Superintendente da Plaenge Cuiabá, Diogo Marchioto

Uma das maiores construtoras de capital fechado do Brasil, a Plaenge, divulgou seus resultados de 2025 com números consistentes e robustos. O principal destaque do período foi o volume de entregas, que atingiu R$ 3,8 bilhões em VGV (valor geral de vendas).

Ao longo do ano, a Plaenge registrou alta de 81% no volume de receita das entregas em relação a 2024, passando de R$ 2,1 bilhões para R$ 3,8 bilhões, o que equivale a um acréscimo de R$ 1,7 bilhão. Foram 27 empreendimentos entregues, sendo 25 no Brasil e dois no Chile.

No campo comercial, a Plaenge lançou empreendimentos que somaram um VGV de R$ 3,5 bilhões. As vendas líquidas totalizaram R$ 2,8 bilhões, refletindo a consistência da demanda e a assertividade do portfólio apresentado ao mercado. Ao todo, foram 26 lançamentos, com 23 no Brasil e três no Chile.

“2025 foi um ano repleto de oportunidades. Com planejamento, equipes engajadas e projetos bem estruturados, conseguimos manter um crescimento sólido e consistente. Esses resultados reforçam nossa posição e nosso compromisso em gerar valor real para os clientes”, afirma Diogo Marchioto, superintendente da Plaenge em Cuiabá.

Ícones lançados e entregues

Entre os destaques de 2025, a Plaenge reforçou seu posicionamento no segmento de alto padrão ao apresentar projetos que traduzem a evolução do seu conceito de morar. Além de lançamentos de sucesso em polos como Curitiba (PR), Londrina (PR), Maringá (PR), Chile, São Paulo, Campo Grande (MS) e Porto Alegre, em Cuiabá alcançou índices superiores a 80% de vendas em empreendimentos como o Next e Terrace, com destaque ainda para o Évora, também localizado na capital matogrossense.

Maior central de decorados do Brasil

Entre os avanços da Plaenge em 2025, estão a Central de Decorados da companhia em Curitiba, considerada a maior estrutura do gênero no Brasil com mais de 10 mil metros quadrados distribuídos em três pavimentos, e a Central de Decorados de Campinas (SP), que amplia e consolida a presença desse modelo em mercados estratégicos, sendo concebida como um espaço estratégico para atender um dos mercados imobiliários mais relevantes do interior paulista.

“As Centrais de Decorados são mais do que espaços físicos. Representam investimentos estratégicos e de longo prazo, reafirmando a convicção da Plaenge em seguir construindo com consistência, propósito e foco permanente na excelência”, destaca Diogo.


Pesquisa foi feita em mais de 2.800 voluntários com idade média de 74 anos

Estudo testou três tipos de treinamento cognitivo • Fotos atlascompany/Freepik

Segundo uma nova pesquisa, um determinado tipo de treinamento cerebral parece prevenir ou retardar a demência em cerca de 25% em pessoas com mais de 65 anos.

Surpreendentemente, não foram as tarefas de memória ou de resolução de problemas que fizeram a diferença — foi um jogo interativo computadorizado que testava a capacidade de reconhecer duas imagens distintas em sequências cada vez mais rápidas.

O jogo mostra ao usuário um de dois veículos em um cenário desértico, urbano ou rural. Em seguida, uma placa da Rota 66 aparece brevemente na periferia, cercada por outras placas de sinalização que podem distrair o jogador.

Para realizar o treinamento corretamente, o jogador deve clicar no carro ou trator correto e na localização da placa da Rota 66. Conforme o jogador melhora, as imagens desaparecem cada vez mais rápido.

“É o que chamamos de tarefa de atenção dividida, na qual você não tem uma estratégia consciente de como melhorar”, disse Marilyn Albert, coautora do estudo, professora de neurologia na Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins e diretora do Centro de Pesquisa da Doença de Alzheimer Johns Hopkins em Baltimore.

“Você está apenas tentando fazer o melhor que pode para descobrir como dividir sua atenção”, disse ela. “Também foi adaptativo, no sentido de que, à medida que as pessoas melhoravam, ficava mais difícil.”

Aprendizagem inconsciente

Iniciado em 1998, o estudo ACTIVE (Advanced Cognitive Training for Independent and Vital Elderly) testou três tipos de treinamento cognitivo em mais de 2.800 voluntários com idade média de 74 anos.

Todos estavam livres de demência no início do estudo e viviam de forma independente em seis comunidades nos Estados Unidos. Um quarto grupo, que não recebeu nenhum treinamento, serviu como controle.

“Um dos grandes pontos fortes do estudo é que se tratava de uma população realmente representativa — 25% dos participantes eram de minorias”, disse Albert. “Portanto, podemos afirmar que as conclusões podem ser generalizadas para toda a população dos EUA.”

Um grupo concentrou-se na memória, aprendendo técnicas para memorizar listas de palavras, textos e detalhes de histórias. Um segundo grupo recebeu treinamento focado em raciocínio, como resolução de problemas e identificação de padrões que poderiam auxiliar no dia a dia.

Um terceiro grupo utilizou um jogo cerebral de velocidade com foco em atenção dividida, desenvolvido por professores do Alabama e do Kentucky. Vendido em 2008 aos proprietários da BrainHQ, uma empresa de treinamento cerebral com fins lucrativos, o jogo atualizado agora é conhecido como Double Decision. (Outras empresas de treinamento cerebral também desenvolveram jogos de velocidade semelhantes.)

Os jogos adaptativos de dupla atenção utilizam a aprendizagem implícita, que é a aquisição automática de conhecimento ou habilidades sem consciência do que está sendo aprendido. A aprendizagem implícita utiliza partes diferentes do cérebro em comparação com a resolução de problemas ou a compreensão do significado das palavras, disse Albert.

Exemplos incluem amarrar cadarços, reagir a sinais sociais e aprender a andar de bicicleta. “Se você não andar de bicicleta por 10 anos, você pode subir em uma bicicleta e andar. Sabemos que esse tipo de aprendizado é muito duradouro”, disse Albert.

No entanto, existe uma distinção importante entre adquirir uma habilidade e esperar que ela traga benefícios amplos em outras áreas, como a prevenção da demência, afirmou Walter Boot, professor de geriatria da cátedra Irving Sherwood Wright na Weill Cornell Medicine e diretor associado do seu Centro de Envelhecimento e Pesquisa Comportamental na cidade de Nova York. Ele não participou do estudo.

“É possível aprender a andar de bicicleta e ainda se lembrar de como fazê-lo 20 anos depois, assim como é possível aprender a tarefa de ‘velocidade de processamento’ do estudo e continuar a ter um bom desempenho nessa tarefa muitos anos depois”, disse Boot em um e-mail. “O que ainda não está claro é como qualquer uma dessas atividades se traduziria em um risco reduzido de demência.”

