Skatepark do Parque Novo Mato Grosso recebeu etapa do STU National 2026 entre os idas 26 e 28 de junho

Quarto lugar nos Jogos Olímpicos de Paris de 2024, a skatista Dora Varella subiu no lugar mais alto do pódio da quarta etapa do STU National 2026, uma das principais competições do esporte no país. A etapa foi disputada em Cuiabá, no Skatepark do Parque Novo Mato, entre os dias 26 e 28 de junho, com apoio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel). Após três anos em jejum, Dora foi campeã com nota 80,59 e teceu elogios à nova estrutura do skate mato-grossense.

“É raro no Brasil ter uma estrutura desse porte, desse tamanho, com todo o nível de pista de skate, desde para a galera que está começando até nível olímpico”, avaliou Dora, dividindo o pódio com Fernanda Galdino (78,17), segunda colocada, e Manuela Tomitake (77,00), que terminou em terceiro lugar. Também participou da entrega da premiação o secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, David Moura. “Eventos desse porte colocam levam o nome de Mato Grosso ao cenário esportivo do Brasil e do Mundo. Os melhores atletas do país estão aqui”, destaca.

A alegria estava estampada no rosto de Dora Varella após a final feminina. Ela estava em êxtase por, enfim, ter sentido o gosto de entrar na pista numa final e ouvir nos autofalantes que era a hora da “Golden Run”, a volta do título, o que jamais tinha acontecido na sua vida de skatista.

“Até me arrepiei quando ouvi que era a Golden Run, quando você é a última a dropar, mas já como campeã da etapa. Era meu sonho fazer uma volta do título e tive essa oportunidade aqui e fui com tudo. Começou a tocar minha música e fui. Pena que não acertei, mas estou muito feliz porque dei check em todas as minhas manobras. E ainda tenho outras na manga que venho treinando”, disse Dora.

Ela elogiou a realização do STU em Mato Grosso, na região Centro Oeste do país. “O skate tem que ser mostrado pra mais pessoas, não só no eixo Sul e Sudeste. Então acho muito legal o STU vir pra um lugar novo, onde nunca tinha rolado uma competição desse porte. Vai ter uma sementinha que vai ser plantada aqui pra várias crianças, várias pessoas que assistiram e que vão querer começar a praticar o esporte. E agora eles têm esse complexo aqui irado pra começar a andar de skate com qualidade, com a estrutura necessária”, avaliou.

Uma das crianças que assistiam à competição ao lado do pai era Tainá Vicente Antunes, de 11 anos. Enquanto segurava o skate, ela disse que achou o esporte legal e começou a praticar aos nove anos.

“É um esporte inspirador e isso ajuda as pessoas”. Como não poderia deixar de ser, o sonho dela é atingir o nível da atual estrela do esporte no país e no mundo, Rayssa Leal. “Meu sonho é ser igual ela”, revelou. Além de andar de skate, ela joga futsal na função de pivô.

O paraskate também foi disputado. O bicampeão catarinense sub-16, Rogério Bento, percorre o Brasil inteiro pelo STU com o pai, Fábio Bento, e, em Cuiabá, alcançou a décima colocação.

“O Rogério começou brincando com o skate aos 11 anos e nunca imaginamos que um síndrome down ia andar na elite brasileira de alto rendimento”, frisa o pai.

Segundo Fábio, o filho foi levado para a escolhinha. “Começou a parte de inclusão, socialização e hoje ele está totalmente incluído no esporte, na democracia do skate”, disse. Segundo ele, eventos de skate fora do eixo Rio-São Paulo atraem mais competidores e dão mais visibilidade ao esporte.

Principal incentivador da prática de Skate em Mato Grosso, Bob Paron, presidente da Federação Mato-grossense de Skate, esteve no último ano no mundial em São Paulo, onde articulou a realização do STU em Cuiabá.

“É mais do que um sonho pra nós. Toda hora o feedback da galera dizendo ‘Bob, estou vendo os skatistas, meus ídolos, aqui em Cuiabá, Mato Grosso’. Isso é mais do que um sonho. Nunca imaginávamos isso. A pista está fenomenal e eu acredito que com essa pista, futuramente, nós podemos estar trazendo, ano que vem, uma etapa do mundial”, avaliou.

Street

Dois gaúchos se destacaram na modalidade Street neste domingo (28). Enquanto no feminino Maria Lúcia, natural de Canoas, manteve a liderança do ranking com seu terceiro título seguido na temporada, no masculino, Bruno Melão, de Porto Alegre, sagrou-se campeão de uma etapa do STU pela primeira vez.

Maria Lúcia vive sua melhor fase no Skate. Depois de um terceiro lugar na etapa de abertura do STU National 2026, em Porto Alegre (RS), ela acaba de emendar uma sequência que impressiona, com títulos em Criciúma (SC), Florianópolis (SC) e, agora, em Cuiabá (MT). Porém, teve que superar um novo nome que chega com força na cena, finalista em sua segunda etapa de STU: Bianca Godoi, de apenas 14 anos, que por muito pouco não se sagrou campeã.

Bia, natural de Assis (SP), mas que representa o skate de Florianópolis (SC), tinha a maior nota da final, um 82,90. Mas ainda faltava a terceira e última volta para Maria Lúcia, que até ali aparecia em segundo, com a nota 82,52. E a boa fase da líder do ranking falou mais alto: uma linha sem erros, seguida de uma Bomb Trick perfeita, com a nota total 86,01 e mais um título, deixando-a bem próxima de se tornar campeã do circuito na última etapa, em Salvador (BA), na próxima semana. O terceiro lugar ficou com Isabelly Ávila, com 77,69.

“A pressão ali na última volta foi muito grande. Estava bem acelerada. Mas coloquei a cabeça no lugar e fiz o que treinei pra fazer. Vivo uma fase bem legal e especial e só tenho a agradecer a Deus, ao meu staff, meu pai e minha mãe. Não sei como estaria agora se não fossem eles me apoiando. Entro na pista para andar de Skate e entregar tudo o que sei. E já são três títulos seguidos. Demais!”, comemorou Maria Lúcia, mostrando os três dedos da mão enaltecendo seu feito.

Já na final masculina, um feito não menos especial. Afinal, Bruno Melão, enfim, conquistou seu primeiro título na história do STU National, depois de subir ao pódio na última etapa, em Florianópolis (SC), em terceiro lugar. E foi um resultado expressivo, visto que desbancou nomes que vivem grande momento, como Sebastian Simonetto, até então líder do ranking, Gabryel Aguilar (2º – 81,26), atual campeão do circuito STU, e Wallace Gabriel (3º – 79,78), que acaba de chegar à final da Copa do Mundo de Roma.

“Não sei nem o que falar, é uma sensação muito boa. Só eu sei o quanto trabalhei para chegar até aqui e conquistar esse título. Sabia que esse momento chegaria uma hora ou outra, tenho me dedicado bastante. Consegui acertar minha linha porque acho que sempre tento algo novo para fazer na pista, observar de um jeito diferente. E hoje deu tudo certo. Costumo conversar muito com Deus, eu o busco sempre e, ultimamente, eu me sinto ainda mais próximo Dele. Só faço o que tenho que fazer e deixo o resto nas mãos Dele”, declarou Melão.

