pet pode fazer a adoção. Mas antes, deve fazer um cadastro e a equipe da Ong fará uma visita para levar as informações quanto as necessidades básicas de cada animal. Nossa campanha, que oportuniza às pessoas fazer uma adoção consciente, tem o apoio do plano de saúde animal referência no país, a Planvet.

Nossa clínica mantém atendimento 24 horas por dia, todos os dias da semana. Estamos também disponíveis para novas parcerias com outras Ongs da causa animal.

Para conhecer os animais disponíveis para adoção ou buscar parceria, basta nos fazer uma visita no endereço – Rua Professor João Félix, Número 396, Bairro Lixeira, em Cuiabá ou acessar nossa página no Instagram (@veterinariamt) ou Facebook (veterinariamatogrosso). Outras informações podem ser obtidas pelo número 65 3046-2850.

Anderson Nogueira é médico veterinário há mais de 15 anos e atende na Clínica Veterinária Mato Grosso.


O Janeiro Branco é o mês dedicado à saúde mental, um momento para refletir sobre nossas emoções, cuidar do nosso bem-estar e promover conversas que inspirem acolhimento e empatia.

Compartilhar frases significativas nesse período pode ser uma forma poderosa de espalhar mensagens de positividade, encorajamento e conscientização sobre a importância de cuidar da mente e do coração.

Frases de Janeiro Branco

Descubra frases motivacionais que incentivam a importância de olhar para dentro, valorizar suas emoções e priorizar o bem-estar mental. Crie seu autocuidado!

janeiro branco

Todo cuidado com a mente é um ato de amor-próprio.

Janeiro Branco é tempo de recomeçar de dentro pra fora.

Sua mente importa, cuide dela com carinho.

Saúde mental é força, não fraqueza.

Uma mente saudável colore a vida.

Paz mental é o maior presente que você pode se dar.

Janeiro Branco porque você merece um novo começo.

Cuidar da mente é cuidar da vida.

Seja gentil consigo mesmo, sua saúde mental agradece.

Cultive pensamentos que florescem paz.

Saúde mental é tão importante quanto saúde física.

Mensagens para o Janeiro Branco

Compartilhe palavras que promovem acolhimento, solidariedade e a importância de ouvir e apoiar quem precisa no janeiro branco.

Uma mente leve é a chave para dias melhores.

Mensagens para o Janeiro Branco

Dê espaço para o silêncio e a reflexão.

Janeiro Branco é um lembrete para abraçar quem você é.

Recomeçar é um ato de coragem e amor.

Respire fundo, você está no controle.

Atenção ao que a mente pede: descanso, calma, amor.

Janeiro Branco é saúde mental como prioridade.

Sinta, ouça, cuide: sua mente é preciosa.

Cuidar da mente é fortalecer o coração.

Faça as pazes com você mesmo neste Janeiro Branco.

Uma mente tranquila reflete uma vida plena.

Atenção à saúde mental é o primeiro passo para a felicidade.

Reflexões Poderosas para Inspirar Saúde Mental

Frases cheias de significado que ajudam a refletir sobre a importância da mente equilibrada e fortalecem o compromisso com uma vida mais saudável.

Converse consigo mesmo com paciência e carinho.

Janeiro Branco é tempo de renascer por dentro.

campanhas para o Janeiro Branco

Sua mente é um jardim, escolha bem as sementes 🌱

Aceitar suas emoções é o início da cura.

Permita-se ser humano: vulnerável, único, incrível.

Janeiro Branco porque todos merecem se sentir bem.

Cuidar da mente é investir em você.

Mentalize paz e viva em equilíbrio.

Busque ajuda, fale, cuide. Sua saúde mental vale ouro.

Seu bem-estar começa com um pequeno passo.

Recomeçar também é um gesto de amor 💜.

Uma mente acolhida transforma vidas.

Cuide da mente, cuide do coração.

Saúde mental é liberdade para ser quem você é.

Frases para campanhas de janeiro branco

Você pode compartilhar frases de amor-próprio que são importantíssimas para quem sabe que precisa fortalecer sua própria mente.

Ouça sua mente e respeite seu ritmo.

Janeiro Branco é tempo de renovação.

A empatia consigo mesmo abre caminhos para a cura.

Mensagens para o Janeiro Branco

O cuidado mental transforma o jeito de enxergar a vida.

Uma vida equilibrada começa por dentro.

A serenidade que você procura está na atenção a si mesmo.

Resignificar é o primeiro passo para a mudança.

Sua mente merece paz, sua vida merece cuidado .

Reflita, reorganize, recomece com calma.

Cada pensamento cuidado é um passo rumo à paz.

Alinhe o coração e a mente neste Janeiro Branco.

Cuidar da mente é o maior gesto de amor por você.

Fonte: awebic