O estudo concluiu que era necessário treinamento adicional para que o jogo tivesse impacto no risco de demência • dusanpetkovic/iStockphoto/Getty Images via CNN Newsource
O estudo concluiu que era necessário treinamento adicional para que o jogo tivesse impacto no risco de demência • dusanpetkovic/iStockphoto/Getty Images via CNN Newsource

É necessário praticar mais

Inicialmente, o programa foi intenso. Os voluntários receberam treinamento presencial duas vezes por semana, com sessões de 60 a 75 minutos, ao longo de cinco semanas.

Ao final do primeiro ano, cerca de metade dos participantes de cada grupo de treinamento cognitivo passou por uma sessão de reforço adicional, composta por quatro sessões de uma hora. Outras quatro horas de treinamento foram realizadas ao final do terceiro ano do estudo, totalizando 22,5 horas.

Não houve mais treinamento oficial, mas quando os pesquisadores compararam os três grupos com seus registros do Medicare 20 anos depois, descobriram que apenas o jogo de velocidade com atenção dupla contribuiu para uma redução de 25% nos diagnósticos de demência em comparação com o grupo de controle.

No entanto, esse benefício foi observado apenas em um subconjunto dos voluntários, de acordo com o estudo publicado na segunda-feira no periódico Alzheimer’s & Dementia : Translational Research & Clinical Interventions.

“A redução de 25% no risco de demência só ocorreu em pessoas que fizeram o treinamento inicial no jogo de velocidade e depois as sessões de reforço. Quem não fez as sessões de reforço não se beneficiou”, disse Albert.

Embora as informações obtidas em um estudo de 20 anos sejam valiosas, a pesquisa não possuía os dados necessários para demonstrar uma ligação definitiva entre o treinamento computadorizado e a prevenção da demência, afirmou a Dra. Susan Kohlhaas, diretora executiva de pesquisa e parcerias da Alzheimer’s Research UK, um centro de pesquisa sem fins lucrativos com sede em Cambridge. Ela não participou do estudo.

“Os diagnósticos foram identificados por meio de registros de saúde, e não por testes clínicos especializados, portanto, não sabemos se esse treinamento alterou as doenças subjacentes que causam demência ou afetou tipos específicos de demência”, disse ela em um comunicado.

Embora o treinamento de memória e raciocínio não tenha reduzido o risco de demência, publicações anteriores usando dados do estudo ACTIVE descobriram que ambos melhoram a memória e o raciocínio executivo, afirmou ela.

Esse treinamento também ajuda as pessoas a desenvolverem habilidades que lhes permitem viver de forma independente em suas próprias casas.

Por que o treinamento de velocidade pode ajudar o cérebro

Por que apenas o treinamento cognitivo de atenção dividida em ritmo acelerado se mostrou eficaz contra a demência? Mais importante ainda, por que apenas 22,5 horas desse treinamento pareceriam ter efeito por anos? Embora sejam necessárias mais pesquisas para compreender os resultados, Albert tem algumas hipóteses fundamentadas.

“Primeiro, o jogo é bastante exigente e não é particularmente divertido”, disse Albert. “Jogá-lo por uma hora, duas vezes por semana, é um trabalho árduo. Você está exigindo do seu cérebro de uma maneira que ele normalmente não exigiria.”

“Portanto, é possível que o treinamento de velocidade ative neurônios em todo o cérebro, criando maior conectividade e aumentando a plasticidade”, disse ela.

O jogo também era adaptativo, pois se tornava mais difícil à medida que as pessoas progrediam e mais fácil quando falhavam, disse o Dr. Richard Isaacson, pesquisador na área de prevenção do Alzheimer e diretor de pesquisa do Instituto de Doenças Neurodegenerativas da Flórida.

Essa interação “exercita o cérebro de novas maneiras que podem contribuir para a reserva cognitiva necessária para retardar a demência”, disse Isaacson, que não participou do estudo.

reserva cognitiva é a capacidade do cérebro de se adaptar e manter o funcionamento normal apesar da presença de danos subjacentes, envelhecimento ou doença.

Na doença de Alzheimer, por exemplo, pessoas com maior reserva cognitiva frequentemente retardam o início dos sintomas, mesmo com a presença das proteínas amiloide e tau, duas proteínas que são as principais características da doença neurológica.

Pode haver outro fator envolvido no impacto positivo a longo prazo do jogo. Um estudo de outubro descobriu que o treinamento de velocidade pode preservar a acetilcolina, um neurotransmissor que torna o cérebro mais desperto, focado e atento.

“Estamos falando de uma mudança físico-química fundamental que sabemos ser realmente importante como fator contribuinte para a saúde cerebral”, disse o Dr. Michael Merzenich, professor emérito da Universidade da Califórnia, em São Francisco, em entrevista anterior à CNN . Merzenich é cofundador e diretor científico da Posit Science, proprietária da BrainHQ.

Enquanto os pesquisadores buscam as respostas, especialistas afirmam que o treinamento cognitivo é apenas uma parte da jornada para melhorar a saúde cerebral.

“O Alzheimer e outras demências são distúrbios complexos. Não dá para simplesmente comer um mirtilo mágico, jogar um jogo no celular ou fazer uma única coisa”, disse Isaacson.

“Você precisa do coquetel completo: uma dieta saudável para o cérebro, exercícios regulares, controle da pressão arterial, sono de qualidade, redução do estresse e relacionamentos positivos — tudo isso é necessário para a saúde cerebral.”

Por CNN Brasil


Estado conquistou prêmios e foi reconhecido por avanços em infraestrutura, solidez fiscal, combate à fome e alfabetização

Mato Grosso tem se destacado nacionalmente pelos avanços concretos em áreas estratégicas, como educação, infraestrutura e assistência social. Com esses resultados, o Estado consolida uma trajetória marcada por eficiência, investimento e compromisso social.

Confira os principais resultados que colocam Mato Grosso entre os protagonistas do desenvolvimento no país:

1) MT é o que melhor cuida do dinheiro público na Região Centro-Oeste

Mato Grosso também foi reconhecido como o Estado que melhor cuida do dinheiro público entre os Estados da Região Centro-Oeste, segundo o relatório Ranking de Competitividade dos Estados de 2025, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP).

O Estado mato-grossense desponta em primeiro lugar no indicador de Solidez Fiscal, que avalia aspectos como capacidade de investimento, equilíbrio orçamentário, controle de gastos com pessoal, resultado primário e liquidez. A nível nacional, Mato Grosso aparece na terceira posição, atrás apenas de Espírito Santo e Maranhão.

2) Mato Grosso tem a menor taxa de desemprego no país

Mato Grosso registrou a menor taxa de desemprego do país no terceiro trimestre de 2025, com 2,3% de desocupação, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse resultado coloca o Estado em primeiro lugar ao lado de Santa Catarina no ranking nacional.

