O trabalho foi contemplado pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) no edital Viver Cultura – edição Lei Paulo Gustavo

O multiartista Caju da Rabeca lança, nesta sexta (13.03), seu último álbum, Rabecaju. Com 13 faixas, o trabalho vai estar disponível a partir de 20h (horário de Mato Grosso) nas principais plataformas musicais de streaming como Spotify, Deezer, Apple Music, soundcloud, Youtube music, entre outras.

A obra, apresentada ao público no último dia 31 de janeiro, no Cine Teatro Cuiabá, onde o artista e convidados realizaram uma noite de show musical, conta com uma versão com tradução em libras, que vai estar no canal do Youtube do artista no lançamento – clique aqui. Contemplado pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) no edital Viver Cultura – edição Lei Paulo Gustavo, o trabalho é um mergulho nas experimentações de Caju com a rabeca, instrumento de cordas percursor do violino e que faz parte da cultura popular brasileira.

O projeto contou com a participação do Grupo de Siriri Flor do Cambambi e de quatro artistas LGBTs em uma faixa do álbum: Cris Chaves, A Luisa Lamar, Mônica Seven e Estela Ceregatti.

“Rabecaju é um convite para sentir com os ouvidos, para escutar com a pele. É o registro que se vive. É memória que se dança”, enfatiza.

A produção foi inspirada nos folguedos “molhados” de rabeca, nos rasqueados e siriri mato-grossenses, em diálogo com ritmos do Norte e Nordeste, tecendo uma trama de sons onde se ouvem ganzás, mochos, violas de cocho, sanfonas e vozes que carregam territórios vividos.

“É sonoplastia que vira paisagem, música que vira documento, poesia que vira trova no ar”, ressalta Caju.

De acordo com o artista, “são músicas que vivem na voz que recita poesia, no atrito do arco nas cordas, nas toadas e no silêncio entre uma trova e outra. Memória, aqui, é coisa viva — corpórea, transmissível, sensível. Mais que um álbum autoral, busquei formatar um organismo sonoro. Memória viva que se faz escuta, corpo coletivo que pulsa em cada faixa”, ressalta.

Serviço | Lançamento do álbum Rabecaju

Quando: 13/03/2026
Horário: 20h (Horário de Mato Grosso)
Onde: nas principais plataformas musicais de streaming como Spotify, Apple Music, Deezer, Youtube Music, entre outras.
Versão com tradução em libras: Canal do Youtube do artista no link https://www.youtube.com/@rabecaju

Com informações da assessoria do projeto


Invenção pode preparar milhares de refeições por dia

Avanços recentes da robótica e da inteligência artificial (IA) estão trazendo ao mundo invenções a aplicações que pareciam impossíveis até pouco tempo atrás. Prova disso é que uma cozinha robô venceu o Robotics Award 2026, prêmio internacional de robótica, entregue em Hannover, na Alemanha.

A criação da empresa GoodBytz, sediada em Hamburgo, também na Alemanha, precisa de apenas uma ajuda do ser humano: abastecê-la com ingredientes frescos e semipreparados e escolher qual prato fazer, em um menu eletrônico. Feito isso, o robô cozinheiro lança mão da potencialidade da robótica e da IA para preparar diversos tipos de refeições.

O robô separa os alimentos em panelas, calcula o tempo e temperatura de cocção, mexe a comida nas diversas panelas para melhor cozimento, serve pratos e, não menos importante, lava a louça final. O sistema automático de cozinha foi criado em 2021

 

Feira internacional de tecnologia

A premiação foi no fim de fevereiro, em um evento que antecipou novidades da Hannover Messe, maior feira de tecnologia industrial do mundo, que ocorrerá de 20 a 24 de abril em Hannover, cidade de cerca de 550 mil habitantes no norte da Alemanha.

Brasil será país homenageado na edição deste ano, que além de robôs e IA, apresentará tecnologias de digitalização, automação, descarbonização e energia limpa. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o chanceler (chefe de governo) da Alemanha, Friedrich Merz, confirmaram presença na Hannover Messe.

Além de restaurantes

Na cerimônia de premiação, o cofundador e CEO (diretor-executivo) da GoodBytz, Hendrik Susemihl, explicou que o robô cozinheiro foi pensando não apenas para restaurantes.

“Quando pensamos em robótica e comida, pensamos muito em infraestrutura. Então, eu não penso apenas em restaurantes. Penso em hospitais, universidades e infraestrutura militar…”, citou.

Para Hendrik Susemihl, a invenção ajuda a superar gargalos da indústria de alimentação. “É uma indústria extremamente dependente de trabalho humano. Todos nós já experimentamos restaurantes fechando, falta de mão de obra e também problemas de qualidade”, justifica.

“Em 2026 temos robôs cozinhando para humanos, o que é realmente ótimo”, avalia.

Surgimento da ideia

Em conversa com a Agência Brasil logo após a conquista da premiação, o CEO da GoodBytz contou que a ideia de um robô cozinheiro surgiu de uma “história muito pessoal”.

 

“Meu pai sofreu um ataque cardíaco muito severo, e minha esposa e eu ficamos muito interessados em alimentação saudável e também em ensiná-lo como isso muda a vida dele e a saúde”, relembrou o diretor, que também é cofundador da Neura Robotics, empresa de robôs humanoides.

Hendrik Susemihl contou que achou complicado algumas vezes “sair e encontrar algo decente e saudável para comer”.

Ele diz que isso o fez se perguntar porque a indústria de refeições funciona da mesma forma que décadas atrás e não evoluiu como outras áreas manufatureiras.

“Por que não construir um produto que realmente possa fazer coisas recém-cozidas se tornarem massivamente adaptáveis, escaláveis, e usar robótica e IA exatamente para fazer isso?”, indagou.

Próximos anos

Perguntando sobre o que espera do robô cozinheiro nos próximos cinco e dez anos, Hendrik Susemihl disse acreditar que será “bastante normal” que a automação seja parte do cotidiano das pessoas, não apenas nos serviços de alimentação.

“As pessoas agora, claro, estão um pouco assustadas com a mudança do quadro, porque por décadas as pessoas cozinharam manualmente, e o ofício de um chef é algo muito estabelecido também na nossa cultura”, admitiu.

Mas ele apresenta nichos que podem ser ocupados pelas cozinhas inteligentes.

