Farmácias de manipulação poderão vender produtos à base da planta

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (28) uma resolução que amplia o uso de terapias à base de cannabis. Com a norma, fica autorizada a venda do canabidiol em farmácias de manipulação e o cultivo da planta no país — por pessoas jurídicas — voltada para a fabricação de medicamentos e outros produtos aprovados.

Neste caso, a produção é restrita, compatível com a procura pelos itens e conforme indicado pelas empresas à Anvisa.

A Anvisa pretender criar e coordenar um comitê, integrado pelos Ministérios da Justiça, da Saúde e da Agricultura e Pecuária. Essa instância ficará incumbida de manter ações permanentes de controle e assegurar fiscalização e segurança em todas as etapas de produção.

Com a nova resolução do órgão, também fica permitida a comercialização de medicamentos usados via bucal, sublingual e dermatológica.

Também fica permitida a importação da planta ou do extrato para a fabricação de medicamentos.

Ficou decidido na reunião da Anvisa um limite de até 0,3% de THC (Tetrahidrocanabinol), composto da planta, tanto para materiais importados como para adquiridos. O THC é usado para tratamento de pessoas que vivem com diversas doenças debilitantes e crônicas.

As mudanças nas regras do uso da cannabis no país atendem a pedido do Superior Tribuna Federal (STF) que, no fim do ano passado, determinou que a Anvisa regulamentasse o uso da planta desde que com fins medicinais.

Otimismo

O mais novo passo na regulamentação da cannabis sativa como medicamento e objeto de pesquisa é recebido com otimismo por parcela significativa das entidades que levantam a bandeira.

Emilio Figueiredo, que participou da criação da primeira associação do país pensada para garantir o acesso de pacientes a medicamentos canábicos, celebra o avanço no debate e na concepção do ato normativo. “Foi muito interessante e surpreendente abrirem para a escuta”, afirmou o advogado, observando ser uma iniciativa inédita.

Cofundador da Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas, Figueiredo aposta em mais lucidez e assertividade sobre as soluções de ampliação do acesso. Ele comenta, ainda, o poder de atração da cannabis em diversos círculos, independentemente da posição política-ideológica, de modo que “a gente não tem nenhum modelo em que as pessoas se reúnem da mesma forma”.

Durante a reunião desta manhã, Jair Pereira Barbosa Júnior, representante da Federação das Associações de Cannabis Terapêutica (Fact), de Alto Paraíso (GO), salientou a capacidade de auto-organização do movimento associativo e a diminuição da insegurança jurídica com a regulamentação.

Aderência à cannabis no Brasil

Apesar dos obstáculos para obtenção dos remédios à base de cannabis, o Brasil soma 873 mil pessoas em tratamento, segundo o anuário da Kaya Mind, de 2025. O número é recorde e aparece após uma curva ascendente, ano após ano.

No total, há 315 associações provedoras de cannabis medicinal, das quais 47 conquistaram avanços judiciais para cultivo. Ao todo, foram identificadas pela Kaya Mind 27 hectares de plantio mantido por essas organizações.

O faturamento anual também é uma demonstração da maior aceitação desse tipo de substância. Em 2025, houve uma alta de 8,4% na comparação com 2024, chegando a R$ 971 milhões. Por seu potencial de mercado, o Brasil sedia a ExpoCannabis, que, ano passado, realizou sua terceira edição.

A proporção é de cerca de 2,7 médicos que prescrevem medicamentos canábicos para cada 10 mil pacientes, com uma média que fica entre 5,9 mil e 15.100 profissionais da saúde receitando mensalmente. Se, entre médicos, tem havido popularização, dentistas têm tido mais resistência. Apenas 0,2% deles os indicam aos pacientes que atendem.

Desde 2015, ao menos R$ 377,7 milhões foram gastos com fornecimento público de produtos à base de cannabis e somente cinco estados ainda não têm leis de fornecimento público de cannabis medicinal. Além disso, oito em cada dez (85%) dos municípios brasileiros já tiveram ao menos um paciente tratado com cannabis desde 2019. O relatório ressalta o encaminhamento, por 68 empresas, de 210 pedidos de Autorização Sanitária pela Resolução de Diretoria Colegiada (RDC) 327/19 desde 2020, com aprovação de 24 foram delas.

*Com informações de Letycia Bond


Trabalho foi contemplado no edital Viver Cultura – edição Lei Paulo Gustavo, promovido pela Secel

O Cine Teatro Cuiabá será palco da pré-estreia de Rabecaju, o novo álbum da multiartista Caju da Rabeca, no próximo sábado (31.1), às 20h30. Contemplado pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) no edital Viver Cultura – edição Lei Paulo Gustavo, o trabalho é um mergulho nas experimentações de Caju com a rabeca, instrumento de cordas percursor do violino e que faz parte da cultura popular brasileira.

O álbum é composto por 13 faixas e estará disponível em todas as plataformas digitais no dia 13 de fevereiro. Para conferir o evento de pré-estreia, que contará com tradução em libras, basta retirar os ingressos na plataforma sympla (link aqui) e levar 2 quilos de alimento não perecível.

A coletânea de fonogramas musicais revela as próprias vivências do artista, sua história de vida e trajetórias a partir de experimentações e estudos com a rabeca, que também é um corpo em transitoriedade.