Os números refletem um mercado de trabalho aquecido e em expansão no estado, com melhorias consecutivas no desempenho do emprego formal e informal. Além disso, de acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) o índice menor que 3% representa estado de pleno emprego.

Foto: Christiano Antonucci/Secom-MT

3) Educação de Mato Grosso recebe categoria ouro do Governo Federal

Mato Grosso conquistou a categoria Ouro na 2ª edição do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização, iniciativa do Ministério da Educação (MEC), no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA).

Esse selo reconhece que o Estado superou a meta do Indicador Criança Alfabetizada (ICA) e se destacou entre os melhores do país em alfabetização na idade certa, com 61% das crianças mato-grossenses alfabetizadas ao fim do 2º ano do Ensino Fundamental no período avaliado, o que coloca Mato Grosso entre os estados com melhor desempenho nessa etapa.

Para alavancar a educação fundamental, que é de responsabilidade dos municípios, o Governo de Mato Grosso trabalhou uma política educacional de colaboração com os municípios por meio do programa Alfabetiza MT. A iniciativa reúne ações integradas de formação continuada de professores e gestores, concessão de bolsas, distribuição de materiais didáticos e avaliações formativas e somativas, além de estratégias sistemáticas de recomposição das aprendizagens.

4) Governo de MT é reconhecido por redução da fome

O Governo Federal também reconheceu o trabalho do Governo de Mato Grosso na redução da fome na 1ª edição do Prêmio Brasil Sem Fome. O Estado foi o vencedor da Região Centro Oeste na categoria “Redução da Fome nos Estados e no Distrito Federal”, pelas ações desenvolvidas no programa SER Família. O objetivo da premiação é reconhecer políticas de sucesso no combate à fome.

Além de Mato Grosso, também foram premiados na mesma categoria os estados de Alagoas, Pará, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, considerando o critério de um por região do país.

Foto: João Reis

5) Duplicação da BR-163 recebe prêmio de asfalto mais confortável do Brasil

Em outubro de 2025, a duplicação da BR-163, no trecho entre Sorriso e Sinop, bateu recorde nacional de qualidade pelo asfalto mais confortável do Brasil, com o melhor Índice de Irregularidade Internacional (IRI) já registrado no país.

A premiação, concedida pela MOBA (empresa alemã de equipamentos e automação para infraestrutura), é um reconhecimento pela qualidade e pelo conforto alcançados na obra de duplicação, em um trecho específico de 10 km, que atingiu IRI médio de 0,58 m/km. Quanto menor o valor do IRI, mais liso é considerado o asfalto.

Na época, a gerente-geral da empresa na América Latina, Patrícia Herrera, destacou que é a primeira vez que uma rodovia brasileira alcança um índice de conforto como foi registrado em Mato Grosso. “Estamos acostumados com esse padrão de qualidade na Alemanha, que tem a melhor malha rodoviária do mundo. No Brasil, é inédito. Acompanhamos a evolução da pavimentação no país há 10 anos e nunca tínhamos encontrado um IRI tão baixo. Essa qualidade é importante para o país como um todo”, declarou.

Foto: Nova Rota do Oeste

 

Crédito – Mayke Toscano/Secom-MT


Sistema estruturado de ensino, adotado pela Prefeitura, vai garantir uma metodologia de ensino integral desde a Educação Infantil até o último ano do Ensino básico

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), apresentou hoje (12), durante coletiva de imprensa, os novos materiais pedagógicos adotados pela atual gestão. Mais que materiais de sala de aula, os conteúdos inéditos na rede municipal, implantam uma nova metodologia de ensino da Educação Infantil ao 9º ano do Ensino Fundamental. Estabelecendo um processo integrado, estruturado e contínuo de aprendizagem, com começo, meio e fim, idêntico ao utilizado na rede privada.

Os novos materiais (livros e apostilas) são produzidos e distribuídos pelo Sistema Maxi de Ensino, cuja metodologia se fundamenta na Pedagogia Afetiva, focando na formação integral (cognitiva e socioemocional) do aluno através de interações humanas e valorização dos afetos.

A nova metodologia implementada nas unidades escolares da rede municipal será sistematizada por meio de livros, apostilas e softwares que já são adotados em escolas da rede particular e que agora passam a fazer parte da estratégia pedagógica da prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Cultural, Esporte e Lazer (SMECEL).

De acordo com a prefeita Flávia Moretti, seu objetivo sempre foi o de inovar o processo de ensino-aprendizagem.  “É um choque de gestão sobre a qualidade de ensino na rede municipal, pois, ainda no ano passado, nossa equipe técnica já havia identificado a necessidade da implementação de um material inovador que pudesse atender o começo, meio e fim do processo didático/pedagógico desde a Educação infantil até o 9º ano do Ensino Básico, dando de forma gratuita, um material que oferte as mesmas oportunidades de ensino às crianças que estão na rede pública, em relação àquelas que estão nas escolas particulares”.

Além do ganho em aprendizado, a prefeita frisa que a troca do material coloca fim às intermináveis aquisições – e que exigem tempo – aleatórias de livros, onde se investia muito, mas com pouco resultado prático”, argumentou.

MESMAS OPORTUNIDADES – A prefeita frisou ainda que essa metodologia de ensino tem um custo elevado na rede de escolas particulares. “Enquanto pais e responsáveis pagam quase 3 mil reais para seus filhos terem acesso a esse material, a prefeitura de Várzea Grande vai oferecer, gratuitamente, as mesmas apostilas e livros, dando oportunidade de transformar vidas através de uma educação de qualidade”, declarou.

O secretário de Educação, Igor Cunha explicou que o material adotado foi submetido a um rigoroso processo de avaliação técnica do Conselho Pedagógico da SMECEL, e buscou a experiência do governo estadual que também adotou a mesma metodologia de ensino e já contabiliza grandes avanços nos índices de educação e de aprovação de alunos no Enem. “O Sistema Maxi é dos mais aprova alunos no Enem, na atualidade”, exclamou.

Segundo o secretário, os materiais estarão entregues até o mês de março, a todas unidades escolares e a partir de abril começa o processo de capacitação e acompanhamento de professores na implementação da metodologia. “Até o segundo semestre, nós já estaremos com 100% de aproveitamento dos materiais pedagógico nas escolas”, reforçou, lembrando que também serão aproveitados no currículo escolar os livros didáticos enviados pelo MEC.

Os materiais pedagógicos do Sistema Estruturado Maxi de Ensino, adotados pela rede municipal, também irão contemplar o ensino da língua inglesa nos 2º, 3º, 4º e 5º anos da Educação básica.


A solenidade simboliza o respeito, a escuta e o compromisso institucional do Parlamento com a valorização das lideranças e personalidades indígenas

Noventa e cinco personalidades indígenas de Mato Grosso foram homenageadas nesta quinta-feira (12), no auditório Milton Figueiredo, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), em solenidade promovida pela Câmara Setorial Temática (CST) da Saúde Indígena, instituída por iniciativa do presidente da Casa, deputado estadual Max Russi (PSB).

