Por meio de um estudo técnico que está em andamento na Secretaria Adjunta de Bem-Estar Animal, a Prefeitura de Cuiabá pretende lançar um projeto em busca de lares para os cães e gatos que estão no canil municipal. A iniciativa deverá ser impulsionada por um projeto de lei que será enviado à Câmara Municipal.

A ideia é credenciar ONGs, protetores e integrantes da sociedade civil que queiram abrigar um animal, seja como lar permanente ou temporário. Os critérios para participação ainda estão sendo definidos, bem como os valores para subsidiar os custos de cuidado desses animais.

Conforme divulgado pelo prefeito Abilio Brunini, mediante uma consulta pública será feito o levantamento de ONGs, pessoas físicas e empresas que queiram cuidar dos animais do Bem-Estar Animal por um mês, dois meses ou por determinado período, podendo receber auxílio da Prefeitura.

“Estamos prevendo o pagamento para que as pessoas, ONGs ou empresas abriguem um animalzinho, e os valores a Morgana está preparando e conversando com todo mundo para definir. Vamos enviar um projeto de lei para a Câmara Municipal e, se a Câmara aprovar, vamos trazer para a administração. Eu torço para que pessoas físicas se habilitem porque um animalzinho cuidado na casa de alguém é muito melhor que aglomerado por aí.” declarou o prefeito.

A ideia é repassar esses animais, com ajuda de custo, para redimensionar as ações do canil municipal. “O canil continuará existindo e exercendo suas funções, mas com outra vertente, de cuidados, tratamento e ressocialização para os animais que precisam até seguirem para um lar credenciado.” explicou a secretária adjunta de Bem-Estar Animal, Morgana Thereza Ens.

A previsão é de que os trâmites legais e burocráticos sejam finalizados em até três meses, para pôr em prática o credenciamento dos interessados.


Atualmente, a rede municipal não dispõe de uma estrutura hospitalar capaz de absorver a demanda de partos de gestantes de médio e alto risco. Essa lacuna faz com que mulheres, mesmo acompanhadas pela Atenção Básica do Município durante toda a gestação, precisem ser encaminhadas para Cuiabá no momento do parto

A realidade da assistência ao parto em Várzea Grande está prestes a mudar de forma definitiva, e para melhor! A nova maternidade do Município surge como um divisor de águas ao ampliar, modernizar e qualificar a estrutura destinada ao atendimento exclusivo materno-infantil, encerrando um histórico de limitações físicas e operacionais que, por anos, obrigaram gestantes a buscar atendimento fora da cidade, principalmente, nos casos de maior complexidade.

De forma contundente, a nova estrutura sai de 28 leitos, para 128 – 100 leitos a mais – uma expansão de atendimento e acolhimento de quase 300%, exclama a prefeita Flávia Moretti (PL).

Atualmente, a rede municipal não dispõe de uma estrutura hospitalar capaz de absorver a demanda de partos de gestantes de médio e alto risco. Essa lacuna faz com que mulheres, mesmo acompanhadas pela Atenção Básica do Município durante toda a gestação, precisem ser encaminhadas para Cuiabá no momento do parto.

A nova maternidade será construída em um terreno de 10 mil metros quadrados, no bairro Petrópolis, região do Chapéu do Sol, e já se encontra na fase de terraplanagem. O investimento é de R$ 103 milhões, por meio do Novo Parque da Saúde.

A unidade hospitalar  foi planejada justamente para mudar esse cenário. O projeto prevê uma unidade moderna, com ambientes amplos, fluxo adequado de atendimento, equipamentos importantes que um hospital precisa e condições técnicas para garantir partos mais seguros, humanizados e resolutivos. A estrutura permitirá não apenas o atendimento de partos de risco habitual, mas também a ampliação da capacidade para casos mais complexos, fortalecendo a autonomia do município na área da saúde.

REALIDADE – Essa mudança estrutural representa, na prática, o fim de uma realidade vivida por mulheres como Carla Freitas, paciente de alto risco. Moradora de Várzea Grande, gestante de cinco meses, ela vai precisar ser encaminhada para Cuiabá para dar à luz por não haver uma estrutura que ela e o bebê precisam para o momento do parto.

“Se essa maternidade já existisse, eu iria ter meu bebê aqui, perto da minha rede de apoio, teria um bebê de fato, várzea-grandense. Como é uma gestação de risco, não vou ter essa opção. A gente se sente insegura, longe de casa, longe de quem dá apoio, pois a logística familiar fica comprometida”, relatou Carla.

TRANSFORMAÇÃO PARA MELHOR – Atualmente, a maternidade do Município realiza entre 100 e 120 partos por mês, entre normais e cesarianas. No entanto, conforme explica a superintendente da Rede Cegonha, Débora Gusmão, a estrutura existente é limitada para atender à demanda da cidade.

“Hoje, contamos apenas com duas salas de parto normal e duas salas cirúrgicas, além de uma unidade extremamente pequena, com apenas 28 leitos. Com a nova maternidade, que terá 128 leitos – 100 leitos a mais – acreditamos que o número de nascimentos e atendimentos às mães de Várzea Grande vai triplicar”, afirmou.

Débora destaca que o novo espaço vai garantir condições reais para o parto humanizado e para o cuidado integral da mulher e do recém-nascido. “Será uma maternidade robusta, com muito mais estrutura, espaço e segurança para oferecer um atendimento digno às mães e aos bebês”, completou.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, lembra que hoje cerca de 50% das gestantes de Várzea Grande precisam se deslocar até Cuiabá para dar à luz. “Mesmo indo para outro município, essas mulheres continuam dependendo do pré e do pós-operatório aqui. A nova maternidade é um sonho antigo da população e da atual gestão. Vamos sair de 28 leitos para 128 leitos, com uma estrutura completa e preparada para acolher nossas gestantes”, ressaltou.