“Onde é muito difícil encontrar pessoas ou onde simplesmente é caro demais servir, por exemplo, 50 pessoas em uma empresa que não fica perto de um centro da cidade”, diz.

O especialista em robótica considera que atualmente há uma separação entre gastronomia premium e consumo básico de alimentos.

“O consumo básico, infelizmente, é muitas vezes de qualidade muito baixa”, diz.

“É isso que estamos mirando com robótica, simplesmente elevar muito isso, tornar refeições muito boas acessíveis para todos por preços justos”, sustenta.

Hoje em dia, entre os clientes da empresa estão o Exército dos Estados Unidos; a multinacional francesa de alimentação coletiva Sodexo; a rede de supermercados alemã Edeka; e o grupo europeu Transgourmet, de entrega de alimentos.

*O repórter viajou a convite da Deutsche Messe AG, organizadora da Hannover Messe.


Cozinhar com azeite: por que ele é seguro, saudável e funciona em qualquer preparo

 

Refogar o alho do arroz, assar uma carne suculenta ou preparar um molho encorpado fazem parte da rotina de muita gente e, em todos esses momentos, o azeite de oliva costuma entrar em cena. Mesmo assim, uma dúvida é comum: o azeite perde suas propriedades quando vai ao fogo?

A resposta é simples: não. E tanto pesquisas acadêmicas quanto testes realizados pela Gallo demonstram isso de forma clara.

O que acontece com o azeite quando vai ao fogo?

O aquecimento do azeite dentro das condições normais de preparo não compromete seus nutrientes nem altera de forma significativa o perfil de gorduras presentes no produto. Pelo contrário: sua composição ajuda a preservar qualidade, sabor e estabilidade mesmo em receitas quentes. Além disso, os antioxidantes naturais do azeite atuam como aliados importantes durante o cozimento, protegendo o alimento e o próprio óleo contra degradações
indesejáveis.

Testes feitos pela Gallo na prática

A Gallo realizou testes em parceria com laboratórios especializados, usando diferentes tipos de azeite do seu portfólio.

Esses testes simularam situações reais de cozinha, como refogados, assados e preparações no fogão e forno, e avaliaram critérios como:

● Estabilidade oxidativa
● Presença de vitamina E
● Perfil de ácidos graxos

O resultado foi claro: nenhuma amostra perdeu o equilíbrio natural de gorduras e nenhum produto ultrapassou os limites seguros de oxidação, mesmo em temperaturas típicas de preparo.

Ou seja: cozinhar com azeite é seguro e mantém suas propriedades essenciais.

É nosso orgulho é saber que fazemos parte desses momentos memoráveis, desde 1919.

Assim, há quatro gerações que estamos presentes nas cozinhas e nas mesas de milhares de consumidores, testemunhando momentos cheios de sabor, partilhados entre família e Amigos. Hoje, os nossos produtos são utilizados nas criações culinárias de pessoas em 27 países.

Por que o azeite aguenta o calor?

O azeite de oliva suporta bem o aquecimento por dois motivos principais:

1. Rico em gorduras monoinsaturadas
O ácido oleico, principal gordura do azeite, é mais resistente ao calor. Além de ser considerado uma gordura saudável, contribui para prevenir doenças cardiovasculares e não se degrada facilmente.

2. Antioxidantes naturais
Compostos antioxidantes atuam como um escudo protetor, preservando sabor, aroma e nutrientes mesmo durante o cozimento. Essa combinação garante que o azeite possa ir ao fogo, ao forno ou à frigideira sem perder propriedades nem formar substâncias indesejáveis.

Azeite x óleo de soja: o que muda?

Os testes comparativos mostraram que o azeite é mais estável que o óleo de soja quando aquecido.

O motivo está no tipo de gordura:

Óleo de soja: tem mais gorduras poli-insaturadas, que são mais frágeis e se degradam com mais facilidade no calor.

Azeite de oliva: tem predominância de gorduras monoinsaturadas, muito mais resistentes.

Essa diferença explica por que o azeite apresenta menor formação de compostos indesejáveis e maior preservação nutricional durante o aquecimento.

Por isso, nutricionistas reforçam que “o azeite é uma das melhores opções de gordura para o uso diário, tanto para pratos quentes quanto para finalizações”.

Qual azeite escolher para cozinhar?

Todos os azeites Gallo são seguros para cozinhar. A escolha depende principalmente do sabor desejado:

Gallo Clássico tem sabor equilibrado característico do azeite, o Gallo Suave sabor leve e discreto e o Gallo Reserva sabor Intenso e marcante.

O Clássico e o Suave são os azeites coringas, ideais para finalizações e preparos do dia a dia como refogados, grelhados e assados. Para preparos que exigem altas temperaturas por mais tempo, como em frituras, o Suave se destaca uma vez que o contato com o calor tende a suavizar o sabor e o aroma dos azeites. E o Reserva é a escolha ideal para preparos que se busca um sabor mais protagonista na receita.

Independentemente da escolha, o mais importante é optar por marcas confiáveis, que garantem procedência e controle de qualidade, como a Gallo, com mais de cem anos de tradição e a marca de azeites portuguesa mais premiada do mundo.

Dicas práticas para usar o azeite na cozinha

Para aproveitar o melhor do azeite no dia a dia:

1. Use fogo moderado – a recomendação é a mesma para qualquer gordura.
2. Não reutilize diversas vezes. Se for reaproveitar, filtre antes.
3. Caso perceba mudança de aroma ou cor, descarte.

Segundo a chef Luísa Assumpção, o azeite pode entrar em praticamente tudo:

● Refogados
● Salteados
● Grelhados
● Frituras
● Finalizações
● Receitas doces (como bolos e ganaches)

Ele funciona como substituto mais nutritivo e saboroso para óleos convencionais, manteigas e margarinas.

Em resumo

Os testes confirmam o que chefs e nutricionistas já afirmam há anos: o azeite Gallo é totalmente seguro para cozinhar.

Ele resiste ao calor sem perder nutrientes, mantém sabor e qualidade, e se mostra mais estável e saudável que os óleos tradicionais.

Agora é só escolher o tipo que combina com o seu paladar e usar sem medo na cozinha!


