O evento ocorre a partir das 19h, no Parque das Águas, em uma edição especial que une a música clássica aos bonecos da Cia. Teatro Mosaico

Com entrada gratuita, o convite é para toda a família prestigiar a estória de um garotinho e um piloto que emociona gerações em uma narrativa sobre a pureza e simplicidade da infância

Um menino com seus fios de cabelo cor de ouro, o piloto, a raposa, o rei e outros elementos da natureza que compõem a história de o Pequeno Príncipe ganham vida no próximo sábado (15.08), a partir das 19h, no Parque das Águas. A obra do francês Saint-Exupéry ganha uma interpretação especial no Sesi no Parque ao som da Orquestra Sesi MT e os bonecos da Cia. Teatro Mosaico.

A entrada é gratuita e o convite é para toda a família. Os ingressos podem ser retirados AQUI. A noite será inesquecível embalada pelas vozes dos personagens interpretados pela Orquestra Sesi em sintonia com as melodias do compositor Antonín Dvořák, do violinista Josef Suk e pianista Edvard Hagerup Grieg.

Em harmonia com a história, o maestro convidado Fabricio Carvalho preparou um repertório especial. “A trilha foi cuidadosamente pensada considerando que vamos trabalhar com obras para orquestra de cordas e que trazem uma inocência e leveza característica da história”, conta.

Sem dar muito espoiler, Fabricio antecipa que, quem for ao Parque das Águas vai sair de lá inspirado. “O Pequeno Príncipe fala da essência humana, de delicadeca e força, focado na melhor versão de cada pessoa. Às vezes algumas questões passam tão despercebidas pela vida, mas quando a gente tem acesso à informação artística, nosso coração e mente são tocados”.

O espetáculo com os bonecos também promete encantar o público. O ator e diretor da Cia. Teatro Mosaico, Sandro Lucose, conta que a produção do evento contará com os bonecos que fazem parte do acervo do grupo há 20 anos. “Preparamos um figurino novo para todos eles. Cada personagem com sua singularidade vai encantar o público de todas as idades, estimulando a curiosidade nos espectadores em conhecer a obra literária completa”, diz Sandro.

Criada em 2019, a Orquestra Sesi MT é reconhecida como a primeira orquestra de câmara profissional de Mato Grosso. Ao longo dos anos, o grupo ampliou sua atuação, realizou concertos especiais e dividiu o palco com artistas consagrados da música brasileira, como Vanessa da Mata, Michel Teló, Renato Teixeira, Ricardo Herz e o violinista internacional Cármelo de Los Santos, além de parcerias com o Coral da UFMT e outros convidados.

A Cia. Teatro Mosaico existe desde 1995 e também é conhecida por suas encenações que buscam fomentar público para as artes Cênicas.

Parceiros

O projeto Sesi no Parque é resultado de uma parceria entre o Sesi MT, o Ministério da Cultura e o Governo Federal, com apoio do Conselho Nacional do Sesi, da Rádio e TV Centro América. A iniciativa conta ainda com o patrocínio da Bom Futuro, Trael Transformadores Elétricos e Refrigerantes Marajá.

A ação integra a estratégia de Investimento Social Privado (ISP), que destina recursos a projetos com impacto social positivo. Por meio da Lei de Incentivo à Cultura, empresas parceiras podem direcionar parte do Imposto de Renda para iniciativas culturais, fortalecendo a economia local e ampliando o acesso à arte e à educação.

Essa união reforça a importância de democratizar o acesso à cultura, oferecendo espetáculos gratuitos e de alta qualidade para o público mato-grossense e promovendo transformação social por meio da arte. “Este evento celebra a arte e oportuniza integrar a comunidade em torno de algo transformador. Trazer música e arte para um espaço público, acessível a todos, reflete o que acreditamos e queremos promover”, destaca o gerente de Cultura e Inovação do Sesi, Fernando Pereira.

Passaporte Cultural

O espetáculo integra o check-in do Passaporte Cultural, iniciativa do Sesi MT, em parceria com o Conselho Nacional do Sesi, em comemoração aos 50 anos do Sesi em Mato Grosso. O projeto incentiva o público a participar de eventos ao longo do ano e concorrer a premiações.

O Passaporte Cultural contempla estudantes da rede Sesi, além da categoria comunidade, que inclui os dependentes dos trabalhadores da indústria e estudantes da rede pública, com idade entre 6 e 14 anos.

Os participantes premiados terão acesso gratuito, durante o ano de 2027, a três modalidades ofertadas pelo programa de educação continuada do Sesi MT. Entre as opções estão atividades nas áreas de robótica, cultura e esportes.

 

Texto: Fernanda Nazário


Concurso nacional distribui mais de R$ 210 mil em seis categorias e leva o vencedor do Master aos Estados Unidos

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) prorrogou até 21 de agosto o prazo de inscrição para a 4ª edição do Prêmio de Jornalismo. Pela primeira vez com abrangência nacional, o concurso aceita trabalhos de jornalistas e estudantes de todo o país. Com o tema “O agro sustentável que transforma a cidade a partir do campo”, podem concorrer reportagens veiculadas entre 12 de setembro de 2025 e 21 de agosto de 2026.

São seis categorias: Reportagem em Vídeo, Reportagem em Texto, Reportagem em Áudio, Fotojornalismo, Jornalismo Universitário e Destaques Mato-grossenses, sendo esta restrita a profissionais que atuam no estado. 

A premiação chega a R$20 mil nas categorias profissionais e a R$15 mil no Jornalismo Universitário. Já os vencedores da categoria Destaques Mato-grossenses receberão R$ 7 mil em cada uma das cinco regiões do estado.

Os finalistas ainda disputam o Prêmio Master, que leva um dos habilitados à Missão Aprosoja MT Estados Unidos 2027, com custos pagos pela associação. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site oficial.


Por Daniel Teixeira

Tramita na Câmara Municipal um projeto que torna o couvert artístico opcional mesmo para quem assiste à apresentação musical, mesmo avisado, mesmo permanecendo no local. Na prática, o couvert artístico não é uma taxa de entrada. É a forma pela qual o artista é remunerado pela apresentação ao vivo. Torná-lo facultativo significa retirar a previsibilidade da renda de quem vive da música e colocar em risco a própria existência das apresentações em bares e restaurantes.