Resultado final – Park masculino

1º – Augusto Akio – 94,90

2º – Pedro Barros – 89,00

3º – Nicolas Falcão – 87,80

4º – Miguel Leal – 87,40

5º – Victor Ikeda – 86,82

6º – Pedro Quintas – 82,31

Resultado final – Park feminino

1ª – Dora Varella – 80,59

2ª – Fernanda Galdino – 78,17

3ª – Manuela Tomitake – 77,00

4ª – Yndiara Asp – 75,39

5ª – Isadora Pacheco – 73,21

6ª – Érica Leguizamon – 69,05

Resultado final – Street feminino

1ª – Maria Lúcia – 86,01

2ª – Bia Godoi – 82,90

3ª – Isabelly Ávila – 77,69

4ª – Duda Ribeiro – 68,06

5ª – Manuella Moretti – 48,00

6ª – Rafaela Murbach – 32,03

Resultado final – Street masculino

1º – Bruno Melão – 84,86

2º – Gabryel Aguilar – 81,26

3º – Wallace Gabriel – 79,78

4º – Sebastian Simonetto – 71,86

5º – Matheus Mendes – 69,71

6º – João Lucas Alves – 49,19


Projeto reúne conhecimentos de física, química, tecnologia e engenharia em desafios práticos de lançamento de foguetes.

A equipe do IFMT – Campus Primavera do Leste composta por três equipes foi a campeã da Copa Centro-Oeste de Foguetes realizado nos dias 20 e 21 de junho, no Comando de Artilharia do Exército Brasileiro, na cidade de Formosa, em Goiás. As três equipes ganharam ouro na competição. A Copa é uma das principais competições estudantis de astronáutica do país. No evento os estudantes projetam, constroem e lançam foguetes, colocando em prática conhecimentos de ciência, tecnologia e engenharia.

A equipe IF na Órbita 01 atingiu 326 metros de distância, a equipe IF na Órbita 02 alcançou 275 metros e a equipe IF na Órbita 03 obteve 287,2 metros. Na competição os foguetes são feitos de garrafa pet, lançados num ângulo de 45 graus e movidos por propulsão, através da reação química entre vinagre e bicarbonato de sódio. As três equipes conquistaram a faixa de campeões, ou seja, as três passaram do limite exigido pela competição para conquistar o ouro. A equipe IF na Órbita 01, se destacou na competição, como a segunda melhor distância na Copa Centro-Oeste de Foguetes.

A delegação do IFMT foi composta por três equipes: IF na Órbita 01 (Marcos Vinicius, Eduardo Medeiro e Laura Tessaro), IF na Órbita 02 (Wanderson Henrique, Bertho Amaury e Sthefany Gabriely) e IF na Órbita 03 (Raul Freitas, Maria Eduarda Carvalho e Gabriel Oliveira), formadas por estudantes dos cursos técnicos integrados em Eletrotécnica, Eletromecânica e Logística. A professora doutora, Denise Caldas Campos foi a coordenadora do projeto juntamente com o professor doutor, Alexandre Eduardo Santos.

O estudante do curso técnico em Eletrotécnica e líder da equipe, Marcos Vinicius Lopes de Oliveira, disse que participar da Copa Centro-Oeste de Foguetes foi uma experiência muito enriquecedora e que teve a oportunidade de colocar em prática conhecimentos de ciência, tecnologia e engenharia, além de competir com equipes de alto nível de diferentes regiões. “Representar o IFMT Campus Primavera do Leste e todo o estado de Mato Grosso trouxe um grande sentimento de responsabilidade e orgulho. O evento também permitiu trocar experiências, aprender novas técnicas e fortalecer ainda mais o interesse pela área aeroespacial. A conquista do título tornou essa experiência ainda mais marcante para toda a equipe”, disse o estudante Marcos Oliveira.

Marcos Oliveira salientou que ganhar a Copa dos Foguetes representa o reconhecimento de todo o esforço e dedicação da equipe. “Foi muito gratificante colocar em prática os conhecimentos aprendidos em sala de aula e ver que eles contribuíram diretamente para alcançar esse resultado. Essa conquista mostra a importância da ciência e da tecnologia na formação dos estudantes”, diz Marcos Oliveira.

A coordenadora do projeto disse o título de campeão representa a coroação de um esforço coletivo. “Ninguém lança um foguete sozinho, e o papel de uma coordenadora é garantir que cada engrenagem funcione no seu melhor potencial. Esse prêmio mostra que consegui extrair o melhor de cada talento da equipe, mantendo todos unidos mesmo nos momentos de maior frustração e testes que falharam. Ver o orgulho do time ao receber esse troféu é o que mais me realiza como líder”, conta a professora Denise Campos.

A professora destacou que o projeto oportuniza que os alunos conheçam a ciência na prática. Eles aplicam conceitos complexos de física, termodinâmica e química dos combustíveis/propelentes. “Os estudantes precisam entender a densidade dos materiais, a resistência do ar e o cálculo da trajetória parabólica para que o foguete alcance a altitude ou o alvo desejado”, explica.

Outro ponto abordado pela docente é que eles aprendem sobre tecnologia no desenvolvimento de projeto, pois utilizam softwares de simulação de voo (como o OpenRocket), modelagem 3D (CAD) para projetar os componentes. Além disso, aprendem a trabalhar com a engenharia na resolução de problemas.

“É o cerne do projeto: Engenharia é restrição e otimização. Os alunos precisam projetar pensando em aerodinâmica, estabilidade, peso e escolha de materiais, tudo isso respeitando as regras estritas da competição e o orçamento disponível. O outro ganho é que o projeto desenvolve o pensamento crítico. Quando um foguete falha nos testes, a equipe precisa investigar o erro, analisar os dados e redesenhar o protótipo. Isso é a engenharia do mundo real”, explica a docente.


Companhia mantém iniciativas voltadas ao acolhimento, desenvolvimento profissional e promoção de ambientes seguros para pessoas LGBTI+ durante todo o ano

No Mês do Orgulho, a Arcos Dorados, empresa responsável pela operação do McDonald’s no Brasil e em outros 20 países da América Latina e Caribe, reforça seu compromisso com a promoção de ambientes seguros, respeitosos e inclusivos. Atualmente, 21% dos colaboradores da companhia no Brasil se declaram LGBTI+. Segundo o Pride Report 2025, da Ipsos, aponta que 14% da população brasileira é LGBTI+, estando entre os países com maior representatividade da comunidade LGBTI+ no mundo. Na Arcos Dorados, esse cenário se reflete na composição dos times e também da liderança, onde 19% dos cargos são ocupados por profissionais da comunidade.

Com mais de 70 mil colaboradores em todo o país, a companhia investe continuamente em iniciativas voltadas à valorização da diversidade, ao fortalecimento do senso de pertencimento e à criação de oportunidades de desenvolvimento para todas as pessoas. O compromisso faz parte da estratégia de gestão de pessoas da empresa e se traduz em ações permanentes que buscam garantir que cada colaborador possa construir sua trajetória profissional em um ambiente de respeito, acolhimento e desenvolvimento.

“Sabemos que ainda existem desafios importantes para a população LGBTI+ no mercado de trabalho. Por isso, seguimos investindo em iniciativas que promovam respeito, acolhimento e oportunidades em prática cotidiana, vivendo uma cultura em que todas as pessoas possam crescer profissionalmente sem precisar esconder quem são”, afirma Leandro Corrêa, Gerente de Pessoas & Cultura da Arcos Dorados.

O compromisso da companhia se materializa por meio de iniciativas permanentes voltadas à promoção da diversidade e da inclusão. Entre elas estão o Comitê de Diversidade e Inclusão e a Rede Orgulho Arcos, que reúnem colaboradores de diferentes áreas, diferentes identidades de gênero e orientação afetivo-sexual para promover diálogos, escuta ativa e ações de conscientização.

Outras iniciativas incluem a adoção do nome social em documentos internos, orientação jurídica para retificação da documentação quando é uma opção, a extensão de benefícios a cônjuges do mesmo gênero designado, uniforme sem marcação de gênero, além da Política de Lugar Seguro, respeitoso e Inclusivo, e treinamentos diversos mecanismos que reforçam o compromisso da companhia com a prevenção e o combate a qualquer forma de discriminação ou desrespeito.

Além de promover ações voltadas à conscientização e ao acolhimento, a Arcos Dorados busca ampliar oportunidades de desenvolvimento e crescimento profissional para pessoas LGBTI+.