A solenidade simboliza o respeito, a escuta e o compromisso institucional do Parlamento com a valorização das lideranças e personalidades indígenas que, por meio de sua atuação, mantêm vivas suas culturas, defendem seus territórios e promovem o bem coletivo. A homenagem reconhece trajetórias marcadas pela preservação da cultura, pela valorização dos saberes tradicionais, pela defesa de direitos e pelo fortalecimento das comunidades indígenas em Mato Grosso.

Representando o presidente da ALMT, deputado Max Russi, a gestora do Núcleo de Gestão Institucional da Casa, Taís Costa, destacou o comprometimento do Parlamento ao propor e acompanhar políticas públicas voltadas à assistência à saúde das populações indígenas do estado, reforçando o papel do Parlamento como espaço de diálogo e construção de soluções.

A solenidade foi conduzida pela presidente da Câmara Setorial Temática da Saúde Indígena, Paloma Veloso, e reuniu autoridades, representantes de comunidades indígenas de diversas regiões de Mato Grosso, secretários de Estado, lideranças políticas e membros da câmara. Durante o evento, houve apresentação cultural do povo Boe Bororo, da aldeia Meruri, fortalecendo o caráter simbólico e cultural da homenagem.

Foto: Helder Faria

Ao enfatizar a importância da homenagem, Paloma Veloso ressaltou o caráter inédito da iniciativa. “Em seus 190 anos, a Assembleia Legislativa ainda não havia promovido uma ação dessa natureza voltada aos povos indígenas. Reconhecer essas lideranças é uma forma de materializar a presença indígena dentro do Parlamento e valorizar a trajetória de luta e de dedicação dessas pessoas. É um momento muito especial para a Assembleia Legislativa, para a Câmara Setorial Temática e para toda a sociedade mato-grossense. Agradecemos ao presidente Max Russi pelo apoio e comprometimento com os povos indígenas”, declarou.

O presidente em exercício da Associação Waymare, da etnia Parecis, Edson Kzumazakae, também destacou a relevância da iniciativa. “Nós só temos a agradecer ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, pelo trabalho e pelo empenho demonstrados. Quando uma instituição valoriza seus parceiros, reconhece aqueles que contribuem e compartilha os resultados alcançados, isso gera um impacto muito positivo para todos nós. Receber essa homenagem é extremamente gratificante. É um reconhecimento que fortalece nossa autoestima, renova nossas energias e nos dá a certeza de que estamos no caminho certo, ao lado das pessoas certas, construindo pontes e promovendo avanços reais para nossas comunidades. Essa iniciativa é um ato inédito e histórico”, afirmou.

Ao longo de 2025, conforme destacou a presidente Paloma Veloso, foram realizados meses de trabalho intenso, com levantamentos técnicos, escuta das comunidades e elaboração de propostas, incluindo projetos de lei voltados ao fortalecimento da saúde indígena em Mato Grosso.

“Diante da relevância e da complexidade das demandas apresentadas, entendemos que era fundamental prorrogar os trabalhos da Câmara Setorial Temática da Saúde Indígena em 2026, para dar continuidade às ações já iniciadas e avançar em soluções concretas”, afirmou Paloma.

Para a secretária de Estado de Agricultura Familiar, Andréia Fujioka, é de extrema importância a prorrogação dos trabalhos da câmara setorial temática em prol dos povos indígenas.  “O governo do estado, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar, tem apoiado fortemente essas ações, com investimentos, entrega de máquinas, picapes e acompanhamento técnico, incluindo 770 projetos e mais de 85 famílias indígenas atendidas pelo PAA indígena. Os povos originários estão produzindo, trabalhando e gerando renda, com mais dignidade. Vale a pena fortalecer essa pauta em nível de estado e continuar avançando no desenvolvimento das comunidades indígenas de Mato Grosso”, destacou Andréia FujioKa.

Paloma Veloso ressaltou ainda que algumas reivindicações já começaram a ser atendidas, como a entrega de veículos para fortalecer o atendimento nas comunidades. No entanto, permanecem desafios significativos. “O povo Xavante, por exemplo, está distribuído em 14 municípios, especialmente na região do Vale do Araguaia, e enfrenta a necessidade de uma assistência mais contínua e efetiva dentro dos territórios. É uma população numerosa, que demanda atenção permanente”, destacou.

A presidente da CST informou que, desde 2025, mantém diálogo com a Mesa Diretora da Assembleia para a realização de estudos que possibilitem a destinação de recursos específicos na lei orçamentária anual para apoiar a atenção primária à saúde indígena. Embora o estado e os municípios sejam responsáveis pela média e alta complexidade, ela reforçou que é essencial fortalecer o atendimento dentro dos próprios territórios, prevenindo agravamentos e reduzindo impactos que ainda afetam de forma significativa essas comunidades.

Por Vânia Costa) 


O carnaval que se aproxima carrega uma longa história, da qual muitos já conhecem ao menos alguns elementos. No Brasil, essa festividade chega a partir de Portugal com o chamado Entrudo, uma brincadeira popular marcada por certa desordem: pessoas arremessavam água, laranjas e outros objetos, umas nas outras nas ruas. Ao longo do período colonial e imperial, essa prática foi se transformando, misturando-se às influências africanas e dando origem aos ritmos brasileiros, ao hábito de tocar instrumentos nas ruas — como o Zé Pereira —, às marchinhas de carnaval com Chiquinha Gonzaga, ao samba e, mais tarde, às escolas de samba.

Do ponto de vista etimológico, costuma-se associar a palavra carnaval ao latim carnivale, interpretado como “adeus à carne”, em referência ao período da Quaresma, que se inicia logo depois e impõe restrições, inclusive alimentares. Ainda que essa etimologia seja discutida, ela abre espaço para uma reflexão mais profunda: a “carne” não diz respeito apenas ao alimento, mas aos prazeres carnais em geral, que encontram nesse período um tempo de liberação e catarse antes da contenção quaresmal.

Entretanto, as origens simbólicas do carnaval parecem ser mais antigas. Em diversas civilizações, sempre houve festividades ligadas ao encerramento de um ciclo e ao início de outro, especialmente associadas à fertilidade da natureza e à chegada da primavera. Após o inverno — tempo de sombras, recolhimento e proximidade simbólica com a morte — celebrava-se a vida que retornava.

No Egito Antigo, por exemplo, havia cortejos sagrados ligados à natureza e ao renascimento. No templo de Hórus, realizava-se o chamado casamento sagrado com Hathor, a Grande Mãe, simbolizando a harmonia entre o homem digno e a natureza viva. Não havia ali desordem ou grotesco, mas consagração e reverência à vida.