Basta observar o comportamento do consumidor diante de cobranças facultativas. Não se trata de má-fé. É simplesmente a forma como as pessoas reagem ao que é opcional. Quando o pagamento deixa de ser obrigatório, a arrecadação cai drasticamente. E quem sente primeiro esse impacto é o músico, que continua tocando enquanto sua remuneração desaparece.

O prejuízo não é apenas financeiro. A música ao vivo dá identidade aos estabelecimentos, aproxima pessoas e transforma uma refeição comum em uma experiência. Há muito estudo, ensaio, investimento, deslocamento e dedicação por trás de cada apresentação. O aplauso recompensa a alma; o couvert remunera o trabalho.

Muitos sugerem uma solução aparentemente simples: embutir esse custo no preço da comida ou da bebida. Mas não funciona assim. Isso faria o cliente do almoço pagar por uma apresentação que só acontece à noite e obrigaria o restaurante a criar preços diferentes para o mesmo produto conforme o dia ou o horário, algo comercialmente pouco racional e que gera confusão para o consumidor. O modelo atual é mais transparente: só paga quem está presente durante a apresentação.

Há ainda um problema jurídico. O projeto avança sobre uma matéria tradicionalmente disciplinada pelo Direito Civil e pelo Direito do Consumidor, campos cuja disciplina legislativa é atribuída, em regra, à União. É um debate que merece reflexão técnica antes de qualquer mudança.

Mas a discussão vai além do couvert artístico.

O problema não é fazer leis. É fazê-las sem ouvir quem sofrerá seus efeitos. O Parlamento existe para representar a sociedade, e representação pressupõe escuta. A audiência pública não deve ser uma formalidade; deve ser o momento em que a experiência de quem vive o problema encontra a responsabilidade de quem vai legislar.

Infelizmente, o Brasil acostumou-se a produzir leis em quantidade, quando deveria concentrar esforços em produzir leis melhores. Muitas normas nascem sem diálogo suficiente com os setores diretamente afetados. Depois de aprovadas, descobre-se que a realidade era mais complexa do que parecia.

Quando uma lei se afasta da realidade que pretende disciplinar, ela perde eficácia. Em vez de resolver conflitos, cria novos. Em vez de gerar segurança, produz resistência, descrédito e insegurança jurídica. Não basta que uma lei seja bem-intencionada; ela precisa ser exequível, razoável e compatível com a vida real.

Se a proposta pretende proteger o consumidor, esse objetivo é legítimo. Mas a proteção deve alcançar também quem vive da música, quem empreende e quem gera cultura e emprego. Antes de alterar uma regra que afeta milhares de profissionais, seria prudente ouvir músicos, bares, restaurantes, produtores culturais e consumidores.

A boa intenção nunca basta para fazer uma boa lei. Quando o legislador deixa de ouvir quem vive a realidade que pretende regular, corre o risco de proteger um interesse e destruir outro. Antes de votar qualquer mudança, vale uma pergunta simples: quem ouviu os músicos? Quem ouviu os bares? Quem ouviu os restaurantes? Porque as melhores leis não são apenas aprovadas pelo Parlamento; elas também são construídas com a sociedade.

 

Daniel Teixeira é advogado, empresário e atual presidente da Abrasel-MT


Em um mês, 89% dos pacientes com dor torácica encaminhados ao Hospital Central precisaram de atendimento cardiológico de alta complexidade

No primeiro mês de funcionamento do Protocolo de Emergência para Infarto Agudo do Miocárdio, 89% dos pacientes com dor torácica encaminhados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Mato Grosso ao Hospital Central de Alta Complexidade precisaram de atendimento cardiológico especializado. O resultado demonstra a assertividade do novo fluxo assistencial criado para acelerar o diagnóstico e o tratamento de casos suspeitos de infarto.

Implantado no fim de junho, o protocolo criou um fluxo integrado para qualificar o atendimento de pacientes com 45 anos ou mais que apresentem dor torácica e suspeita de infarto. Por meio de critérios definidos para identificação de casos de maior risco ainda no atendimento pré-hospitalar, a estratégia agiliza o encaminhamento à alta complexidade, reduz atrasos no diagnóstico e tratamento e evita encaminhamentos inadequados na rede de saúde.

Entre 22 de junho e 28 de julho, 46 pacientes foram incluídos no protocolo. Desses, 29 foram encaminhados ao Hospital Central pelo Samu ou pelo Corpo de Bombeiros, acionados pelos telefones 192 e 193. Três pacientes já chegaram com diagnóstico pré-hospitalar de infarto agudo do miocárdio. Outros 26 precisaram de atendimento especializado para tratamento de diferentes condições cardiovasculares, identificadas ou confirmadas após avaliação hospitalar.

O coordenador médico do Hospital Central, Thales Chelala, avalia que os resultados iniciais demonstram a efetividade da estratégia.

“Quando observamos que 26 dos 29 pacientes encaminhados necessitaram de recursos de alta complexidade, fica evidente que o protocolo está direcionando corretamente os casos de maior risco para o Hospital Central. Essas pessoas receberam o diagnóstico e o tratamento adequados no local mais indicado para o seu perfil clínico”, afirmou.

A regulação dos pacientes, realizada ainda durante o atendimento pré-hospitalar por médicos vinculados aos serviços de urgência, levou em média cinco minutos até a definição do encaminhamento ao Hospital Central.

“Os pacientes com suspeita de infarto que precisam estão recebendo atendimento cardiológico de alta complexidade no Hospital Central de forma célere graças ao protocolo que identifica os casos de maior risco. O mais importante é que esse novo fluxo assistencial salva vidas”, avalia a secretária adjunta do Complexo Regulador da SES-MT, Fabiana Bardi.

Já na unidade, administrada pelo Einstein Hospital Israelita, o tempo médio para definição diagnóstica foi de 4,3 minutos, com suporte da telemedicina da matriz do Einstein, em São Paulo. O indicador é inferior ao limite de dez minutos recomendado pela American Heart Association e adotado pela organização.

