Marca de temática australiana transforma dados em hospitalidade para estreitar conexões e ampliar o valor de cada interação com o consumidor

Durante quase três décadas no Brasil, o Outback Steakhouse construiu sua relação com os consumidores apoiado em um dos principais ativos da marca: a hospitalidade. Agora, a rede de restaurantes inicia uma nova fase dessa estratégia ao colocar dados e inteligência artificial a serviço da experiência do cliente. E no coração da estratégia está o Clube Outback, primeiro programa proprietário de relacionamento da marca, disponível no também recém-lançado aplicativo Meu Outback, e desenvolvido para transformar informações de consumo em experiências cada vez mais personalizadas, entregando benefícios sob medida, no momento certo.

“Somos uma marca baseada em hospitalidade e no relacionamento próximo com nossos clientes. Agora, damos um novo passo ao colocar os dados a serviço dessa missão. Não se trata apenas de conhecer melhor quem nos visita, mas de usar esse conhecimento para surpreender, reconhecer preferências e criar experiências. A tecnologia fica nos bastidores e o protagonista continua sendo o cliente”, afirma Claudia Vilhena, vice-presidente de Marketing, Vendas e Growth da Bold Hospitality Company, grupo detentor do Outback Steakhouse no Brasil.

Em seu primeiro mês, o aplicativo figurou entre os 5 mais baixados da categoria de comida na App Store e superou em 48% a meta de cadastros, ultrapassando 100 mil membros. As vendas pelo app superaram 4,4 vezes a meta inicial, com um ticket médio 31% maior do que em outras plataformas. Além disso, a marca vendeu quase 3 vezes mais pelo novo app nos dias de jogos do Brasil no principal torneio de futebol do ano.

Muito além de cuponagem genérica

Mais do que um programa de benefícios, o Clube Outback representa uma evolução na forma como a marca entende e se relaciona com seus clientes. Apoiado por uma plataforma de gestão integrada de dados e inteligência artificial, o ecossistema interpreta o comportamento dos consumidores, como frequência de pedidos e visitas, e preferências de consumo, para tornar cada interação mais relevante, oferecendo experiências alinhadas ao perfil de cada cliente.

Longe de ser um modelo de cuponagem genérico, o programa nasce com uma proposta que vai além do tradicional modelo baseado apenas em pontos e descontos, e acontece por meio de níveis de relacionamento, com benefícios desbloqueados conforme a interação do cliente com a marca. Entre eles estão também cupons personalizados, mas principalmente acesso a menus exclusivos, consumo gratuito de determinados produtos, brindes colecionáveis, prioridade em serviços e experiências especiais.

Como funciona

O Clube Outback foi desenvolvido para acompanhar o cliente em toda a sua jornada com a marca. Além das interações realizadas pelo aplicativo, pedidos para retirada (takeaway) e refeições nos restaurantes físicos também passam a fazer parte do mesmo ecossistema. Nos restaurantes, basta que o cliente informe seu CPF no momento do pagamento para que a experiência seja reconhecida e integrada ao seu histórico.

A partir dessa identificação, os pontos são acumulados e o consumidor evolui de nível no programa. Ao se cadastrar, o cliente inicia sua jornada como Explorer, com acesso a descontos e benefícios. Conforme interage com a marca, avança para os níveis Adventurer e Outbacker, desbloqueando vantagens como prioridade na fila, acesso a menus especiais, itens gratuitos e produtos colecionáveis.

O Clube Outback faz parte do aplicativo Meu Outback, disponível gratuitamente para download nas plataformas Android e iOS.

Sobre o Outback
O Outback Steakhouse possui 196 restaurantes no Brasil e está presente em 94 cidades, 22 estados brasileiros e no Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no País foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin’ Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esporte, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer. Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida e de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback.


Brasília lidera o ranking de 2026 entre as cidades brasileiras com a melhor qualidade de vida, com 61,71 pontos no IDSC-BR. – Foto: Canva

Saiu o ranking das cidades com a melhor qualidade de vida do Brasil em 2026, considerando apenas os municípios com mais de 500 mil habitantes. Brasília (DF) subiu para o primeiro lugar, seguida por Curitiba (PR) e São Paulo (SP), segundo o Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades – Brasil (IDSC-BR).

O levantamento é feito pelo Instituto Cidades Sustentáveis e analisa os 5.570 municípios brasileiros a partir de 100 indicadores públicos. Entre os temas avaliados estão saúde, educação, pobreza e renda, habitação, mobilidade, saneamento, igualdade, meio ambiente e emissões de carbono.

A pontuação varia de zero a 100 e indica o quanto cada município avançou em relação aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Brasília chegou a 61,71 pontos e foi a única cidade de grande porte a entrar na faixa considerada de desenvolvimento alto.

Brasília lidera entre as grandes cidades

O resultado representa uma mudança importante para a capital federal. Na edição anterior do índice, Brasília tinha 57,67 pontos e aparecia atrás de São Paulo entre as capitais brasileiras.

Em 2026, a pontuação passou para 61,71, colocando a cidade na primeira posição do recorte com mais de 500 mil habitantes.

Curitiba aparece logo depois, com 58,15 pontos. São Paulo ficou praticamente empatada, com 58,01, uma diferença de apenas 0,14 ponto entre a segunda e a terceira colocadas.

São Paulo tem quatro cidades no top 10

O estado de São Paulo é o que mais aparece entre as dez primeiras posições, com quatro municípios.

Além da capital paulista, entram Ribeirão Preto, em quarto lugar, São José dos Campos, na sexta posição, e Sorocaba, que fecha o top 10.

O Paraná aparece duas vezes, com Curitiba e Londrina. Minas Gerais também tem dois representantes, Contagem e Uberlândia. Florianópolis é a melhor de Santa Catarina.

Índice reúne 100 indicadores

O IDSC-BR não considera apenas renda ou tamanho da economia para medir a qualidade de vida das cidades.

Os 100 indicadores são ligados aos 17 ODS e incluem temas como acesso à saúde e educação, saneamento, moradia, trabalho e renda, mobilidade, desigualdade e condições ambientais. Os dados são obtidos em fontes públicas e oficiais, como IBGE, DataSUS e Inep.

A metodologia foi elaborada pela Sustainable Development Solutions Network (SDSN), rede criada sob os auspícios da ONU. O índice brasileiro é realizado pelo Instituto Cidades Sustentáveis, com parceria da SDSN e consultoria do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap).