Inspirado nos folguedos “molhados” de rabeca, nos rasqueados e siriri mato-grossenses, nos batuques brasileiros, o álbum tece uma trama de sons onde se ouvem ganzás, mochos, violas de cocho, sanfonas e vozes que carregam territórios vividos, sonorizados.

Segundo Caju, o trabalho apresenta uma travessia rítmica do encontro entre esse corpo exterior, que é a rabeca, um instrumento que tem uma identidade própria, com o corpo do artista, que é trans e mora em Chapada dos Guimarães.

“Ocupo um corpo trans, fluído, que caminha entre vários gêneros e que tem uma história, que tem uma caminhada que vai do teatro à construção de narrativas sonoras. A rabeca também tem sua história própria até chegar aqui. As composições permeiam esses registros de memórias vivas”, enfatiza.

Rabecaju traz também algumas composições que já são sucesso, como a música Girandeira, que tem uma nova roupagem com a participação especial do Coral Infantil Cantos do Cerrado.

Além disso, o álbum inclui gravações inéditas com o Grupo de Siriri Flor do Cambambi e conta com a participação especial de quatro artistas LGBTs em uma faixa do álbum: Cris Chaves, A Luisa Lamar, Mônica Seven e Estela Ceregatti.

O show de pré-estreia contará com a participação especial da dançarina Adriana Achla, que também estrelou o clipe de Girandeira, e do ator Andreel Ferreira, que executará uma performance como Boi Cativa.

Caju destaca que o público pode esperar não apenas um show musical, mas um convite a uma experiência. “O álbum traz trovas, ruídos, poesia e até o silêncio, elementos que não são mais tão usuais na música, mas que reconhecem a potência de todas as formas de vida, que resistem, criam e celebram”.

A terra canta, a rabeca fala, o corpo “transfluido” dança

Créditos – Ju Queiroz

O produtor cultural explica que, por essa hibridação, tem chamado o álbum de folguedos molhados. A rabeca, em suas mãos, é mais que instrumento: é extensão do corpo que lembra, veículo de afeto, tecnologia ancestral de registro, onde ela é metáfora viva das corporalidades dissidentes.

“São registros autorais, escalas e elementos variados, que incluem passagens, toadas e melodias. Fui inserindo registros e fusões de paisagens sonoras, com elementos da natureza que se manifesta aqui mesmo na Chapada, como o vento, o barulho da água de rio, o canto das cigarras… entrelaçando esses fenômenos, que também são musicais, em conjunto com a rabeca”, enfatiza Caju.

O álbum é sonoplastia que vira paisagem, música que vira documento, poesia que vira trova no ar. É um projeto que transita e habita entre  sonoras e músicas.

“Rabecaju é um organismo sonoro. Um gesto de registro, um ato de resistência. São registros que vivem na voz que recita poesia, no atrito do arco nas cordas, nas toadas e no silêncio entre uma trova e outra. Memória, aqui, é coisa viva — corpórea, transmissível, sensível”, conclui o artista.

Serviço | Show de pré-estreia do álbum “Rabecaju”
Quando: sábado (31.1), às 20h30
Onde: Cine Teatro Cuiabá
Entrada: 2kg de alimento não perecível + retirada do ingresso no site  https://www.sympla.com.br/evento/show-rabecaju/3272429 

(Com informações da Assessoria)


Chapada dos Guimarães recebeu o Curso de Capacitação de Condutor de Turismo de Pesca, uma iniciativa voltada ao fortalecimento do turismo sustentável e à qualificação profissional no Estado de Mato Grosso. A ação foi realizada pela Igarapesca – Jungle Fishing, com apoio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (SEDEC/MT) e do Governo do Estado de Mato Grosso, contando ainda com a presença da Secretaria Municipal de Turismo e Meio Ambiente de Chapada dos Guimarães.

O curso foi realizado nos dias 26 e 27 de janeiro, das 8h às 18h, e no dia 28 de janeiro, das 8h às 12h, no espaço da Marina Morro do Chapéu, em Chapada dos Guimarães. A capacitação contou com carga horária total de 30 horas/aula, reunindo atividades teóricas, dinâmicas de grupo e aula prática presencial.

A formação teve como objetivo qualificar condutores de turismo de pesca, contribuindo para a melhoria da prestação de serviços, o fortalecimento do turismo regional e a geração de renda nos municípios vocacionados para essa atividade. O curso enquadrou-se no perfil da Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 5115-10) e não exigiu escolaridade mínima, utilizando linguagem acessível e conteúdos práticos alinhados à realidade dos profissionais da área.

A capacitação foi totalmente gratuita, com fornecimento de material didático e certificado de conclusão aos participantes. Cada turma contou com até 20 cursistas, selecionados por meio de inscrição on-line.

A iniciativa reforçou o compromisso da Igarapesca, do Governo do Estado e do município de Chapada dos Guimarães com o desenvolvimento do turismo de pesca de forma responsável, valorizando os recursos naturais, a cultura local e a qualificação da mão de obra regional.


Mais 2 pacientes voltaram a se mexer após a injeção da polilaminina com autorização judicial. Eles são de SP e MS e sofreram lesões na medula. – Fotos: reprodução Redes/Folha

No meio de tanta notícia ruim por aí, a polilaminina traz a esperança de volta: mais 2 pacientes tratados com a proteína experimental desenvolvida pela bióloga Tatiana Sampaio, da UFRJ, voltaram a mexer partes do corpo em São Paulo e no Mato Grosso do Sul.