Quanto aos desfechos clínicos dos 29 casos, 56% dos infartos constatados que passaram pelo serviço de hemodinâmica para realização de cateterismo na unidade tiveram o quadro de insuficiência cardíaca evitado pelo processo terapêutico oportuno; 48% dos pacientes foram internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI); 20% passaram por uma angiotomografia, exame de alta complexidade ofertado na linha cardíaca do Hospital Central; e 7% evoluíram para o óbito.

Para o diretor de Saúde do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso, coronel Jean Oliveira, os primeiros resultados indicam que a integração entre as equipes está fortalecendo a linha de cuidado dos pacientes cardíacos.

“Ficou alinhado com o Hospital Central que, dentro dos critérios clínicos e de avaliação de risco, os pacientes elegíveis sejam encaminhados diretamente para atendimento especializado. É um protocolo novo, mas os resultados mostram que estamos no caminho certo”, destacou.

Além das cirurgias cardíacas abertas, o Hospital Central conta com dois equipamentos de hemodinâmica para realização de cateterismos, angioplastias e outros procedimentos minimamente invasivos na área de cardiologia. A unidade estadual atende exclusivamente pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

Sobre o Einstein

O Einstein Hospital Israelita é considerado o 16º melhor hospital do mundo e 1º da América Latina, segundo o ranking The World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista Newsweek em parceria com a empresa de dados Statista Inc.  Com sede em São Paulo, a organização, fundada em 1955, é referência em assistência, pesquisa, inovação e ensino, com base na responsabilidade social. Há 25 anos, atua no Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da gestão de unidades públicas – que contemplam, hoje, além de hospitais, unidades de atenção primária, Centros de Atenção Psicossocial e Serviços de Residência Terapêutica, de atenção ambulatorial especializada e de urgência e emergência – e da execução de projetos por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).


Evento gratuito ocorre no dia 22 de agosto no bairro Boa Esperança; criadores e expositores locais ainda podem se inscrever para participar da feira

O restaurante Larica’s Time, especializado em frango frito, celebra seus cinco anos de história com uma grande ocupação cultural e gastronômica no bairro Boa Esperança, em Cuiabá, no dia 22 de agosto (sábado), a partir das 16h. O projeto Larica Cultural reunirá shows musicais, artes plásticas, live paint, batalhas de rima e exposição de artistas locais. Além disso, o evento trará a sétima edição da feira cultural do Larica’s Time, que está aceitando a inscrição de artistas e expositores da região metropolitana de Cuiabá. A entrada do evento é gratuita. “Nesses cinco anos fritando frango, conquistamos a possibilidade de investir no que sempre amamos. Temos um espaço próprio e nada mais justo do que promover uma ocupação cultural. Mais do que vender comida, queremos ceder espaço para que artistas iniciantes mostrem seu talento e criemos conexões reais com a comunidade”, destaca Guilherme Raeder, produtor cultural e sócio do Larica’s Time. A atração musical principal da noite é o cantor e compositor paulistano Jhayam, nome de destaque na cena nacional e internacional do reggae, dub e dancehall. O line-up do evento traz ainda Pacha Ana e Ahgave, grandes nomes da música regional. E COM VOCÊS: JHAYAM! Cantor, compositor e MC conhecido no Brasil e no mundo, Jhayam será a grande atração do evento. Natural de Santo André (SP), Jhayam tem ligação com a música jamaicana e com a cultura do “Soundsystem.” Na estrada desde 2009, o MC desenvolve um trabalho que une reggae, dub, dancehall e letras de conteúdo político e social. O som de Jhayam dialoga com a cultura das ruas, os sistemas de som jamaicanos e com uma gama de expressões musicais das periferias brasileiras e internacionais. Ao longo de sua carreira, Jhayam lançou álbuns e singles no Brasil e em países como Estados Unidos, Reino Unido, Polônia e Japão. Sua trajetória inclui trabalhos e colaborações com produtores e artistas como Prince Fatty, Victor Rice, Gaby Amarantos, Olodum e Afrocidade. A POESIA DE PACHA ANA Outra estrela que brilhará durante o Larica Cultural será Pacha Ana, que traz em suas canções a mistura do hip-hop ao samba de terreiro, focando em temas como religiões de origem africana, ancestralidade e empoderamento feminino. A cantora, compositora e poetisa, natural de Rondonópolis, já emplacou três álbuns em sua carreira, sendo o primeiro nomeado como “Omo Oyá”, lançado em 2018 e que também a consagrou na história musical e cultural mato-grossense como a primeira mulher do estado a lançar um disco de rap. Omo Oyá traz 14 faixas que misturam rap, ancestralidade, espiritualidade e empoderamento feminino. O segundo álbum de Pacha Ana foi intitulado “Suor & Melanina”, lançado em 2021, com sete músicas que falam sobre o amor e o afeto sob a perspectiva da comunidade negra, LGBTQIAPN+ e periférica. O terceiro álbum foi intitulado como “Motumbá”, lançado em 2023, com 7 faixas que misturam samba de terreiro, ijexá e pontos cantados em exaltação às religiões de matriz africana. Em 2024, Pacha Ana fez sua primeira turnê pela Europa. Nomeada de “Pacha no Mundo”, a turnê durou de junho a julho com apresentações por Lisboa, capital portuguesa. Pacha Ana está trabalhando em quarto álbum, denominado “Mandinga”, sem data para lançamento. “FORTE CONTRA O SOL”; AHGAVE Completando a tríade de estrelas que cantará no Larica Cultural está Ahgave, cantor e compositor que mistura rap, reggae, dancehall, afrobeat, reggaeton e lambadão. Seu nome artístico é baseado na planta Agave, que é resistente contra o sol e se faz presente em todo o continente americano. Mato-grossense conhecido de longa data na cena do rap, reggae e outros estilos musicais, o primeiro álbum de Ahgave foi lançado em 2022 e intitulado “Calango do Cerrado”. O trabalho mistura rap, reggae e ancestralidade, retratando a vida, o calor, a resistência no cerrado, e possui oito faixas musicais. O segundo álbum do cantor é intitulado “Kanjinjin – Um Gole Contra a Monocultura de Grãos & Afetos” e foi lançado em 27 de abril deste ano. O disco traz oito faixas que misturam ritmos afro-latino-americanos, como reggaeton, afrobeat, cumbia e lambadão mato-grossense. OCUPAÇÃO CULTURAL Além do palco musical, a programação conta com a tradicional Batalha de Bomb (competição de grafite ao vivo), exposição de artes plásticas com obras de Prestes Brasil, encontro de carros antigos e aplicação de piercings. Na gastronomia, o público poderá aproveitar o cardápio da casa, acompanhado de opções de doces e bar no local. CHAMADA PARA EXPOSITORES E ARTISTAS A feira cultural segue com inscrições abertas para criadores da Região Metropolitana de Cuiabá que desejam expor seus trabalhos. Já passaram pelo espaço marcas de moda circular, artesanato, quadros, confeitaria e gastronomia artesanal. Os interessados em integrar esta ou as próximas edições mensais devem preencher o formulário de curadoria disponível no link: SERVIÇO • EVENTO: Larica Cultural – 5 Anos Fritando • DATA: Sábado, 22 de agosto • HORÁRIO: A partir das 16h • LOCAL: Larica’s Time – Rua 31, nº 112, Bairro Boa Esperança, Cuiabá/MT • ENTRADA: Gratuita. Retire seus ingressos aqui • INSCRIÇÃO PARA EXPOSITORES: Clique aqui