Média das cidades melhorou em 2026

O levantamento deste ano também trouxe um resultado inédito para o conjunto dos municípios brasileiros.

Pela primeira vez desde o início do monitoramento, em 2015, a pontuação média das 5.570 cidades passou dos 50 pontos. O resultado chegou a 51,22, entrando na faixa considerada média de qualidade de vida.

Segundo o Instituto Cidades Sustentáveis, sete em cada dez municípios melhoraram a pontuação. Mesmo assim, apenas 271 cidades, onde vivem 7,8 milhões de pessoas, alcançaram o nível considerado alto.

As 10 cidades grandes com melhor qualidade de vida

Considerando somente as cidades com mais de 500 mil habitantes, estas são as dez primeiras colocadas no IDSC-BR 2026:

  1. Brasília (DF) – 61,71 pontos
  2. Curitiba (PR) – 58,15 pontos
  3. São Paulo (SP) – 58,01 pontos
  4. Ribeirão Preto (SP) – 57,68 pontos
  5. Londrina (PR) – 57,59 pontos
  6. São José dos Campos (SP) – 56,27 pontos
  7. Contagem (MG) – 56,11 pontos
  8. Florianópolis (SC) – 55,89 pontos
  9. Uberlândia (MG) – 55,22 pontos
  10. Sorocaba (SP) – 55,07 pontos

O ranking completo, com os 5.570 municípios e a pontuação de cada cidade nos 17 objetivos analisados, pode ser consultado no site oficial do IDSC-BR.

Original aqui: Só Notícia Boa


Após o controle das chamas na terça-feira (1º), equipes permaneceram na região para monitorar a área e prevenir novos focos

O Corpo de Bombeiros declarou oficialmente extinto, na tarde desta quarta-feira (2), o incêndio florestal que atingiu o Morro de Santo Antônio, em Santo Antônio de Leverger (a 33 km de Cuiabá). As chamas foram controladas ainda na tarde de terça-feira (1º), mas as equipes permaneceram na região para monitorar a área atingida e evitar possíveis reignições.

O combate contou com equipes terrestres e o apoio de três aeronaves, que atuaram de forma integrada para conter o avanço do fogo. Ao longo da operação, foram realizados 28 lançamentos de água, totalizando aproximadamente 85 mil litros utilizados no combate ao incêndio.

A chuva registrada na região também contribuiu para o controle das chamas. No entanto, as condições ainda exigiam atenção para a possibilidade de novos focos. Os bombeiros permaneceram no local nesta quarta-feira (2), realizando o monitoramento da área e verificando possíveis pontos de reignição.

Após as equipes confirmarem a ausência de novos focos de calor e de sinais de retomada do incêndio, o fogo foi oficialmente declarado extinto, encerrando quase dois dias de operação.

FOGO PODIA SER VISTO A QUILÔMETROS DE DISTÂNCIA

O incêndio teve início na tarde de segunda-feira (31), quando o monitoramento por satélite identificou focos de calor na região. As chamas podiam ser vistas a quilômetros de distância, em diferentes pontos da Capital e de Várzea Grande.

Cinco equipes foram distribuídas em pontos estratégicos da área e houve reforço na operação com três aeronaves do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM) e da Defesa Civil Estadual. As ações foram coordenadas pelo Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), responsável pelo monitoramento contínuo do incêndio.

Os trabalhos também foram acompanhados pela gerência da unidade de conservação onde está localizado o Morro de Santo Antônio. Não houve registro de feridos.

 


Com entrada gratuita, reúne rodeio profissional, cultura, agricultura familiar, capacitação e shows, movimentando toda a Baixada Cuiabana, até domingo

A tradicional Festa do Peão Pantaneiro da Agrovila das Palmeiras chega à 34ª edição como um dos maiores eventos da Baixada Cuiabana. A programação começa nesta quinta-feira (03.09) e segue até domingo (06.09), na arena da Equipe MT Rodeios, em Santo Antônio do Leverger, com entrada gratuita. O evento reúne rodeio profissional, montarias em touros e cavalos, apresentações culturais, Desfile Country para a escolha da Rainha, Feira Natural do Campo, oficinas e palestras do Senar-MT/Sistema Famato, parque infantil, praça de alimentação e shows.

Mais do que entretenimento, a festa movimenta sitiantes, produtores, agricultores familiares, comerciantes, prestadores de serviços de Agrovila das Palmeiras, comunidade localizada a cerca de 87 km de Cuiabá gerando mais de 200 empregos diretos e indiretos e atraindo público de várias cidades de Mato Grosso e outros Estados.

Presidida por Manoel Teixeira, com Aroldo BenVindo na vice-presidência, a Festa do Peão Pantaneiro se tornou um grande encontro de famílias, competidores, produtores rurais e visitantes. Ao reunir esporte, lazer, cultura com apresentações culturais, shows e a agricultura familiar, com capacitação, o evento fortalece as tradições pantaneiras e movimenta a economia de uma comunidade essencialmente rural

Nesta edição, serão 52 competidores: 40 nas montarias em touros e 12 no Cutiano, modalidade em cavalos que chega à segunda edição. Os competidores vêm de municípios como Nova Olímpia, Chapada dos Guimarães, Tangará da Serra, Campo Verde, Poconé, Pontes e Lacerda, Rosário Oeste, Mirassol d’Oeste e Nova Brasilândia, além de Sonora (MS).

A 34ª edição é realizada pelo Instituto INCA – Inclusão, Cidadania e Ação, em rede com o Sindicato Rural de Santo Antônio do Leverger, por meio de emenda parlamentar impositiva, com patrocínio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) e do Sistema Famato (pela Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso), por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MT). A iniciativa conta ainda com o apoio da Prefeitura, Câmara Municipal de Santo Antônio do Leverger e Polícia Militar de Mato Grosso.

“Essa festa é parte da história da Agrovila das Palmeiras. Ela nasceu junto com a comunidade e cresceu com a participação do nosso povo. Hoje é uma das maiores festas de Mato Grosso e continua valorizando nossa tradição e gerando oportunidades”, afirma Manoel Teixeira.

A HISTÓRIA E TRADIÇÃO

A Festa do Peão Pantaneiro começou em 1991, em um período de dificuldades para a Agrovila das Palmeiras, quando muitas famílias deixavam suas chácaras por falta de condições de permanência na região.

Segundo Manoel Teixeira, as primeiras edições aconteceram em um curral improvisado, amarrado com imbira e utilizando bois das fazendas locais. A comunidade se uniu, recebeu ajuda de pecuaristas e comerciantes e conseguiu manter a tradição.