Em São Paulo, uma influencer que sofreu lesão na coluna após mergulho em Maresias voltou a mexer o braço direito, depois do tratamento experimental e revolucionário. No Mato Grosso do Sul, um estudante de 19 anos que sofreu acidente com arma de fogo e ficou tetraplégico disse num vídeo: “consegui ver pela primeira vez o nervo da minha perna se mexer”.

E no Paraná, um idoso de 64 anos que ficou paraplégico após depois de um acidente de trânsito, foi o primeiro no estado a receber a injeção da polilaminina. Todos conseguiram o tratamento com ações na justiça.

A paciente de SP

A nutricionista e influenciadora Flávia Bueno, de 35 anos, conseguiu a liminar na última quinta-feira (22), para fazer o tratamento experimental com a polilaminina.

E o resultado foi rápido: a família contou que ela já conseguiu mexer o braço, o que não acontecia antes da aplicação da proteína: “Três dias após aplicação judicial da polilaminina, ela movimentou o braço direito pela primeira vez”, diz a legenda do vídeo postado nas redes. Assista abaixo.

A aplicação foi feita na última sexta-feira (23) no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde Flávia permanece internada. Ela teve uma lesão grave que prejudicou sua medula espinhal em três diferentes vértebras (C3, C4 e C5).

O paciente do MS

O jovem Luiz Otávio Santos Nunes, de 19 anos, gravou num vídeo contanto que, depois da aplicação da polilaminina sentiu pela primeira vez o nervo de uma das pernas se mexer novamente.

Ele sofreu um acidente com arma de fogo em outubro de 2025 e ficou tetraplégico.

Luiz é o primeiro paciente a receber o tratamento no Mato Grosso do Sul.

Primeiro paciente no Paraná

Em Maringá (PR), um paciente idoso, de 64 anos, que ficou paraplégico após sofrer um grave acidente de trânsito, conseguiu o direito de receber o tratamento experimental no Hospital Santa Casa de Maringá.

Ele está internado desde o dia 18 de dezembro com braços e pernas comprometidos pela grave lesão que teve na medula.

A família dele, que é da cidade de Colorado, região norte do estado, aguarda com expectativa um avanço na recuperação do idoso.

O que é a polilaminina

A polilaminina vem sendo estudada há 25 anos pela bióloga Tatiana Sampaio, da UFRJ.

O composto é uma versão recriada em laboratório da laminina, uma proteína encontrada no desenvolvimento embrionário, extraída da placenta, que ajuda os neurônios a se conectarem e tem se mostrado capaz de regenerar lesões na medula espinhal.

O tratamento é injetado direto na área lesada da medula espinhal e tem provocado resultados impressionantes em vários pacientes que já conseguiram autorização da justiça para fazer o tratamento experimental.

A substância está em fase de testes em humanos. Estudos da fase 1 da pesquisa foram autorizados pela Anvisa.

Os primeiros pacientes beneficiados com o tratamento

O 1º paciente a receber a aplicação, Luiz Fernando Mozer, de 37 anos, sofreu lesão medular em um acidente durante uma apresentação de motocross, no Espírito Santo. Menos de 48h após a aplicação, ele passou a relatar sensibilidade nos membros inferiores e conseguiu contrair músculos da coxa e da região anal.

O 2º paciente, de 35 anos, tratado em um hospital do Rio após uma queda de moto, apresentou leve movimento do pé e sensibilidade em partes das pernas. Ambos os procedimentos foram realizados pelo neurocirurgião Bruno Alexandre Côrtes, do Hospital Municipal Souza Aguiar.

O 3º foi Bruno Drummond de Freitas, de 31 anos, diagnosticado com tetraplegia, que voltou a andar.

O 4º foi Diogo Barros Brollo, de 35, que ficou paraplégico no Rio de Janeiro, mexeu o pé depois de usar a polilaminina,

E o 5º foi jovem de 24 anos que sofreu acidente numa cachoeira do Espírito Santo. Ele sofreu fratura na vértebra C7, teve lesão medular completa na altura da C4 e ficou tetraplégico. Mas já voltou a mexer os braços, como mostra um vídeo divulgado pelo médico dele no último dia 24.

Pelo menos 15 pacientes brasileiros já conseguiram na justiça o direito de fazer o tratamento com a substância desenvolvida pela bióloga Tatiana Sampaio, em parceira com o laboratório Cristália.

Assista aos vídeos dos 2 pacientes que voltaram a se mexer após o tratamento com a polilaminina:

 

 

 

Rinaldo de Oliveira


Ação é promovida pelo Shopping Estação Cuiabá

O Estação do Bem promoveu um dia especial para crianças atendidas pelo projeto social Xás Crianças na última terça-feira, 27. Ao todo, 35 crianças participaram de uma programação completa de lazer, cultura e experiências marcantes, pensadas para levar aprendizado e memórias que ficarão para a vida toda.

A programação começou com café da manhã na Padaria Viena, seguido por uma série de atividades recreativas e educativas. As crianças também puderam se divertir na Vila Trampolim e no Planet Park, além de participarem de momentos de convivência e aprendizado ao longo do dia. O almoço foi realizado no Burger King.

No período da tarde, o grupo assistiu a um filme no Cinépolis, brincou e jogou no GGC, acompanhou uma sessão de contação de histórias na Livraria Leitura e encerrou o passeio com um momento especial na Creme Mania.