Estudos abordam ações em carros elétricos e comunidades isoladas

 

A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e a University of Nottingham celebraram nesta segunda-feira (09) um Memorando de Entendimento (MoU) para o desenvolvimento de pesquisas em conjunto na área de Engenharia Elétrica e Ciências Ambientais, a partir da Pós-Graduação em Física Ambiental. Com a parceria estão abertos caminhos para o desenvolvimento conjunto de pesquisas relacionadas à produção e distribuição de energia elétrica tanto para carros elétricos como também para comunidades isoladas. A atividade aconteceu na sala dos Órgãos Colegiados no Campus Cuiabá.

O vice-reitor da UFMT, Silvano Galvão, destacou a necessidade da universidade de compartilhar conhecimento. “É uma simbiose em trazer novos conhecimentos para a UFMT e Mato Grosso na área de estudo de motores elétricos com muita importância para o desenvolvimento da economia mato-grossense, além da distribuição elétrica para pequenas comunidades conectadas com a rede nacional. É melhorar a captação e distribuição para permitir pensar em levar energia para locais isolados”, ressaltou o vice-reitor da UFMT.


 

Sobre o acordo, o professor Sérgio de Paulo, secretário de Relações Internacionais da UFMT, explicou que é um memorando que já prevê ações práticas. “Diferente de outros acordos que há ações no papel, este tem ações em termos de cooperação em grupos de pesquisa. Um deles é o grupo de Engenharia Elétrica que desenvolve atividades de ponta com o professor Patrick Wheeler. Há também outros grupos que tem conexão por meio das Ciências Ambientais a partir da Pós-Graduação em Física Ambiental”, relatou.

Na Física Ambiental o acordo envolve pesquisas sobre o teor de carbono no solo pantaneiro. “É um memorando de intenções que tem tudo para desenvolver muito a pesquisa e o ensino na UFMT”, destacou o professor Sérgio de Paulo. A pró-reitora de Pós-Graduação, professora Elizabeth Sá também saudou o acordo como avanço para a pós-graduação na UFMT. “O impacto é tanto na qualidade das pesquisas quanto na própria avaliação dos programas de pós-graduação. É muito bom para os programas e perspectivas futuras. Estamos muito felizes com esse intercâmbio na pesquisa e na pós-graduação”, disse a professora Elizabeth Sá.


 

Projeto traz avanços para Mato Grosso

 

O professor Jackson Bonaldo, responsável pelo projeto em andamento, contou que o acordo colabora para amplificar pesquisas em eletrificação de veículos e estreitar laços entre programas de pesquisa. “O professor Patrick se disponibilizou a vir e estamos planejando novos projetos para submeter em novas chamadas. Temos o projeto em conjunto para o desenvolvimento de microrredes inteligentes de energia que basicamente é suprir energia para comunidades isoladas com base em inversores fotovoltaicos, em baterias, que pode ser aplicados a cidades”, explicou o docente.

Para o professor  Patrick Wheeler há avanços fundamentais nas pesquisas em andamento, com cada vez mais profissionais e o foco deve estar na colaboração de pesquisa e disseminação de resultados. Ele lembrou que há 20 artigos publicados em conjunto com pesquisadores da UFMT. “Este é um momento crucial para formar engenheiros e eletricistas de alto nível, aptos a contribuir para a sociedade, o mundo acadêmico e a indústria. Tenho confiança na equipe da UFMT, que demonstrou grande empenho e entusiasmo. Acredito que, juntos, poderemos alcançar resultados significativos por meio dessa colaboração”, refletiu.

A iniciativa também entusiasmou a diretora do Escritório de Inovação Tecnológica (EIT) da UFMT, Ivana Ferrer, que destacou a troca de informações entre os pesquisadores. “Toda parceria, processo de internacionalização fomenta a troca de competências para gerar inovação e novos conhecimentos para a nossa universidade, como esse diálogo com a Nottingham. Tudo é bem vindo e vai viabilizar melhorias para o quadro de professores, pós-graduações e também para viabilizar a inovação no território da instituição”, pontuou.


A 9ª edição da feira promovida pela Best Intercâmbio visa orientar famílias interessadas

O mercado de educação internacional em Mato Grosso ganha um novo capítulo no dia 14 de março, quando a Best Intercâmbio realiza a 9ª edição Feira de Educação Internacional, no Shopping Estação Cuiabá, com um diferencial inédito na região: a realização da 1ª Feira 100% focada em Escolas de High School, ou mais especificamente em Planejamento Acadêmico de High School, o Ensino Médio no exterior. O evento gratuito acontece a partir das 13h.

Diferente das feiras de educação convencionais, o encontro foi desenhado como uma plataforma de consultoria para pais e alunos que buscam entender como um semestre ou ano letivo fora do Brasil pode acelerar o ingresso em universidades de elite e o desenvolvimento de competências cognitivas e socioemocionais.

“Não estamos falando apenas de aprender um novo idioma, mas de arquitetar o futuro acadêmico do jovem. O High School internacional oferece disciplinas de robótica, finanças e liderança que, somadas à validação do currículo no Brasil, colocam o estudante em um patamar global de competitividade”, destaca o CEO, da Best Intercâmbio, Valeriano Martins.

Mantendo a expectativa alta de pais interessados em mandarem seus filhos para terem uma experiência de High School, que está cada vez mais crescente aqui no Estado de Mato Grosso, a feira vai receber representantes de escolas do Canadá, Estados Unidos, Inglaterra, Itália, França e Espanha, permitindo que as famílias tirem dúvidas específicas sobre o perfil pedagógico de cada país.

“A Feira de Educação Internacional, edição High School, é única! É onde pais e estudantes terão a oportunidade de conversar diretamente com diretores e representantes das instituições para escolher um programa que atenda cada objetivo. Como as escolas têm perfis diferentes, com muitas aulas eletivas distintas, isso faz toda a diferença”, acrescenta Valeriano.

SERVIÇO:
9ª Feira de Educação Internacional
14 de março, a partir das 13h
Shopping Estação Cuiabá
Informações: @bestintercambio


Ludmila Santoro*

No universo corporativo, a menção a uma Norma Regulamentadora costuma despertar, de imediato, uma associação com burocracia, fiscalização e, principalmente, custos de conformidade. No entanto, quando olhamos para a nova redação da NR-01 e o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), estamos diante de uma oportunidade de ouro para ressignificar a gestão de pessoas. Para além do uso de EPIs físicos, a norma nos convoca a olhar para os riscos invisíveis: aqueles que afetam a saúde psíquica do trabalhador.