Histórias que inspiram

Como parte das ações do Mês do Orgulho, a companhia também dá visibilidade às histórias de colaboradores que encontraram no ambiente de trabalho um espaço de acolhimento, desenvolvimento e pertencimento.

Para o Pedro Leite, de 31 anos, o Mês do Orgulho representa o reconhecimento de toda a luta que veio antes dele, traduzida na liberdade de ser quem é: um homem casado há sete anos, que não precisa se esconder e nem ter vergonha de sua orientação sexual. Ele recorda, com carinho, que sua história com o marido começou justamente em McDia Feliz, quando conheceu seu marido, que era voluntário no dia. De acordo com ele, trabalhar em um ambiente inclusivo transformou sua saúde mental e impulsionou sua produtividade, trazendo a paz necessária para que ele estruturasse sua vida pessoal e profissional. Foi com essa estabilidade dentro da empresa que ele mobiliou a casa, organizou as finanças, formou-se em Administração de Empresas e construiu uma carreira sólida na Arcos Dorados — onde inclusive superou marcas financeiras antigas, passando a ganhar mais que o parceiro.

Dentro da empresa, Pedro encontrou um espaço onde sua identidade e voz são genuinamente valorizadas, algo que se reflete na confiança que a liderança deposita em suas opiniões e na sua facilidade de comunicação. O momento mais marcante dessa trajetória foi sua transição para o cargo administrativo: um sonho que antes parecia impossível pelo receio do preconceito, mas que se realizou cercado de acolhimento. Essa virada de chave teve um incentivador fundamental: Edmar Flávio da Costa, seu Gerente de Unidade, que o orientou e apoiou em cada etapa, parceria que culminou na conquista do selo RCE, o único do estado, quando trabalharam juntos na Unidade COX. Hoje, no tão sonhado cargo de Gerente de Loja, Pedro olha para a própria trajetória com profundo orgulho de sua identidade gay e de suas conquistas. Para os profissionais LGBTQIAPN+ que desejam ingressar na marca, ele deixa um recado inspirador: “Nós temos um potencial enorme. Devemos encarar as oportunidades e desafios sem medo, abraçando cada um deles como se fosse o único”, declara.

Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 21 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui 2.500 restaurantes, entre unidades próprias e de seus franqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários. A empresa também está comprometida com o desenvolvimento das comunidades em que opera, com a oferta de oportunidades de primeiro emprego formal aos jovens e com o impacto ambiental positivo por meio de sua Receita do Futuro. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site: www.arcosdorados.com/pt/


A nova geração não rejeita carteira assinada. Rejeita proposta sem futuro, sem desenvolvimento e sem sentido.

*Por Rodrigo Dib

Um jovem de dezenove anos abre o aplicativo de notas do celular e faz uma conta simples. De um lado, a proposta de CLT que acabou de receber: salário de entrada, horário fixo, gestor que ele ainda não conhece, e a promessa vaga de que “tem espaço para crescer”. Do outro, o que ele ganharia entregando por aplicativo, vendendo pelo Instagram, em plataformas de e-commerce ou prestando serviço por conta própria. A conta é parecida. E aí ele faz a pergunta que tira o sono de quem contrata: por que eu aceitaria a carteira assinada?

Esse jovem não é uma exceção. Ele é o retrato de uma geração que mudou a régua com que avalia o trabalho — e o mercado ainda não entendeu por quê.

Os números explicam, e vêm de duas fontes que se complementam. O Banco Central, olhando especificamente para transporte e entrega ao longo de uma década, mostrou que entre 2015 e 2025, enquanto a população ocupada do país cresceu cerca de 10%, o número de trabalhadores por aplicativo subiu 170% — de 770 mil para 2,1 milhões de pessoas. O IBGE, num recorte mais amplo e recente, que inclui também serviços gerais e profissionais, contabiliza 1,7 milhão de pessoas trabalhando por plataforma, um avanço de 25% em apenas dois anos. Recortes diferentes, mesma direção: não é um fenômeno de margem, é uma rota de entrada que se tornou estrutural. E o detalhe que muda tudo: o próprio Banco Central modelou que, sem as plataformas, boa parte de quem hoje trabalha por aplicativo teria buscado emprego sem sucesso e estaria desempregada. Ou seja, a maior parte não saiu de um posto formal. Veio de fora da força de trabalho, gente que o mercado formal de entrada simplesmente não estava conseguindo absorver, formar e reter.

É essa a paisagem em que a nova geração cresceu. Ela é a primeira que viu, em tempo real, que existe vida econômica fora do contracheque formal. Não idealiza o CLT como destino único porque viu o pai, a mãe ou o irmão mais velho trabalhar a vida inteira registrado e chegar ao fim do mês no mesmo lugar. E viu, ao lado, o conhecido que entrega, o que vende online, o que edita vídeo para três clientes, o que monta loja na Shopee. Não estou dizendo que essas alternativas são melhores. Estou dizendo que elas existem, são visíveis, e reescreveram o que o jovem considera uma boa proposta.

Quem entra no mercado hoje olha para esse cenário e tira uma conclusão fria, que muita empresa ainda não quis ouvir: o emprego formal de entrada não é, automaticamente, o melhor negócio. E os dados dão razão a ele. Um diagnóstico recente do Ministério do Trabalho sobre a inserção produtiva dos jovens aponta que 84% dos jovens ocupados estão em funções generalistas, sem exigência de qualificação, e que a maioria ganha até um salário e meio. As duas maiores ocupações de jovens no país são balconista e escriturário — juntas, mais de dois milhões de pessoas. Esse é o CLT real que se oferece à maior parte da juventude: baixo, repetitivo, sem trilha clara de crescimento.

Quando esse é o desenho, a pergunta deixa de ser ingrata e passa a ser óbvia.

Atenção, porque aqui mora o ponto que separa a leitura preguiçosa da leitura honesta. Eu não estou romantizando a informalidade. Ela é, em boa medida, uma enorme armadilha, e eu defendo isso sempre. Inclusive, um dos capítulos do meu livro, “O Mundo É Seu, Mas Calma Lá!”, é dedicado a isso. O mesmo IBGE mostra que 71% dos trabalhadores de plataforma estão na informalidade, contra 44% do restante da população ocupada, e que só cerca de um terço deles — 35,9% — contribui para a Previdência. Entre os entregadores de moto, a informalidade chega a 84%. É trabalho sem rede, sem 13º, sem férias, sem aposentadoria, muitas vezes com jornada mais longa e renda por hora menor. Quem defende esse modelo como libertação está vendendo um futuro incerto embrulhado em discurso de autonomia. O jovem que aposta tudo nisso pode estar trocando a gaiola visível do CLT ruim por uma gaiola invisível que só vai sentir aos quarenta anos.

Mas, e este é o nó que o mercado precisa desatar, a juventude percebeu uma coisa que muita empresa ainda não percebeu: se as duas opções parecem ruins, ela tende a escolher a ruim que pelo menos entrega alguma liberdade e um resultado imediato aparentemente melhor.

É exatamente por isso que esse jovem ficou crítico, não preguiçoso. Ele não está fugindo do trabalho formal. Está cobrando que o trabalho formal justifique a própria existência. Quando a pesquisa que o CIEE realizou em parceria com o Instituto Locomotiva, ouvindo quase 9 mil jovens de todo o país, em abril de 2026 (margem de erro de 1 ponto percentual), mostra que 54% colocam oportunidade de crescimento à frente de salário na hora de escolher uma empresa — e que esse fator ganha ainda mais força quando o jovem precisa eleger um único motivo decisivo —, não estamos diante de frescura de geração mimada. Estamos diante do cálculo de quem entendeu que, se for para ganhar pouco de qualquer jeito, que seja num lugar que ofereça o que a entrega, o bico e a venda online não oferecem: trajetória, aprendizado, um chefe que ensine, um ambiente que não adoeça e a chance concreta de estar melhor daqui a três anos.