Ao longo de mais de três décadas a festa cresceu, ganhou estrutura e se tornou uma referência estadual. O evento só não foi realizado em 2020, devido à pandemia da Covid-19. “Depois vieram os apoios e as emendas, que ajudaram a ampliar a festa e facilitar o acesso do público. Hoje recebemos pessoas de toda a Baixada Cuiabana e de diferentes regiões e Estados”, destaca o organizador.

O DESENVOLVIMENTO

O crescimento da Festa do Peão Pantaneiro acompanhou o desenvolvimento da Agrovila das Palmeiras. O aumento do público ajudou a movimentar a economia e reforçou a necessidade de investimentos em infraestrutura.

Manoel destaca avanços como a chegada da telefonia móvel e a melhoria do acesso à comunidade. Antes, o trajeto de 23 km até a BR-364 podia levar até duas horas para veículos pesados. Hoje, com a pavimentação, o percurso é feito em cerca de 15 minutos.

“Temos mercado, posto de combustível, escola e uma comunidade cada vez mais próspera. A festa ajudou a dar visibilidade para a Agrovila”, afirma.

Durante os quatro dias, o evento movimenta os setores de comércio, alimentação, transporte, hospedagem e serviços. Moradores aproveitam o período para alugar casas e sítios. As hospedagens da Agrovila costumam ficar lotadas, levando visitantes a buscar acomodação em localidades próximas e às margens da BR-364.

GRANDES ATLETAS

Nesta 34ª edição, o rodeio profissional reunirá grandes competidores e três tropas: Cia do Rodeio, Cia de Rodeio Passarinho e Canaã Bucking Bulls. Os animais são responsáveis por 50% da nota das montarias e prometem elevar a adrenalina na arena.

A narração ficará por conta dos locutores oficiais Andorinha, Sabiá Ribeiro e Neto Cardoso. O comentarista Julio Ribos levará ao público análises técnicas das montarias, enquanto Ande dos Santos e Henrique Dimas serão os juízes do rodeio.

Na arena, os salva-vidas Pirilampo, Aranha D’Água, Diego Gago e Tio Lau estarão entre os responsáveis pela segurança dos competidores, enfrentando os touros nos momentos mais arriscados das provas. Também contará com o humorista Cebolinha, a equipe Mexicano Produções e a influenciadora Karol do Vale, que ajudarão a animar o público durante os dias de festa.

O campeão da Festa do Peão Pantaneiro receberá uma moto 0 KM, R$ 5.000 para o segundo lugar, R$ 3.000 para o 3º, R$ 2.000 para o 4º colocado e R$ 1.000 ao quinto. A premiação atrai disputas de alto nível e a arena cheia.

AGRICULTURA FAMILIAR E CAPACITAÇÃO

Além do rodeio, a festa contará com a Feira Natural do Campo, reunindo produtos e empreendedores da agricultura familiar. O público também poderá participar gratuitamente de oficinas em “Couro Bovino” e vitrines tecnológicas oferecidos pelo Senar-MT, por meio do Sistema Famato.

Também terão palestras do Serviço de Inspeção Agroindustrial de Pequeno Porte de Mato Grosso (SIAAP) e sobre o cadastro nacional da agricultura familiar (CAF), além de vitrine gastronômica com cortes e preparo de carne bovina. As inscrições, com vagas limitadas, podem ser feitas presencialmente ou pelo contato (65) 99341-6790.

PROGRAMAÇÃO

A programação começa sempre das 17h às 22h com oficinas práticas e gratuitas do Senar-MT, alinhadas as Vitrines Tecnológicas, com a primeira atividade nesta quinta (03.09) voltada à “Confecção de Revestimento para Copo em Couro Bovino”. A abertura oficial será às 20h, seguida de apresentação cultural, às 20h30, rodeio profissional, às 21h, e show baile da Banda Novo Som, às 22h30.

Na sexta-feira (04.09), a oficina segue com a “Confecção de Cintos em Couro Bovino”. O rodeio profissional está previsto às 21h, com shows de Breno e Karrafa, às 22h30, e da Banda Ellus, à 0h.

No sábado (05.09), a atividade será de “Confecção de Bolsas em Couro Bovino”. O rodeio profissional será às 22h, seguido pelos shows de Kinyou Mega Show, às 23h, Amigos Banda Show, à 0h30, e Lucianinho dos Teclados, à 1h30.

No domingo (06.09), encerram a programação de capacitações com a atividade “Confecção de Bainha de Facão em Couro Bovino”. A grande final do rodeio será às 20h30, seguida da entrega dos prêmios, às 22h30, e do show baile de Jero Neto, às 23h.


Com percursos de 5 km e 3 km, evento do Instituto Federal foca na saúde e integração comunitária; 1º lote promocional segue até 10 de

O Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), por meio da Reitoria e em parceria com o Campus Várzea Grande, realiza no dia 29 de novembro de 2026 o Circuito Movimenta IFMT – Caminhada ou Corrida: juntos pela Qualidade de Vida. A expectativa da organização é reunir mil participantes em uma grande ação extensionista destinada a incentivar a prática regular de exercícios, promover hábitos saudáveis e aproximar a comunidade acadêmica da sociedade

O evento é oficialmente homologado pela Federação Mato-grossense de Atletismo (FAMT) e integra o calendário oficial de corridas de rua do estado, garantindo a validação e o registro formal dos tempos e resultados no ranking da federação.

O circuito é aberto à comunidade externa em geral. As provas serão divididas em duas modalidades: uma caminhada de 3 km de caráter estritamente participativo e não competitivo, e uma corrida de 5 km com caráter competitivo em classificação geral única, aferição por tempo oficial e entrega de prêmios conforme os critérios da Comissão Organizadora.

As atividades serão concentradas nas dependências do IFMT Campus Várzea Grande e vias do entorno. Para garantir a estrutura do evento, os inscritos contarão com pontos de hidratação ao longo do percurso, apoio logístico, equipe de primeiros socorros e suporte médico com ambulância. Além disso, os participantes regularmente inscritos receberão kit contendo camiseta do evento, número de identificação, chip e medalha de participação ao concluírem o trajeto.

As inscrições são feitas exclusivamente pela internet, na plataforma da Acrono MT, com valores progressivos divididos em três lotes. O primeiro lote promocional segue aberto até 10 de setembro, custando R$ 40 para a caminhada e R$ 70 para a corrida. O segundo lote vai de 11 de setembro a 20 de outubro (R$ 50 para caminhada e R$ 85 para corrida), e o lote final estará disponível de 21 de outubro a 10 de novembro (R$ 60 e R$ 100, respectivamente).