O IFMT Campus São Vicente, localizado na Serra de São Vicente, tem um motivo especial para comemorar: três estudantes do Curso Técnico em Agropecuária conquistaram medalha de prata na 15ª Olimpíada Brasileira de Agropecuária (OBAP) e colocaram o campus entre as 10 melhores equipes do Brasil na categoria Técnico Integrado/Concomitante.

A equipe Alpha 3, formada pelos estudantes Isadora Maria Santos Arciso, José Guilherme Ussifati e Paulo César Rafael da Cruz Dias, competiu com outras 40 equipes na etapa presencial da olimpíada, realizada entre os dias 3 e 6 de agosto, no IFTM Campus Uberaba (MG).

O resultado ganha ainda mais relevância porque, na primeira fase da competição, realizada de forma virtual e que reuniu aproximadamente 1.200 equipes, os estudantes do IFMT São Vicente conquistaram o 1º lugar geral, acertando 89 das 90 questões da prova.

Na etapa presencial, os alunos foram submetidos a desafios teóricos e práticos relacionados à formação técnica em Agropecuária. A equipe foi a única a gabaritar todas as provas práticas, desempenho que contribuiu para a conquista da medalha de prata.

Para o professor Adilson Brandão, orientador da equipe, o resultado é fruto da dedicação dos estudantes e de um intenso processo de preparação, que envolveu treinamentos com professores das áreas técnicas.

Além da conquista acadêmica, a participação proporcionou aos estudantes uma experiência de intercâmbio e aprendizado com jovens de diferentes regiões do país. Para eles, a competição foi uma oportunidade de colocar em prática conhecimentos adquiridos ao longo dos três anos de formação no IFMT São Vicente, além de conhecer novas culturas, realidades e sistemas de produção agropecuária.

A conquista também reforça a importância das olimpíadas científicas e técnicas como instrumentos de aprendizagem e formação profissional. Para a Direção-Geral do Campus São Vicente, incentivar a participação dos estudantes em competições nacionais e oferecer suporte à preparação das equipes contribui diretamente para uma formação mais completa e para o desenvolvimento de competências que vão além da sala de aula.

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O Museu do Morro da Caixa D’Água Velha, em Cuiabá, recebeu neste sábado (8) a abertura da exposição “Pantanal em Mim”, da artista plástica e educadora Adaiele Almeida. A mostra reúne 20 obras inspiradas no Pantanal e segue aberta à visitação até 10 de setembro. A programação de abertura ocorreu das 8h às 17h e reuniu, no espaço histórico, aula de yôga, feira de artesanato e gastronomia.

Natural de Cáceres e criada às margens do Rio Paraguai, Adaiele levou para as telas referências da infância ligada ao rio e a uma família de pescadores. Segundo a artista, praticamente todas as obras guardam lembranças desse período. “Meus pais trabalhavam no Rio Paraguai, então eu sempre estava ali percorrendo juntamente com eles na pesca. Cada obra fala um pouquinho dessa memória”, contou. Sobre a recepção do público, acrescentou: “Muitas pessoas se sentiram conectadas com as obras porque falam um pouquinho da nossa raiz, da nossa essência, carregam um pouco da nossa história”.

A mostra também representa uma nova etapa na trajetória de Adaiele, que já participou de exposições coletivas e realiza agora sua primeira individual. A exposição foi aberta inicialmente em Cáceres antes de chegar à capital. “Eu fiz a primeira abertura em Cáceres, que é o lugar onde eu nasci, não poderia ser diferente, e aí a trouxe para cá para expandir um pouquinho mais para a nossa capital também, para conhecerem os artistas do interior e a arte que está sendo produzida por lá”, afirmou a artista.

Com curadoria de Dayana Trindade, as 20 obras são organizadas a partir da relação afetiva da artista com o território pantaneiro, articulando natureza, memórias de infância e elementos do imaginário. Questões ambientais também aparecem nas pinturas por meio de referências à fumaça e ao lixo. “A escolha da Adaiele para se comunicar é de uma forma lúdica e poética. No entanto, não deixamos de falar e promover aquilo que sentimos”, explicou a curadora. Segundo Dayana, a proposta pode ser entendida como uma “denúncia poética”, que busca provocar reflexão sobre a preservação ambiental sem recorrer a uma abordagem agressiva.