O CLT, para essa geração, deixou de ser destino e virou proposta.

E proposta se aceita ou se recusa. A carteira assinada só ganha valor quando vem acompanhada das coisas que a informalidade nunca vai entregar: desenvolvimento real, ambiente saudável, valores reconhecíveis, liderança preparada e a sensação de que o primeiro emprego não é um beco sem saída. Tire isso da equação e o CLT perde para o aplicativo. Não porque o aplicativo seja melhor, mas porque, pelo menos ali, o jovem não precisa fingir que enxerga futuro onde só existe sobrevivência.

A pesquisa CIEE/Locomotiva mostra esse preço com clareza: 98% dos jovens sonham em trabalhar numa empresa que invista no desenvolvimento deles, e 7 em cada 10 dizem que não trabalhariam em um lugar cujos valores não reconhecem. Eles estão dizendo, em alto e bom som, o valor pelo qual abrem mão da flexibilidade. E o mercado continua tentando contratar como se esse valor fosse só o salário.

Há uma ironia que precisa ser dita. A mesma empresa que reclama que o jovem não valoriza o CLT é, muitas vezes, a que oferece o CLT em sua pior versão: vaga sem plano de carreira, gestor despreparado, jornada que consome o dia inteiro, cobrança alta, escuta baixa e salário que mal cobre transporte, alimentação e vida básica. Esse CLT não está competindo com nada glamuroso. Está competindo com aquele jovem de dezenove anos e o aplicativo de notas que falei no começo — e, no curto prazo, está perdendo. Quando a alternativa informal, mesmo sendo pior no longo prazo, ganha essa comparação, o problema não é o jovem. É a proposta.

O recado para quem contrata é desconfortável, mas libertador para quem entender primeiro. O jovem brasileiro não está desvalorizando o trabalho formal. Está exigindo que ele seja melhor do que a alternativa. E a alternativa, hoje, oferece liberdade. Então o CLT precisa oferecer o que a liberdade sozinha não entrega: futuro. A empresa que entender isso não vai disputar jovem no grito, na nostalgia ou no discurso de “no meu tempo era diferente”. Vai disputar com trajetória, desenvolvimento, bons líderes e um motivo real para ficar.

O jovem fez a conta. A pergunta que sobra não é por que ele recusa o CLT. É se a sua empresa oferece um CLT que valha a pena aceitar.

 

*Por Rodrigo Dib, superintendente Institucional do Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE


Especialista do Hospital Ortopédico reforça a importância da prevenção e orienta pais sobre cuidados necessários durante atividades de lazer nas férias escolares

As férias escolares representam um período aguardado por muitas crianças e adolescentes. Com mais tempo livre, aumentam também as brincadeiras ao ar livre, a prática de esportes e as atividades recreativas, mudando temporariamente a rotina das famílias. Nesse cenário, especialistas orientam atenção redobrada para situações que podem favorecer quedas, torções, cortes e outros tipos de lesões comuns nesta época do ano.

O período costuma registrar aumento na procura por atendimentos relacionados a acidentes domésticos e traumas decorrentes de atividades físicas, especialmente entre crianças, que passam a maior parte do dia em movimento e, muitas vezes, explorando ambientes e brincadeiras que exigem supervisão mais próxima.

Segundo o ortopedista e traumatologista do Hospital Ortopédico, Dr. Jhone Pereira, esse comportamento é percebido com frequência durante os períodos de férias.

“É uma época em que os atendimentos aumentam devido ao maior tempo de atividade a que as crianças são expostas”, explica o especialista.

Entre as situações mais comuns estão quedas, pancadas, torções e impactos diretos, que podem resultar em cortes ou lesões ortopédicas de diferentes intensidades.

“As lesões mais frequentes são as relacionadas a trauma direto. Quedas, pancadas, torções, que acabam levando a cortes e fraturas”, detalha o médico.

Em muitos casos, identificar se a situação exige avaliação médica imediata pode gerar dúvidas entre pais e responsáveis. Por isso, observar o comportamento da criança após o acidente é um passo importante.

“O principal sinal é a incapacidade de um membro exercer sua função. Um trauma na perna que não permita caminhar após o ocorrido, ou um trauma no ombro que não permita elevar o braço acima da cabeça, por exemplo. Qualquer acidente que leve a dor intensa, inchaço que aumente rapidamente ou sangramentos deve ser avaliado”, orienta.

Outro aspecto importante é observar se os sintomas persistem nas horas seguintes ou se há alguma alteração visível na movimentação natural dos membros, situações que podem indicar necessidade de investigação mais detalhada.

Nos primeiros cuidados após quedas, torções ou outros acidentes, a recomendação é evitar movimentos excessivos na região afetada até que o paciente seja avaliado por um profissional.

“A primeira coisa a se fazer é estabilizar a área lesionada. Se puder improvisar uma tala, ótimo. Se não puder, a recomendação é tranquilizar a vítima e orientar a fazer o mínimo possível de movimento. Em seguida, levar para avaliação adequada”, explica.

Durante brincadeiras e atividades esportivas, medidas simples também ajudam a reduzir riscos. O uso de equipamentos de proteção, por exemplo, pode ser um aliado importante.

Dentro de casa, os cuidados também merecem atenção, principalmente quando crianças pequenas permanecem mais tempo em ambientes que, no dia a dia, podem passar despercebidos pelos adultos.

“O principal é manter a criança ao alcance dos olhos de um adulto. Conversar, orientar, cuidar da estrutura da casa e não deixar materiais que possam provocar acidentes ao alcance das crianças. Ferramentas, por exemplo. Observando essas situações, a chance de incidentes diminui”, ressalta.

Atendimento integrado

Para situações que exigem avaliação especializada, o Hospital Ortopédico conta com estrutura preparada para atendimento de diferentes tipos de lesões traumáticas, oferecendo consultas ambulatoriais, pronto atendimento, exames de raio-X e realização de procedimentos cirúrgicos em especialidades como ortopedia, cirurgia vascular, neurologia e otorrinolaringologia.

A unidade realiza atendimentos de segunda a sexta-feira, com pronto atendimento disponível das 7h às 19h e ambulatório em funcionamento das 7h30 às 18h. Aos sábados, o pronto atendimento funciona das 7h às 11h. Além disso, o hospital também realiza cirurgias de urgência voltadas a pequenos e médios procedimentos, garantindo assistência adequada em diferentes situações clínicas.

Nos casos em que o paciente necessita de continuidade no tratamento ou de suporte hospitalar complementar, o cuidado pode ser ampliado por meio da estrutura integrada do Grupo Santa. O Hospital Santa Rosa, que também faz parte da rede, oferece retaguarda hospitalar e suporte assistencial, permitindo acompanhamento contínuo e atendimento direcionado às necessidades específicas de cada paciente.

A principal orientação dos especialistas é que o período de férias continue sendo sinônimo de lazer e diversão, mas sempre acompanhado de supervisão adequada e cuidados preventivos que contribuam para a segurança de toda a família.


O Sistema Federação da Agricultura e Pecuária (Sistema Famato), por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar MT), lançaram na noite de quinta-feira (25) o projeto da Carreta Chico Bento, um espaço itinerante criado para aproximar a população da realidade do campo por meio de experiências interativas, vídeos e gibis educativos. A iniciativa percorrerá municípios e as principais feiras agropecuárias do estado, levando informações sobre produção de alimentos, inovação e sustentabilidade.

O projeto nasce da parceria entre o Sistema Famato e a Maurício de Sousa Produções (MSP), oficializada em 2025, e tem como protagonista um dos personagens mais conhecidos da literatrura infantojuvenil: o Chico Bento.

De acordo com Vilmondes Tomain, presidente do Sistema Famato, o personagem é símbolo da vida no campo, e foi escolhido para levar mensagens sobre sustentabilidade, inovação, preservação ambiental, produção de alimentos e sucessão familiar de forma acessível e educativa.