O gerente de Marketing do Shopping Estação Cuiabá, Deucimar Serra, reforça o compromisso social do empreendimento. “Ficamos muito felizes em cumprir nosso papel como agentes de transformação social, oferecendo momentos de lazer, encantamento e esperança para essas crianças. O Estação do Bem nasceu justamente com esse propósito de aproximar, incluir e fazer a diferença”, afirma.

Desenvolvido dentro da Base Comunitária do Araés, única no Brasil totalmente aberta à comunidade, o projeto Xás Crianças atende atualmente 989 pessoas da região Oeste de Cuiabá. A iniciativa oferece atividades esportivas, culturais e sociais como karatê, capoeira e futebol, promovendo qualidade de vida, disciplina e novas perspectivas de futuro, além de fortalecer a relação entre a Polícia Militar e a comunidade.


Iniciativa tem o objetivo de promover reflexão e conscientização da sociedade no combate ao trabalho análogo ao de escravo

Nesta quarta-feira (28.1), Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), em parceria com a Comissão Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo (COETRAE/MT) e Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região de Mato Grosso,  recebe a exposição fotográfica “Retrato Escravo”.

O objetivo da iniciativa é promover reflexão e conscientização da sociedade no combate ao crime, que mesmo abolido pela Lei Aurea em 1888, atravessa décadas se modificando e persistindo em diversos estados brasileiros em atividades análogas à escravidão.

A exposição reúne imagens que retratam e denunciam o trabalho em condições análogas à escravidão em diferentes regiões do país, dos fotógrafos João Roberto Ripper e Sérgio Carvalho. As fotografias fazem parte do acervo do Centro de Memória da Justiça do Trabalho de Minas Gerais.

Em Mato Grosso, às vítimas possuem amparo da Comissão Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo, vinculada à Secretaria de Segurança, que acompanha e monitora as denúncias no Estado.

Serviço | Exposição “Retrato Escravo”

Data: 28.01  das 08h às 18h
Local: sede da Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso (SESP), Centro Político Administrativo, Cuiabá-MT


As aulas gratuitas de rasqueado e lambadão realizadas no Complexo Biocultural do Porto vêm se consolidando como uma das principais iniciativas de valorização da cultura popular cuiabana em 2026. As atividades acontecem todas as quintas-feiras, das 19h às 22h, no espaço localizado no Complexo Biocultural do Poto, antigo Mercado do Porto, ao lado do Aquário Municipal, e seguem ao longo de todo o ano, sob a orientação do professor Vladimir Reis. Diante da grande procura e do elevado número de inscritos, a direão do complexo avalia a possibilidade de abertura de uma nova turma.

Aberto a pessoas de todas as idades, o projeto vai além do ensino da dança. A proposta é integrar a comunidade da Baixada Cuiabana ao Complexo, fortalecendo vínculos sociais, promovendo bem-estar físico e mental e reafirmando a identidade cultural da região. Segundo a diretora do Complexo Biocultural do Porto, Célia Moura, “ensinar os ritmos da terra no berço histórico do Porto é devolver a alma ao lugar e garantir que essa cultura continue viva nas novas gerações”.

De acordo com a gestora, a gratuidade das aulas é um ponto central da iniciativa. “Quando o lambadão toca, ele manda um recado claro: este espaço é da comunidade. Não há barreiras, nem muros invisíveis”, destaca. A presença constante de famílias, jovens e idosos transforma o Complexo em um espaço de convivência segura, afetiva e democrática, contribuindo também para a preservação do patrimônio público.

Outro aspecto ressaltado por Célia Moura é o papel das aulas como elo entre Cuiabá e Várzea Grande. “O Porto sempre foi ponto de encontro. O rasqueado e o lambadão são linguagens comuns aos dois lados do rio e ajudam a construir uma integração real entre as cidades”, afirma. A escolha dos ritmos também favorece o encontro de gerações, reunindo no mesmo ambiente a memória dos mais velhos e a energia da juventude.

Além do impacto cultural, o projeto tem reflexos diretos na saúde e na qualidade de vida dos participantes. A dança funciona como atividade física, combate o sedentarismo e estimula a socialização. “Dançar melhora a autoestima, fortalece os laços comunitários e cria uma rede de apoio natural, especialmente para idosos e pessoas em situação de isolamento”, observa a diretora.

Para participar, basta comparecer ao Complexo Biocultural do Porto e realizar a inscrição para obtenção da carteirinha de acesso. A iniciativa integra uma programação mais ampla do espaço, voltada à diversificação de atividades culturais e de bem-estar, reforçando o papel do Porto como um território vivo, de pertencimento e de valorização da cultura cuiabana.

SERVIÇO 
Assunto: Aulas gratuitas de rasqueado e lambadão
Entrevistados: Célia Moura – diretora do Complexo Biocultural do Porto, Vlademir Reis – professor de dança e alunos
Quando: Quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
Horário: Das 19h às 22h
Onde: Complexo Biocultural do Porto – antigo Mercado do Porto, ao lado do Aquário Municipal


Marca dá continuidade ao “movimento pelo refrescamento” e amplia a conversa com o lançamento de uma nova plataforma de bebidas

Indo além de uma campanha sazonal, o Bob’s dá um passo estratégico ao lançar o Bob’s Refresh, uma plataforma proprietária e perene que consolida o refrescamento como um território contínuo da marca. A iniciativa nasce a partir de um comportamento cultural já estabelecido: no calor, as pessoas não buscam apenas produtos gelados, mas pausas reais de alívio, momentos de escape, conversa e leveza no dia a dia.