A dimensão ambiental da mostra também foi percebida pelos visitantes. O policial militar David Winkle destacou o contraste entre a representação da beleza pantaneira e temas como queimadas e poluição. “Conseguimos perceber a beleza contrastada com uma crítica muito bem exposta pela artista”, disse. Para ele, as pinturas trazem “uma reflexão muito contemporânea” sobre as queimadas, a poluição e a forma como o Pantanal tem sido afetado. Já a assistente de auditoria Endy Ariel Santos Matos chamou a atenção para as expressões humanas retratadas nas obras e destacou a importância de ampliar a divulgação de atividades culturais para a própria população de Cuiabá.

Entre as ações da abertura esteve uma aula de yôga conduzida pela professora Marielly Camargo, que relacionou a prática ao ambiente histórico e à temática da exposição. “A ideia é promover o momento de presença. O yoga traz essa consciência do agora, da respiração, deixando a pessoa com mais sensibilidade e um olhar mais atento à exposição”, explicou. O arquiteto e urbanista Rodolfo Rosa Alvarenga, que participou da atividade, relatou percepção semelhante. “Como a gente já entrou num clima de prestar atenção, de olhar para dentro, acho que aflora alguns sentimentos a mais”, afirmou. Segundo ele, a experiência também o levou a observar com mais atenção o museu e registros antigos de Cuiabá.

A programação abriu ainda espaço para pequenos produtores, com comercialização de artesanato e alimentos. A feirante Ingrid Suellen levou produtos da culinária local com o objetivo de “trazer os produtos cuiabanos, como o salgado e o bolo tradicional, para as pessoas conhecerem o nosso tempero”. A artesã Cristina Oliveira do Nascimento apresentou sabonetes artesanais, fitoterápicos e kits comemorativos. Para ela, participar da feira representa uma oportunidade de “lucrar, vender e tornar o meu produto conhecido”. Apesar da avaliação positiva sobre a iniciativa, as duas consideraram o movimento inicial tímido e apontaram a necessidade de ampliar a divulgação para fortalecer futuras edições.

Para a secretária municipal adjunta de Turismo, Roseli Nonato Silva, integrar cultura, gastronomia e outras atividades é uma estratégia para aproximar os moradores dos espaços históricos da capital. “A nossa intenção, enquanto Secretaria de Turismo e Prefeitura, é fazer com que o cuiabano venha conhecer esse espaço que é dele”, afirmou. “Queremos, através dos nossos aparelhos turísticos, fomentar o turismo e potencializar esses locais para que as pessoas venham conhecer o potencial que Cuiabá tem”, completou. O Museu do Morro da Caixa D’Água Velha funciona de segunda a domingo, inclusive no horário de almoço, e permanece aberto nos fins de semana até as 17h30.


A novidade já está disponível nos restaurantes em todo o Brasil com menus exclusivos das bandas HUNTR/X e Saja Boys, além de photocards colecionáveis e sobremesa temática

Neste mês, o McDonald’s transforma seus restaurantes em um verdadeiro palco e convida os fãs a assumirem seu lado na Batalha pelos Fãs, inspirada no filme Guerreiras do K-Pop. Mais do que uma novidade no cardápio, a colaboração convoca os fandoms de HUNTR/X e Saja Boys a demonstrarem todo o seu amor e favoritismo por seus ídolos através de menus exclusivos e colecionáveis inéditos.

“O McDonald’s entende de paixão e sabe do amor que os fãs de HUNTR/X e Saja Boys têm por toda a narrativa que envolve esses incríveis personagens. A nova linha Guerreiras do K-Pop é sobre isso: celebrar a energia contagiante com sabores que surpreendem e interações nas redes sociais que divertem e mantêm essa magia viva dentro e fora dos nossos restaurantes”, afirma Ilca Sierra, Diretora de Marketing do McDonald’s Brasil.

A campanha traz dois menus completos e temáticos criados para representar a energia de cada grupo:

  • Menu HUNTR/X: Composto por Chicken McNuggets (10 unidades), a nova e crocante Ramyeon McShaker Fries, 2x Molhos Hunter Cajun para mergulhar e a refrescante Sprite com Bubbles.
  • Menu Saja Boys: Composto pelo imponente Quarterão Saja Vibes, Ramyeon McShaker Fries, 1x Molho Demon Sweet Chilli, acompanhado de Fanta Guaraná com Bubbles.

Para completar a experiência e adoçar a disputa, os clientes também podem garantir o inédito Derpy Sundae, a sobremesa inspirada no querido personagem Derpy.

 

Além das combinações exclusivas de sabor, cada menu garante um photocard oficial colecionável, são 13 modelos no total, divididos entre as integrantes de HUNTR/X e os membros de Saja Boys.

Ao longo de toda a campanha, os clientes poderão interagir com conteúdos exclusivos nas redes sociais do Méqui (Instagram, TikTok, X e Canal de transmissão do WhatsApp), participando de duelos, votações e dinâmicas digitais para impulsionar o seu grupo favorito no topo dessa disputa. O icônico Méqui 1000, localizado na Av. Paulista, em São Paulo, também conta com uma decoração temática, se tornando o ponto de encontro perfeito para o público mergulhar no universo do filme e vivenciar de perto essa disputa entre HUNTR/X e Saja Boys.

Os novos menus e o Derpy Sundae já estão disponíveis nos restaurantes de todo o Brasil, podendo ser adquiridos no balcão, Drive-Thru, App do Méqui ou via McDelivery e apps de entrega parceiros.

Acompanhe essa e outras novidades no site oficial do McDonald’s.

Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 21 países e territórios dessas regiões e conta com mais de 2.500 restaurantes, entre unidades próprias e franqueadas, que juntos empregam mais de 120 mil pessoas. A empresa também está comprometida com o desenvolvimento das comunidades em que opera com a oferta de oportunidades de primeiro emprego formal aos jovens e com o impacto ambiental positivo por meio de sua Receita do Futuro. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site: www.arcosdorados.com/pt/.


Em mais de uma oportunidade prometi aqui neste espaço comentar sobre as questões espirituais envolvidas na onda da covid 19. Sempre fiquei em dúvida, porque o lado espiritual desse fenômeno acaba sendo disruptivo e poderia gerar discussões que não interessam.