A obra, considerada uma das mais importantes da história recente do Município, está sob acompanhamento direto da equipe técnica da Prefeitura é integra o hall de projetos destravados pela gestão Flávia Moretti, no seu primeiro ano de mandato.

Para o superintendente de Obras, da Secretaria Municipal de Saúde, Michael Alves, o compromisso vai além da construção física. “Essa obra representa cuidado, futuro e vida. Nossa equipe vai acompanhar cada etapa de perto, com muito zelo e responsabilidade, porque sabemos que aqui não estamos levantando apenas paredes, mas construindo um espaço onde mães serão acolhidas e novas histórias vão começar”, afirmou.

A unidade contará com 128 leitos, além de UTI Neonatal, UTI Pediátrica e UTI Materna, central de parto normal, salas de parto humanizado, sala canguru, banco de leite humano, cartório civil, três salas cirúrgicas, exames de imagem e diagnóstico, ambulatórios, leitos de observação e áreas específicas para atendimento de alto risco.

O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) ressaltou que o avanço é resultado da união de esforços. “É com parceria, é com ação conjunta que a gente torna realidade os direitos da nossa população”, declarou.

Com a nova maternidade, Várzea Grande começa a escrever uma nova história: a de mães que não precisarão mais sair da cidade para dar à luz e de bebês que poderão nascer, crescer e criar vínculos desde o primeiro dia em seu próprio Município, de fato e certidão, várzea-grandenses.


Vencedores irão receber prêmio de R$ 30 mil e terão livros publicados

O Prêmio Sesc de Literatura está com inscrições abertas até 2 de março para obras ainda não publicadas nas categorias Romance, Conto e Poesia.

Os vencedores terão seus livros publicados pela Editora Senac Rio e receberão uma premiação em dinheiro no valor de R$ 30 mil cada.

Os escritores vencedores participarão também de bate-papos e mesas-redondas em eventos culturais promovidos pelo Sesc ao longo do ano que vem. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site.

“O Prêmio Sesc de Literatura cumpre o papel fundamental de identificar autores que, muitas vezes, mesmo fora dos grandes eixos de circulação, possuem obras de alto vigor artístico”, disse Leonardo Minervini, gerente interino de Cultura do Departamento Nacional do Sesc.

O processo de seleção dos trabalhos inscritos é realizado por comissões julgadoras compostas por críticos literários, escritores e editores, de diferentes regiões do país. O júri avalia os textos sem ter conhecimento da identidade dos autores.

O resultado será divulgado em agosto e os vencedores vão ser apresentados ao público em uma cerimônia com noite de autógrafos no fim do ano.

Após a publicação, os livros serão distribuídos na rede de bibliotecas e escolas do Sesc, em todas as regiões do Brasil.

Minervini ressalta que a premiação tem o objetivo de oferecer ao autor estreante não apenas a publicação de sua obra, mas uma inserção real no mercado editorial e o contato direto com o público em todo o país.

Criado em 2003, o prêmio já recebeu cerca de 24 mil originais e revelou ao mercado editorial 43 novos autores. Em 2025, os vencedores foram Marcus Groza (SP), com o romance Goiás; Leonardo Piana (MG), com o livro de poemas Escalar Cansa; e Abáz (BA), com a coletânea de contos Massaranduba.


Pesquisa indicou o consumo de duas a três xícaras de café por dia

Um estudo publicado na última segunda-feira (9) indicou que o consumo de duas a três xícaras de café por dia pode proteger contra a demência, reduzindo em 18% o risco de desenvolver a doença e retardando o declínio cognitivo. Pesquisa indicou o consumo de duas a três xícaras de café por dia.

De acordo com a pesquisa, conduzida pela Universidade de Harvard em parceria com o Brigham and Women’s Hospital, em Boston, o consumo de uma a duas xícaras de chá por dia também apresenta o mesmo efeito protetor.

Segundo os pesquisadores, essas bebidas contêm ingredientes bioativos, como polifenóis e cafeína, que têm se mostrado potenciais fatores neuroprotetores, capazes de reduzir a inflamação e os danos celulares.

Um grupo de epidemiologistas analisou dados de quase 132 mil pessoas e comparou a influência do café com cafeína, do café descafeinado e do chá no risco de demência e na saúde cognitiva dos participantes. Ao longo do acompanhamento, pouco mais de 11 mil indivíduos desenvolveram demência. No entanto, aqueles com maior consumo de café com cafeína apresentaram um risco 18% menor da doença em comparação com pessoas que relataram pouco ou nenhum consumo.

Os consumidores de café com cafeína também mostraram menor prevalência de declínio cognitivo subjetivo. Além disso, em algumas avaliações, apresentaram melhor desempenho em testes objetivos de função cognitiva geral.

O maior consumo de chá apresentou resultados semelhantes, enquanto o café descafeinado não demonstrou os mesmos benefícios, sugerindo que a cafeína pode ser o principal fator responsável pelos efeitos neuroprotetores observados.

Contrariando diversos estudos anteriores, o maior consumo de cafeína não produziu efeitos negativos e, ao contrário, proporcionou benefícios neuroprotetores quando ingerido na dosagem considerada ideal.

O estudo sugere que um produto amplamente consumido, como o café, pode representar uma intervenção dietética promissora na prevenção da demência, especialmente quando associado a outras escolhas saudáveis de estilo de vida.