A Comissão Organizadora ressalta que as vagas são limitadas e o período de inscrição pode ser encerrado antes do prazo final assim que o limite técnico de atletas for atingido. O regulamento completo, orientações sobre retirada de kits e os detalhes sobre os percursos e horários de largada estão disponíveis na página oficial do evento.


Entre os meses de julho e setembro, o Pantanal mato-grossense ganha novas cores. Durante o auge da estação seca e do inverno no país, a floração de diversas espécies nativas transforma a paisagem em um espetáculo de tons de rosa, amarelo, roxo e branco, que se destaca na paisagem mais ocre desse período.

Adaptadas às condições de calor e aos períodos de estiagem, as árvores apresentam flores de cores intensas, que atraem diferentes espécies de polinizadores em busca de néctar. A floração durante a estação seca é uma característica marcante e desempenha papel importante na manutenção do equilíbrio ecológico.

Conheça cinco árvores que se destacam pela beleza de suas flores e saiba onde observá-las no Pantanal:

Ipê-rosa ou piúva: Símbolo do Pantanal, o ipê-rosa, também conhecido regionalmente como piúva, colore a paisagem principalmente entre julho e o fim de agosto. De grande porte, a árvore se destaca durante a estação seca, quando perde as folhas e fica coberta por uma intensa floração em tons de rosa e roxo. O contraste das flores com a paisagem mais seca do Pantanal torna a espécie um dos principais destaques da flora regional.

Ipê-amarelo ou paratudo: Com suas flores amarelas, o ipê-amarelo cria um forte contraste com a paisagem típica da estação seca, especialmente entre agosto e setembro. Conhecido em Mato Grosso como paratudo ou ipê-amarelo-do-cerrado, é uma espécie comum tanto no Pantanal quanto no Cerrado. O nome popular está relacionado ao uso tradicional de partes da planta na medicina popular.

Louro-pardo: árvore nativa brasileira, a espécie é melífera e atrai grande quantidade de abelhas, borboletas e beija-flores em busca de néctar. A floração pode ocorrer entre maio e julho ou de abril a dezembro, contribuindo para diversificar a oferta de recursos florais ao longo do ano. Suas flores são pequenas, claras, tubulares e perfumadas.

Cambará: Majestoso e característico das áreas alagáveis do Pantanal, o cambará tem ampla distribuição em ambientes sujeitos a inundações. A árvore pode atingir até 18 metros de altura e possui copa frondosa, que oferece abrigo para diversas aves. Suas flores amarelas atraem beija-flores, abelhas e outros polinizadores em busca de néctar, enquanto as sementes são dispersas principalmente pelo vento e pela água. No Pantanal, os cambarás podem formar extensos bosques, conhecidos como cambarazais, encontrados em matas ciliares, capões e áreas inundadas por rios, corixos e vazantes. Essas formações estão entre as paisagens mais características do bioma.

Tarumã: O tarumã é uma árvore de florada exuberante, marcada por pequenas flores lilases e aromáticas. Sua floração ocorre geralmente entre outubro e dezembro, período em que as flores, ricas em néctar, atraem abelhas e outros polinizadores. A polinização também pode ser realizada por mariposas, borboletas, pequenos insetos e beija-flores. Em geral, o tarumã floresce após um período em que permanece sem folhas, e as flores surgem acompanhadas da produção de novas folhas.

Onde observar

As espécies da flora pantaneira podem ser observadas durante passeios pelo Pantanal, inclusive em trechos de estradas-parque, como a Estrada Parque Porto Cercado, na MT-370, que liga o município de Poconé à região de Porto Cercado.

No entorno do Hotel Sesc Porto Cercado e do Parque Sesc Baía das Pedras, unidades do Polo Socioambiental Sesc Pantanal, é possível encontrar áreas onde espécies como ipês-rosas, ipês-amarelos e cambarás podem ser observadas, especialmente durante os períodos de floração.

Na Transpantaneira (MT-060), entre Poconé e Porto Jofre, também é possível avistar diferentes espécies da flora pantaneira ao longo do trajeto, que revela características marcantes do bioma.

A observação da flora é uma oportunidade de conhecer de perto a fauna e flora pantaneira e compreender a importância da conservação das espécies nativas para o equilíbrio do ecossistema e para toda a sociedade.

Conservação 

O Polo Socioambiental Sesc Pantanal, iniciativa do Sistema CNC-Sesc-Senac, é composto por nove unidades que atuam do Cerrado ao Pantanal mato-grossense nas áreas de educação, cultura, lazer, saúde, assistência e sustentabilidade.

Dentre as nove unidades, três são áreas de conservação que, juntas, abrigam uma rica diversidade de fauna e flora e servem como campo para pesquisas científicas: a Reserva Particular do Patrimônio Natural, a RPPN Sesc Pantanal, com 108 mil hectares, e o Parque Sesc Baía das Pedras, com 5 mil hectares, ambos localizados no Pantanal, além do Parque Sesc Serra Azul, também com 5 mil hectares, no Cerrado mato-grossense.


Ondas despojadas, coque alto e rabo de cavalo com volume combinam tendências de beleza com praticidade para enfrentar horas de música, calor e movimento

Festival de música também é território de moda e beleza. No Rock in Rio, o look começa muito antes de chegar à Cidade do Rock e inclui roupas, acessórios, maquiagem e, claro, o cabelo. Afinal, para curtir a programação do início ao fim, o penteado precisa acompanhar o ritmo do festival, combinando estilo, praticidade, conforto e durabilidade.

A boa notícia é que não é preciso escolher entre estilo e praticidade. Algumas das principais propostas de cabelo para festivais apostam justamente em acabamentos menos rígidos, movimento e volume, criando produções que podem acompanhar a programação ao longo do dia e da noite.

Para ajudar na escolha, especialistas da Philco apresentam três penteados que se destacam: ondas despojadas, coque alto com fios soltos e rabo de cavalo com volume. Cada proposta pode ser adaptada ao estilo pessoal e preparada com ferramentas que facilitam a modelagem dos fios.

1. Ondas despojadas: o cabelo “arrumado sem parecer arrumado”

A estética do cabelo naturalmente estilizado continua sendo uma boa aposta para festivais. As ondas despojadas têm justamente essa proposta de criar movimento sem deixar os fios com aparência excessivamente produzida.