Reconhecido por sua autoridade em sobremesas geladas, o Bob’s amplia esse território e passa a atuar de forma mais ampla no universo do refrescamento, transformando essa conexão em linguagem, experiência e conteúdo. O objetivo é reforçar a marca como ponto de referência do verão, indo além do consumo e se posicionando como um lugar de encontro, pausa e refresco.

A conexão da marca com o verão é natural e construída ao longo do tempo. As sobremesas geladas da rede são altamente reconhecidas pelos consumidores e fazem parte do repertório afetivo do público, sustentando esse posicionamento. Segundo pesquisa liderada pela ACTRA, o Milk Shake do Bob’s é o preferido dos brasileiros, com 34% dos entrevistados destacando a cremosidade ideal para tomar no canudinho como principal diferencial, além do sabor Crocante, descrito como inconfundível. Como parte das ativações de verão, os Milk Shakes clássicos entram em promoção por tempo limitado, por R$ 10,90 no app do Bob’s.

Desenvolvida em parceria com a Artplan, a campanha se traduz em uma comunicação vibrante, participativa e culturalmente relevante, conectando produto, cultura digital, influência e experiência urbana. Como parte das ativações, a marca vai lançar um vídeo de dança com DiGelo, produzido com o uso de inteligência artificial, ampliando a conversa com o público de forma inovadora. A estratégia reforça a capacidade do Bob’s de entender o ritmo das pessoas e ativar momentos de alívio de forma próxima e conectada.

A construção desse território não é recente. No verão anterior, o Bob’s já havia iniciado esse movimento, com repercussão positiva nos veículos de comunicação e reconhecimento do posicionamento da marca como referência da estação. Agora, a iniciativa ganha escala e continuidade.

“A chegada da plataforma Bob’s Refresh responde a uma visão de longo prazo. É um território que sustenta inovação contínua, amplia nosso portfólio e fortalece a conexão da marca com diferentes ocasiões de consumo ao longo do ano. Refrescamento é sobre comportamento, não apenas temperatura. Ao transformar esse momento em plataforma, o Bob’s passa a dialogar com pausas, encontros e rituais do dia a dia das pessoas, criando relevância que vai além da sazonalidade do verão”, finaliza Felipe Diniz, gerente de marketing do Bob’s.

Para marcar a estreia do Bob’s Refresh, a marca apresenta quatro sabores de bebidas:

  • Soda Americana de Maçã Verde com Fanta
  • Soda Italiana de Maçã Verde, com água Crystal com gás
  • Soda Italiana de Framboesa, com água Crystal com gás
  • Pink Lemonade clássica, com água Crystal sem gás

Mais do que um lançamento pontual, o Bob’s Refresh nasce como uma plataforma viva, pensada para evoluir continuamente, com renovação de produtos, sabores e ativações. O refrescamento passa a ser um pilar estruturante da marca, reforçando sua conexão com o verão e com os momentos de pausa que fazem parte da rotina durante todo o ano.

Para mais informações acesse: Bob’s Brasil


Em mais de uma oportunidade prometi aqui neste espaço comentar sobre as questões espirituais envolvidas na onda da covid 19. Sempre fiquei em dúvida, porque o lado espiritual desse fenômeno acaba sendo disruptivo e poderia gerar discussões que não interessam.

Mas o movimento da pandemia foi tão grande e tão abrangente que imaginei que poderia arriscar, sem ser crucificado. Mas, se for, fazer o que?

De tempos em tempos o planeta sofre disrupções e muda. No caso da covid, houve uma diferença. Pegou o mundo inteiro desprevenido. Não poupou países de economia rica e nem os pobres.

No primeiro momento a sequência de sentimentos começou com a surpresa. Depois veio o medo. Depois veio o temor. Depois veio o pânico coletivo. E, por fim, vieram as mortes e a doença ao redor de cada um de nós no Brasil e no mundo. E o medo tornou-se um sentimento coletivo.

Os governos, a mídia, as ongs tão poderosas com opiniões sobre tudo. A economia. A política. Todos silenciaram. O vírus transformou-se na mais agressiva linguagem mundial. 2020 passou no pânico e em 2021 o vírus veio acalmar a sua fúria a partir de setembro

Porém, ninguém esperava que ao fim da fase aguda da pandemia, a próxima vítima fosse a economia. E ainda não imagina que a próxima vítima dos desdobramentos seja a seja a política. Traduzindo: o planeta corre o risco de ver não ficar pedra sobre pedra da civilização até aqui construída ao longo de milhares de anos. Sei que são afirmações arriscadas e fortes. Mas parece que não haverá caminhos diferentes.

Uma das etapas da pandemia em 2020 foram os lockdowns e o isolamento social no mundo inteiro. Gerou grande confusão na economia pelo descompasso entre a pouca demanda e depois a pouca oferta de produtos quando a demanda recomeçou, agora em 2021. De outro lado o perfil de consumo das pessoas mudou muito.

O que antes não tinha valor passou a ser valorizado. E o que era muito valorizado perdeu a importância. Isso significa completa transformação de quase todos os segmentos de produção e de consumo da economia mundial.

Volto ao início do artigo. Por detrás de tudo isso e de tudo o que aconteceu fica bem claro que houve um certo planejamento fora do controle humano. Era pra transformar o ser humano usando o próprio ser humano. As religiões certamente atribuirão a uma divindade. Os espiritualistas atribuirão a um governo espiritual do mundo.