 

Foto: ANSA / Ansa – Brasil

 


Com o tema “Migração – mobilidade humana e mudanças climáticas”, o 23º Festival de Cinema de Cuiabá – CINEMATO, foi lançado na última quinta-feira (05.01), com as inscrições de filmes de Curta e Longa-Metragem, a partir de meio-dia até 27 de fevereiro. O CINEMATO é o maior movimento do cinema mato-grossense, reconhecido como um dos mais importantes Festivais do audiovisual do Brasil e pretende trazer, em 2026, filmes que são reflexo da migração. Mais do que um deslocamento geográfico, uma narrativa tecida por fios de esperança, desespero, conflito e resiliência. O homenageado desta edição será revelado no lançamento oficial, em uma coletiva de imprensa com personalidades do Cinema de Mato Grosso.

O chamamento público é para produtores brasileiros a inscrever filmes de ficção e não-ficção, como documentário e animação, produzidos a partir de 2025, para serem apreciados pela equipe de curadores de Longa e Curta-Metragem coordenada por um curador geral. Após a apreciação, essa comissão divulgará os Longas-Metragens concorrentes, entre mato-grossenses e nacionais, previsto para o dia 22 de março.

As premiações serão de Melhor Filme de Longa-Metragem Nacional; Melhor Filme de Longa-Metragem Mato-grossense; Melhor Filme de Curta-Metragem Nacional e Melhor Filme de Curta-Metragem Mato-grossense. O Júri oficial poderá instituir outras categorias de premiação. Lembrando que terá Júri popular votado por pessoas presentes nas exibições competitivas do Festival.

Os filmes premiados serão escolhidos pelo júri oficial e o júri popular que ainda deverá escolher o Melhor Filme de Longa-Metragem e Melhor Filme de Curta-Metragem. Aos premiados será concedido o troféu Coxiponé, nome em homenagem aos indígenas da nação Coxiponé, de etnia Bororo, que habitavam as margens do Rio Coxipó, no século XVIII. Terá ainda o 2º Prêmio Dira Paes, que é conferido a uma mulher mato-grossense, com uma importante trajetória em defesa da mulher e do Meio Ambiente.

O Festival será realizado pelo Instituto INCA-Inclusão, Cidadania e Ação, no Teatro da Universidade de Mato Grosso (UFMT), de 23 a 31 de maio de 2026, com patrocínio da Secretaria de Estado, Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), via Governo do Estado de Mato Grosso. Conta com a parceria da Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Vivência (Procev – UMFT), Primeiro Plano Cinema e Vídeo e Trup; apoio institucional do Cineclube Coxiponés -UFMT, Curso de Cinema e Audiovisual da UFMT, Rede Cineclubista de Mato Grosso (REC-MT) e Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

O TEMA

Esta edição do CINEMATO propõe desconstruir estereótipos, apresentando narrativas que celebram a diversidade, o hibridismo cultural e a coragem do imigrante, ao mesmo tempo que não se furtam a criticar as violações de direitos humanos nas fronteiras.

Por que Cuiabá, no coração do Brasil, deve dialogar sobre isso? Pois a cidade é feita de migrações: dos povos originários, dos colonizadores, dos africanos escravizados, dos italianos, japoneses, chineses, sírio-libaneses, brasileiros de várias regiões, entre outros, que povoaram a região. E hoje, testemunha-se os “refugiados climáticos” internos das queimadas e do assoreamento dos rios no Pantanal e na Amazônia.

Nesta 23ª edição a tela será um território sem fronteiras, onde possa se compreender que a migração não é um problema a ser resolvido, mas uma condição humana a ser acolhida. E que, ao final, seja entendido que o direito de permanecer e o direito de partir são, acima de tudo, o direito a existir com dignidade, pela sobrevivência e futuro.

Ou seja, um debate necessário através das lentes do audiovisual, portanto, mais do que uma exibição de filmes, um convite para questionar, debater e agir ao acolhimento da diversidade como fundamento e não como ameaça.


A inovação está sendo desenvolvida por pesquisadores do Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coreia (KAIST) e foi descrita em um estudo publicado na revista Advanced Functional Materials

Um ferimento grave pode levar à morte em poucos minutos quando o sangramento não é controlado a tempo. É esse intervalo crítico que uma equipe de cientistas sul-coreanos tenta reduzir com uma nova tecnologia: um pó em spray capaz de estancar hemorragias quase imediatamente.

A inovação está sendo desenvolvida por pesquisadores do Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coreia (KAIST) e foi descrita em um estudo publicado na revista Advanced Functional Materials. As informações foram divulgadas pelo próprio instituto e repercutidas por veículos internacionais que acompanham pesquisas médicas e tecnológicas.

O material funciona de forma simples: ao entrar em contato com o sangue, o pó se transforma em um gel macio e flexível que se adapta ao formato da ferida e ajuda a interromper o sangramento. O processo ocorre em menos de um segundo, o que pode ampliar as chances de sobrevivência em situações de trauma grave.

Segundo os pesquisadores, a tecnologia foi pensada principalmente para uso em cenários de emergência, como campos de batalha, resgates e atendimentos pré-hospitalares. Em contextos assim, o controle rápido da hemorragia é decisivo para que o paciente consiga chegar ao hospital com vida.

De acordo com o estudo, o sangramento é uma das principais causas de mortes potencialmente evitáveis após ferimentos graves. Em áreas de conflito ou regiões remotas, o intervalo entre o trauma e o atendimento especializado pode ser determinante.

Como o spray funciona

O gel é formado a partir de um composto chamado AGCL, que reúne substâncias de origem natural. Entre os componentes estão o alginato, extraído de algas marinhas marrons; a goma gelana, produzida por fermentação bacteriana; e a quitosana, derivada de carapaças de crustáceos e insetos.