O segredo está em fazer ondas mais abertas e desconstruídas, alternando a direção da modelagem. Para começar, divida o cabelo em mechas. Modele cada uma delas alternando o sentido das ondas, algumas para fora e outras para dentro, para evitar um resultado muito uniforme.

Depois de modelar, é importante esperar os fios esfriarem antes de soltá-los. Na sequência, passe os dedos delicadamente pelo cabelo para desfazer um pouco a definição e criar um acabamento mais natural. O resultado combina especialmente com looks fashionistas e produções que misturam peças de diferentes estilos.

Para esse tipo de penteado, o Cacheador Philco Bivolt com Revestimento Cerâmico PEC15 pode ser utilizado na preparação dos fios. O modelo possui cilindro de 25 mm, revestimento cerâmico, tecnologia Íons Tourmaline, aquecimento PTC e temperatura de até 220 ºC, além de um cordão giratório 360°, ponta fria e luz indicadora de funcionamento. Ele é bivolt, perfeito para levar em viagens.

Produto: Cacheador Philco Bivolt Revestimento Cerâmica PEC15
Confira o produto: Link 

2. Coque alto + fios soltos: praticidade para manter o rosto livre

Para quem prefere passar o festival com o cabelo preso, o coque alto com algumas mechas soltas é uma alternativa que equilibra praticidade e um acabamento mais despojado.

A preparação começa antes de prender os fios. A Escova Secadora Philco PES19SG conta com 3 acessórios, tem 1300W de potência e é bivolt. Além de alinhar o cabelo e dar acabamento, facilita a construção do coque. Depois de preparar os fios, reúna o cabelo no alto da cabeça e prenda formando um coque.

A ideia não é deixar tudo perfeitamente alinhado. Algumas mechas frontais podem ser propositalmente deixadas soltas para criar um efeito mais descontraído e quebrar a aparência excessivamente formal do penteado.

O estilo também pode ser adaptado de acordo com a textura do cabelo. Para um visual mais polido, os fios podem ser alinhados antes de prender. Já quem prefere uma produção mais natural pode preservar parte da textura original.

Além de funcionar com diferentes propostas de look, o coque alto tem uma vantagem prática para festivais, que é manter boa parte do cabelo longe do rosto, algo especialmente interessante quando a programação envolve muitas horas de show, calor e movimento.

Produto: Escova Secadora Philco PES19SG
Confira o produto: Link 

3. Rabo de cavalo com volume: o clássico ganha movimento

O rabo de cavalo é um dos penteados mais práticos para quem pretende passar horas em um festival. Em vez da versão completamente lisa e esticada, a proposta é apostar em volume e movimento no comprimento.

A preparação dos fios faz toda a diferença. Antes de prender, divida o cabelo em seções e utilize a Escova Rotativa Philco PER03 trabalhar o comprimento, criando movimento e ajudando a dar um acabamento mais encorpado.

Depois de preparar o cabelo, reúna os fios na altura desejada, o rabo de cavalo alto deixa o visual mais esportivo e marcante, enquanto uma versão média pode resultar em uma produção mais casual. Prenda com um elástico firme, mas sem apertar excessivamente.

Para criar mais volume, uma alternativa é separar uma pequena mecha do comprimento e envolvê-la ao redor do elástico, escondendo a amarração. Prenda a ponta dessa mecha com um grampo por baixo do rabo de cavalo.

Outro truque é levantar levemente algumas partes do comprimento depois que o cabelo estiver preso. Isso ajuda a evitar o efeito chapado e valoriza o movimento criado anteriormente. Se quiser um resultado ainda mais desconstruído, algumas mechas próximas ao rosto podem ser suavemente soltas.

A escova rotativa pode ser útil nessa etapa de preparação porque permite trabalhar o cabelo antes da amarração, contribuindo para um comprimento com mais movimento. Assim, mesmo sendo um penteado simples, o rabo de cavalo ganha aparência mais elaborada.

Produto: Escova Rotativa Philco PER03 5 em 1

Confira o produto: Link 

Beleza que acompanha o ritmo do festival

Independentemente do penteado escolhido, alguns cuidados fazem diferença para prolongar o resultado. Fixação, textura e volume devem ser considerados de acordo com o tipo de cabelo e a duração do evento. Produtos de finalização podem ajudar a manter a modelagem, mas o excesso pode pesar nos fios e comprometer o movimento.

O conforto também merece atenção. Elásticos, grampos e presilhas precisam manter o penteado firme sem provocar pressão excessiva no couro cabeludo. Para eventos que duram muitas horas, quanto mais confortável for a produção, maior a chance de o look permanecer intacto e de a atenção continuar voltada para aquilo que realmente importa que é a música.

No fim, seja com ondas desconstruídas, coque alto ou rabo de cavalo volumoso, a proposta é entrar no clima do festival sem transformar o cabelo em uma preocupação ao longo do dia.

Sobre Philco
Amplamente reconhecida pela alta qualidade de seus televisores e por ser pioneira no lançamento de produtos de áudio e vídeo, a Philco chegou ao Brasil em 1934, há quase cem anos, e hoje é uma das marcas mais presentes na vida do consumidor brasileiro. Seu portfólio é composto por um mix de produtos com mais de 600 itens, incluindo linhas de áudio e vídeo, casa, climatização, cozinha, cuidados pessoais e linha branca.

Mídias Sociais

Site: www.philco.com.br

Instagram e TikTok: philcobrasil


A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, orienta a população sobre como funciona o acesso aos serviços da Unidade de Referência em Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (URPICS). Localizada no Horto Florestal Toti Garcia, na região do Coxipó da Ponte, a unidade oferece atividades coletivas, acolhimento e terapias integrativas de forma individualizada.

Para iniciar o atendimento, o usuário deve entrar em contato com a URPICS pelo telefone (65) 99221-8155 ou procurar presencialmente a recepção da unidade, de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 16h.

O primeiro passo é participar de uma das atividades coletivas oferecidas pela unidade. Entre as opções estão a Biodança, realizada às terças-feiras, às 8h30, e a Terapia Comunitária, às sextas-feiras, também às 8h30. Essas atividades funcionam como porta de entrada para o acompanhamento na URPICS.

Após a participação, os usuários seguem para o preenchimento de um formulário de pré-acolhimento. Na sequência, é realizada a escuta qualificada, momento em que a equipe conhece as necessidades apresentadas pelo paciente e avalia quais práticas integrativas são mais adequadas para cada caso.