Essa mudança de perspectiva começa pela desconstrução da ideia de “gasto”. Implementar programas de saúde mental e mapear riscos psicossociais não é um dreno financeiro; é, na verdade, uma das estratégias mais eficazes de contenção de perdas. Quando uma organização ignora o bem-estar emocional, ela paga uma conta alta e silenciosa através do absenteísmo, das licenças médicas e das indenizações. Ao priorizar a NR-01 sob a ótica da psicologia organizacional, a empresa deixa de apagar incêndios e passa a construir uma cultura de prevenção que blinda o caixa e a reputação.

Todavia, o impacto positivo vai muito além da redução de custos diretos. Um ambiente de trabalho que cumpre a NR-01 com foco na saúde mental ataca a raiz de um dos maiores vilões da eficiência moderna: o “turnover”. Profissionais que se sentem psicologicamente seguros e amparados por processos claros de gestão de risco desenvolvem um senso de pertencimento que nenhuma bonificação financeira isolada consegue comprar. A retenção de talentos torna-se uma consequência natural de um ambiente onde a integridade psíquica é valorizada tanto quanto a integridade física.

Essa segurança psicológica atua como o lubrificante que melhora a engrenagem da integração entre equipes. Quando o colaborador percebe que a empresa se ocupa genuinamente com sua saúde — conforme preconiza a norma — a confiança interpessoal aumenta e o desempenho floresce. Equipes que não trabalham sob o peso do estresse crônico ou do medo são mais criativas, colaborativas e resilientes diante das pressões do mercado. A NR-01, portanto, funciona como a base de um ecossistema onde o alto desempenho é sustentável, e não fruto de um esgotamento temporário.

Em última análise, a implementação fiel da NR-01 deve ser vista como um selo de maturidade da gestão. Não se trata de preencher formulários para evitar multas, mas de compreender que a manutenção da saúde psíquica é o que mantém a empresa competitiva. Como psicóloga, vejo que o verdadeiro sentido da norma é humanizar os processos para potencializar os resultados. Afinal, empresas são feitas de pessoas, e mentes saudáveis são as únicas capazes de gerar lucros saudáveis e duradouros.

Diante de um mercado cada vez mais volátil, a urgência em construir equipes integradas e produtivas não permite mais que a saúde mental seja tratada como um anexo. A implementação estratégica da NR-01 é, em última análise, o antídoto contra o desperdício: ao mapear riscos psicossociais e organizar processos sob a ótica da segurança psíquica, eliminamos a desordem que gera sobreposição de tarefas e a exaustão que infla o pagamento de horas extras. O universo corporativo precisa entender que uma equipe sobrecarregada não é uma equipe produtiva; é uma equipe em risco. Investir na manutenção da saúde mental é garantir um fluxo de trabalho inteligente, onde a economia financeira surge como consequência direta de uma engrenagem humana que funciona em sua máxima potência, com equilíbrio e precisão.

*Ludmila Santoro é psicóloga, pós-graduada em Orientação Familiar e Psicoterapia Breve pelo Instituto Sedes Sapientiae, com 30 anos de experiência clínica. Sua trajetória integra uma profunda vivência em RH, onde atuou como docente e consultora. Especialista no atendimento a lideranças, Ludmila aplica sua vasta expertise no acompanhamento de executivos e empresários que buscam equilíbrio e desenvolvimento emocional.


Giovanna Andreo, cantora que perdeu a audição, ensina a identificar se você está piloto automático ou se tem clareza das escolhas que faz

Em um mundo acelerado, marcado por excesso de estímulos, compromissos e distrações digitais, muitas pessoas têm a sensação de estar ocupadas, mas nem sempre presentes. A rotina segue em alta velocidade, enquanto decisões importantes são tomadas quase no piloto automático.

Nesse cenário, a ideia de viver com intenção surge como um convite para retomar o controle da própria trajetória. É justamente essa reflexão que conduz o livro “Propósito enCANTA – Uma jornada de reconexão, intenção e resultado“, da musicista e palestrante Giovanna Andreo.

A obra, publicada pela DVS Editora, propõe uma pausa necessária para repensar escolhas, prioridades e o significado real de propósito em um cotidiano cada vez mais acelerado.

A autora parte da própria experiência de vida para mostrar que propósito não é um ideal distante ou um conceito abstrato. Cantora há mais de 20 anos, Giovanna teve relação com a música profundamente transformada em 2014, após o diagnóstico de surdez neurossensorial bilateral progressiva.

A condição, que trouxe limitações físicas e o luto pela perda do controle sobre o amanhã, não a impediu de se adaptar e retomar a confiança para se apresentar em grandes palcos, como o Rock in Rio, em 2022 e 2024.

Mas como saber se estamos, de fato, vivendo com intenção ou apenas reagindo ao que aparece no caminho? A seguir, Giovanna Andreo apresenta alguns sinais que ajudam a identificar quando a vida começa a sair do piloto automático e passa a ser conduzida com mais consciência.

1. Você tem clareza do seu “porquê”

Viver com intenção significa entender a razão real por trás das escolhas que você faz todos os dias, inclusive aquelas aparentemente simples, como acordar para mais uma semana de trabalho.

Quando existe clareza de propósito, as decisões deixam de ser apenas reativas e passam a ter direção. O propósito, nesse caso, não é algo utópico ou distante, mas um orientador concreto de como você enfrenta desafios e reage às adversidades.

2. Você pratica a presença genuína

Embora muitas pessoas se orgulhem de ser multitarefa, a neurociência mostra que o cérebro humano não é capaz de manter múltiplos focos simultaneamente com qualidade.

Viver de forma intencional significa escolher estar inteiro nas experiências e relações. Isso envolve silenciar distrações digitais, desacelerar o ritmo e realmente se conectar com as pessoas e os momentos que importam.

3. Suas prioridades não têm plural

A palavra prioridade vem da ideia de “aquilo que vem antes”. Quando tudo se torna urgente ou importante, nada realmente ocupa o primeiro lugar.

Quem vive com intenção aprende a definir o que é essencial e passa a proteger essas escolhas com mais consciência.

Isso significa parar de adiar encontros, sonhos e momentos significativos sob a justificativa constante da correria.

4. Você não espera o cenário perfeito para ser feliz

Muitas pessoas condicionam a felicidade à resolução completa de todos os problemas: quando o trabalho estabilizar, quando as contas estiverem resolvidas, quando a agenda ficar menos cheia. O problema é que esse momento raramente chega.