O alginato e a goma gelana formam a estrutura do gel, enquanto a quitosana ajuda a atrair glóbulos vermelhos e plaquetas, acelerando a coagulação. De acordo com os pesquisadores, o material pode absorver até sete vezes o próprio peso em sangue, o que amplia sua aplicação em hemorragias intensas.

Além da ação hemostática, o composto apresenta propriedades antibacterianas naturais e pode ser armazenado por até dois anos em temperatura ambiente, mantendo a eficácia mesmo em ambientes quentes ou úmidos, segundo informações divulgadas pelo KAIST.

Aplicações e perspectivas

A proposta é que o spray possa ser utilizado por militares, equipes de resgate e profissionais de emergência, especialmente em situações em que o uso de curativos tradicionais não é suficiente ou demanda mais tempo para controlar o sangramento.

Pesquisadores envolvidos no projeto também apontam a possibilidade de uso mais amplo no futuro, inclusive em contextos civis, caso a tecnologia avance para etapas de produção e aprovação regulatória.

“A essência do bem-estar moderno é minimizar a perda de vidas humanas”, disse Kyusoon Park, cientista do KAIST que participou do desenvolvimento do spray, em declaração publicada no site oficial do instituto. “Iniciei a pesquisa com um senso de missão para salvar pelo menos mais um soldado. Espero que essa tecnologia seja usada como uma ferramenta para salvar vidas tanto na defesa nacional quanto na área médica privada.”

Até o momento, não há previsão oficial para a disponibilização do produto ao público, e os pesquisadores seguem avaliando a tecnologia em estudos e testes adicionais.

Foto: Reprodução/KAIST


Mais do que um ponto turístico querido pelos cuiabanos e visitantes, o Aquário Municipal Justino Malheiros é um espaço vivo, onde ciência, educação ambiental e sensibilidade caminham juntas. Integrado ao Complexo Biocultural do Porto e com acesso totalmente gratuito, o aquário revela ao público a riqueza dos rios e biomas de Mato Grosso, Amazônia, Pantanal e Cerrado, ao mesmo tempo em que desenvolve, longe dos olhares apressados, uma rotina técnica rigorosa voltada exclusivamente ao bem-estar animal.

Quem conduz esse trabalho é o médico-veterinário Udson Rogério Garcia Junior e o biólogo Matheus Augusto dos Santos Lima, que atuam no local desde a reinauguração do espaço. Em linguagem clara e didática, ele faz questão de traduzir o que acontece diariamente “por trás dos vidros”, mostrando que cada detalhe importa quando o objetivo é oferecer qualidade de vida aos peixes e uma experiência educativa completa aos visitantes.

Cuidado diário

Todos os dias, antes mesmo da abertura ao público, a equipe do aquário realiza um verdadeiro “check-in” de saúde dos animais. O procedimento inclui observação comportamental dos peixes, inspeção minuciosa dos sistemas de suporte à vida, como bombas de circulação, filtragem pressurizada, aeração e cenografia, e análises químicas da água.

Essas análises medem parâmetros essenciais, como pH, amônia, nitrito, dureza em carbono e dureza total, indicadores fundamentais para garantir um ambiente seguro e estável. “A água é o ambiente de vida do peixe. Qualquer alteração reflete diretamente na saúde dele”, explica Udson. Por isso, o monitoramento é constante e preventivo, evitando problemas antes mesmo que eles apareçam.

O resultado desse manejo técnico é expressivo: o aquário mantém índices de perda inferiores a 5% em mais de um ano, sendo a maioria por causas naturais. Em meses como dezembro e janeiro, não houve qualquer ocorrência negativa, reflexo do trabalho integrado entre veterinária e biologia, desenvolvido em parceria com o biólogo Mateus.

Água limpa 

Manter cerca de 360 mil litros de água, distribuídos em 22 recintos, em perfeitas condições exige um esforço coletivo e altamente especializado. Um dos procedimentos centrais são as Trocas Parciais de Água (TPAs), nas quais até 30% do volume total é renovado periodicamente.

Esse processo conta com o apoio da equipe de mergulho, responsável pela aspiração do fundo dos tanques. A retirada da matéria orgânica acumulada evita a decomposição e o aumento de substâncias tóxicas, como amônia, nitrito e nitrato, que podem comprometer a saúde dos peixes. Além disso, os mergulhadores realizam a limpeza da cenografia, paredes e divisores, garantindo não apenas um visual agradável ao público, mas, principalmente, um ambiente biologicamente equilibrado.

Cada conjunto de tanques opera sob seis sistemas de filtragem independentes, o que permite ajustar o tratamento da água conforme a litragem e as necessidades específicas de cada espécie. “Essa divisão é fundamental para respeitar as particularidades dos peixes”, ressalta o veterinário.

Alimentação

Outro pilar essencial do cuidado diário é a nutrição. Todos os peixes do Aquário Municipal recebem rações específicas, formuladas de acordo com seus hábitos alimentares naturais. Espécies carnívoras consomem dietas com maior teor de proteína, enquanto os onívoros recebem uma alimentação balanceada, que respeita suas características.

Udson exemplifica: a piraputanga, embora onívora, tem forte tendência herbívora e se alimenta naturalmente de insetos e frutas; o piau, por sua vez, exige uma carga proteica mais elevada. Já o abotoado, peixe de hábitos noturnos e detritívoro, que se alimenta no fundo do rio, recebe uma dieta que combina proteínas e matéria vegetal. “Alimentar corretamente é uma forma de reduzir o estresse, fortalecer a imunidade e garantir longevidade”, explica.

O Aquário Municipal também segue rigorosamente a legislação ambiental. Todos os peixes atuais vieram da mesma piscicultura e foram adaptados simultaneamente no final de 2024. O espaço não aceita doações de animais feitas por populares, justamente para evitar riscos sanitários e ambientais.