A partir dessa avaliação, é definido um Plano Terapêutico Singular, com a indicação das práticas e atendimentos mais apropriados para as necessidades identificadas.

Entre os serviços disponíveis estão auriculoterapia, aromaterapia, terapia comunitária integrativa, constelação familiar, cromoterapia, florais de Bach e Minas, bioenergética, reiki, ventosaterapia e arteterapia. A unidade também conta com atendimentos de acolhimento, enfermagem, farmácia e psicologia.

Durante o processo, os usuários também podem participar de momentos de convivência, como o café solidário realizado após algumas atividades coletivas, fortalecendo a integração entre os participantes.

A URPICS funciona com a proposta de integrar diferentes práticas de cuidado e oferecer alternativas complementares dentro da rede municipal de saúde, com acompanhamento definido a partir das necessidades apresentadas por cada usuário.

A unidade está localizada na Rua Miguel Arraes, s/n, no Horto Florestal Toti Garcia, bairro Coxipó da Ponte.


Em mais de uma oportunidade prometi aqui neste espaço comentar sobre as questões espirituais envolvidas na onda da covid 19. Sempre fiquei em dúvida, porque o lado espiritual desse fenômeno acaba sendo disruptivo e poderia gerar discussões que não interessam.

Mas o movimento da pandemia foi tão grande e tão abrangente que imaginei que poderia arriscar, sem ser crucificado. Mas, se for, fazer o que?

De tempos em tempos o planeta sofre disrupções e muda. No caso da covid, houve uma diferença. Pegou o mundo inteiro desprevenido. Não poupou países de economia rica e nem os pobres.

No primeiro momento a sequência de sentimentos começou com a surpresa. Depois veio o medo. Depois veio o temor. Depois veio o pânico coletivo. E, por fim, vieram as mortes e a doença ao redor de cada um de nós no Brasil e no mundo. E o medo tornou-se um sentimento coletivo.

Os governos, a mídia, as ongs tão poderosas com opiniões sobre tudo. A economia. A política. Todos silenciaram. O vírus transformou-se na mais agressiva linguagem mundial. 2020 passou no pânico e em 2021 o vírus veio acalmar a sua fúria a partir de setembro

Porém, ninguém esperava que ao fim da fase aguda da pandemia, a próxima vítima fosse a economia. E ainda não imagina que a próxima vítima dos desdobramentos seja a seja a política. Traduzindo: o planeta corre o risco de ver não ficar pedra sobre pedra da civilização até aqui construída ao longo de milhares de anos. Sei que são afirmações arriscadas e fortes. Mas parece que não haverá caminhos diferentes.

Uma das etapas da pandemia em 2020 foram os lockdowns e o isolamento social no mundo inteiro. Gerou grande confusão na economia pelo descompasso entre a pouca demanda e depois a pouca oferta de produtos quando a demanda recomeçou, agora em 2021. De outro lado o perfil de consumo das pessoas mudou muito.

O que antes não tinha valor passou a ser valorizado. E o que era muito valorizado perdeu a importância. Isso significa completa transformação de quase todos os segmentos de produção e de consumo da economia mundial.

Volto ao início do artigo. Por detrás de tudo isso e de tudo o que aconteceu fica bem claro que houve um certo planejamento fora do controle humano. Era pra transformar o ser humano usando o próprio ser humano. As religiões certamente atribuirão a uma divindade. Os espiritualistas atribuirão a um governo espiritual do mundo.

Quem não se enquadrar, também não poderá negar que transformações desse tamanho e importância não seriam casuais. Faço parte da crença de que existe uma ordem espiritual por detrás de tudo isso que aconteceu. Não sinto a necessidade de dar-lhe um nome. Só a de respeitar essa ordem.

Ao final, o que importa é que o planeta mudou absurdamente e não voltará atrás. As pessoas mudaram e mudarão em progressão absurda. Outra coisa, pra encerrar: não importa se o ser humano acredita ou não em algum valor espiritual.

O que importa, afinal, é que o que tiver de acontecer, está acontecendo e vai acontecer muito mais. O centro dessa nova ordem será o planeta renascido e o ser humano reconstruído. Mas a compreensão será um pouco mais lenta. Pode demorar. Mas não tem volta. Quem planejou, planejou!

Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso.

 

Reprodução: Repórter MT


O lutador olímpico, Igor Queiroz, 19 anos, se tornou bicampeão pan-americano de luta greco-romana, na quinta-feira (10), na cidade de Oaxtepec, no México. O atleta é natural de Cuiabá e morador do bairro Tijucal.

Igor foi introduzido ao mundo das lutas aos 9 anos de idade, por influência do pai Pablo Queiroz, que além de cabeleireiro é lutador de jiu-jítsu. “Eu inseri o Igor de maneira lúdica no mundo das lutas. No entanto, dentre várias modalidades que ele treinou, acabou se identificando com a luta greco-romana”.

Há mais de 5 anos o cuiabano integra a equipe de lutadores olímpicos da Seleção Brasileira e atualmente é titular absoluto no time da luta greco-romana.

O atleta já foi campeão brasileiro, sulamericano e já ficou em terceiro lugar no campeonato mundial escolar, entre outras participações e premiações que recebeu ao longo dos mais de 20 países que já visitou por meio das competições.

O lutador, que usa o bordão “do Tijucal para o mundo”, ainda continua na tentativa de arrumar um patrocínio. Segundo o pai de Igor, o único apoio financeiro que o atleta recebe é dos próprios familiares.

Igor retorna a Cuiabá neste sábado, onde seguirá os treinos para as futuras competições.

 

Reprodução: Hiper Notícias 


2+0+2+3 = 7

Esse ano é regido pelo número 7 que é o número de energia da espiritualidade.

O 7 é o número que representa a perfeição. A integração entre os mundos físicos e espiritual, sendo, portanto, o símbolo do Universo em transformação.

Mas, suas interpretações vão muito além.

Ele representa o lado místico e oculto de TUDO.

Que a nossa história em 2023 seja de muita conexão com Algo Maior, a Fonte, Deus para que possamos estar em ressonância com as Forças do Amor:

1) O SIM, esta significativa força do SIM à realidade como ela é, permeia todas as outras.

2) O PERTENCIMENTO: Todos têm o mesmo direito de pertencer.

3) A HIERARQUIA, a ordem, o respeito a quem vem antes.

4) E o DAR e RECEBER são a mesma coisa.

A LUZ É PAZ e BEM.

Bora para a Vida!

Eluise Dorileo é psicóloga, terapeuta familiar e maestria nas novas constelações quânticas.

