Saiba como participar da maior campanha em em prol da saúde e educação de crianças e jovens de todo o país

Acontece neste sábado, 22 de agosto, mais uma edição do McDia Feliz, a principal campanha solidária promovida pelo McDonald’s no Brasil.

Durante todo o dia, a renda arrecadada com as vendas do sanduíche Big Mac (descontados os impostos) em todos os restaurantes da rede no país será destinada para a Casa Ronald McDonald Brasil, que oferece assistência gratuita e acolhimento a crianças e adolescentes em tratamento oncológico e suas famílias, e o Instituto Ayrton Senna, referência na promoção da educação pública de qualidade para jovens em todo o país.

Na edição de 2026, quem lidera a mobilização nacional é o ex-capitão da seleção e pentacampeão mundial Cafu. Com o mote “Com Big Mac a gente vira o jogo”, a campanha convida a sociedade a se unir em prol do futuro de milhares de crianças e adolescentes.

Como Participar

Os tíquetes digitais antecipados podem ser adquiridos nos sites das instituições Casa Ronald Brasil e Instituto Ayrton Senna em versões individuais e em kits com dois, quatro, seis e oito unidades – cada um válido por um Big Mac. Para compras acima de oito tíquetes, é necessário contatar os institutos pelos e-mails vendas.mcdia@crmbrasil.org.br ou mcdiafeliz@ias.org.br. A venda segue até o dia 19 de agosto pelo app, sites das instituições e de forma física nos restaurantes participantes.

No dia 22 de agosto, basta apresentar o tíquete, impresso ou na tela do celular, para retirar um Big Mac em qualquer restaurante participante da campanha, utilizando o balcão, o Drive-Thru ou os totens de autoatendimento. Para mais informações, consulte o regulamento completo da campanha no site.

Sobre o McDia Feliz

O McDia Feliz é o principal evento beneficente do McDonald’s e, atualmente, é uma das maiores mobilizações em prol de crianças e adolescentes no Brasil. A campanha é realizada no país desde 1988, gerando recursos para as instituições apoiadas pela Casa Ronald McDonald Brasil, que atuam para proporcionar mais saúde e bem-estar para crianças e adolescentes com câncer e suas famílias. Em 2018, o projeto ampliou seu impacto para beneficiar outra causa de grande importância para o país, a Educação, contribuindo para as ações do Instituto Ayrton Senna. Desde sua primeira edição, mais de R$426 milhões já foram arrecadados pelo McDia Feliz. Para saber mais, acesse o site: https://www.mcdonalds.com.br/mcdia-feliz.


Descobertas foram no Quadrilátero Ferrífero, em MInas Gerais

Algumas espécies de plantas raras e presumivelmente extintas da natureza há mais de 30 anos foram encontradas recentemente por um grupo de pesquisadores na região do Quadrilátero Ferrífero, em Minas Gerais.

As descobertas ocorreram em áreas protegidas e mantidas pela Vale e fazem parte do Projeto de Conservação de Espécies Raras e Endêmicas do Quadrilátero Ferrífero, desenvolvido por universidades, instituições de pesquisa e a Vale dentro da Rede Propagar.

“Esse projeto envolve ir a campo nos locais onde essas plantas ocorrem e procurar por essas plantas na natureza. Algumas plantas que a gente tinha na nossa lista de espécies-alvo não eram vistas há mais de 100 anos e eram consideradas potencialmente extintas”, explicou Laís Zeferino, doutora em biologia vegetal e pesquisadora associada da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

“Mas fazendo esse trabalho de ir procurar por essas plantas, a gente acabou encontrando-as na natureza e redescobrindo-as novamente”, acrescentou a pesquisadora.

Entre esses achados, estão a Paepalanthus magalhaesii e a Coracoralina amoena, popularmente conhecidas por “sempre-vivas” ou “chuveirinho”, espécies típicas das paisagens das serras de Minas Gerais e que são conhecidas por suas flores que mantêm a aparência mesmo depois de secas.

“Essas plantas são específicas do Quadrilátero Ferrífero, onde a gente tem aquela vegetação em um solo ferruginoso, que é aquela terra bem vermelha, que só tem aqui em Minas Gerais”, explicou Laís.

Segundo Patrícia Favoreto Renci, engenheira agrônoma e gerente de propagação da Rede Propagar, essas plantas são endêmicas, ou seja, só ocorrem nessa região, e têm grande importância para a biodiversidade.

“São plantas que conseguem sobreviver em condições de temperatura e de estresse relacionado a estresse hídrico e estresse térmico, condições a que outras plantas não conseguiriam sobreviver”, disse.

“Elas são importantes para a preservação desses ecossistemas e também poderiam ser utilizadas na genética, na biotecnologia, na farmacologia e na preservação desses ambientes”, acrescentou.