Viver com intenção significa permitir-se experimentar alegria e gratidão mesmo durante o processo, equilibrando os inevitáveis “pratinhos” da vida sem adiar o que faz sentido agora.

5. Você assume a responsabilidade pelas próprias escolhas

Outro sinal importante de uma vida intencional é abandonar a postura de vítima das circunstâncias. Quem vive com propósito reconhece que nem sempre pode controlar os acontecimentos, mas pode escolher como reagir a eles.

Essa consciência fortalece a autonomia, amplia a sensação de direção e transforma desafios em oportunidades de aprendizado.

Sobre Giovanna Andreo

Musicista há mais de 20 anos. Graduada em Letras pela Unicamp, atua como palestrante e consultora organizacional com experiência em desenvolvimento humano e de equipes. Convivendo desde 2014 com um quadro progressivo de perda de audição, a autora compartilha uma história potente e provocante focada em propósito e ressignificação traçando paralelos da surdez com a música. 

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Projeto brasileiro prevê travessia aérea solo em 150 dias com série documental ações sociais e conexões internacionais

Cruzar América, Europa, África, Ásia e Oceania em um monomotor experimental ao longo de 150 dias, passando por 45 países e percorrendo aproximadamente 74 mil quilômetros. Esse é o plano anunciado para 2026 pelo projeto Frotas Pelo Mundo. Segundo a organização, trata-se de uma volta ao mundo solo cruzando os cinco continentes, iniciativa que, de acordo com seus organizadores, ainda não registra precedente nos mesmos moldes entre pilotos brasileiros.

Alexandre Frota, mais conhecido como Alex Bacana, gestor de recursos credenciado pela CVM e criador do Frotas Pelo Mundo, projeto que prevê a primeira volta ao mundo solo, em monomotor, estruturou a expedição a partir de sua experiência no mercado financeiro e de um planejamento técnico que inclui análise de risco, estudo de rota e organização regulatória. “Não é uma decisão impulsiva. É um projeto desenhado com método, cálculo e responsabilidade técnica”, afirma.

Conforme o material institucional da iniciativa, a jornada prevê produção de série documental, entradas ao vivo durante o voo, podcast com bastidores e cobertura multiplataforma. O projeto também anuncia intenção de parceria com agências internacionais de ajuda humanitária, com foco em proteção à infância e conexão cultural.

Ver o mundo do alto e do chão

A proposta central do Frotas Pelo Mundo é combinar perspectiva aérea com imersão local. Do cockpit, fronteiras se tornam linhas invisíveis. No solo, as diferenças culturais ganham profundidade. “A vista aérea amplia a noção de interdependência global. Mas é no chão que você entende as histórias, os hábitos e os desafios reais de cada lugar”, diz.

Segundo a organização, a travessia pretende dialogar com temas como geopolítica contemporânea, diversidade cultural, turismo responsável e protagonismo da maturidade. A estrutura inclui equipe dedicada à produção de conteúdo por seis meses, com métricas e relatórios de performance digital.

O especialista aponta cinco estratégias para empresas expandirem com método propósito e gestão de risco

A expedição também é apresentada como estudo aplicado de gestão, posicionamento de marca e articulação internacional. Antes de detalhar as recomendações, o piloto resume a lógica que orienta o projeto: atravessar oceanos exige método, não impulso.

  • Planejamento estratégico antes da expansão

Cada trecho foi precedido por análise técnica, estudo meteorológico e avaliação regulatória. Para empresas, a lição é clara. “Internacionalizar operação ou marca exige mapear riscos e construir alternativas. Não se decola para atravessar um oceano sem plano B.”

  • Narrativa alinhada ao propósito

O projeto foi estruturado desde o início como plataforma de conteúdo, com série documental, transmissões ao vivo e cobertura contínua. “Exposição sem coerência não constrói reputação. É preciso integrar mensagem e prática.”

  • Conexão local em agenda global

Cada parada envolve articulação com comunidades e instituições locais, segundo a organização. Para empresas, isso significa adaptar abordagem culturalmente. “Global não significa padronizado. Significa respeitar diferenças.”

  • Gestão técnica de risco

Com experiência como gestor credenciado pela CVM, Frota afirma que reservas técnicas, seguros adequados e análise de cenários fazem parte da preparação. “Coragem sem cálculo vira imprudência. Risco precisa ser mensurado.”

  • Presença responsável e impacto social

O projeto anuncia intenção de integrar ações educacionais e sociais ao longo da rota. Para empresas interessadas em iniciativas semelhantes, o alerta é evitar ações pontuais sem continuidade. “Propósito precisa ter consistência e prestação de contas.”

Cuidados e critérios para apoiar projetos internacionais

Empresas interessadas em associar marca a iniciativas globais devem verificar aderência entre valores institucionais e propósito do projeto, além de exigir transparência operacional, governança clara e documentação contratual estruturada.

O material institucional prevê relatórios digitais, documentação audiovisual das ativações e estrutura dedicada de produção. A organização também informa que a jornada seguirá exigências regulatórias de cada país sobrevoado.

“Grandes projetos exigem responsabilidade jurídica e técnica. Sonho não exclui compliance”, afirma.

Um projeto pessoal com ambição pública

Segundo a organização, a proposta é realizar uma volta ao mundo solo em monomotor cruzando os cinco continentes. A expedição está prevista para 2026 e será documentada integralmente. “Quero mostrar que maturidade não é limite. É fase de consolidação. Aos 52 anos, decidi ampliar horizontes com planejamento e responsabilidade”, diz.

Ao conectar cinco continentes em uma única rota, o projeto pretende transformar deslocamento em reflexão sobre cultura, interdependência global e gestão estratégica. Do alto, o planeta parece contínuo.

No chão, cada sociedade reafirma sua identidade. Entre decolagens e pousos, a jornada propõe discutir não apenas aviação, mas também como pessoas e empresas podem atravessar fronteiras com método, propósito e governança.

Sobre Alexandre Frota

Alexandre Frota é administrador de empresas formado pela Universidade de Fortaleza, com MBA em Investimentos e Private Banking pelo IBMEC. É gestor de recursos e administrador de carteiras credenciado pela CVM, com certificações CGA, CFP® e CEA.

Apaixonado por aviação desde a infância, tirou o brevê aos 44 anos. Aos 52, lidera o Projeto Frotas Pelo Mundo, iniciativa que pretende realizar a primeira volta ao mundo solo, em monomotor, feita por um brasileiro cruzando os cinco continentes.