Para integrar o acervo, todo peixe precisa ter documentação legal, como a Guia de Transporte Animal (GTA), e muitos são microchipados, o que permite controle e rastreabilidade. Além disso, novos animais passam obrigatoriamente por um período de quarentena de 15 a 40 dias antes de serem introduzidos nos tanques principais, garantindo segurança para todo o conjunto.

A rotina do aquário busca reproduzir, o máximo possível, as condições naturais. Isso inclui a iluminação, que segue o ciclo do dia. Atualmente, as luzes permanecem acesas entre 7h30 e 18h, oferecendo de 10 a 12 horas de luminosidade, conforme a época do ano.

“Mesmo sem pálpebras, os peixes precisam de descanso”, explica Udson. O cuidado é ainda maior com espécies noturnas, como o armado, que mantêm seus hábitos naturais de movimentação no escuro ou no fim do dia. O período de luz, levemente menor que o da natureza, foi definido como ideal para garantir o equilíbrio e o bem-estar dos animais.

Orientações ao público

Parte fundamental do trabalho educativo do Aquário Municipal é orientar os visitantes sobre como se comportar durante a visitação. Udson destaca três regras simples, mas essenciais:

 Manter o máximo de silêncio possível, já que a água propaga ondas sonoras com facilidade, causando estresse aos peixes;
 Nunca tocar ou bater nos vidros, pois vibrações e impactos afetam diretamente os animais;
 Jamais utilizar o flash das câmeras, uma vez que os peixes não possuem pálpebras e a luz intensa representa uma agressão direta ao seu bem-estar.

“Quando o visitante entende que está diante de seres vivos, a experiência muda. O aquário deixa de ser apenas lazer e se transforma em aprendizado e respeito”, pontua o veterinário.


Durante um ano, alunos aprimoraram técnicas musicais e receberam capacitação em empreendedorismo

A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci-MT), em parceria com a Fundação Educamais, promoveu no sábado (7.2) o concerto de formatura do primeiro curso técnico de Instrumento Musical do país. O evento gratuito aconteceu no Cine Teatro Cuiabá, na capital.

Ao todo, 97 alunos se apresentaram em diferentes momentos do espetáculo, interpretando músicas brasileiras e clássicos internacionais. Eles representaram os 252 estudantes do curso, que receberão o certificado de conclusão durante a cerimônia de formatura.

Presente no evento, o coordenador técnico pedagógico da Seciteci, Alex Teixeira, ressaltou que a secretaria foi fundamental para a realização do curso. “Por meio da Seciteci foi possível fornecer todo o apoio logístico e pedagógico. Além disso, foi realizado um acompanhamento e fiscalização do curso do começo ao fim”, afirmou ele.

Já o assessor técnico, Vínicius Brasilino, destacou que esse é o primeiro curso de instrumento musical desenvolvido no país. “A gente inaugura o catálogo nacional de cursos técnicos, essa é a primeira vez que formamos profissionais de instrumento musical no Brasil, os mesmos que irão lidar com as fanfarras, as bandas músicas e desenvolvimento musical em ambientes escolares. Então estamos entregando para o estado de Mato Grosso profissionais altamente qualificados”, disse o assessor técnico.

Ao longo de doze meses, o curso foi oferecido nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Santo Antônio, Chapada dos Guimarães e Poconé, com aulas semipresenciais. Entre os conteúdos abordados, teoria e arranjos musicais até empreendedorismo. Além de aulas práticas de bandolim, bateria, canto, cavaquinho, clarinete, contrabaixo acústico, contrabaixo elétrico, guitarra elétrica, saxofone, trompete, viola, violão, violino.

Uma das alunas e participantes do concerto, Ana Júlia, frisou que durante as aulas teve contato com diferentes instrumentos e desenvolveu habilidades com as aulas. “Eu achei o curso muito bom, com aulas muito completas. Em um ano pude desenvolver muitas habilidades e ter contato com diversos instrumentos”, completou ela.

O curso técnico de Instrumento Musical foi promovido por meio de uma parceria entre o Governo do Estado, Fundação Educamais, Unidade de Educação de Cuiabá, e Assembleia Legislativa.


Em mais de uma oportunidade prometi aqui neste espaço comentar sobre as questões espirituais envolvidas na onda da covid 19. Sempre fiquei em dúvida, porque o lado espiritual desse fenômeno acaba sendo disruptivo e poderia gerar discussões que não interessam.

Mas o movimento da pandemia foi tão grande e tão abrangente que imaginei que poderia arriscar, sem ser crucificado. Mas, se for, fazer o que?

De tempos em tempos o planeta sofre disrupções e muda. No caso da covid, houve uma diferença. Pegou o mundo inteiro desprevenido. Não poupou países de economia rica e nem os pobres.

No primeiro momento a sequência de sentimentos começou com a surpresa. Depois veio o medo. Depois veio o temor. Depois veio o pânico coletivo. E, por fim, vieram as mortes e a doença ao redor de cada um de nós no Brasil e no mundo. E o medo tornou-se um sentimento coletivo.

Os governos, a mídia, as ongs tão poderosas com opiniões sobre tudo. A economia. A política. Todos silenciaram. O vírus transformou-se na mais agressiva linguagem mundial. 2020 passou no pânico e em 2021 o vírus veio acalmar a sua fúria a partir de setembro

Porém, ninguém esperava que ao fim da fase aguda da pandemia, a próxima vítima fosse a economia. E ainda não imagina que a próxima vítima dos desdobramentos seja a seja a política. Traduzindo: o planeta corre o risco de ver não ficar pedra sobre pedra da civilização até aqui construída ao longo de milhares de anos. Sei que são afirmações arriscadas e fortes. Mas parece que não haverá caminhos diferentes.