Quem não se enquadrar, também não poderá negar que transformações desse tamanho e importância não seriam casuais. Faço parte da crença de que existe uma ordem espiritual por detrás de tudo isso que aconteceu. Não sinto a necessidade de dar-lhe um nome. Só a de respeitar essa ordem.

Ao final, o que importa é que o planeta mudou absurdamente e não voltará atrás. As pessoas mudaram e mudarão em progressão absurda. Outra coisa, pra encerrar: não importa se o ser humano acredita ou não em algum valor espiritual.

O que importa, afinal, é que o que tiver de acontecer, está acontecendo e vai acontecer muito mais. O centro dessa nova ordem será o planeta renascido e o ser humano reconstruído. Mas a compreensão será um pouco mais lenta. Pode demorar. Mas não tem volta. Quem planejou, planejou!

Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso.

 

Reprodução: Repórter MT


O lutador olímpico, Igor Queiroz, 19 anos, se tornou bicampeão pan-americano de luta greco-romana, na quinta-feira (10), na cidade de Oaxtepec, no México. O atleta é natural de Cuiabá e morador do bairro Tijucal.

Igor foi introduzido ao mundo das lutas aos 9 anos de idade, por influência do pai Pablo Queiroz, que além de cabeleireiro é lutador de jiu-jítsu. “Eu inseri o Igor de maneira lúdica no mundo das lutas. No entanto, dentre várias modalidades que ele treinou, acabou se identificando com a luta greco-romana”.

Há mais de 5 anos o cuiabano integra a equipe de lutadores olímpicos da Seleção Brasileira e atualmente é titular absoluto no time da luta greco-romana.

O atleta já foi campeão brasileiro, sulamericano e já ficou em terceiro lugar no campeonato mundial escolar, entre outras participações e premiações que recebeu ao longo dos mais de 20 países que já visitou por meio das competições.

O lutador, que usa o bordão “do Tijucal para o mundo”, ainda continua na tentativa de arrumar um patrocínio. Segundo o pai de Igor, o único apoio financeiro que o atleta recebe é dos próprios familiares.

Igor retorna a Cuiabá neste sábado, onde seguirá os treinos para as futuras competições.

 

Reprodução: Hiper Notícias 


2+0+2+3 = 7

Esse ano é regido pelo número 7 que é o número de energia da espiritualidade.

O 7 é o número que representa a perfeição. A integração entre os mundos físicos e espiritual, sendo, portanto, o símbolo do Universo em transformação.

Mas, suas interpretações vão muito além.

Ele representa o lado místico e oculto de TUDO.

Que a nossa história em 2023 seja de muita conexão com Algo Maior, a Fonte, Deus para que possamos estar em ressonância com as Forças do Amor:

1) O SIM, esta significativa força do SIM à realidade como ela é, permeia todas as outras.

2) O PERTENCIMENTO: Todos têm o mesmo direito de pertencer.

3) A HIERARQUIA, a ordem, o respeito a quem vem antes.

4) E o DAR e RECEBER são a mesma coisa.

A LUZ É PAZ e BEM.

Bora para a Vida!

Eluise Dorileo é psicóloga, terapeuta familiar e maestria nas novas constelações quânticas.

Email eluisedorileo@hotmail.com


Reprodução

A Mattel, maior fabricante de brinquedos do mundo, lançou nesta semana a primeira linha de bonecas Barbie produzidas com 90% de plástico reciclado dos oceanos.

A coleção foi batizada de ‘Barbie Loves the Ocean’ (Barbie Ama os Oceanos, em tradução livre) e conta com uma arte promocional bem legal que faz referência à recente pegada mais sustentável da Mattel: “O futuro do rosa é o verde“.

A fabricante de brinquedos se comprometeu a produzir seus produtos com 100% de material reciclado até 2030.

“Este lançamento da Barbie é mais um acréscimo ao portfólio crescente da Mattel de marcas voltadas para um propósito que inspiram a consciência ambiental com o nosso consumidor como foco principal”, disse o presidente e diretor de operações da Mattel, Richard Dickson, em um anúncio feito à imprensa.

Richard também enfatizou a importância de se pensar em políticas ambientais de longo prazo, de olho no futuro da próxima geração.

“Na Mattel, capacitamos a próxima geração a explorar as maravilhas da infância e atingir seu potencial máximo. Fazemos nossa parte para garantir que as crianças também herdem um mundo cheio de potencial“.

FONTE: Razões para Acreditar


Por Valeriano Martins

No decorrer da minha vida profissional me deparei e ainda me deparo com vários mitos em relação ao intercâmbio. Por isso vou falar aqui sobre os cinco que escuto com frequência. O mais forte deles é imaginar que se trata de uma experiência apenas para pessoas jovens e adolescentes. Isso é um engano que impede muitos de realizarem seus sonhos, pois intercâmbio não tem idade!

A viagem internacional com o propósito de estudo e até mesmo trabalho, no caso dos adultos, pode ser realizada em qualquer fase da vida. É com muito orgulho que posso contar que no portfólio da Best Intercâmbio por exemplo, temos estudantes com mais de 70 anos e cada vez mais esse público está aumentando. Isso é incrível, pois incentiva outras pessoas dessa faixa etária a perceberem que a vida deve ser vivida da melhor maneira possível. Viajar, estudar e ver coisas novas com certeza é uma das opções que devem estar no topo da nossa lista.