Mas o movimento da pandemia foi tão grande e tão abrangente que imaginei que poderia arriscar, sem ser crucificado. Mas, se for, fazer o que?

De tempos em tempos o planeta sofre disrupções e muda. No caso da covid, houve uma diferença. Pegou o mundo inteiro desprevenido. Não poupou países de economia rica e nem os pobres.

No primeiro momento a sequência de sentimentos começou com a surpresa. Depois veio o medo. Depois veio o temor. Depois veio o pânico coletivo. E, por fim, vieram as mortes e a doença ao redor de cada um de nós no Brasil e no mundo. E o medo tornou-se um sentimento coletivo.

Os governos, a mídia, as ongs tão poderosas com opiniões sobre tudo. A economia. A política. Todos silenciaram. O vírus transformou-se na mais agressiva linguagem mundial. 2020 passou no pânico e em 2021 o vírus veio acalmar a sua fúria a partir de setembro

Porém, ninguém esperava que ao fim da fase aguda da pandemia, a próxima vítima fosse a economia. E ainda não imagina que a próxima vítima dos desdobramentos seja a seja a política. Traduzindo: o planeta corre o risco de ver não ficar pedra sobre pedra da civilização até aqui construída ao longo de milhares de anos. Sei que são afirmações arriscadas e fortes. Mas parece que não haverá caminhos diferentes.

Uma das etapas da pandemia em 2020 foram os lockdowns e o isolamento social no mundo inteiro. Gerou grande confusão na economia pelo descompasso entre a pouca demanda e depois a pouca oferta de produtos quando a demanda recomeçou, agora em 2021. De outro lado o perfil de consumo das pessoas mudou muito.

O que antes não tinha valor passou a ser valorizado. E o que era muito valorizado perdeu a importância. Isso significa completa transformação de quase todos os segmentos de produção e de consumo da economia mundial.

Volto ao início do artigo. Por detrás de tudo isso e de tudo o que aconteceu fica bem claro que houve um certo planejamento fora do controle humano. Era pra transformar o ser humano usando o próprio ser humano. As religiões certamente atribuirão a uma divindade. Os espiritualistas atribuirão a um governo espiritual do mundo.

Quem não se enquadrar, também não poderá negar que transformações desse tamanho e importância não seriam casuais. Faço parte da crença de que existe uma ordem espiritual por detrás de tudo isso que aconteceu. Não sinto a necessidade de dar-lhe um nome. Só a de respeitar essa ordem.

Ao final, o que importa é que o planeta mudou absurdamente e não voltará atrás. As pessoas mudaram e mudarão em progressão absurda. Outra coisa, pra encerrar: não importa se o ser humano acredita ou não em algum valor espiritual.

O que importa, afinal, é que o que tiver de acontecer, está acontecendo e vai acontecer muito mais. O centro dessa nova ordem será o planeta renascido e o ser humano reconstruído. Mas a compreensão será um pouco mais lenta. Pode demorar. Mas não tem volta. Quem planejou, planejou!

Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso.

 

Reprodução: Repórter MT


O lutador olímpico, Igor Queiroz, 19 anos, se tornou bicampeão pan-americano de luta greco-romana, na quinta-feira (10), na cidade de Oaxtepec, no México. O atleta é natural de Cuiabá e morador do bairro Tijucal.

Igor foi introduzido ao mundo das lutas aos 9 anos de idade, por influência do pai Pablo Queiroz, que além de cabeleireiro é lutador de jiu-jítsu. “Eu inseri o Igor de maneira lúdica no mundo das lutas. No entanto, dentre várias modalidades que ele treinou, acabou se identificando com a luta greco-romana”.

Há mais de 5 anos o cuiabano integra a equipe de lutadores olímpicos da Seleção Brasileira e atualmente é titular absoluto no time da luta greco-romana.

O atleta já foi campeão brasileiro, sulamericano e já ficou em terceiro lugar no campeonato mundial escolar, entre outras participações e premiações que recebeu ao longo dos mais de 20 países que já visitou por meio das competições.

O lutador, que usa o bordão “do Tijucal para o mundo”, ainda continua na tentativa de arrumar um patrocínio. Segundo o pai de Igor, o único apoio financeiro que o atleta recebe é dos próprios familiares.

Igor retorna a Cuiabá neste sábado, onde seguirá os treinos para as futuras competições.

 

Reprodução: Hiper Notícias 


2+0+2+3 = 7

Esse ano é regido pelo número 7 que é o número de energia da espiritualidade.

O 7 é o número que representa a perfeição. A integração entre os mundos físicos e espiritual, sendo, portanto, o símbolo do Universo em transformação.

Mas, suas interpretações vão muito além.

Ele representa o lado místico e oculto de TUDO.

Que a nossa história em 2023 seja de muita conexão com Algo Maior, a Fonte, Deus para que possamos estar em ressonância com as Forças do Amor:

1) O SIM, esta significativa força do SIM à realidade como ela é, permeia todas as outras.

2) O PERTENCIMENTO: Todos têm o mesmo direito de pertencer.

3) A HIERARQUIA, a ordem, o respeito a quem vem antes.

4) E o DAR e RECEBER são a mesma coisa.

A LUZ É PAZ e BEM.

Bora para a Vida!

Eluise Dorileo é psicóloga, terapeuta familiar e maestria nas novas constelações quânticas.

Email eluisedorileo@hotmail.com


Reprodução

A Mattel, maior fabricante de brinquedos do mundo, lançou nesta semana a primeira linha de bonecas Barbie produzidas com 90% de plástico reciclado dos oceanos.

A coleção foi batizada de ‘Barbie Loves the Ocean’ (Barbie Ama os Oceanos, em tradução livre) e conta com uma arte promocional bem legal que faz referência à recente pegada mais sustentável da Mattel: “O futuro do rosa é o verde“.

A fabricante de brinquedos se comprometeu a produzir seus produtos com 100% de material reciclado até 2030.

“Este lançamento da Barbie é mais um acréscimo ao portfólio crescente da Mattel de marcas voltadas para um propósito que inspiram a consciência ambiental com o nosso consumidor como foco principal”, disse o presidente e diretor de operações da Mattel, Richard Dickson, em um anúncio feito à imprensa.