Presente na infância de milhões de brasileiros há várias décadas, Chico Bento construiu uma trajetória marcada pela simplicidade, respeito à natureza e valorização da vida no campo. A escolha do personagem também busca ampliar o alcance dessa mensagem.

“Agora, ele passa a representar também um agro moderno, sustentável e conectado às transformações tecnológicas”, destacou Vilmondes.

Carreta itinerante foi projetada para receber visitantes de todas as idades

A carreta foi projetada para receber visitantes de todas as idades. Durante as feiras agropecuárias pelas cidades mato-grossensses, o público poderá assistir gratuitamente a cinco vídeos educativos e receber exemplares de cinco gibis exclusivos, produzidos especialmente para a campanha.

“Os materiais abordam temas essenciais para o presente e o futuro do agronegócio brasileiro, como a relação entre cidade e campo, produção aliada à preservação ambiental, conservação do solo, tecnologias aplicadas à atividade rural e a importância da sucessão familiar para garantir a continuidade da produção de alimentos”, explicou.

Os gibis distribuídos gratuitamente tratam dos temas Cidade e Campo, Produção e Preservação, Cuidado com a Terra, Tecnologia e as novidades que facilitam e melhoram a vida no campo, e Sucessão Familiar: A história que não tem fim.

Já o espaço audiovisual da carreta exibirá os vídeos “Da Terra para a Cidade”, “A Natureza da Produção”, “O que Vale é o Cuidado”, “Tecnologia que Respeita” e “Sucessão Familiar – Cuidar do Futuro”, proporcionando uma experiência imersiva para os visitantes.

Projeto da Carreta Chico Bento foi lançado com propósito de aproximar campo da cidade

Durante o evento de apresentação, o presidente do Sistema Famato informou que uma segunda carreta deve chegar a Mato Grosso no início de julho, ampliando a capacidade de atendimento do projeto e permitindo que as ações alcancem um número maior de municípios e eventos agropecuários.

O lançamento da carreta ocorreu durante a Feira da Família Rural, que reuniu colaboradores, e presidentes de sindicatos rurais. Os personagens Chico Bento e Rosinha prestigiaram a abertura oficial do projeto do Sistema Famato/Senar e levaram interação e ainda mais simbolismo para a iniciativa.

A programação oficial e o roteiro das duas unidades serão divulgados nas próximas semanas, com informações sobre as cidades e feiras que receberão a iniciativa.

“Queremos aproximar a sociedade, principalmente nossas crianças, da realidade vivida pelos produtores rurais e destacar o papel do setor na produção de alimentos, na preservação dos recursos naturais e no desenvolvimento econômico”, anunciou.


*Por Rodrigo Dib

A nova geração não rejeita carteira assinada. Rejeita proposta sem futuro, sem desenvolvimento e sem sentido.

Um jovem de dezenove anos abre o aplicativo de notas do celular e faz uma conta simples. De um lado, a proposta de CLT que acabou de receber: salário de entrada, horário fixo, gestor que ele ainda não conhece, e a promessa vaga de que “tem espaço para crescer”. Do outro, o que ele ganharia entregando por aplicativo, vendendo pelo Instagram, em plataformas de e-commerce ou prestando serviço por conta própria. A conta é parecida. E aí ele faz a pergunta que tira o sono de quem contrata: por que eu aceitaria a carteira assinada?

Esse jovem não é uma exceção. Ele é o retrato de uma geração que mudou a régua com que avalia o trabalho — e o mercado ainda não entendeu por quê.

Os números explicam, e vêm de duas fontes que se complementam. O Banco Central, olhando especificamente para transporte e entrega ao longo de uma década, mostrou que entre 2015 e 2025, enquanto a população ocupada do país cresceu cerca de 10%, o número de trabalhadores por aplicativo subiu 170% — de 770 mil para 2,1 milhões de pessoas. O IBGE, num recorte mais amplo e recente, que inclui também serviços gerais e profissionais, contabiliza 1,7 milhão de pessoas trabalhando por plataforma, um avanço de 25% em apenas dois anos. Recortes diferentes, mesma direção: não é um fenômeno de margem, é uma rota de entrada que se tornou estrutural. E o detalhe que muda tudo: o próprio Banco Central modelou que, sem as plataformas, boa parte de quem hoje trabalha por aplicativo teria buscado emprego sem sucesso e estaria desempregada. Ou seja, a maior parte não saiu de um posto formal. Veio de fora da força de trabalho, gente que o mercado formal de entrada simplesmente não estava conseguindo absorver, formar e reter.

É essa a paisagem em que a nova geração cresceu. Ela é a primeira que viu, em tempo real, que existe vida econômica fora do contracheque formal. Não idealiza o CLT como destino único porque viu o pai, a mãe ou o irmão mais velho trabalhar a vida inteira registrado e chegar ao fim do mês no mesmo lugar. E viu, ao lado, o conhecido que entrega, o que vende online, o que edita vídeo para três clientes, o que monta loja na Shopee. Não estou dizendo que essas alternativas são melhores. Estou dizendo que elas existem, são visíveis, e reescreveram o que o jovem considera uma boa proposta.

Quem entra no mercado hoje olha para esse cenário e tira uma conclusão fria, que muita empresa ainda não quis ouvir: o emprego formal de entrada não é, automaticamente, o melhor negócio. E os dados dão razão a ele. Um diagnóstico recente do Ministério do Trabalho sobre a inserção produtiva dos jovens aponta que 84% dos jovens ocupados estão em funções generalistas, sem exigência de qualificação, e que a maioria ganha até um salário e meio. As duas maiores ocupações de jovens no país são balconista e escriturário — juntas, mais de dois milhões de pessoas. Esse é o CLT real que se oferece à maior parte da juventude: baixo, repetitivo, sem trilha clara de crescimento.

Quando esse é o desenho, a pergunta deixa de ser ingrata e passa a ser óbvia.

Atenção, porque aqui mora o ponto que separa a leitura preguiçosa da leitura honesta. Eu não estou romantizando a informalidade. Ela é, em boa medida, uma enorme armadilha, e eu defendo isso sempre. Inclusive, um dos capítulos do meu livro, “O Mundo É Seu, Mas Calma Lá!”, é dedicado a isso. O mesmo IBGE mostra que 71% dos trabalhadores de plataforma estão na informalidade, contra 44% do restante da população ocupada, e que só cerca de um terço deles — 35,9% — contribui para a Previdência. Entre os entregadores de moto, a informalidade chega a 84%. É trabalho sem rede, sem 13º, sem férias, sem aposentadoria, muitas vezes com jornada mais longa e renda por hora menor. Quem defende esse modelo como libertação está vendendo um futuro incerto embrulhado em discurso de autonomia. O jovem que aposta tudo nisso pode estar trocando a gaiola visível do CLT ruim por uma gaiola invisível que só vai sentir aos quarenta anos.

Mas, e este é o nó que o mercado precisa desatar, a juventude percebeu uma coisa que muita empresa ainda não percebeu: se as duas opções parecem ruins, ela tende a escolher a ruim que pelo menos entrega alguma liberdade e um resultado imediato aparentemente melhor.

É exatamente por isso que esse jovem ficou crítico, não preguiçoso. Ele não está fugindo do trabalho formal. Está cobrando que o trabalho formal justifique a própria existência. Quando a pesquisa que o CIEE realizou em parceria com o Instituto Locomotiva, ouvindo quase 9 mil jovens de todo o país, em abril de 2026 (margem de erro de 1 ponto percentual), mostra que 54% colocam oportunidade de crescimento à frente de salário na hora de escolher uma empresa — e que esse fator ganha ainda mais força quando o
jovem precisa eleger um único motivo decisivo —, não estamos diante de frescura de geração mimada. Estamos diante do cálculo de quem entendeu que, se for para ganhar pouco de qualquer jeito, que seja num lugar que ofereça o que a entrega, o bico e a venda online não oferecem: trajetória, aprendizado, um chefe que ensine, um ambiente que não adoeça e a chance concreta de estar melhor daqui a três anos.