Uma das etapas da pandemia em 2020 foram os lockdowns e o isolamento social no mundo inteiro. Gerou grande confusão na economia pelo descompasso entre a pouca demanda e depois a pouca oferta de produtos quando a demanda recomeçou, agora em 2021. De outro lado o perfil de consumo das pessoas mudou muito.

O que antes não tinha valor passou a ser valorizado. E o que era muito valorizado perdeu a importância. Isso significa completa transformação de quase todos os segmentos de produção e de consumo da economia mundial.

Volto ao início do artigo. Por detrás de tudo isso e de tudo o que aconteceu fica bem claro que houve um certo planejamento fora do controle humano. Era pra transformar o ser humano usando o próprio ser humano. As religiões certamente atribuirão a uma divindade. Os espiritualistas atribuirão a um governo espiritual do mundo.

Quem não se enquadrar, também não poderá negar que transformações desse tamanho e importância não seriam casuais. Faço parte da crença de que existe uma ordem espiritual por detrás de tudo isso que aconteceu. Não sinto a necessidade de dar-lhe um nome. Só a de respeitar essa ordem.

Ao final, o que importa é que o planeta mudou absurdamente e não voltará atrás. As pessoas mudaram e mudarão em progressão absurda. Outra coisa, pra encerrar: não importa se o ser humano acredita ou não em algum valor espiritual.

O que importa, afinal, é que o que tiver de acontecer, está acontecendo e vai acontecer muito mais. O centro dessa nova ordem será o planeta renascido e o ser humano reconstruído. Mas a compreensão será um pouco mais lenta. Pode demorar. Mas não tem volta. Quem planejou, planejou!

Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso.

 

Reprodução: Repórter MT


O lutador olímpico, Igor Queiroz, 19 anos, se tornou bicampeão pan-americano de luta greco-romana, na quinta-feira (10), na cidade de Oaxtepec, no México. O atleta é natural de Cuiabá e morador do bairro Tijucal.

Igor foi introduzido ao mundo das lutas aos 9 anos de idade, por influência do pai Pablo Queiroz, que além de cabeleireiro é lutador de jiu-jítsu. “Eu inseri o Igor de maneira lúdica no mundo das lutas. No entanto, dentre várias modalidades que ele treinou, acabou se identificando com a luta greco-romana”.

Há mais de 5 anos o cuiabano integra a equipe de lutadores olímpicos da Seleção Brasileira e atualmente é titular absoluto no time da luta greco-romana.

O atleta já foi campeão brasileiro, sulamericano e já ficou em terceiro lugar no campeonato mundial escolar, entre outras participações e premiações que recebeu ao longo dos mais de 20 países que já visitou por meio das competições.

O lutador, que usa o bordão “do Tijucal para o mundo”, ainda continua na tentativa de arrumar um patrocínio. Segundo o pai de Igor, o único apoio financeiro que o atleta recebe é dos próprios familiares.

Igor retorna a Cuiabá neste sábado, onde seguirá os treinos para as futuras competições.

 

Reprodução: Hiper Notícias 


2+0+2+3 = 7

Esse ano é regido pelo número 7 que é o número de energia da espiritualidade.

O 7 é o número que representa a perfeição. A integração entre os mundos físicos e espiritual, sendo, portanto, o símbolo do Universo em transformação.

Mas, suas interpretações vão muito além.

Ele representa o lado místico e oculto de TUDO.

Que a nossa história em 2023 seja de muita conexão com Algo Maior, a Fonte, Deus para que possamos estar em ressonância com as Forças do Amor:

1) O SIM, esta significativa força do SIM à realidade como ela é, permeia todas as outras.

2) O PERTENCIMENTO: Todos têm o mesmo direito de pertencer.

3) A HIERARQUIA, a ordem, o respeito a quem vem antes.

4) E o DAR e RECEBER são a mesma coisa.

A LUZ É PAZ e BEM.

Bora para a Vida!

Eluise Dorileo é psicóloga, terapeuta familiar e maestria nas novas constelações quânticas.

Email eluisedorileo@hotmail.com


Reprodução

A Mattel, maior fabricante de brinquedos do mundo, lançou nesta semana a primeira linha de bonecas Barbie produzidas com 90% de plástico reciclado dos oceanos.

A coleção foi batizada de ‘Barbie Loves the Ocean’ (Barbie Ama os Oceanos, em tradução livre) e conta com uma arte promocional bem legal que faz referência à recente pegada mais sustentável da Mattel: “O futuro do rosa é o verde“.

A fabricante de brinquedos se comprometeu a produzir seus produtos com 100% de material reciclado até 2030.

“Este lançamento da Barbie é mais um acréscimo ao portfólio crescente da Mattel de marcas voltadas para um propósito que inspiram a consciência ambiental com o nosso consumidor como foco principal”, disse o presidente e diretor de operações da Mattel, Richard Dickson, em um anúncio feito à imprensa.

Richard também enfatizou a importância de se pensar em políticas ambientais de longo prazo, de olho no futuro da próxima geração.

“Na Mattel, capacitamos a próxima geração a explorar as maravilhas da infância e atingir seu potencial máximo. Fazemos nossa parte para garantir que as crianças também herdem um mundo cheio de potencial“.

FONTE: Razões para Acreditar


Por Valeriano Martins

No decorrer da minha vida profissional me deparei e ainda me deparo com vários mitos em relação ao intercâmbio. Por isso vou falar aqui sobre os cinco que escuto com frequência. O mais forte deles é imaginar que se trata de uma experiência apenas para pessoas jovens e adolescentes. Isso é um engano que impede muitos de realizarem seus sonhos, pois intercâmbio não tem idade!