Email eluisedorileo@hotmail.com


Reprodução

A Mattel, maior fabricante de brinquedos do mundo, lançou nesta semana a primeira linha de bonecas Barbie produzidas com 90% de plástico reciclado dos oceanos.

A coleção foi batizada de ‘Barbie Loves the Ocean’ (Barbie Ama os Oceanos, em tradução livre) e conta com uma arte promocional bem legal que faz referência à recente pegada mais sustentável da Mattel: “O futuro do rosa é o verde“.

A fabricante de brinquedos se comprometeu a produzir seus produtos com 100% de material reciclado até 2030.

“Este lançamento da Barbie é mais um acréscimo ao portfólio crescente da Mattel de marcas voltadas para um propósito que inspiram a consciência ambiental com o nosso consumidor como foco principal”, disse o presidente e diretor de operações da Mattel, Richard Dickson, em um anúncio feito à imprensa.

Richard também enfatizou a importância de se pensar em políticas ambientais de longo prazo, de olho no futuro da próxima geração.

“Na Mattel, capacitamos a próxima geração a explorar as maravilhas da infância e atingir seu potencial máximo. Fazemos nossa parte para garantir que as crianças também herdem um mundo cheio de potencial“.

FONTE: Razões para Acreditar


Por Valeriano Martins

No decorrer da minha vida profissional me deparei e ainda me deparo com vários mitos em relação ao intercâmbio. Por isso vou falar aqui sobre os cinco que escuto com frequência. O mais forte deles é imaginar que se trata de uma experiência apenas para pessoas jovens e adolescentes. Isso é um engano que impede muitos de realizarem seus sonhos, pois intercâmbio não tem idade!

A viagem internacional com o propósito de estudo e até mesmo trabalho, no caso dos adultos, pode ser realizada em qualquer fase da vida. É com muito orgulho que posso contar que no portfólio da Best Intercâmbio por exemplo, temos estudantes com mais de 70 anos e cada vez mais esse público está aumentando. Isso é incrível, pois incentiva outras pessoas dessa faixa etária a perceberem que a vida deve ser vivida da melhor maneira possível. Viajar, estudar e ver coisas novas com certeza é uma das opções que devem estar no topo da nossa lista.

Outro mito comum é sobre a língua inglesa. Acredito que por ser um dos idiomas considerados como universais e por estar fortemente presente no nosso dia a dia, como em filmes, músicas e cinema, várias pessoas chegam até nós imaginando que os países onde o inglês é falado são os únicos para os quais se pode viajar como intercambista. Então vamos desmitificar esta ideia também. Você pode viajar para estudar francês, italiano, espanhol, japonês, alemão! Enfim, a língua que quiser. Não existe fronteira. Basta procurar uma empresa de confiança e competente. A liberdade para viajar ao local que deseja estará garantida.

Estudar até ser fluente para só então fazer o intercâmbio: esse é o nosso terceiro mito. Aprender um novo idioma no país em que ele é nativo faz com que o aprendizado seja ainda mais rápido. Por isso, não é preciso ser craque em determinada língua para ser intercambista. Você vai aprender tudo durante a viagem.

O quarto mito: “vou economizar bastante, aí sim posso fazer meu intercâmbio”. Esse tipo de pensamento é bem comum. Realmente, não posso negar que se trata de um investimento, mas isso não significa que você precise desembolsar um alto valor. Existem diversas maneiras de baratear a viagem, como escolher bem o destino e o tempo de duração.

E para finalizar, vamos falar sobre intercâmbio e férias. Aqui é importante lembrar que esse tipo de experiência é um investimento pessoal em conhecimento e aprendizado. Por isso, precisa valer a pena. Isso não significa que você não vai poder visitar os pontos turísticos da cidade onde está ou sair para se divertir. O que não pode acontecer é esquecer de estudar. Afinal, você pagará por um curso, passagens e acomodação. O ideal é equilibrar os estudos com o lazer e aí com certeza seus resultados serão excelentes.

Anualmente realizamos a Feira de Educação Internacional com o objetivo de aproximar as instituições internacionais com o público interessado em fazer intercâmbios, oferecendo às pessoas a oportunidade de conversar e tirar suas dúvidas. Este ano, a feira acontece no próximo dia 22 de outubro, no Goiabeiras Shopping. O evento é aberto e totalmente gratuito.

Valeriano Martins é CEO da Best Intercâmbio


A novidade traz oito brinquedos inéditos para comemorar o lançamento do filme ambientado em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana

O McLanche Feliz proporciona entretenimento e diversão para os momentos em família há mais de 40 anos. E agora, a plataforma apresenta itens inéditos inspirados no novo filme da Disney e Pixar “Luca”.

A história é ambientada em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana e narra a jornada de amadurecimento de Luca junto de seu novo melhor amigo Alberto. Os meninos vivem um verão inesquecível repleto de gelatos, massas e intermináveis passeios de scooter. Mas toda a diversão é ameaçada por um segredo muito bem escondido: os dois são monstros marinhos de um mundo logo abaixo da superfície da água.

A novidade chega incrementando a parceria entre The Walt Disney Company Latin America e McLanche Feliz e reforça a aposta da rede em novas experiências que estimulam as atividades criativas e com muita diversão.

Para a família toda entrar no clima dessa empolgante estreia, o McLanche Feliz traz oito brinquedos inspirados nos personagens principais do filme:

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Muda de cor): submerja Luca e Alberto em água fria para revelar o tom de pele verde dos monstros marinhos. Coloque a peça da cauda à cabeça para completar a transformação;

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Nadando): gire a cauda do Luca e solte-a quando submergir o brinquedo na água, para fazê-lo nadar;

Giulia Marcovaldo: gire os braços de Giulia para trás e solte-os quando a submergir na água, para ver como nada;

Massimo Marcovaldo: dê corda ao Massimo e submerja-o na água, para ver como o Massimo move seus pés,enquanto nada e solta água pela boca.;

Machiavelli: aperte o botão embaixo de Machiavelli e submerja-o na água. Depois, solte o botão para enchê-lo. Tire-o da água e aperte o botão de novo, para que ele dispare água pela boca.

Monalisa: é uma pistola de água. Submerja a Monalisa em água fria e puxe sua cauda para enchê-la de água. Quando retirar da água, empurre a cauda novamente para a frente, para que a água saia pela boca.

Da esquerda para a direita: Luca Paguro (muda de cor), Alberto Scorfano (muda de cor), Luca Paguro (nadando), Alberto Scorfano (nadando), Giulia, Massimo, Machiavelli e Monalisa.