Plantas

A Paepalanthus magalhaesii, que parece um minúsculo pompom espalhado entre as rochas, cresce rente ao chão e só ocorre na região do Quadrilátero Ferrífero.

Por décadas se acreditou que ela poderia ter desaparecido da natureza, mas recentemente os pesquisadores conseguiram encontrá-la em áreas protegidas denominadas como Capanema, Capivari I, Capivari II e Cata Branca, entre as cidades de Itabirito, Rio Acima e Ouro Preto.

A Coracoralina amoena, que também só existe nessa região, é uma das plantas mais raras, vivendo apenas em um ambiente muito especial, em áreas de rochas, onde o solo é fino, o sol é intenso e a água é escassa durante boa parte do ano.

Essa espécie chegou a ser apontada na literatura científica como uma planta possivelmente desaparecida da natureza.

Para Laís, essas descobertas ajudam a comprovar que o Brasil é um dos países mais diversos do mundo.

“E isso mostra que a gente ainda tem muito para conhecer sobre a nossa biodiversidade e que ainda não encontramos tudo e não vimos tudo”, disse, acrescentando que novos registros ainda poderão ser encontrados pelos pesquisadores.

“Acredito que trabalhos como esses vão trazer outros registros que a gente ainda não conhece, não só de espécies que já eram conhecidas e que estavam há muito tempo sem serem vistas, mas também de espécies que a gente ainda não tem conhecimento, espécies que a gente considera como novas”.

Laboratório

Todo o material coletado pelos pesquisadores na região do Quadrilátero Ferrífero foi enviado para laboratórios que integram a Rede Propagar.

Segundo Ana Cristina Amoroso, engenheira florestal e especialista em campo rupestre da Vale, depois da coleta as amostras são encaminhadas para sequenciamento genético e também passarão a ser trabalhadas para serem reproduzidas e reinseridas na natureza.

Além disso, disse Ana Cristina, alguns exemplares dessas plantas também serão utilizados para identificação, ficando depositados em uma coleção de referência para que sejam feitos novos estudos sobre a espécie.

“A ideia é a gente desenvolver métodos de propagar essas plantas, já que a maioria delas tem pouquíssimo conhecimento gerado. Há grandes lacunas de informação [sobre essas espécies] e, a partir daí, será iniciada uma série de estudos que vão desde a parte genômica até a produção de mudas, para a gente trabalhar a sua reintrodução no futuro”, disse à Agência Brasil.

Essa multiplicação, avalia a especialista da Vale, pode inclusive ajudar na conservação daquele ecossistema.

“Com a reintrodução dessa planta [na natureza], que praticamente estava em um caminho de cada vez maior ameaça e raridade, você pode ampliar a sua ocorrência e distribuição. E isso tem todo um significado para a cadeia ecológica”, explicou.

“Nosso maior desafio dentro desse processo todo é fazer a recuperação dessas áreas, tentando recriar esses ambientes para que essas plantas se desenvolvam”, disse.

De acordo com Patricia, a principal proposta do projeto é “a conservação do ecossistema e da biodiversidade desse local, principalmente em se tratando de um alto índice de mais de 30% de espécies que só ocorrem lá”.

“Isso tem uma riqueza difícil de mensurar por elas serem endêmicas. Então, a preservação dessas plantas é crucial para a integridade ecológica dessa região, principalmente diante das pressões que ocorrem por atividades antropogênicas [provocadas por atividade humana] e também com relação às mudanças climáticas, que estão cada vez mais expressivas”, afirmou Patrícia.


A CASACOR Mato Grosso 2026 antecipa as tendências da moda para o verão com dois desfiles que marcam a semana. Sob a coordenação do produtor Edson Guilherme, o primeiro desfile está marcado para a terça-feira (18) a partir das 18 horas, quando serão apresentados 20 looks do estilista e diretor criativo José Vitor Zerbinatto, compostos por cores fortes, que devem marcar o próximo verão. Antes do desfile, Zerbinatto fará um talk show sobre o que vem sendo pensado para 2027.

Nascido em Piracicaba, interior de São Paulo, Vitor ganhou presença global participando de eventos de prestígio, como a Paris Fashion Air, e estabelecendo sólidas parcerias comerciais em diversos mercados, com destaque para o Oriente Médio.

Focada na exclusividade e originalidade, a marca cria peças que são verdadeiras obras de arte. Suas criações combinam precisão arquitetônica com a delicadeza do trabalho artesanal, celebrando a sensualidade, a elegância e a sofisticação do corpo feminino.

Cada peça reflete um compromisso inabalável com a qualidade, transformando a mulher em sua melhor versão. Vitor Zerbinato é, acima de tudo, uma celebração da mulher, suas formas e sua força, traduzidas em moda de alto padrão e singularidade.