Já na tradição greco-romana surgem elementos mais próximos do carnaval atual. As festas dionisíacas, celebradas na Grécia e depois em Roma, como bacanais e saturnálias, envolviam embriaguez, inversão da ordem social, máscaras e ruptura das normas. O objetivo simbólico era permitir que o homem fosse “possuído pelo deus”, trazendo à tona algo que transcendesse a vida comum. Contudo, quando não há caminhos para que o elemento espiritual se manifeste, essa ruptura tende a liberar apenas a animalidade reprimida.

É nesse contexto que surge a ideia de catarse: uma liberação controlada das tensões psíquicas e instintivas, para evitar que elas transbordem de forma destrutiva ao longo do ciclo social. Na medicina, o termo “catártico” refere-se à purificação do corpo; no carnaval, essa purificação seria simbólica, ligada à psique humana.

Mas surge uma pergunta fundamental: é realmente necessário gerar impurezas para depois purificá-las? Ou seria possível uma moral que não apenas reprima, mas transmute os instintos? Essa reflexão aparece com força nos festivais medievais, nos quais a máscara grotesca ridicularizava o cotidiano “normal”, denunciando sua hipocrisia. O carnaval, nesse sentido, expunha que a moral comum muitas vezes apenas esconde a bestialidade, sem transformá-la.

Como numa videira bem cuidada, a poda dos ramos inferiores permite que a seiva produza frutos melhores. A moral verdadeira não reprime por medo, mas orienta a energia vital para algo mais elevado. Quando isso não acontece, cria-se apenas uma aparência de virtude — uma máscara — que o carnaval faz questão de satirizar.

Celebrar o carnaval não é, portanto, um problema em si. A alegria, a festa e a celebração da vida são profundamente humanas. O convite que essa tradição nos faz é mais sutil: refletir se nossas regras nos tornam realmente mais humanos ou apenas mais domesticados; se usamos máscaras por consciência ou por hipocrisia. Talvez o verdadeiro sentido do carnaval esteja em nos ajudar a retirar essas máscaras — não só por alguns dias, mas também no tempo comum da vida.

(*) LÚCIA  HELENA GALVÃO é professora voluntária da Organização Internacional de Filosofia Nova Acrópole há 38 anos.


Iniciativa da Secretaria Executiva de Gestão de Pessoas é tradição e reforça cuidados com saúde, trânsito e segurança

Com foco na prevenção e na responsabilidade durante o período de festividades, a Secretaria Executiva de Gestão de Pessoas do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), por meio do Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho (NQVT), promoveu a campanha “Carnaval Consciente”, com blitz educativa. Durante a mobilização, realizada nesta quinta-feira (12), servidores receberam materiais informativos e orientações sobre segurança no trânsito, prevenção às Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), combate ao uso de drogas e enfrentamento à violência contra a mulher.

A coordenadora do NQVT, Nathália Sato, destacou que o pit stop de carnaval já integra o calendário institucional do TCE-MT e tem como objetivo ampliar a conscientização dos servidores. Segundo ela, a iniciativa também dialoga com o mês de orientação sobre o alcoolismo, reforçando a necessidade de informação qualificada em um período marcado pelo aumento do consumo de bebidas alcoólicas.

“O Carnaval é um momento de alegria, mas também exige responsabilidade. Muitas vezes o extrapolar traz reflexos negativos para a sociedade. Por isso, é fundamental trazer dados, alertas e conscientização. Neste ano, a campanha também incluiu orientações sobre os riscos do cigarro eletrônico, cuja popularização entre jovens tem acendido um sinal de alerta para a saúde pública”, alertou Nathália.

Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT
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A parceria com o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT) fortaleceu a ação. Além da entrega de materiais informativos, foram disponibilizados um etilômetro e óculos simulador de embriaguez, que distorce a visão e altera a percepção de distância. A coordenadora de Ações Educativas de Trânsito, Rosane Pölzl, ressaltou que a legislação deve ser compreendida como instrumento de proteção à vida.

“Quando alguém comete uma infração, está assumindo riscos para si e para os demais. O simulador permite que a pessoa perceba, na prática, como a embriaguez compromete a coordenação motora e a capacidade de avaliação”, explicou Rosane, lembrando que a tolerância zero ao álcool ao volante foi adotada justamente porque a sensação de controle após a ingestão de bebida é ilusória.

A relevância da campanha é reconhecida entre os servidores. Para o auditor público externo Gabriel Lopes, a ação funciona como um importante lembrete. “Se um for beber, o outro dirige. Se os dois forem beber, hoje existem alternativas como carro de aplicativo ou táxi. Não há desculpa”, pontuou. Já o auditor Maurício Freitas destacou a importância da rigidez das penalidades. “A multa tem caráter repressivo e precisa ser significativa para inibir a imprudência. O objetivo é evitar acidentes e mortes.”

Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT
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Durante a mobilização, servidores receberam materiais informativos e orientações.

A prevenção à saúde também integrou a programação. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Cuiabá distribuiu preservativos masculinos e femininos, gel lubrificante e materiais informativos. De acordo com a servidora da SMS, Kaline Brasil, o período carnavalesco exige atenção redobrada diante do crescimento dos casos de sífilis e HIV no Brasil e no mundo. “O SUS oferece diversas opções de preservativos, então não há desculpa para não usar. A prevenção é a forma mais eficaz de proteção”, afirmou.

Na mesma perspectiva, a Gerência de Políticas sobre Drogas da Secretaria de Estado de Justiça de Mato Grosso (Sejus-MT) alertou para os riscos do consumo de substâncias ilícitas e principalmente do cigarro eletrônico. “Muitas vezes os efeitos aparecem no longo prazo. O cigarro eletrônico pode funcionar como porta de entrada para outras drogas, e é preciso desmistificar a ideia de que determinadas substâncias não causam danos”, salientou a representante Taiza Soares Cavalcante.

O enfrentamento à violência contra a mulher também foi pauta da campanha. A assessora da Secretaria Municipal da Mulher de Cuiabá, Patrícia Matos, explicou que, embora os casos ocorram durante todo o ano, no Carnaval as ocorrências tendem a se intensificar em razão de fatores como o consumo de álcool.

“Estamos preparados para oferecer acolhimento psicológico e jurídico, além de encaminhamentos necessários. Também atuamos na empregabilidade para que essas mulheres possam romper o ciclo da violência”, afirmou Patrícia. Segundo ela, levar essas informações ao ambiente institucional amplia o acesso aos serviços e fortalece a rede de proteção.


O projeto utilizou a tecnologia a serviço da memória

Em um mercado onde a pureza da água tornou-se um requisito básico e não mais um diferencial competitivo, a Água Mineral Lebrinha decidiu olhar para o próprio passado para projetar seu futuro. Prestes a completar 42 anos de história no Centro-Oeste, a marca acaba de anunciar um reposicionamento estratégico que coloca a tradição e a memória afetiva no centro de sua comunicação.