Alexandre Frota é mais conhecido como Alex Bacana, apelido que ganhou em referência ao personagem da série Armação Ilimitada.

Sobre o Frotas Pelo Mundo

O Frotas Pelo Mundo nasceu como um diário de bordo e se transformou em um projeto de alcance internacional, com comunidade digital ativa e estrutura de produção dedicada. A jornada prevê 74 mil quilômetros, 45 países e 150 dias de voo, com cobertura multiplataforma e desdobramentos em educação, cultura, tecnologia e impacto social.

Para mais informações, acesse o site, canal do youtube ou pelo instagram.


Em mais de uma oportunidade prometi aqui neste espaço comentar sobre as questões espirituais envolvidas na onda da covid 19. Sempre fiquei em dúvida, porque o lado espiritual desse fenômeno acaba sendo disruptivo e poderia gerar discussões que não interessam.

Mas o movimento da pandemia foi tão grande e tão abrangente que imaginei que poderia arriscar, sem ser crucificado. Mas, se for, fazer o que?

De tempos em tempos o planeta sofre disrupções e muda. No caso da covid, houve uma diferença. Pegou o mundo inteiro desprevenido. Não poupou países de economia rica e nem os pobres.

No primeiro momento a sequência de sentimentos começou com a surpresa. Depois veio o medo. Depois veio o temor. Depois veio o pânico coletivo. E, por fim, vieram as mortes e a doença ao redor de cada um de nós no Brasil e no mundo. E o medo tornou-se um sentimento coletivo.

Os governos, a mídia, as ongs tão poderosas com opiniões sobre tudo. A economia. A política. Todos silenciaram. O vírus transformou-se na mais agressiva linguagem mundial. 2020 passou no pânico e em 2021 o vírus veio acalmar a sua fúria a partir de setembro

Porém, ninguém esperava que ao fim da fase aguda da pandemia, a próxima vítima fosse a economia. E ainda não imagina que a próxima vítima dos desdobramentos seja a seja a política. Traduzindo: o planeta corre o risco de ver não ficar pedra sobre pedra da civilização até aqui construída ao longo de milhares de anos. Sei que são afirmações arriscadas e fortes. Mas parece que não haverá caminhos diferentes.

Uma das etapas da pandemia em 2020 foram os lockdowns e o isolamento social no mundo inteiro. Gerou grande confusão na economia pelo descompasso entre a pouca demanda e depois a pouca oferta de produtos quando a demanda recomeçou, agora em 2021. De outro lado o perfil de consumo das pessoas mudou muito.

O que antes não tinha valor passou a ser valorizado. E o que era muito valorizado perdeu a importância. Isso significa completa transformação de quase todos os segmentos de produção e de consumo da economia mundial.

Volto ao início do artigo. Por detrás de tudo isso e de tudo o que aconteceu fica bem claro que houve um certo planejamento fora do controle humano. Era pra transformar o ser humano usando o próprio ser humano. As religiões certamente atribuirão a uma divindade. Os espiritualistas atribuirão a um governo espiritual do mundo.

Quem não se enquadrar, também não poderá negar que transformações desse tamanho e importância não seriam casuais. Faço parte da crença de que existe uma ordem espiritual por detrás de tudo isso que aconteceu. Não sinto a necessidade de dar-lhe um nome. Só a de respeitar essa ordem.

Ao final, o que importa é que o planeta mudou absurdamente e não voltará atrás. As pessoas mudaram e mudarão em progressão absurda. Outra coisa, pra encerrar: não importa se o ser humano acredita ou não em algum valor espiritual.

O que importa, afinal, é que o que tiver de acontecer, está acontecendo e vai acontecer muito mais. O centro dessa nova ordem será o planeta renascido e o ser humano reconstruído. Mas a compreensão será um pouco mais lenta. Pode demorar. Mas não tem volta. Quem planejou, planejou!

Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso.

 

Reprodução: Repórter MT


O lutador olímpico, Igor Queiroz, 19 anos, se tornou bicampeão pan-americano de luta greco-romana, na quinta-feira (10), na cidade de Oaxtepec, no México. O atleta é natural de Cuiabá e morador do bairro Tijucal.

Igor foi introduzido ao mundo das lutas aos 9 anos de idade, por influência do pai Pablo Queiroz, que além de cabeleireiro é lutador de jiu-jítsu. “Eu inseri o Igor de maneira lúdica no mundo das lutas. No entanto, dentre várias modalidades que ele treinou, acabou se identificando com a luta greco-romana”.

Há mais de 5 anos o cuiabano integra a equipe de lutadores olímpicos da Seleção Brasileira e atualmente é titular absoluto no time da luta greco-romana.

O atleta já foi campeão brasileiro, sulamericano e já ficou em terceiro lugar no campeonato mundial escolar, entre outras participações e premiações que recebeu ao longo dos mais de 20 países que já visitou por meio das competições.

O lutador, que usa o bordão “do Tijucal para o mundo”, ainda continua na tentativa de arrumar um patrocínio. Segundo o pai de Igor, o único apoio financeiro que o atleta recebe é dos próprios familiares.

Igor retorna a Cuiabá neste sábado, onde seguirá os treinos para as futuras competições.

 

Reprodução: Hiper Notícias 


2+0+2+3 = 7

Esse ano é regido pelo número 7 que é o número de energia da espiritualidade.

O 7 é o número que representa a perfeição. A integração entre os mundos físicos e espiritual, sendo, portanto, o símbolo do Universo em transformação.

Mas, suas interpretações vão muito além.

Ele representa o lado místico e oculto de TUDO.

Que a nossa história em 2023 seja de muita conexão com Algo Maior, a Fonte, Deus para que possamos estar em ressonância com as Forças do Amor:

1) O SIM, esta significativa força do SIM à realidade como ela é, permeia todas as outras.

2) O PERTENCIMENTO: Todos têm o mesmo direito de pertencer.

3) A HIERARQUIA, a ordem, o respeito a quem vem antes.

4) E o DAR e RECEBER são a mesma coisa.

A LUZ É PAZ e BEM.

Bora para a Vida!

Eluise Dorileo é psicóloga, terapeuta familiar e maestria nas novas constelações quânticas.

Email eluisedorileo@hotmail.com


Reprodução

A Mattel, maior fabricante de brinquedos do mundo, lançou nesta semana a primeira linha de bonecas Barbie produzidas com 90% de plástico reciclado dos oceanos.