Outro mito comum é sobre a língua inglesa. Acredito que por ser um dos idiomas considerados como universais e por estar fortemente presente no nosso dia a dia, como em filmes, músicas e cinema, várias pessoas chegam até nós imaginando que os países onde o inglês é falado são os únicos para os quais se pode viajar como intercambista. Então vamos desmitificar esta ideia também. Você pode viajar para estudar francês, italiano, espanhol, japonês, alemão! Enfim, a língua que quiser. Não existe fronteira. Basta procurar uma empresa de confiança e competente. A liberdade para viajar ao local que deseja estará garantida.

Estudar até ser fluente para só então fazer o intercâmbio: esse é o nosso terceiro mito. Aprender um novo idioma no país em que ele é nativo faz com que o aprendizado seja ainda mais rápido. Por isso, não é preciso ser craque em determinada língua para ser intercambista. Você vai aprender tudo durante a viagem.

O quarto mito: “vou economizar bastante, aí sim posso fazer meu intercâmbio”. Esse tipo de pensamento é bem comum. Realmente, não posso negar que se trata de um investimento, mas isso não significa que você precise desembolsar um alto valor. Existem diversas maneiras de baratear a viagem, como escolher bem o destino e o tempo de duração.

E para finalizar, vamos falar sobre intercâmbio e férias. Aqui é importante lembrar que esse tipo de experiência é um investimento pessoal em conhecimento e aprendizado. Por isso, precisa valer a pena. Isso não significa que você não vai poder visitar os pontos turísticos da cidade onde está ou sair para se divertir. O que não pode acontecer é esquecer de estudar. Afinal, você pagará por um curso, passagens e acomodação. O ideal é equilibrar os estudos com o lazer e aí com certeza seus resultados serão excelentes.

Anualmente realizamos a Feira de Educação Internacional com o objetivo de aproximar as instituições internacionais com o público interessado em fazer intercâmbios, oferecendo às pessoas a oportunidade de conversar e tirar suas dúvidas. Este ano, a feira acontece no próximo dia 22 de outubro, no Goiabeiras Shopping. O evento é aberto e totalmente gratuito.

Valeriano Martins é CEO da Best Intercâmbio


O resgate dos animais das ruas e a oportunidade de dar um novo lar aos pets foi o que me motivou a iniciar um projeto em parceria com as Ongs (Organização Não Governamental) de apoio e cuidado ao animal.

O projeto piloto se deu com a disponibilização de 16 gatos, filhotes e adultos, pela Ong “É o Bicho”. Ao chegar na unidade Veterinária, cada animal passa por consulta para avaliação das condições gerais de saúde. E em apenas uma semana desde o início do projeto, 15 dos 16 gatos já tinham ganhado um novo lar.

Minha intenção é ampliar ainda mais a disponibilização de animais para adoção. As Ongs têm um papel importante no cuidado com os animais abandonados. Ainda para este mês, está previsto a disponibilização de cães e gatos para uma adoção responsável.

Qualquer pessoa que tenha interesse em cuidar e zelar de um pet pode fazer a adoção. Mas antes, deve fazer um cadastro e a equipe da Ong fará uma visita para levar as informações quanto as necessidades básicas de cada animal. Nossa campanha, que oportuniza às pessoas fazer uma adoção consciente, tem o apoio do plano de saúde animal referência no país, a Planvet.

Nossa clínica mantém atendimento 24 horas por dia, todos os dias da semana. Estamos também disponíveis para novas parcerias com outras Ongs da causa animal.

Para conhecer os animais disponíveis para adoção ou buscar parceria, basta nos fazer uma visita no endereço – Rua Professor João Félix, Número 396, Bairro Lixeira, em Cuiabá ou acessar nossa página no Instagram (@veterinariamt) ou Facebook (veterinariamatogrosso). Outras informações podem ser obtidas pelo número 65 3046-2850.

Anderson Nogueira é médico veterinário há mais de 15 anos e atende na Clínica Veterinária Mato Grosso.


A novidade traz oito brinquedos inéditos para comemorar o lançamento do filme ambientado em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana

O McLanche Feliz proporciona entretenimento e diversão para os momentos em família há mais de 40 anos. E agora, a plataforma apresenta itens inéditos inspirados no novo filme da Disney e Pixar “Luca”.

A história é ambientada em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana e narra a jornada de amadurecimento de Luca junto de seu novo melhor amigo Alberto. Os meninos vivem um verão inesquecível repleto de gelatos, massas e intermináveis passeios de scooter. Mas toda a diversão é ameaçada por um segredo muito bem escondido: os dois são monstros marinhos de um mundo logo abaixo da superfície da água.

A novidade chega incrementando a parceria entre The Walt Disney Company Latin America e McLanche Feliz e reforça a aposta da rede em novas experiências que estimulam as atividades criativas e com muita diversão.

Para a família toda entrar no clima dessa empolgante estreia, o McLanche Feliz traz oito brinquedos inspirados nos personagens principais do filme:

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Muda de cor): submerja Luca e Alberto em água fria para revelar o tom de pele verde dos monstros marinhos. Coloque a peça da cauda à cabeça para completar a transformação;

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Nadando): gire a cauda do Luca e solte-a quando submergir o brinquedo na água, para fazê-lo nadar;

Giulia Marcovaldo: gire os braços de Giulia para trás e solte-os quando a submergir na água, para ver como nada;

Massimo Marcovaldo: dê corda ao Massimo e submerja-o na água, para ver como o Massimo move seus pés,enquanto nada e solta água pela boca.;

Machiavelli: aperte o botão embaixo de Machiavelli e submerja-o na água. Depois, solte o botão para enchê-lo. Tire-o da água e aperte o botão de novo, para que ele dispare água pela boca.