O projeto, que define as diretrizes da marca para 2026, partiu de um desafio complexo: como inovar em uma categoria onde o produto é imutável? A resposta encontrada não foi a alteração da fórmula, mas o fortalecimento do vínculo emocional com o consumidor.

O ponto central da nova estratégia é o resgate histórico. A equipe de criação buscou nos arquivos da empresa o primeiro rótulo da Lebrinha, lançado há quatro décadas. O elemento gráfico foi modernizado e transformado no novo ícone da marca, criando um símbolo que sintetiza a trajetória da empresa de forma minimalista e contemporânea.

“Não se trata de uma tradição estática ou cansada, mas de uma herança viva”, ressalta Fellipe Rinschede, publicitário responsável pelo projeto. “Queríamos que o consumidor olhasse para o produto e reconhecesse ali a mesma marca que acompanhou seus pais e avós, mas com uma linguagem visual que conversa com o agora”, acrescenta o sócio e diretor de criação da Neonbird Consultoria.

Apesar do foco na história, a execução do projeto foi pautada pelo que há de mais moderno em tecnologia publicitária. Para materializar a campanha multicanal, a equipe utilizou Inteligência Artificial na geração de referências e bases visuais, que passaram por um rigoroso processo de retoque digital.

A modelagem 3D foi aplicada para criar o “ícone hero”, permitindo que o antigo rótulo ganhasse profundidade e destaque nas peças publicitárias e nos PDVs. O resultado é uma plataforma visual que une a herança histórica da marca à estética de 2026.

O novo conceito “Lebrinha. Em todos os momentos da sua vida”, busca ocupar o território das memórias cotidianas. A estratégia visa consolidar a marca não apenas como uma escolha de consumo, mas como uma presença constante na jornada das famílias da região. “A minha ideia para a campanha reforça a visão da empresa, de estar cada vez mais presente na vida das pessoas”, reforça o gestor estratégico de marketing do Grupo, Milton Dias de Almeida.

Com o novo posicionamento, a empresa reafirma seu diferencial competitivo no Centro-Oeste e destaca sua capacidade de atravessar gerações mantendo a relevância em um mercado cada vez mais genérico.


Em mais de uma oportunidade prometi aqui neste espaço comentar sobre as questões espirituais envolvidas na onda da covid 19. Sempre fiquei em dúvida, porque o lado espiritual desse fenômeno acaba sendo disruptivo e poderia gerar discussões que não interessam.

Mas o movimento da pandemia foi tão grande e tão abrangente que imaginei que poderia arriscar, sem ser crucificado. Mas, se for, fazer o que?

De tempos em tempos o planeta sofre disrupções e muda. No caso da covid, houve uma diferença. Pegou o mundo inteiro desprevenido. Não poupou países de economia rica e nem os pobres.

No primeiro momento a sequência de sentimentos começou com a surpresa. Depois veio o medo. Depois veio o temor. Depois veio o pânico coletivo. E, por fim, vieram as mortes e a doença ao redor de cada um de nós no Brasil e no mundo. E o medo tornou-se um sentimento coletivo.

Os governos, a mídia, as ongs tão poderosas com opiniões sobre tudo. A economia. A política. Todos silenciaram. O vírus transformou-se na mais agressiva linguagem mundial. 2020 passou no pânico e em 2021 o vírus veio acalmar a sua fúria a partir de setembro

Porém, ninguém esperava que ao fim da fase aguda da pandemia, a próxima vítima fosse a economia. E ainda não imagina que a próxima vítima dos desdobramentos seja a seja a política. Traduzindo: o planeta corre o risco de ver não ficar pedra sobre pedra da civilização até aqui construída ao longo de milhares de anos. Sei que são afirmações arriscadas e fortes. Mas parece que não haverá caminhos diferentes.

Uma das etapas da pandemia em 2020 foram os lockdowns e o isolamento social no mundo inteiro. Gerou grande confusão na economia pelo descompasso entre a pouca demanda e depois a pouca oferta de produtos quando a demanda recomeçou, agora em 2021. De outro lado o perfil de consumo das pessoas mudou muito.

O que antes não tinha valor passou a ser valorizado. E o que era muito valorizado perdeu a importância. Isso significa completa transformação de quase todos os segmentos de produção e de consumo da economia mundial.

Volto ao início do artigo. Por detrás de tudo isso e de tudo o que aconteceu fica bem claro que houve um certo planejamento fora do controle humano. Era pra transformar o ser humano usando o próprio ser humano. As religiões certamente atribuirão a uma divindade. Os espiritualistas atribuirão a um governo espiritual do mundo.

Quem não se enquadrar, também não poderá negar que transformações desse tamanho e importância não seriam casuais. Faço parte da crença de que existe uma ordem espiritual por detrás de tudo isso que aconteceu. Não sinto a necessidade de dar-lhe um nome. Só a de respeitar essa ordem.

Ao final, o que importa é que o planeta mudou absurdamente e não voltará atrás. As pessoas mudaram e mudarão em progressão absurda. Outra coisa, pra encerrar: não importa se o ser humano acredita ou não em algum valor espiritual.

O que importa, afinal, é que o que tiver de acontecer, está acontecendo e vai acontecer muito mais. O centro dessa nova ordem será o planeta renascido e o ser humano reconstruído. Mas a compreensão será um pouco mais lenta. Pode demorar. Mas não tem volta. Quem planejou, planejou!

Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso.

 

Reprodução: Repórter MT


O lutador olímpico, Igor Queiroz, 19 anos, se tornou bicampeão pan-americano de luta greco-romana, na quinta-feira (10), na cidade de Oaxtepec, no México. O atleta é natural de Cuiabá e morador do bairro Tijucal.

Igor foi introduzido ao mundo das lutas aos 9 anos de idade, por influência do pai Pablo Queiroz, que além de cabeleireiro é lutador de jiu-jítsu. “Eu inseri o Igor de maneira lúdica no mundo das lutas. No entanto, dentre várias modalidades que ele treinou, acabou se identificando com a luta greco-romana”.

Há mais de 5 anos o cuiabano integra a equipe de lutadores olímpicos da Seleção Brasileira e atualmente é titular absoluto no time da luta greco-romana.

O atleta já foi campeão brasileiro, sulamericano e já ficou em terceiro lugar no campeonato mundial escolar, entre outras participações e premiações que recebeu ao longo dos mais de 20 países que já visitou por meio das competições.

O lutador, que usa o bordão “do Tijucal para o mundo”, ainda continua na tentativa de arrumar um patrocínio. Segundo o pai de Igor, o único apoio financeiro que o atleta recebe é dos próprios familiares.

Igor retorna a Cuiabá neste sábado, onde seguirá os treinos para as futuras competições.

 

Reprodução: Hiper Notícias 


2+0+2+3 = 7

Esse ano é regido pelo número 7 que é o número de energia da espiritualidade.