A noite ainda contará com um serviço especial de drinques e degustação de vinhos e queijos. Já na quarta-feira (19), às 18h00, será a vez da Dudalina, marca que nasceu em 1957 em Santa Catarina e hoje está presente em sete países, cm 46 lojas próprias e franquias e aproximadamente 900 lojas multimarcas.

E um detalhe: a coleção será apresentada por 15 mulheres do Agroligadas (grupo formado por mulheres profissionais do agronegócio) e 12 homens que estão no elenco da CASACOR MT, como arquitetos e empresários. Os convites já podem ser adquiridos no site da CASACOR MT.


Moldado pela cultura de rua, restaurante consolida expansão, gera empregos e celebra marca com festival gratuito

O que começou em 2015 como uma ideia para um canal de culinária no YouTube e uma operação artesanal no quintal de casa transformou-se em um dos cases de sucesso mais autênticos da gastronomia cuiabana. O Larica’s Time, restaurante especializado em frango frito crocante no bairro Boa Esperança, completa cinco anos de operação oficial neste dia 24 de agosto. Hoje, a marca consagrou-se como um “novo clássico” da Baixada Cuiabana, produzindo mais de 30 quilos de frango por hora e gerando 10 empregos diretos.

A história do restaurante mistura empreendedorismo de necessidade, referências da cultura pop e uma forte ligação com a cena urbana. O próprio nome nasceu da fusão entre o programa de TV Larica Total e a animação Hora de Aventura (Adventure Time).

Idealizador do empreendimento, Guilherme Raeder já atuava na cena cultural da capital à frente do projeto Slam do Capim Xêroso. Ele conta que a virada de chave aconteceu durante uma temporada no Rio de Janeiro, onde morou para estudar movimentos culturais independentes de rua.

“Lá no Rio de Janeiro, o que me salvou muitas vezes na rotina do dia a dia foi o frango frito. Quando voltei para Cuiabá e recebi o convite para abrir um negócio, quis fugir do tradicional ‘baguncinha’ e apostar nessa referência. Começamos apenas eu e meu irmão, no quintal de casa, com o nome ‘Hora do Frango’. Com o tempo, o conceito evoluiu e nasceu o Larica’s Time”, relembra Guilherme.

Além do frango: impacto social e ocupação cultural
Com a consolidação do espaço próprio na Rua 31 do bairro Boa Esperança, o restaurante expandiu sua atuação para além do cardápio. A empresa passou a apoiar artistas e atletas locais, movimentos comunitários e tornou-se um ponto de convergência para a cena artística independente de Mato Grosso.

“Hoje a gente faz frango frito com padrão de excelência, mas a ideia da marca sempre foi ir além: investir em projetos sociais e abrir a casa para a comunidade de artistas que estão começando. Já que conquistamos um espaço nosso, nada mais justo do que promover essa ocupação e ceder o lugar para as pessoas mostrarem o que sabem fazer”, destaca o empresário e produtor cultural.

Celebração com festival gratuito
Para celebrar o marco de cinco anos e a trajetória da marca, o Larica’s Time promove no sábado, 22 de agosto, a partir das 16h, a 7ª edição do festival “Larica Cultural”. O evento gratuito reunirá gastronomia, feira de artesãos locais, batalhas de rima, live paint e atrações musicais, com destaque para o show do cantor paulistano Jhayam (referência nacional do reggae e dub) e artistas regionais como Pacha Ana e Ahgave.

Artistas e pequenos empreendedores que desejam expor na feira do evento ainda podem se inscrever pelo Formulário de Curadoria (https://forms.gle/dyrSYPtwh1SLoecg8).

SERVIÇO
* O quê: Aniversário de 5 Anos do Larica’s Time & 7ª Edição do Larica Cultural
* Data: Sábado, 22 de agosto
* Horário: A partir das 16h
* Local: Larica’s Time – Rua 31, nº 112, Bairro Boa Esperança, Cuiabá/MT
* Entrada: Gratuita (Retirada de ingressos Sympla no link: https://www.sympla.com.br/evento/larica-cultural-apresenta-jhayam-pacha-ana/3521874
* Inscrições para expositores: https://forms.gle/dyrSYPtwh1SLoecg8

 


Com assistência técnica do Senar MT, produtores buscam ampliar a produção e melhorar a qualidade das amêndoas

O cacau começa a ganhar novos espaços em Mato Grosso e aparece como uma alternativa para diversificar a produção e ampliar a renda de produtores rurais. Embora a atividade ainda esteja concentrada principalmente na região noroeste do Estado, iniciativas de pesquisa, assistência técnica, capacitação e organização desse setor produtivo vêm estimulando o avanço da cultura para outras regiões.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que Mato Grosso produziu 471 toneladas de cacau em 2022, em uma área de 724 hectares. Levantamentos anteriores também registraram produção em diferentes municípios, enquanto iniciativas mais recentes indicam a expansão de viveiros, jardins clonais e novos plantios no estado.