O CLT, para essa geração, deixou de ser destino e virou proposta.

E proposta se aceita ou se recusa. A carteira assinada só ganha valor quando vem acompanhada das coisas que a informalidade nunca vai entregar: desenvolvimento real, ambiente saudável, valores reconhecíveis, liderança preparada e a sensação de que o primeiro emprego não é um beco sem saída. Tire isso da equação e o CLT perde para o aplicativo. Não porque o aplicativo seja melhor, mas porque, pelo menos ali, o jovem não precisa fingir que enxerga futuro onde só existe sobrevivência.

A pesquisa CIEE/Locomotiva mostra esse preço com clareza: 98% dos jovens sonham em trabalhar numa empresa que invista no desenvolvimento deles, e 7 em cada 10 dizem que não trabalhariam em um lugar cujos valores não reconhecem. Eles estão dizendo, em alto e bom som, o valor pelo qual abrem mão da flexibilidade. E o mercado continua tentando contratar como se esse valor fosse só o salário.

Há uma ironia que precisa ser dita. A mesma empresa que reclama que o jovem não valoriza o CLT é, muitas vezes, a que oferece o CLT em sua pior versão: vaga sem plano de carreira, gestor despreparado, jornada que consome o dia inteiro, cobrança alta, escuta baixa e salário que mal cobre transporte, alimentação e vida básica. Esse CLT não está competindo com nada glamuroso. Está competindo com aquele jovem de dezenove anos e o aplicativo de notas que falei no começo — e, no curto prazo, está perdendo. Quando a alternativa informal, mesmo sendo pior no longo prazo, ganha essa comparação, o problema não é o jovem. É a proposta.

O recado para quem contrata é desconfortável, mas libertador para quem entender primeiro. O jovem brasileiro não está desvalorizando o trabalho formal. Está exigindo que ele seja melhor do que a alternativa. E a alternativa, hoje, oferece liberdade. Então o CLT precisa oferecer o que a liberdade sozinha não entrega: futuro. A empresa que entender isso não vai disputar jovem no grito, na nostalgia ou no discurso de “no meu tempo era diferente”. Vai disputar com trajetória, desenvolvimento, bons líderes e um motivo real para ficar.

O jovem fez a conta. A pergunta que sobra não é por que ele recusa o CLT. É se a sua empresa oferece um CLT que valha a pena aceitar.

 

*Por Rodrigo Dib, superintendente Institucional do Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE


Os moradores do Abrigo Bom Jesus participaram de mais uma edição da tradicional Oficina de Culinária, atividade que tem se destacado como uma importante ferramenta de promoção da saúde, socialização e valorização da pessoa idosa. A iniciativa reuniu alguns dos cerca de cem idosos acolhidos pela instituição em um momento de aprendizado, interação e convivência.

A oficina é coordenada pela nutricionista da entidade, Laura Toledo, com a colaboração de duas estagiárias do curso de Nutrição da Universidade Federal de Mato Grosso, Jasmin Silva Lima e Amanda Gusmão, que auxiliam no desenvolvimento das atividades e no acompanhamento dos participantes.

Durante o encontro, os idosos tiveram a oportunidade de participar ativamente do preparo de receitas, compartilhando experiências, memórias afetivas e conhecimentos adquiridos ao longo da vida. Mais do que ensinar técnicas culinárias, a atividade busca estimular habilidades motoras, cognitivas e sociais, contribuindo para a manutenção da autonomia e da autoestima dos participantes.

Segundo a coordenação, a oficina representa um espaço de inclusão e protagonismo, onde cada idoso pode exercer sua criatividade e fortalecer vínculos com os demais moradores e colaboradores da instituição. A culinária também desperta lembranças positivas, favorecendo o bem-estar emocional e promovendo momentos de alegria e descontração.

Especialistas destacam que atividades como essa desempenham papel fundamental no envelhecimento saudável. Além de incentivar hábitos alimentares adequados, as oficinas culinárias ajudam a preservar capacidades funcionais, estimulam a coordenação motora, a concentração e a memória, fatores essenciais para a qualidade de vida na terceira idade.

Para a nutricionista Laura Toledo, o envolvimento dos idosos nas etapas de preparação dos alimentos fortalece a sensação de pertencimento e utilidade, aspectos importantes para a saúde física e emocional. A participação das estagiárias também proporciona uma rica troca de conhecimentos entre gerações, aproximando os futuros profissionais da realidade do cuidado com a pessoa idosa.

A direção do Abrigo Bom Jesus ressalta que iniciativas como a Oficina de Culinária integram o conjunto de ações desenvolvidas pela instituição com o objetivo de promover envelhecimento ativo, dignidade e qualidade de vida aos seus moradores. O sucesso de mais esta edição reforça a importância de atividades que valorizem a participação dos idosos, estimulando sua independência e fortalecendo sua integração social.

Mais do que preparar receitas, a oficina proporciona experiências significativas, resgata histórias e demonstra que o aprendizado, a convivência e a construção de novos momentos permanecem presentes em todas as fases da vida.


Em mais de uma oportunidade prometi aqui neste espaço comentar sobre as questões espirituais envolvidas na onda da covid 19. Sempre fiquei em dúvida, porque o lado espiritual desse fenômeno acaba sendo disruptivo e poderia gerar discussões que não interessam.

Mas o movimento da pandemia foi tão grande e tão abrangente que imaginei que poderia arriscar, sem ser crucificado. Mas, se for, fazer o que?

De tempos em tempos o planeta sofre disrupções e muda. No caso da covid, houve uma diferença. Pegou o mundo inteiro desprevenido. Não poupou países de economia rica e nem os pobres.

No primeiro momento a sequência de sentimentos começou com a surpresa. Depois veio o medo. Depois veio o temor. Depois veio o pânico coletivo. E, por fim, vieram as mortes e a doença ao redor de cada um de nós no Brasil e no mundo. E o medo tornou-se um sentimento coletivo.

Os governos, a mídia, as ongs tão poderosas com opiniões sobre tudo. A economia. A política. Todos silenciaram. O vírus transformou-se na mais agressiva linguagem mundial. 2020 passou no pânico e em 2021 o vírus veio acalmar a sua fúria a partir de setembro

Porém, ninguém esperava que ao fim da fase aguda da pandemia, a próxima vítima fosse a economia. E ainda não imagina que a próxima vítima dos desdobramentos seja a seja a política. Traduzindo: o planeta corre o risco de ver não ficar pedra sobre pedra da civilização até aqui construída ao longo de milhares de anos. Sei que são afirmações arriscadas e fortes. Mas parece que não haverá caminhos diferentes.

Uma das etapas da pandemia em 2020 foram os lockdowns e o isolamento social no mundo inteiro. Gerou grande confusão na economia pelo descompasso entre a pouca demanda e depois a pouca oferta de produtos quando a demanda recomeçou, agora em 2021. De outro lado o perfil de consumo das pessoas mudou muito.

O que antes não tinha valor passou a ser valorizado. E o que era muito valorizado perdeu a importância. Isso significa completa transformação de quase todos os segmentos de produção e de consumo da economia mundial.

Volto ao início do artigo. Por detrás de tudo isso e de tudo o que aconteceu fica bem claro que houve um certo planejamento fora do controle humano. Era pra transformar o ser humano usando o próprio ser humano. As religiões certamente atribuirão a uma divindade. Os espiritualistas atribuirão a um governo espiritual do mundo.

Quem não se enquadrar, também não poderá negar que transformações desse tamanho e importância não seriam casuais. Faço parte da crença de que existe uma ordem espiritual por detrás de tudo isso que aconteceu. Não sinto a necessidade de dar-lhe um nome. Só a de respeitar essa ordem.