O 7 é o número que representa a perfeição. A integração entre os mundos físicos e espiritual, sendo, portanto, o símbolo do Universo em transformação.

Mas, suas interpretações vão muito além.

Ele representa o lado místico e oculto de TUDO.

Que a nossa história em 2023 seja de muita conexão com Algo Maior, a Fonte, Deus para que possamos estar em ressonância com as Forças do Amor:

1) O SIM, esta significativa força do SIM à realidade como ela é, permeia todas as outras.

2) O PERTENCIMENTO: Todos têm o mesmo direito de pertencer.

3) A HIERARQUIA, a ordem, o respeito a quem vem antes.

4) E o DAR e RECEBER são a mesma coisa.

A LUZ É PAZ e BEM.

Bora para a Vida!

Eluise Dorileo é psicóloga, terapeuta familiar e maestria nas novas constelações quânticas.

Email eluisedorileo@hotmail.com


Reprodução

A Mattel, maior fabricante de brinquedos do mundo, lançou nesta semana a primeira linha de bonecas Barbie produzidas com 90% de plástico reciclado dos oceanos.

A coleção foi batizada de ‘Barbie Loves the Ocean’ (Barbie Ama os Oceanos, em tradução livre) e conta com uma arte promocional bem legal que faz referência à recente pegada mais sustentável da Mattel: “O futuro do rosa é o verde“.

A fabricante de brinquedos se comprometeu a produzir seus produtos com 100% de material reciclado até 2030.

“Este lançamento da Barbie é mais um acréscimo ao portfólio crescente da Mattel de marcas voltadas para um propósito que inspiram a consciência ambiental com o nosso consumidor como foco principal”, disse o presidente e diretor de operações da Mattel, Richard Dickson, em um anúncio feito à imprensa.

Richard também enfatizou a importância de se pensar em políticas ambientais de longo prazo, de olho no futuro da próxima geração.

“Na Mattel, capacitamos a próxima geração a explorar as maravilhas da infância e atingir seu potencial máximo. Fazemos nossa parte para garantir que as crianças também herdem um mundo cheio de potencial“.

FONTE: Razões para Acreditar


Por Valeriano Martins

No decorrer da minha vida profissional me deparei e ainda me deparo com vários mitos em relação ao intercâmbio. Por isso vou falar aqui sobre os cinco que escuto com frequência. O mais forte deles é imaginar que se trata de uma experiência apenas para pessoas jovens e adolescentes. Isso é um engano que impede muitos de realizarem seus sonhos, pois intercâmbio não tem idade!

A viagem internacional com o propósito de estudo e até mesmo trabalho, no caso dos adultos, pode ser realizada em qualquer fase da vida. É com muito orgulho que posso contar que no portfólio da Best Intercâmbio por exemplo, temos estudantes com mais de 70 anos e cada vez mais esse público está aumentando. Isso é incrível, pois incentiva outras pessoas dessa faixa etária a perceberem que a vida deve ser vivida da melhor maneira possível. Viajar, estudar e ver coisas novas com certeza é uma das opções que devem estar no topo da nossa lista.

Outro mito comum é sobre a língua inglesa. Acredito que por ser um dos idiomas considerados como universais e por estar fortemente presente no nosso dia a dia, como em filmes, músicas e cinema, várias pessoas chegam até nós imaginando que os países onde o inglês é falado são os únicos para os quais se pode viajar como intercambista. Então vamos desmitificar esta ideia também. Você pode viajar para estudar francês, italiano, espanhol, japonês, alemão! Enfim, a língua que quiser. Não existe fronteira. Basta procurar uma empresa de confiança e competente. A liberdade para viajar ao local que deseja estará garantida.

Estudar até ser fluente para só então fazer o intercâmbio: esse é o nosso terceiro mito. Aprender um novo idioma no país em que ele é nativo faz com que o aprendizado seja ainda mais rápido. Por isso, não é preciso ser craque em determinada língua para ser intercambista. Você vai aprender tudo durante a viagem.

O quarto mito: “vou economizar bastante, aí sim posso fazer meu intercâmbio”. Esse tipo de pensamento é bem comum. Realmente, não posso negar que se trata de um investimento, mas isso não significa que você precise desembolsar um alto valor. Existem diversas maneiras de baratear a viagem, como escolher bem o destino e o tempo de duração.

E para finalizar, vamos falar sobre intercâmbio e férias. Aqui é importante lembrar que esse tipo de experiência é um investimento pessoal em conhecimento e aprendizado. Por isso, precisa valer a pena. Isso não significa que você não vai poder visitar os pontos turísticos da cidade onde está ou sair para se divertir. O que não pode acontecer é esquecer de estudar. Afinal, você pagará por um curso, passagens e acomodação. O ideal é equilibrar os estudos com o lazer e aí com certeza seus resultados serão excelentes.

Anualmente realizamos a Feira de Educação Internacional com o objetivo de aproximar as instituições internacionais com o público interessado em fazer intercâmbios, oferecendo às pessoas a oportunidade de conversar e tirar suas dúvidas. Este ano, a feira acontece no próximo dia 22 de outubro, no Goiabeiras Shopping. O evento é aberto e totalmente gratuito.

Valeriano Martins é CEO da Best Intercâmbio


O resgate dos animais das ruas e a oportunidade de dar um novo lar aos pets foi o que me motivou a iniciar um projeto em parceria com as Ongs (Organização Não Governamental) de apoio e cuidado ao animal.

O projeto piloto se deu com a disponibilização de 16 gatos, filhotes e adultos, pela Ong “É o Bicho”. Ao chegar na unidade Veterinária, cada animal passa por consulta para avaliação das condições gerais de saúde. E em apenas uma semana desde o início do projeto, 15 dos 16 gatos já tinham ganhado um novo lar.

Minha intenção é ampliar ainda mais a disponibilização de animais para adoção. As Ongs têm um papel importante no cuidado com os animais abandonados. Ainda para este mês, está previsto a disponibilização de cães e gatos para uma adoção responsável.

Qualquer pessoa que tenha interesse em cuidar e zelar de um pet pode fazer a adoção. Mas antes, deve fazer um cadastro e a equipe da Ong fará uma visita para levar as informações quanto as necessidades básicas de cada animal. Nossa campanha, que oportuniza às pessoas fazer uma adoção consciente, tem o apoio do plano de saúde animal referência no país, a Planvet.

Nossa clínica mantém atendimento 24 horas por dia, todos os dias da semana. Estamos também disponíveis para novas parcerias com outras Ongs da causa animal.

Para conhecer os animais disponíveis para adoção ou buscar parceria, basta nos fazer uma visita no endereço – Rua Professor João Félix, Número 396, Bairro Lixeira, em Cuiabá ou acessar nossa página no Instagram (@veterinariamt) ou Facebook (veterinariamatogrosso). Outras informações podem ser obtidas pelo número 65 3046-2850.