Richard também enfatizou a importância de se pensar em políticas ambientais de longo prazo, de olho no futuro da próxima geração.

“Na Mattel, capacitamos a próxima geração a explorar as maravilhas da infância e atingir seu potencial máximo. Fazemos nossa parte para garantir que as crianças também herdem um mundo cheio de potencial“.

FONTE: Razões para Acreditar


Por Valeriano Martins

No decorrer da minha vida profissional me deparei e ainda me deparo com vários mitos em relação ao intercâmbio. Por isso vou falar aqui sobre os cinco que escuto com frequência. O mais forte deles é imaginar que se trata de uma experiência apenas para pessoas jovens e adolescentes. Isso é um engano que impede muitos de realizarem seus sonhos, pois intercâmbio não tem idade!

A viagem internacional com o propósito de estudo e até mesmo trabalho, no caso dos adultos, pode ser realizada em qualquer fase da vida. É com muito orgulho que posso contar que no portfólio da Best Intercâmbio por exemplo, temos estudantes com mais de 70 anos e cada vez mais esse público está aumentando. Isso é incrível, pois incentiva outras pessoas dessa faixa etária a perceberem que a vida deve ser vivida da melhor maneira possível. Viajar, estudar e ver coisas novas com certeza é uma das opções que devem estar no topo da nossa lista.

Outro mito comum é sobre a língua inglesa. Acredito que por ser um dos idiomas considerados como universais e por estar fortemente presente no nosso dia a dia, como em filmes, músicas e cinema, várias pessoas chegam até nós imaginando que os países onde o inglês é falado são os únicos para os quais se pode viajar como intercambista. Então vamos desmitificar esta ideia também. Você pode viajar para estudar francês, italiano, espanhol, japonês, alemão! Enfim, a língua que quiser. Não existe fronteira. Basta procurar uma empresa de confiança e competente. A liberdade para viajar ao local que deseja estará garantida.

Estudar até ser fluente para só então fazer o intercâmbio: esse é o nosso terceiro mito. Aprender um novo idioma no país em que ele é nativo faz com que o aprendizado seja ainda mais rápido. Por isso, não é preciso ser craque em determinada língua para ser intercambista. Você vai aprender tudo durante a viagem.

O quarto mito: “vou economizar bastante, aí sim posso fazer meu intercâmbio”. Esse tipo de pensamento é bem comum. Realmente, não posso negar que se trata de um investimento, mas isso não significa que você precise desembolsar um alto valor. Existem diversas maneiras de baratear a viagem, como escolher bem o destino e o tempo de duração.

E para finalizar, vamos falar sobre intercâmbio e férias. Aqui é importante lembrar que esse tipo de experiência é um investimento pessoal em conhecimento e aprendizado. Por isso, precisa valer a pena. Isso não significa que você não vai poder visitar os pontos turísticos da cidade onde está ou sair para se divertir. O que não pode acontecer é esquecer de estudar. Afinal, você pagará por um curso, passagens e acomodação. O ideal é equilibrar os estudos com o lazer e aí com certeza seus resultados serão excelentes.

Anualmente realizamos a Feira de Educação Internacional com o objetivo de aproximar as instituições internacionais com o público interessado em fazer intercâmbios, oferecendo às pessoas a oportunidade de conversar e tirar suas dúvidas. Este ano, a feira acontece no próximo dia 22 de outubro, no Goiabeiras Shopping. O evento é aberto e totalmente gratuito.

Valeriano Martins é CEO da Best Intercâmbio


A novidade traz oito brinquedos inéditos para comemorar o lançamento do filme ambientado em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana

O McLanche Feliz proporciona entretenimento e diversão para os momentos em família há mais de 40 anos. E agora, a plataforma apresenta itens inéditos inspirados no novo filme da Disney e Pixar “Luca”.

A história é ambientada em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana e narra a jornada de amadurecimento de Luca junto de seu novo melhor amigo Alberto. Os meninos vivem um verão inesquecível repleto de gelatos, massas e intermináveis passeios de scooter. Mas toda a diversão é ameaçada por um segredo muito bem escondido: os dois são monstros marinhos de um mundo logo abaixo da superfície da água.

A novidade chega incrementando a parceria entre The Walt Disney Company Latin America e McLanche Feliz e reforça a aposta da rede em novas experiências que estimulam as atividades criativas e com muita diversão.

Para a família toda entrar no clima dessa empolgante estreia, o McLanche Feliz traz oito brinquedos inspirados nos personagens principais do filme:

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Muda de cor): submerja Luca e Alberto em água fria para revelar o tom de pele verde dos monstros marinhos. Coloque a peça da cauda à cabeça para completar a transformação;

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Nadando): gire a cauda do Luca e solte-a quando submergir o brinquedo na água, para fazê-lo nadar;

Giulia Marcovaldo: gire os braços de Giulia para trás e solte-os quando a submergir na água, para ver como nada;

Massimo Marcovaldo: dê corda ao Massimo e submerja-o na água, para ver como o Massimo move seus pés,enquanto nada e solta água pela boca.;

Machiavelli: aperte o botão embaixo de Machiavelli e submerja-o na água. Depois, solte o botão para enchê-lo. Tire-o da água e aperte o botão de novo, para que ele dispare água pela boca.

Monalisa: é uma pistola de água. Submerja a Monalisa em água fria e puxe sua cauda para enchê-la de água. Quando retirar da água, empurre a cauda novamente para a frente, para que a água saia pela boca.

Da esquerda para a direita: Luca Paguro (muda de cor), Alberto Scorfano (muda de cor), Luca Paguro (nadando), Alberto Scorfano (nadando), Giulia, Massimo, Machiavelli e Monalisa.

Os brinquedos já podem ser encontrados nos restaurantes da rede, que seguem operando pelo McDelivery e Drive-Thru em todo o país.