Ao final, o que importa é que o planeta mudou absurdamente e não voltará atrás. As pessoas mudaram e mudarão em progressão absurda. Outra coisa, pra encerrar: não importa se o ser humano acredita ou não em algum valor espiritual.

O que importa, afinal, é que o que tiver de acontecer, está acontecendo e vai acontecer muito mais. O centro dessa nova ordem será o planeta renascido e o ser humano reconstruído. Mas a compreensão será um pouco mais lenta. Pode demorar. Mas não tem volta. Quem planejou, planejou!

Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso.

 

Reprodução: Repórter MT


O lutador olímpico, Igor Queiroz, 19 anos, se tornou bicampeão pan-americano de luta greco-romana, na quinta-feira (10), na cidade de Oaxtepec, no México. O atleta é natural de Cuiabá e morador do bairro Tijucal.

Igor foi introduzido ao mundo das lutas aos 9 anos de idade, por influência do pai Pablo Queiroz, que além de cabeleireiro é lutador de jiu-jítsu. “Eu inseri o Igor de maneira lúdica no mundo das lutas. No entanto, dentre várias modalidades que ele treinou, acabou se identificando com a luta greco-romana”.

Há mais de 5 anos o cuiabano integra a equipe de lutadores olímpicos da Seleção Brasileira e atualmente é titular absoluto no time da luta greco-romana.

O atleta já foi campeão brasileiro, sulamericano e já ficou em terceiro lugar no campeonato mundial escolar, entre outras participações e premiações que recebeu ao longo dos mais de 20 países que já visitou por meio das competições.

O lutador, que usa o bordão “do Tijucal para o mundo”, ainda continua na tentativa de arrumar um patrocínio. Segundo o pai de Igor, o único apoio financeiro que o atleta recebe é dos próprios familiares.

Igor retorna a Cuiabá neste sábado, onde seguirá os treinos para as futuras competições.

 

Reprodução: Hiper Notícias 


2+0+2+3 = 7

Esse ano é regido pelo número 7 que é o número de energia da espiritualidade.

O 7 é o número que representa a perfeição. A integração entre os mundos físicos e espiritual, sendo, portanto, o símbolo do Universo em transformação.

Mas, suas interpretações vão muito além.

Ele representa o lado místico e oculto de TUDO.

Que a nossa história em 2023 seja de muita conexão com Algo Maior, a Fonte, Deus para que possamos estar em ressonância com as Forças do Amor:

1) O SIM, esta significativa força do SIM à realidade como ela é, permeia todas as outras.

2) O PERTENCIMENTO: Todos têm o mesmo direito de pertencer.

3) A HIERARQUIA, a ordem, o respeito a quem vem antes.

4) E o DAR e RECEBER são a mesma coisa.

A LUZ É PAZ e BEM.

Bora para a Vida!

Eluise Dorileo é psicóloga, terapeuta familiar e maestria nas novas constelações quânticas.

Email eluisedorileo@hotmail.com


Reprodução

A Mattel, maior fabricante de brinquedos do mundo, lançou nesta semana a primeira linha de bonecas Barbie produzidas com 90% de plástico reciclado dos oceanos.

A coleção foi batizada de ‘Barbie Loves the Ocean’ (Barbie Ama os Oceanos, em tradução livre) e conta com uma arte promocional bem legal que faz referência à recente pegada mais sustentável da Mattel: “O futuro do rosa é o verde“.

A fabricante de brinquedos se comprometeu a produzir seus produtos com 100% de material reciclado até 2030.

“Este lançamento da Barbie é mais um acréscimo ao portfólio crescente da Mattel de marcas voltadas para um propósito que inspiram a consciência ambiental com o nosso consumidor como foco principal”, disse o presidente e diretor de operações da Mattel, Richard Dickson, em um anúncio feito à imprensa.

Richard também enfatizou a importância de se pensar em políticas ambientais de longo prazo, de olho no futuro da próxima geração.

“Na Mattel, capacitamos a próxima geração a explorar as maravilhas da infância e atingir seu potencial máximo. Fazemos nossa parte para garantir que as crianças também herdem um mundo cheio de potencial“.

FONTE: Razões para Acreditar


Por Valeriano Martins

No decorrer da minha vida profissional me deparei e ainda me deparo com vários mitos em relação ao intercâmbio. Por isso vou falar aqui sobre os cinco que escuto com frequência. O mais forte deles é imaginar que se trata de uma experiência apenas para pessoas jovens e adolescentes. Isso é um engano que impede muitos de realizarem seus sonhos, pois intercâmbio não tem idade!

A viagem internacional com o propósito de estudo e até mesmo trabalho, no caso dos adultos, pode ser realizada em qualquer fase da vida. É com muito orgulho que posso contar que no portfólio da Best Intercâmbio por exemplo, temos estudantes com mais de 70 anos e cada vez mais esse público está aumentando. Isso é incrível, pois incentiva outras pessoas dessa faixa etária a perceberem que a vida deve ser vivida da melhor maneira possível. Viajar, estudar e ver coisas novas com certeza é uma das opções que devem estar no topo da nossa lista.

Outro mito comum é sobre a língua inglesa. Acredito que por ser um dos idiomas considerados como universais e por estar fortemente presente no nosso dia a dia, como em filmes, músicas e cinema, várias pessoas chegam até nós imaginando que os países onde o inglês é falado são os únicos para os quais se pode viajar como intercambista. Então vamos desmitificar esta ideia também. Você pode viajar para estudar francês, italiano, espanhol, japonês, alemão! Enfim, a língua que quiser. Não existe fronteira. Basta procurar uma empresa de confiança e competente. A liberdade para viajar ao local que deseja estará garantida.

Estudar até ser fluente para só então fazer o intercâmbio: esse é o nosso terceiro mito. Aprender um novo idioma no país em que ele é nativo faz com que o aprendizado seja ainda mais rápido. Por isso, não é preciso ser craque em determinada língua para ser intercambista. Você vai aprender tudo durante a viagem.

O quarto mito: “vou economizar bastante, aí sim posso fazer meu intercâmbio”. Esse tipo de pensamento é bem comum. Realmente, não posso negar que se trata de um investimento, mas isso não significa que você precise desembolsar um alto valor. Existem diversas maneiras de baratear a viagem, como escolher bem o destino e o tempo de duração.

E para finalizar, vamos falar sobre intercâmbio e férias. Aqui é importante lembrar que esse tipo de experiência é um investimento pessoal em conhecimento e aprendizado. Por isso, precisa valer a pena. Isso não significa que você não vai poder visitar os pontos turísticos da cidade onde está ou sair para se divertir. O que não pode acontecer é esquecer de estudar. Afinal, você pagará por um curso, passagens e acomodação. O ideal é equilibrar os estudos com o lazer e aí com certeza seus resultados serão excelentes.

Anualmente realizamos a Feira de Educação Internacional com o objetivo de aproximar as instituições internacionais com o público interessado em fazer intercâmbios, oferecendo às pessoas a oportunidade de conversar e tirar suas dúvidas. Este ano, a feira acontece no próximo dia 22 de outubro, no Goiabeiras Shopping. O evento é aberto e totalmente gratuito.

Valeriano Martins é CEO da Best Intercâmbio


A novidade traz oito brinquedos inéditos para comemorar o lançamento do filme ambientado em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana

O McLanche Feliz proporciona entretenimento e diversão para os momentos em família há mais de 40 anos. E agora, a plataforma apresenta itens inéditos inspirados no novo filme da Disney e Pixar “Luca”.

A história é ambientada em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana e narra a jornada de amadurecimento de Luca junto de seu novo melhor amigo Alberto. Os meninos vivem um verão inesquecível repleto de gelatos, massas e intermináveis passeios de scooter. Mas toda a diversão é ameaçada por um segredo muito bem escondido: os dois são monstros marinhos de um mundo logo abaixo da superfície da água.