A coleção foi batizada de ‘Barbie Loves the Ocean’ (Barbie Ama os Oceanos, em tradução livre) e conta com uma arte promocional bem legal que faz referência à recente pegada mais sustentável da Mattel: “O futuro do rosa é o verde“.

A fabricante de brinquedos se comprometeu a produzir seus produtos com 100% de material reciclado até 2030.

“Este lançamento da Barbie é mais um acréscimo ao portfólio crescente da Mattel de marcas voltadas para um propósito que inspiram a consciência ambiental com o nosso consumidor como foco principal”, disse o presidente e diretor de operações da Mattel, Richard Dickson, em um anúncio feito à imprensa.

Richard também enfatizou a importância de se pensar em políticas ambientais de longo prazo, de olho no futuro da próxima geração.

“Na Mattel, capacitamos a próxima geração a explorar as maravilhas da infância e atingir seu potencial máximo. Fazemos nossa parte para garantir que as crianças também herdem um mundo cheio de potencial“.

FONTE: Razões para Acreditar


Por Valeriano Martins

No decorrer da minha vida profissional me deparei e ainda me deparo com vários mitos em relação ao intercâmbio. Por isso vou falar aqui sobre os cinco que escuto com frequência. O mais forte deles é imaginar que se trata de uma experiência apenas para pessoas jovens e adolescentes. Isso é um engano que impede muitos de realizarem seus sonhos, pois intercâmbio não tem idade!

A viagem internacional com o propósito de estudo e até mesmo trabalho, no caso dos adultos, pode ser realizada em qualquer fase da vida. É com muito orgulho que posso contar que no portfólio da Best Intercâmbio por exemplo, temos estudantes com mais de 70 anos e cada vez mais esse público está aumentando. Isso é incrível, pois incentiva outras pessoas dessa faixa etária a perceberem que a vida deve ser vivida da melhor maneira possível. Viajar, estudar e ver coisas novas com certeza é uma das opções que devem estar no topo da nossa lista.

Outro mito comum é sobre a língua inglesa. Acredito que por ser um dos idiomas considerados como universais e por estar fortemente presente no nosso dia a dia, como em filmes, músicas e cinema, várias pessoas chegam até nós imaginando que os países onde o inglês é falado são os únicos para os quais se pode viajar como intercambista. Então vamos desmitificar esta ideia também. Você pode viajar para estudar francês, italiano, espanhol, japonês, alemão! Enfim, a língua que quiser. Não existe fronteira. Basta procurar uma empresa de confiança e competente. A liberdade para viajar ao local que deseja estará garantida.

Estudar até ser fluente para só então fazer o intercâmbio: esse é o nosso terceiro mito. Aprender um novo idioma no país em que ele é nativo faz com que o aprendizado seja ainda mais rápido. Por isso, não é preciso ser craque em determinada língua para ser intercambista. Você vai aprender tudo durante a viagem.

O quarto mito: “vou economizar bastante, aí sim posso fazer meu intercâmbio”. Esse tipo de pensamento é bem comum. Realmente, não posso negar que se trata de um investimento, mas isso não significa que você precise desembolsar um alto valor. Existem diversas maneiras de baratear a viagem, como escolher bem o destino e o tempo de duração.

E para finalizar, vamos falar sobre intercâmbio e férias. Aqui é importante lembrar que esse tipo de experiência é um investimento pessoal em conhecimento e aprendizado. Por isso, precisa valer a pena. Isso não significa que você não vai poder visitar os pontos turísticos da cidade onde está ou sair para se divertir. O que não pode acontecer é esquecer de estudar. Afinal, você pagará por um curso, passagens e acomodação. O ideal é equilibrar os estudos com o lazer e aí com certeza seus resultados serão excelentes.

Anualmente realizamos a Feira de Educação Internacional com o objetivo de aproximar as instituições internacionais com o público interessado em fazer intercâmbios, oferecendo às pessoas a oportunidade de conversar e tirar suas dúvidas. Este ano, a feira acontece no próximo dia 22 de outubro, no Goiabeiras Shopping. O evento é aberto e totalmente gratuito.

Valeriano Martins é CEO da Best Intercâmbio


A novidade traz oito brinquedos inéditos para comemorar o lançamento do filme ambientado em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana

O McLanche Feliz proporciona entretenimento e diversão para os momentos em família há mais de 40 anos. E agora, a plataforma apresenta itens inéditos inspirados no novo filme da Disney e Pixar “Luca”.

A história é ambientada em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana e narra a jornada de amadurecimento de Luca junto de seu novo melhor amigo Alberto. Os meninos vivem um verão inesquecível repleto de gelatos, massas e intermináveis passeios de scooter. Mas toda a diversão é ameaçada por um segredo muito bem escondido: os dois são monstros marinhos de um mundo logo abaixo da superfície da água.

A novidade chega incrementando a parceria entre The Walt Disney Company Latin America e McLanche Feliz e reforça a aposta da rede em novas experiências que estimulam as atividades criativas e com muita diversão.

Para a família toda entrar no clima dessa empolgante estreia, o McLanche Feliz traz oito brinquedos inspirados nos personagens principais do filme:

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Muda de cor): submerja Luca e Alberto em água fria para revelar o tom de pele verde dos monstros marinhos. Coloque a peça da cauda à cabeça para completar a transformação;

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Nadando): gire a cauda do Luca e solte-a quando submergir o brinquedo na água, para fazê-lo nadar;

Giulia Marcovaldo: gire os braços de Giulia para trás e solte-os quando a submergir na água, para ver como nada;

Massimo Marcovaldo: dê corda ao Massimo e submerja-o na água, para ver como o Massimo move seus pés,enquanto nada e solta água pela boca.;

Machiavelli: aperte o botão embaixo de Machiavelli e submerja-o na água. Depois, solte o botão para enchê-lo. Tire-o da água e aperte o botão de novo, para que ele dispare água pela boca.

Monalisa: é uma pistola de água. Submerja a Monalisa em água fria e puxe sua cauda para enchê-la de água. Quando retirar da água, empurre a cauda novamente para a frente, para que a água saia pela boca.

Da esquerda para a direita: Luca Paguro (muda de cor), Alberto Scorfano (muda de cor), Luca Paguro (nadando), Alberto Scorfano (nadando), Giulia, Massimo, Machiavelli e Monalisa.