Os brinquedos já podem ser encontrados nos restaurantes da rede, que seguem operando pelo McDelivery e Drive-Thru em todo o país.

McLanche Feliz: ingredientes de qualidade e refeições equilibradas

Junto com seu compromisso em garantir momentos de diversão e aprendizagem, a companhia também mantém o compromisso de oferecer produtos de alta qualidade e os melhores ingredientes. Ao longo da última década a marca apresentou uma série de mudanças e evoluções em seu cardápio. Em 2019, o McDonald’s renovou sua proposta de menu infantil para oferecer uma opção ainda mais equilibrada, diminuindo as quantidades de sódio, gorduras, açúcares adicionados e incorporando mais frutas e vegetais.

Para ficar sempre por dentro das novidades e campanhas, acesse: https://www.mcdonalds.com.br.

 Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui mais de 2.200 restaurantes, entre unidades próprias e de seus subfranqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 31/03/2021). A empresa também mantém um sólido compromisso com o desenvolvimento das comunidades nas quais está presente e com a geração de primeiro emprego formal para jovens, além de utilizar sua escala para impactar de maneira positiva o meio-ambiente. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site: www.arcosdorados.com


O resgate dos animais das ruas e a oportunidade de dar um novo lar aos pets foi o que me motivou a iniciar um projeto em parceria com as Ongs (Organização Não Governamental) de apoio e cuidado ao animal.

O projeto piloto se deu com a disponibilização de 16 gatos, filhotes e adultos, pela Ong “É o Bicho”. Ao chegar na unidade Veterinária, cada animal passa por consulta para avaliação das condições gerais de saúde. E em apenas uma semana desde o início do projeto, 15 dos 16 gatos já tinham ganhado um novo lar.

Minha intenção é ampliar ainda mais a disponibilização de animais para adoção. As Ongs têm um papel importante no cuidado com os animais abandonados. Ainda para este mês, está previsto a disponibilização de cães e gatos para uma adoção responsável.

Qualquer pessoa que tenha interesse em cuidar e zelar de um pet pode fazer a adoção. Mas antes, deve fazer um cadastro e a equipe da Ong fará uma visita para levar as informações quanto as necessidades básicas de cada animal. Nossa campanha, que oportuniza às pessoas fazer uma adoção consciente, tem o apoio do plano de saúde animal referência no país, a Planvet.

Nossa clínica mantém atendimento 24 horas por dia, todos os dias da semana. Estamos também disponíveis para novas parcerias com outras Ongs da causa animal.

Para conhecer os animais disponíveis para adoção ou buscar parceria, basta nos fazer uma visita no endereço – Rua Professor João Félix, Número 396, Bairro Lixeira, em Cuiabá ou acessar nossa página no Instagram (@veterinariamt) ou Facebook (veterinariamatogrosso). Outras informações podem ser obtidas pelo número 65 3046-2850.

Anderson Nogueira é médico veterinário há mais de 15 anos e atende na Clínica Veterinária Mato Grosso.


Relacionamentos saudáveis, fortes e duradouros. Construir tudo isso com excelência não seria possível sem inspiração, coragem e exemplo. E é assim que hoje, em nossos 31 anos de empresa familiar, temos o orgulho de dizer que a força das mulheres se destaca em nosso meio.

Começamos nosso negócio como “Shopping da Construção”. Sempre fomos reconhecidos por termos produtos de acabamento diferenciados e fomos uma das primeiras lojas do segmento a ter autosserviço. Antes, tudo funcionava apenas como modalidade “venda de balcão”. Em 2006, trouxemos o primeiro modelo em formato “boutique”. Ao nos reposicionarmos no mercado com esse formato de loja personalizada, entendemos o quanto isso era importante.

Tudo em nossa empresa foi construído com amor e dedicação. Minha mãe fazia questão que eu e meu irmão sempre estivéssemos inseridos nos negócios da família. E assim estudamos e nos especializamos em diversas áreas para auxiliar e crescer ali dentro. Após a faculdade de arquitetura, fiz cursos de Gestão de Negócios e MBA em Varejo 4.0. Acompanhamos de perto a importância da gestão por sempre termos visto como nossos pais trabalhavam.

Em 2009, meus pais decidiram começar a Profissionalização da Gestão da Empresa, com a ideia de iniciar um processo de sucessão familiar com responsabilidade. Para isso, iniciamos uma longa preparação com um coaching para famílias empresárias em conjunto com várias consultorias nesse sentido.

Identificamos dentro de cada um de nós, o principal perfil para conseguirmos aproveitar ao máximo as características profissionais como indivíduos. Nas consultorias, trabalhamos liderança e governança. Implementamos ainda o programa de qualidade, para estudarmos questões de processos e mapeamento de procedimentos em todas as suas etapas.

Apesar de estarmos aprimorando nossos negócios e preparando tudo para que o processo sucessório dentro da família acontecesse com qualidade, não ficávamos pensando quando essa data realmente chegaria. Mas após a definição de protocolos da Bigolin, minha mãe comunicou que queria se ausentar e passar todos os setores para mim.

Nessa época, houve várias questões em nossas vidas, principalmente a pandemia que estava começando. E mais uma vez, foi um momento em que a experiência dela não poderia ser deixada de lado, nem mesmo para passar seu cargo à frente. Então, a gestão comercial foi passada para mim e os demais setores seguiram com seus gestores, que inclusive na maioria deles são mulheres que lideram. A direção geral e o respaldo final ainda é da nossa matriarca. Tenho muito orgulho da história iniciada por ela, especialmente porque o setor da construção civil é essencialmente masculino.

Trabalhamos muito para chegar até aqui, sempre buscando valorizar a gestão  feminina, enxergando em cada ser humano o potencial empreendedor e a real possibilidade de mudança de vida por meio de suas escolhas. Hoje somos o grupo Trindade Bigolin, trazendo o sobrenome da minha mãe, Lucimar Trindade Bigolin, junto com o do meu pai Olivo Bigolin. Meu irmão, Filipe Bigolin, é engenheiro civil e é ele quem cuida da construtora, a Egide. Prezamos por nossos valores e lideramos pelo exemplo. Temos como missão criar e manter relacionamentos saudáveis com nossos clientes e somos conhecidos pela solidez, pela ética e pela qualidade dos produtos e atendimento prestado.

Ariane Bigolin é arquiteta e sócia do grupo Trindade Bigolin