A novidade chega incrementando a parceria entre The Walt Disney Company Latin America e McLanche Feliz e reforça a aposta da rede em novas experiências que estimulam as atividades criativas e com muita diversão.

Para a família toda entrar no clima dessa empolgante estreia, o McLanche Feliz traz oito brinquedos inspirados nos personagens principais do filme:

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Muda de cor): submerja Luca e Alberto em água fria para revelar o tom de pele verde dos monstros marinhos. Coloque a peça da cauda à cabeça para completar a transformação;

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Nadando): gire a cauda do Luca e solte-a quando submergir o brinquedo na água, para fazê-lo nadar;

Giulia Marcovaldo: gire os braços de Giulia para trás e solte-os quando a submergir na água, para ver como nada;

Massimo Marcovaldo: dê corda ao Massimo e submerja-o na água, para ver como o Massimo move seus pés,enquanto nada e solta água pela boca.;

Machiavelli: aperte o botão embaixo de Machiavelli e submerja-o na água. Depois, solte o botão para enchê-lo. Tire-o da água e aperte o botão de novo, para que ele dispare água pela boca.

Monalisa: é uma pistola de água. Submerja a Monalisa em água fria e puxe sua cauda para enchê-la de água. Quando retirar da água, empurre a cauda novamente para a frente, para que a água saia pela boca.

Da esquerda para a direita: Luca Paguro (muda de cor), Alberto Scorfano (muda de cor), Luca Paguro (nadando), Alberto Scorfano (nadando), Giulia, Massimo, Machiavelli e Monalisa.

Os brinquedos já podem ser encontrados nos restaurantes da rede, que seguem operando pelo McDelivery e Drive-Thru em todo o país.

McLanche Feliz: ingredientes de qualidade e refeições equilibradas

Junto com seu compromisso em garantir momentos de diversão e aprendizagem, a companhia também mantém o compromisso de oferecer produtos de alta qualidade e os melhores ingredientes. Ao longo da última década a marca apresentou uma série de mudanças e evoluções em seu cardápio. Em 2019, o McDonald’s renovou sua proposta de menu infantil para oferecer uma opção ainda mais equilibrada, diminuindo as quantidades de sódio, gorduras, açúcares adicionados e incorporando mais frutas e vegetais.

Para ficar sempre por dentro das novidades e campanhas, acesse: https://www.mcdonalds.com.br.

 Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui mais de 2.200 restaurantes, entre unidades próprias e de seus subfranqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 31/03/2021). A empresa também mantém um sólido compromisso com o desenvolvimento das comunidades nas quais está presente e com a geração de primeiro emprego formal para jovens, além de utilizar sua escala para impactar de maneira positiva o meio-ambiente. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site: www.arcosdorados.com


O resgate dos animais das ruas e a oportunidade de dar um novo lar aos pets foi o que me motivou a iniciar um projeto em parceria com as Ongs (Organização Não Governamental) de apoio e cuidado ao animal.

O projeto piloto se deu com a disponibilização de 16 gatos, filhotes e adultos, pela Ong “É o Bicho”. Ao chegar na unidade Veterinária, cada animal passa por consulta para avaliação das condições gerais de saúde. E em apenas uma semana desde o início do projeto, 15 dos 16 gatos já tinham ganhado um novo lar.

Minha intenção é ampliar ainda mais a disponibilização de animais para adoção. As Ongs têm um papel importante no cuidado com os animais abandonados. Ainda para este mês, está previsto a disponibilização de cães e gatos para uma adoção responsável.

Qualquer pessoa que tenha interesse em cuidar e zelar de um pet pode fazer a adoção. Mas antes, deve fazer um cadastro e a equipe da Ong fará uma visita para levar as informações quanto as necessidades básicas de cada animal. Nossa campanha, que oportuniza às pessoas fazer uma adoção consciente, tem o apoio do plano de saúde animal referência no país, a Planvet.

Nossa clínica mantém atendimento 24 horas por dia, todos os dias da semana. Estamos também disponíveis para novas parcerias com outras Ongs da causa animal.

Para conhecer os animais disponíveis para adoção ou buscar parceria, basta nos fazer uma visita no endereço – Rua Professor João Félix, Número 396, Bairro Lixeira, em Cuiabá ou acessar nossa página no Instagram (@veterinariamt) ou Facebook (veterinariamatogrosso). Outras informações podem ser obtidas pelo número 65 3046-2850.

Anderson Nogueira é médico veterinário há mais de 15 anos e atende na Clínica Veterinária Mato Grosso.


Relacionamentos saudáveis, fortes e duradouros. Construir tudo isso com excelência não seria possível sem inspiração, coragem e exemplo. E é assim que hoje, em nossos 31 anos de empresa familiar, temos o orgulho de dizer que a força das mulheres se destaca em nosso meio.

Começamos nosso negócio como “Shopping da Construção”. Sempre fomos reconhecidos por termos produtos de acabamento diferenciados e fomos uma das primeiras lojas do segmento a ter autosserviço. Antes, tudo funcionava apenas como modalidade “venda de balcão”. Em 2006, trouxemos o primeiro modelo em formato “boutique”. Ao nos reposicionarmos no mercado com esse formato de loja personalizada, entendemos o quanto isso era importante.

Tudo em nossa empresa foi construído com amor e dedicação. Minha mãe fazia questão que eu e meu irmão sempre estivéssemos inseridos nos negócios da família. E assim estudamos e nos especializamos em diversas áreas para auxiliar e crescer ali dentro. Após a faculdade de arquitetura, fiz cursos de Gestão de Negócios e MBA em Varejo 4.0. Acompanhamos de perto a importância da gestão por sempre termos visto como nossos pais trabalhavam.

Em 2009, meus pais decidiram começar a Profissionalização da Gestão da Empresa, com a ideia de iniciar um processo de sucessão familiar com responsabilidade. Para isso, iniciamos uma longa preparação com um coaching para famílias empresárias em conjunto com várias consultorias nesse sentido.

Identificamos dentro de cada um de nós, o principal perfil para conseguirmos aproveitar ao máximo as características profissionais como indivíduos. Nas consultorias, trabalhamos liderança e governança. Implementamos ainda o programa de qualidade, para estudarmos questões de processos e mapeamento de procedimentos em todas as suas etapas.

Apesar de estarmos aprimorando nossos negócios e preparando tudo para que o processo sucessório dentro da família acontecesse com qualidade, não ficávamos pensando quando essa data realmente chegaria. Mas após a definição de protocolos da Bigolin, minha mãe comunicou que queria se ausentar e passar todos os setores para mim.

Nessa época, houve várias questões em nossas vidas, principalmente a pandemia que estava começando. E mais uma vez, foi um momento em que a experiência dela não poderia ser deixada de lado, nem mesmo para passar seu cargo à frente. Então, a gestão comercial foi passada para mim e os demais setores seguiram com seus gestores, que inclusive na maioria deles são mulheres que lideram. A direção geral e o respaldo final ainda é da nossa matriarca. Tenho muito orgulho da história iniciada por ela, especialmente porque o setor da construção civil é essencialmente masculino.

Trabalhamos muito para chegar até aqui, sempre buscando valorizar a gestão  feminina, enxergando em cada ser humano o potencial empreendedor e a real possibilidade de mudança de vida por meio de suas escolhas. Hoje somos o grupo Trindade Bigolin, trazendo o sobrenome da minha mãe, Lucimar Trindade Bigolin, junto com o do meu pai Olivo Bigolin. Meu irmão, Filipe Bigolin, é engenheiro civil e é ele quem cuida da construtora, a Egide. Prezamos por nossos valores e lideramos pelo exemplo. Temos como missão criar e manter relacionamentos saudáveis com nossos clientes e somos conhecidos pela solidez, pela ética e pela qualidade dos produtos e atendimento prestado.

Ariane Bigolin é arquiteta e sócia do grupo Trindade Bigolin