Anderson Nogueira é médico veterinário há mais de 15 anos e atende na Clínica Veterinária Mato Grosso.


A novidade traz oito brinquedos inéditos para comemorar o lançamento do filme ambientado em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana

O McLanche Feliz proporciona entretenimento e diversão para os momentos em família há mais de 40 anos. E agora, a plataforma apresenta itens inéditos inspirados no novo filme da Disney e Pixar “Luca”.

A história é ambientada em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana e narra a jornada de amadurecimento de Luca junto de seu novo melhor amigo Alberto. Os meninos vivem um verão inesquecível repleto de gelatos, massas e intermináveis passeios de scooter. Mas toda a diversão é ameaçada por um segredo muito bem escondido: os dois são monstros marinhos de um mundo logo abaixo da superfície da água.

A novidade chega incrementando a parceria entre The Walt Disney Company Latin America e McLanche Feliz e reforça a aposta da rede em novas experiências que estimulam as atividades criativas e com muita diversão.

Para a família toda entrar no clima dessa empolgante estreia, o McLanche Feliz traz oito brinquedos inspirados nos personagens principais do filme:

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Muda de cor): submerja Luca e Alberto em água fria para revelar o tom de pele verde dos monstros marinhos. Coloque a peça da cauda à cabeça para completar a transformação;

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Nadando): gire a cauda do Luca e solte-a quando submergir o brinquedo na água, para fazê-lo nadar;

Giulia Marcovaldo: gire os braços de Giulia para trás e solte-os quando a submergir na água, para ver como nada;

Massimo Marcovaldo: dê corda ao Massimo e submerja-o na água, para ver como o Massimo move seus pés,enquanto nada e solta água pela boca.;

Machiavelli: aperte o botão embaixo de Machiavelli e submerja-o na água. Depois, solte o botão para enchê-lo. Tire-o da água e aperte o botão de novo, para que ele dispare água pela boca.

Monalisa: é uma pistola de água. Submerja a Monalisa em água fria e puxe sua cauda para enchê-la de água. Quando retirar da água, empurre a cauda novamente para a frente, para que a água saia pela boca.

Da esquerda para a direita: Luca Paguro (muda de cor), Alberto Scorfano (muda de cor), Luca Paguro (nadando), Alberto Scorfano (nadando), Giulia, Massimo, Machiavelli e Monalisa.

Os brinquedos já podem ser encontrados nos restaurantes da rede, que seguem operando pelo McDelivery e Drive-Thru em todo o país.

McLanche Feliz: ingredientes de qualidade e refeições equilibradas

Junto com seu compromisso em garantir momentos de diversão e aprendizagem, a companhia também mantém o compromisso de oferecer produtos de alta qualidade e os melhores ingredientes. Ao longo da última década a marca apresentou uma série de mudanças e evoluções em seu cardápio. Em 2019, o McDonald’s renovou sua proposta de menu infantil para oferecer uma opção ainda mais equilibrada, diminuindo as quantidades de sódio, gorduras, açúcares adicionados e incorporando mais frutas e vegetais.

Para ficar sempre por dentro das novidades e campanhas, acesse: https://www.mcdonalds.com.br.

 Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui mais de 2.200 restaurantes, entre unidades próprias e de seus subfranqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 31/03/2021). A empresa também mantém um sólido compromisso com o desenvolvimento das comunidades nas quais está presente e com a geração de primeiro emprego formal para jovens, além de utilizar sua escala para impactar de maneira positiva o meio-ambiente. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site: www.arcosdorados.com


Relacionamentos saudáveis, fortes e duradouros. Construir tudo isso com excelência não seria possível sem inspiração, coragem e exemplo. E é assim que hoje, em nossos 31 anos de empresa familiar, temos o orgulho de dizer que a força das mulheres se destaca em nosso meio.

Começamos nosso negócio como “Shopping da Construção”. Sempre fomos reconhecidos por termos produtos de acabamento diferenciados e fomos uma das primeiras lojas do segmento a ter autosserviço. Antes, tudo funcionava apenas como modalidade “venda de balcão”. Em 2006, trouxemos o primeiro modelo em formato “boutique”. Ao nos reposicionarmos no mercado com esse formato de loja personalizada, entendemos o quanto isso era importante.

Tudo em nossa empresa foi construído com amor e dedicação. Minha mãe fazia questão que eu e meu irmão sempre estivéssemos inseridos nos negócios da família. E assim estudamos e nos especializamos em diversas áreas para auxiliar e crescer ali dentro. Após a faculdade de arquitetura, fiz cursos de Gestão de Negócios e MBA em Varejo 4.0. Acompanhamos de perto a importância da gestão por sempre termos visto como nossos pais trabalhavam.

Em 2009, meus pais decidiram começar a Profissionalização da Gestão da Empresa, com a ideia de iniciar um processo de sucessão familiar com responsabilidade. Para isso, iniciamos uma longa preparação com um coaching para famílias empresárias em conjunto com várias consultorias nesse sentido.

Identificamos dentro de cada um de nós, o principal perfil para conseguirmos aproveitar ao máximo as características profissionais como indivíduos. Nas consultorias, trabalhamos liderança e governança. Implementamos ainda o programa de qualidade, para estudarmos questões de processos e mapeamento de procedimentos em todas as suas etapas.

Apesar de estarmos aprimorando nossos negócios e preparando tudo para que o processo sucessório dentro da família acontecesse com qualidade, não ficávamos pensando quando essa data realmente chegaria. Mas após a definição de protocolos da Bigolin, minha mãe comunicou que queria se ausentar e passar todos os setores para mim.

Nessa época, houve várias questões em nossas vidas, principalmente a pandemia que estava começando. E mais uma vez, foi um momento em que a experiência dela não poderia ser deixada de lado, nem mesmo para passar seu cargo à frente. Então, a gestão comercial foi passada para mim e os demais setores seguiram com seus gestores, que inclusive na maioria deles são mulheres que lideram. A direção geral e o respaldo final ainda é da nossa matriarca. Tenho muito orgulho da história iniciada por ela, especialmente porque o setor da construção civil é essencialmente masculino.

Trabalhamos muito para chegar até aqui, sempre buscando valorizar a gestão  feminina, enxergando em cada ser humano o potencial empreendedor e a real possibilidade de mudança de vida por meio de suas escolhas. Hoje somos o grupo Trindade Bigolin, trazendo o sobrenome da minha mãe, Lucimar Trindade Bigolin, junto com o do meu pai Olivo Bigolin. Meu irmão, Filipe Bigolin, é engenheiro civil e é ele quem cuida da construtora, a Egide. Prezamos por nossos valores e lideramos pelo exemplo. Temos como missão criar e manter relacionamentos saudáveis com nossos clientes e somos conhecidos pela solidez, pela ética e pela qualidade dos produtos e atendimento prestado.

Ariane Bigolin é arquiteta e sócia do grupo Trindade Bigolin