Os brinquedos já podem ser encontrados nos restaurantes da rede, que seguem operando pelo McDelivery e Drive-Thru em todo o país.

McLanche Feliz: ingredientes de qualidade e refeições equilibradas

Junto com seu compromisso em garantir momentos de diversão e aprendizagem, a companhia também mantém o compromisso de oferecer produtos de alta qualidade e os melhores ingredientes. Ao longo da última década a marca apresentou uma série de mudanças e evoluções em seu cardápio. Em 2019, o McDonald’s renovou sua proposta de menu infantil para oferecer uma opção ainda mais equilibrada, diminuindo as quantidades de sódio, gorduras, açúcares adicionados e incorporando mais frutas e vegetais.

Para ficar sempre por dentro das novidades e campanhas, acesse: https://www.mcdonalds.com.br.

 Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui mais de 2.200 restaurantes, entre unidades próprias e de seus subfranqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 31/03/2021). A empresa também mantém um sólido compromisso com o desenvolvimento das comunidades nas quais está presente e com a geração de primeiro emprego formal para jovens, além de utilizar sua escala para impactar de maneira positiva o meio-ambiente. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site: www.arcosdorados.com


O resgate dos animais das ruas e a oportunidade de dar um novo lar aos pets foi o que me motivou a iniciar um projeto em parceria com as Ongs (Organização Não Governamental) de apoio e cuidado ao animal.

O projeto piloto se deu com a disponibilização de 16 gatos, filhotes e adultos, pela Ong “É o Bicho”. Ao chegar na unidade Veterinária, cada animal passa por consulta para avaliação das condições gerais de saúde. E em apenas uma semana desde o início do projeto, 15 dos 16 gatos já tinham ganhado um novo lar.

Minha intenção é ampliar ainda mais a disponibilização de animais para adoção. As Ongs têm um papel importante no cuidado com os animais abandonados. Ainda para este mês, está previsto a disponibilização de cães e gatos para uma adoção responsável.

Qualquer pessoa que tenha interesse em cuidar e zelar de um pet pode fazer a adoção. Mas antes, deve fazer um cadastro e a equipe da Ong fará uma visita para levar as informações quanto as necessidades básicas de cada animal. Nossa campanha, que oportuniza às pessoas fazer uma adoção consciente, tem o apoio do plano de saúde animal referência no país, a Planvet.

Nossa clínica mantém atendimento 24 horas por dia, todos os dias da semana. Estamos também disponíveis para novas parcerias com outras Ongs da causa animal.

Para conhecer os animais disponíveis para adoção ou buscar parceria, basta nos fazer uma visita no endereço – Rua Professor João Félix, Número 396, Bairro Lixeira, em Cuiabá ou acessar nossa página no Instagram (@veterinariamt) ou Facebook (veterinariamatogrosso). Outras informações podem ser obtidas pelo número 65 3046-2850.

Anderson Nogueira é médico veterinário há mais de 15 anos e atende na Clínica Veterinária Mato Grosso.


Relacionamentos saudáveis, fortes e duradouros. Construir tudo isso com excelência não seria possível sem inspiração, coragem e exemplo. E é assim que hoje, em nossos 31 anos de empresa familiar, temos o orgulho de dizer que a força das mulheres se destaca em nosso meio.

Começamos nosso negócio como “Shopping da Construção”. Sempre fomos reconhecidos por termos produtos de acabamento diferenciados e fomos uma das primeiras lojas do segmento a ter autosserviço. Antes, tudo funcionava apenas como modalidade “venda de balcão”. Em 2006, trouxemos o primeiro modelo em formato “boutique”. Ao nos reposicionarmos no mercado com esse formato de loja personalizada, entendemos o quanto isso era importante.

Tudo em nossa empresa foi construído com amor e dedicação. Minha mãe fazia questão que eu e meu irmão sempre estivéssemos inseridos nos negócios da família. E assim estudamos e nos especializamos em diversas áreas para auxiliar e crescer ali dentro. Após a faculdade de arquitetura, fiz cursos de Gestão de Negócios e MBA em Varejo 4.0. Acompanhamos de perto a importância da gestão por sempre termos visto como nossos pais trabalhavam.

Em 2009, meus pais decidiram começar a Profissionalização da Gestão da Empresa, com a ideia de iniciar um processo de sucessão familiar com responsabilidade. Para isso, iniciamos uma longa preparação com um coaching para famílias empresárias em conjunto com várias consultorias nesse sentido.

Identificamos dentro de cada um de nós, o principal perfil para conseguirmos aproveitar ao máximo as características profissionais como indivíduos. Nas consultorias, trabalhamos liderança e governança. Implementamos ainda o programa de qualidade, para estudarmos questões de processos e mapeamento de procedimentos em todas as suas etapas.

Apesar de estarmos aprimorando nossos negócios e preparando tudo para que o processo sucessório dentro da família acontecesse com qualidade, não ficávamos pensando quando essa data realmente chegaria. Mas após a definição de protocolos da Bigolin, minha mãe comunicou que queria se ausentar e passar todos os setores para mim.

Nessa época, houve várias questões em nossas vidas, principalmente a pandemia que estava começando. E mais uma vez, foi um momento em que a experiência dela não poderia ser deixada de lado, nem mesmo para passar seu cargo à frente. Então, a gestão comercial foi passada para mim e os demais setores seguiram com seus gestores, que inclusive na maioria deles são mulheres que lideram. A direção geral e o respaldo final ainda é da nossa matriarca. Tenho muito orgulho da história iniciada por ela, especialmente porque o setor da construção civil é essencialmente masculino.

Trabalhamos muito para chegar até aqui, sempre buscando valorizar a gestão  feminina, enxergando em cada ser humano o potencial empreendedor e a real possibilidade de mudança de vida por meio de suas escolhas. Hoje somos o grupo Trindade Bigolin, trazendo o sobrenome da minha mãe, Lucimar Trindade Bigolin, junto com o do meu pai Olivo Bigolin. Meu irmão, Filipe Bigolin, é engenheiro civil e é ele quem cuida da construtora, a Egide. Prezamos por nossos valores e lideramos pelo exemplo. Temos como missão criar e manter relacionamentos saudáveis com nossos clientes e somos conhecidos pela solidez, pela ética e pela qualidade dos produtos e atendimento prestado.

Ariane Bigolin é arquiteta e sócia do grupo Trindade Bigolin