A viagem internacional com o propósito de estudo e até mesmo trabalho, no caso dos adultos, pode ser realizada em qualquer fase da vida. É com muito orgulho que posso contar que no portfólio da Best Intercâmbio por exemplo, temos estudantes com mais de 70 anos e cada vez mais esse público está aumentando. Isso é incrível, pois incentiva outras pessoas dessa faixa etária a perceberem que a vida deve ser vivida da melhor maneira possível. Viajar, estudar e ver coisas novas com certeza é uma das opções que devem estar no topo da nossa lista.

Outro mito comum é sobre a língua inglesa. Acredito que por ser um dos idiomas considerados como universais e por estar fortemente presente no nosso dia a dia, como em filmes, músicas e cinema, várias pessoas chegam até nós imaginando que os países onde o inglês é falado são os únicos para os quais se pode viajar como intercambista. Então vamos desmitificar esta ideia também. Você pode viajar para estudar francês, italiano, espanhol, japonês, alemão! Enfim, a língua que quiser. Não existe fronteira. Basta procurar uma empresa de confiança e competente. A liberdade para viajar ao local que deseja estará garantida.

Estudar até ser fluente para só então fazer o intercâmbio: esse é o nosso terceiro mito. Aprender um novo idioma no país em que ele é nativo faz com que o aprendizado seja ainda mais rápido. Por isso, não é preciso ser craque em determinada língua para ser intercambista. Você vai aprender tudo durante a viagem.

O quarto mito: “vou economizar bastante, aí sim posso fazer meu intercâmbio”. Esse tipo de pensamento é bem comum. Realmente, não posso negar que se trata de um investimento, mas isso não significa que você precise desembolsar um alto valor. Existem diversas maneiras de baratear a viagem, como escolher bem o destino e o tempo de duração.

E para finalizar, vamos falar sobre intercâmbio e férias. Aqui é importante lembrar que esse tipo de experiência é um investimento pessoal em conhecimento e aprendizado. Por isso, precisa valer a pena. Isso não significa que você não vai poder visitar os pontos turísticos da cidade onde está ou sair para se divertir. O que não pode acontecer é esquecer de estudar. Afinal, você pagará por um curso, passagens e acomodação. O ideal é equilibrar os estudos com o lazer e aí com certeza seus resultados serão excelentes.

Anualmente realizamos a Feira de Educação Internacional com o objetivo de aproximar as instituições internacionais com o público interessado em fazer intercâmbios, oferecendo às pessoas a oportunidade de conversar e tirar suas dúvidas. Este ano, a feira acontece no próximo dia 22 de outubro, no Goiabeiras Shopping. O evento é aberto e totalmente gratuito.

Valeriano Martins é CEO da Best Intercâmbio


O resgate dos animais das ruas e a oportunidade de dar um novo lar aos pets foi o que me motivou a iniciar um projeto em parceria com as Ongs (Organização Não Governamental) de apoio e cuidado ao animal.

O projeto piloto se deu com a disponibilização de 16 gatos, filhotes e adultos, pela Ong “É o Bicho”. Ao chegar na unidade Veterinária, cada animal passa por consulta para avaliação das condições gerais de saúde. E em apenas uma semana desde o início do projeto, 15 dos 16 gatos já tinham ganhado um novo lar.

Minha intenção é ampliar ainda mais a disponibilização de animais para adoção. As Ongs têm um papel importante no cuidado com os animais abandonados. Ainda para este mês, está previsto a disponibilização de cães e gatos para uma adoção responsável.

Qualquer pessoa que tenha interesse em cuidar e zelar de um pet pode fazer a adoção. Mas antes, deve fazer um cadastro e a equipe da Ong fará uma visita para levar as informações quanto as necessidades básicas de cada animal. Nossa campanha, que oportuniza às pessoas fazer uma adoção consciente, tem o apoio do plano de saúde animal referência no país, a Planvet.

Nossa clínica mantém atendimento 24 horas por dia, todos os dias da semana. Estamos também disponíveis para novas parcerias com outras Ongs da causa animal.

Para conhecer os animais disponíveis para adoção ou buscar parceria, basta nos fazer uma visita no endereço – Rua Professor João Félix, Número 396, Bairro Lixeira, em Cuiabá ou acessar nossa página no Instagram (@veterinariamt) ou Facebook (veterinariamatogrosso). Outras informações podem ser obtidas pelo número 65 3046-2850.

Anderson Nogueira é médico veterinário há mais de 15 anos e atende na Clínica Veterinária Mato Grosso.


A novidade traz oito brinquedos inéditos para comemorar o lançamento do filme ambientado em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana

O McLanche Feliz proporciona entretenimento e diversão para os momentos em família há mais de 40 anos. E agora, a plataforma apresenta itens inéditos inspirados no novo filme da Disney e Pixar “Luca”.

A história é ambientada em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana e narra a jornada de amadurecimento de Luca junto de seu novo melhor amigo Alberto. Os meninos vivem um verão inesquecível repleto de gelatos, massas e intermináveis passeios de scooter. Mas toda a diversão é ameaçada por um segredo muito bem escondido: os dois são monstros marinhos de um mundo logo abaixo da superfície da água.

A novidade chega incrementando a parceria entre The Walt Disney Company Latin America e McLanche Feliz e reforça a aposta da rede em novas experiências que estimulam as atividades criativas e com muita diversão.