McLanche Feliz: ingredientes de qualidade e refeições equilibradas

Junto com seu compromisso em garantir momentos de diversão e aprendizagem, a companhia também mantém o compromisso de oferecer produtos de alta qualidade e os melhores ingredientes. Ao longo da última década a marca apresentou uma série de mudanças e evoluções em seu cardápio. Em 2019, o McDonald’s renovou sua proposta de menu infantil para oferecer uma opção ainda mais equilibrada, diminuindo as quantidades de sódio, gorduras, açúcares adicionados e incorporando mais frutas e vegetais.

Para ficar sempre por dentro das novidades e campanhas, acesse: https://www.mcdonalds.com.br.

 Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui mais de 2.200 restaurantes, entre unidades próprias e de seus subfranqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 31/03/2021). A empresa também mantém um sólido compromisso com o desenvolvimento das comunidades nas quais está presente e com a geração de primeiro emprego formal para jovens, além de utilizar sua escala para impactar de maneira positiva o meio-ambiente. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site: www.arcosdorados.com


O resgate dos animais das ruas e a oportunidade de dar um novo lar aos pets foi o que me motivou a iniciar um projeto em parceria com as Ongs (Organização Não Governamental) de apoio e cuidado ao animal.

O projeto piloto se deu com a disponibilização de 16 gatos, filhotes e adultos, pela Ong “É o Bicho”. Ao chegar na unidade Veterinária, cada animal passa por consulta para avaliação das condições gerais de saúde. E em apenas uma semana desde o início do projeto, 15 dos 16 gatos já tinham ganhado um novo lar.

Minha intenção é ampliar ainda mais a disponibilização de animais para adoção. As Ongs têm um papel importante no cuidado com os animais abandonados. Ainda para este mês, está previsto a disponibilização de cães e gatos para uma adoção responsável.

Qualquer pessoa que tenha interesse em cuidar e zelar de um pet pode fazer a adoção. Mas antes, deve fazer um cadastro e a equipe da Ong fará uma visita para levar as informações quanto as necessidades básicas de cada animal. Nossa campanha, que oportuniza às pessoas fazer uma adoção consciente, tem o apoio do plano de saúde animal referência no país, a Planvet.

Nossa clínica mantém atendimento 24 horas por dia, todos os dias da semana. Estamos também disponíveis para novas parcerias com outras Ongs da causa animal.

Para conhecer os animais disponíveis para adoção ou buscar parceria, basta nos fazer uma visita no endereço – Rua Professor João Félix, Número 396, Bairro Lixeira, em Cuiabá ou acessar nossa página no Instagram (@veterinariamt) ou Facebook (veterinariamatogrosso). Outras informações podem ser obtidas pelo número 65 3046-2850.

Anderson Nogueira é médico veterinário há mais de 15 anos e atende na Clínica Veterinária Mato Grosso.


Relacionamentos saudáveis, fortes e duradouros. Construir tudo isso com excelência não seria possível sem inspiração, coragem e exemplo. E é assim que hoje, em nossos 31 anos de empresa familiar, temos o orgulho de dizer que a força das mulheres se destaca em nosso meio.

Começamos nosso negócio como “Shopping da Construção”. Sempre fomos reconhecidos por termos produtos de acabamento diferenciados e fomos uma das primeiras lojas do segmento a ter autosserviço. Antes, tudo funcionava apenas como modalidade “venda de balcão”. Em 2006, trouxemos o primeiro modelo em formato “boutique”. Ao nos reposicionarmos no mercado com esse formato de loja personalizada, entendemos o quanto isso era importante.

Tudo em nossa empresa foi construído com amor e dedicação. Minha mãe fazia questão que eu e meu irmão sempre estivéssemos inseridos nos negócios da família. E assim estudamos e nos especializamos em diversas áreas para auxiliar e crescer ali dentro. Após a faculdade de arquitetura, fiz cursos de Gestão de Negócios e MBA em Varejo 4.0. Acompanhamos de perto a importância da gestão por sempre termos visto como nossos pais trabalhavam.

Em 2009, meus pais decidiram começar a Profissionalização da Gestão da Empresa, com a ideia de iniciar um processo de sucessão familiar com responsabilidade. Para isso, iniciamos uma longa preparação com um coaching para famílias empresárias em conjunto com várias consultorias nesse sentido.

Identificamos dentro de cada um de nós, o principal perfil para conseguirmos aproveitar ao máximo as características profissionais como indivíduos. Nas consultorias, trabalhamos liderança e governança. Implementamos ainda o programa de qualidade, para estudarmos questões de processos e mapeamento de procedimentos em todas as suas etapas.

Apesar de estarmos aprimorando nossos negócios e preparando tudo para que o processo sucessório dentro da família acontecesse com qualidade, não ficávamos pensando quando essa data realmente chegaria. Mas após a definição de protocolos da Bigolin, minha mãe comunicou que queria se ausentar e passar todos os setores para mim.

Nessa época, houve várias questões em nossas vidas, principalmente a pandemia que estava começando. E mais uma vez, foi um momento em que a experiência dela não poderia ser deixada de lado, nem mesmo para passar seu cargo à frente. Então, a gestão comercial foi passada para mim e os demais setores seguiram com seus gestores, que inclusive na maioria deles são mulheres que lideram. A direção geral e o respaldo final ainda é da nossa matriarca. Tenho muito orgulho da história iniciada por ela, especialmente porque o setor da construção civil é essencialmente masculino.

Trabalhamos muito para chegar até aqui, sempre buscando valorizar a gestão  feminina, enxergando em cada ser humano o potencial empreendedor e a real possibilidade de mudança de vida por meio de suas escolhas. Hoje somos o grupo Trindade Bigolin, trazendo o sobrenome da minha mãe, Lucimar Trindade Bigolin, junto com o do meu pai Olivo Bigolin. Meu irmão, Filipe Bigolin, é engenheiro civil e é ele quem cuida da construtora, a Egide. Prezamos por nossos valores e lideramos pelo exemplo. Temos como missão criar e manter relacionamentos saudáveis com nossos clientes e somos conhecidos pela solidez, pela ética e pela qualidade dos produtos e atendimento prestado.

Ariane Bigolin é arquiteta e sócia do grupo Trindade Bigolin