Monalisa: é uma pistola de água. Submerja a Monalisa em água fria e puxe sua cauda para enchê-la de água. Quando retirar da água, empurre a cauda novamente para a frente, para que a água saia pela boca.

Da esquerda para a direita: Luca Paguro (muda de cor), Alberto Scorfano (muda de cor), Luca Paguro (nadando), Alberto Scorfano (nadando), Giulia, Massimo, Machiavelli e Monalisa.

Os brinquedos já podem ser encontrados nos restaurantes da rede, que seguem operando pelo McDelivery e Drive-Thru em todo o país.

McLanche Feliz: ingredientes de qualidade e refeições equilibradas

Junto com seu compromisso em garantir momentos de diversão e aprendizagem, a companhia também mantém o compromisso de oferecer produtos de alta qualidade e os melhores ingredientes. Ao longo da última década a marca apresentou uma série de mudanças e evoluções em seu cardápio. Em 2019, o McDonald’s renovou sua proposta de menu infantil para oferecer uma opção ainda mais equilibrada, diminuindo as quantidades de sódio, gorduras, açúcares adicionados e incorporando mais frutas e vegetais.

Para ficar sempre por dentro das novidades e campanhas, acesse: https://www.mcdonalds.com.br.

 Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui mais de 2.200 restaurantes, entre unidades próprias e de seus subfranqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 31/03/2021). A empresa também mantém um sólido compromisso com o desenvolvimento das comunidades nas quais está presente e com a geração de primeiro emprego formal para jovens, além de utilizar sua escala para impactar de maneira positiva o meio-ambiente. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site: www.arcosdorados.com


Relacionamentos saudáveis, fortes e duradouros. Construir tudo isso com excelência não seria possível sem inspiração, coragem e exemplo. E é assim que hoje, em nossos 31 anos de empresa familiar, temos o orgulho de dizer que a força das mulheres se destaca em nosso meio.

Começamos nosso negócio como “Shopping da Construção”. Sempre fomos reconhecidos por termos produtos de acabamento diferenciados e fomos uma das primeiras lojas do segmento a ter autosserviço. Antes, tudo funcionava apenas como modalidade “venda de balcão”. Em 2006, trouxemos o primeiro modelo em formato “boutique”. Ao nos reposicionarmos no mercado com esse formato de loja personalizada, entendemos o quanto isso era importante.

Tudo em nossa empresa foi construído com amor e dedicação. Minha mãe fazia questão que eu e meu irmão sempre estivéssemos inseridos nos negócios da família. E assim estudamos e nos especializamos em diversas áreas para auxiliar e crescer ali dentro. Após a faculdade de arquitetura, fiz cursos de Gestão de Negócios e MBA em Varejo 4.0. Acompanhamos de perto a importância da gestão por sempre termos visto como nossos pais trabalhavam.

Em 2009, meus pais decidiram começar a Profissionalização da Gestão da Empresa, com a ideia de iniciar um processo de sucessão familiar com responsabilidade. Para isso, iniciamos uma longa preparação com um coaching para famílias empresárias em conjunto com várias consultorias nesse sentido.

Identificamos dentro de cada um de nós, o principal perfil para conseguirmos aproveitar ao máximo as características profissionais como indivíduos. Nas consultorias, trabalhamos liderança e governança. Implementamos ainda o programa de qualidade, para estudarmos questões de processos e mapeamento de procedimentos em todas as suas etapas.

Apesar de estarmos aprimorando nossos negócios e preparando tudo para que o processo sucessório dentro da família acontecesse com qualidade, não ficávamos pensando quando essa data realmente chegaria. Mas após a definição de protocolos da Bigolin, minha mãe comunicou que queria se ausentar e passar todos os setores para mim.

Nessa época, houve várias questões em nossas vidas, principalmente a pandemia que estava começando. E mais uma vez, foi um momento em que a experiência dela não poderia ser deixada de lado, nem mesmo para passar seu cargo à frente. Então, a gestão comercial foi passada para mim e os demais setores seguiram com seus gestores, que inclusive na maioria deles são mulheres que lideram. A direção geral e o respaldo final ainda é da nossa matriarca. Tenho muito orgulho da história iniciada por ela, especialmente porque o setor da construção civil é essencialmente masculino.

Trabalhamos muito para chegar até aqui, sempre buscando valorizar a gestão  feminina, enxergando em cada ser humano o potencial empreendedor e a real possibilidade de mudança de vida por meio de suas escolhas. Hoje somos o grupo Trindade Bigolin, trazendo o sobrenome da minha mãe, Lucimar Trindade Bigolin, junto com o do meu pai Olivo Bigolin. Meu irmão, Filipe Bigolin, é engenheiro civil e é ele quem cuida da construtora, a Egide. Prezamos por nossos valores e lideramos pelo exemplo. Temos como missão criar e manter relacionamentos saudáveis com nossos clientes e somos conhecidos pela solidez, pela ética e pela qualidade dos produtos e atendimento prestado.

Ariane Bigolin é arquiteta e sócia do grupo Trindade Bigolin