Para a família toda entrar no clima dessa empolgante estreia, o McLanche Feliz traz oito brinquedos inspirados nos personagens principais do filme:

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Muda de cor): submerja Luca e Alberto em água fria para revelar o tom de pele verde dos monstros marinhos. Coloque a peça da cauda à cabeça para completar a transformação;

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Nadando): gire a cauda do Luca e solte-a quando submergir o brinquedo na água, para fazê-lo nadar;

Giulia Marcovaldo: gire os braços de Giulia para trás e solte-os quando a submergir na água, para ver como nada;

Massimo Marcovaldo: dê corda ao Massimo e submerja-o na água, para ver como o Massimo move seus pés,enquanto nada e solta água pela boca.;

Machiavelli: aperte o botão embaixo de Machiavelli e submerja-o na água. Depois, solte o botão para enchê-lo. Tire-o da água e aperte o botão de novo, para que ele dispare água pela boca.

Monalisa: é uma pistola de água. Submerja a Monalisa em água fria e puxe sua cauda para enchê-la de água. Quando retirar da água, empurre a cauda novamente para a frente, para que a água saia pela boca.

Da esquerda para a direita: Luca Paguro (muda de cor), Alberto Scorfano (muda de cor), Luca Paguro (nadando), Alberto Scorfano (nadando), Giulia, Massimo, Machiavelli e Monalisa.

Os brinquedos já podem ser encontrados nos restaurantes da rede, que seguem operando pelo McDelivery e Drive-Thru em todo o país.

McLanche Feliz: ingredientes de qualidade e refeições equilibradas

Junto com seu compromisso em garantir momentos de diversão e aprendizagem, a companhia também mantém o compromisso de oferecer produtos de alta qualidade e os melhores ingredientes. Ao longo da última década a marca apresentou uma série de mudanças e evoluções em seu cardápio. Em 2019, o McDonald’s renovou sua proposta de menu infantil para oferecer uma opção ainda mais equilibrada, diminuindo as quantidades de sódio, gorduras, açúcares adicionados e incorporando mais frutas e vegetais.

Para ficar sempre por dentro das novidades e campanhas, acesse: https://www.mcdonalds.com.br.

 Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui mais de 2.200 restaurantes, entre unidades próprias e de seus subfranqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 31/03/2021). A empresa também mantém um sólido compromisso com o desenvolvimento das comunidades nas quais está presente e com a geração de primeiro emprego formal para jovens, além de utilizar sua escala para impactar de maneira positiva o meio-ambiente. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site: www.arcosdorados.com


Relacionamentos saudáveis, fortes e duradouros. Construir tudo isso com excelência não seria possível sem inspiração, coragem e exemplo. E é assim que hoje, em nossos 31 anos de empresa familiar, temos o orgulho de dizer que a força das mulheres se destaca em nosso meio.

Começamos nosso negócio como “Shopping da Construção”. Sempre fomos reconhecidos por termos produtos de acabamento diferenciados e fomos uma das primeiras lojas do segmento a ter autosserviço. Antes, tudo funcionava apenas como modalidade “venda de balcão”. Em 2006, trouxemos o primeiro modelo em formato “boutique”. Ao nos reposicionarmos no mercado com esse formato de loja personalizada, entendemos o quanto isso era importante.

Tudo em nossa empresa foi construído com amor e dedicação. Minha mãe fazia questão que eu e meu irmão sempre estivéssemos inseridos nos negócios da família. E assim estudamos e nos especializamos em diversas áreas para auxiliar e crescer ali dentro. Após a faculdade de arquitetura, fiz cursos de Gestão de Negócios e MBA em Varejo 4.0. Acompanhamos de perto a importância da gestão por sempre termos visto como nossos pais trabalhavam.

Em 2009, meus pais decidiram começar a Profissionalização da Gestão da Empresa, com a ideia de iniciar um processo de sucessão familiar com responsabilidade. Para isso, iniciamos uma longa preparação com um coaching para famílias empresárias em conjunto com várias consultorias nesse sentido.

Identificamos dentro de cada um de nós, o principal perfil para conseguirmos aproveitar ao máximo as características profissionais como indivíduos. Nas consultorias, trabalhamos liderança e governança. Implementamos ainda o programa de qualidade, para estudarmos questões de processos e mapeamento de procedimentos em todas as suas etapas.

Apesar de estarmos aprimorando nossos negócios e preparando tudo para que o processo sucessório dentro da família acontecesse com qualidade, não ficávamos pensando quando essa data realmente chegaria. Mas após a definição de protocolos da Bigolin, minha mãe comunicou que queria se ausentar e passar todos os setores para mim.

Nessa época, houve várias questões em nossas vidas, principalmente a pandemia que estava começando. E mais uma vez, foi um momento em que a experiência dela não poderia ser deixada de lado, nem mesmo para passar seu cargo à frente. Então, a gestão comercial foi passada para mim e os demais setores seguiram com seus gestores, que inclusive na maioria deles são mulheres que lideram. A direção geral e o respaldo final ainda é da nossa matriarca. Tenho muito orgulho da história iniciada por ela, especialmente porque o setor da construção civil é essencialmente masculino.

Trabalhamos muito para chegar até aqui, sempre buscando valorizar a gestão  feminina, enxergando em cada ser humano o potencial empreendedor e a real possibilidade de mudança de vida por meio de suas escolhas. Hoje somos o grupo Trindade Bigolin, trazendo o sobrenome da minha mãe, Lucimar Trindade Bigolin, junto com o do meu pai Olivo Bigolin. Meu irmão, Filipe Bigolin, é engenheiro civil e é ele quem cuida da construtora, a Egide. Prezamos por nossos valores e lideramos pelo exemplo. Temos como missão criar e manter relacionamentos saudáveis com nossos clientes e somos conhecidos pela solidez, pela ética e pela qualidade dos produtos e atendimento prestado.

Ariane Bigolin é arquiteta e sócia do grupo Trindade Bigolin