Hoje, municípios como Juína, Cotriguaçu e Nova Bandeirantes estão entre os principais polos da atividade. Ao mesmo tempo, novos projetos vêm sendo implantados em localidades como Santo Antônio do Leverger, Campo Verde, Nobres, Cuiabá, Chapada dos Guimarães, Barão de Melgaço, Alto Paraguai e Tangará da Serra.

Para o diretor de Projetos da Federação dos Agricultores Familiares de Mato Grosso (Fedaf MT), coronel Paulo Selva, o cacau apresenta potencial econômico e produtivo para Mato Grosso, principalmente por existir uma demanda interna que ainda não é totalmente atendida pela produção nacional.

“A cultura do cacau apresenta excelente rentabilidade e existe um mercado consumidor interno que necessita de matéria-prima. O Brasil ainda precisa importar cacau para atender à demanda por amêndoas. Isso demonstra que existe espaço para novos produtores”, explica.

Segundo ele, outro fator favorável é a disponibilidade de variedades desenvolvidas pela Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), que possibilita estudar materiais mais adaptados às diferentes condições de clima e solo encontradas no Estado.

A cacauicultura também apresenta características que podem favorecer a agricultura familiar. É uma cultura perene, com ciclo produtivo que pode se estender por décadas, e permite que o produtor mantenha outras atividades na propriedade.

“É uma cultura que pode permanecer produtiva por muitos anos. Ela exige manejo constante, conhecimento técnico e planejamento, mas pode ser perfeitamente integrada a outras atividades desenvolvidas pelo agricultor familiar”, destaca Paulo Selva.

Antes de investir na cultura, o produtor precisa conhecer as características da atividade e elaborar um planejamento técnico e financeiro. A escolha dos clones, preparação da área, fertilidade do solo, irrigação, controle de pragas e doenças, podas, colheita, fermentação e secagem estão entre os fatores que interferem diretamente no resultado da lavoura.

Nesse processo, a Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Serviço de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar MT) tem papel estratégico ao acompanhar o produtor dentro da propriedade e transformar conhecimento técnico em decisões práticas para a produção.

O trabalho envolve orientação individualizada, acompanhamento dos indicadores da propriedade, melhoria da produtividade, controle de custos, planejamento e gestão da atividade.

Na cacauicultura, atualmente, a ATeG do Senar MT atende 31 produtores na região Norte de Mato Grosso, com foco no incentivo à produção sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar.

Para a supervisora da ATeG Fruticultura e Olericultura do Senar MT, Cristiani Bernini, a assistência técnica é fundamental para que o crescimento da atividade seja acompanhado por eficiência produtiva e gestão.

“A cacauicultura tem potencial para se tornar uma importante alternativa de diversificação de renda para a agricultura familiar em Mato Grosso. Mas, para isso, é fundamental que o produtor tenha acesso a conhecimento, planejamento e acompanhamento técnico. A ATeG trabalha justamente para transformar esse conhecimento em resultados dentro da propriedade, acompanhando desde o manejo da lavoura até os custos, a produtividade e a rentabilidade”, afirma.

ATeG do Senar MT atende 31 produtores na região Norte de Mato Grosso

Cristiani ressalta ainda que o trabalho não se limita ao aumento da produção. “Ajudamos o produtor a produzir com eficiência, rentabilidade e sustentabilidade. A nossa função é contribuir para que ele tome decisões mais seguras, conheça os custos da atividade e consiga enxergar o cacau como um negócio dentro da propriedade”, completa.

Do fruto ao chocolate

O cacau também permite ao produtor ir além da comercialização das amêndoas. A diversificação pode ocorrer dentro da própria propriedade ou por meio da integração com agroindústrias.

A polpa pode ser utilizada na fabricação de sorvetes, geleias, doces e bebidas. O mel do cacau pode ser aproveitado em sucos e licores. As amêndoas podem originar nibs, cacau em pó e chocolate, enquanto a manteiga de cacau possui aplicações nas indústrias alimentícia, cosmética e farmacêutica.

Até mesmo subprodutos, como cascas do fruto e das amêndoas, podem ser aproveitados na elaboração de compostos orgânicos, biofertilizantes e bebidas.

Essa possibilidade de agregação de valor amplia as oportunidades para o agricultor familiar e cria novos elos entre a produção no campo e a agroindústria.

Senar MT vai fomentar a cultura do cacau durante o Festival do Chocolate

O público poderá conhecer mais sobre a cultura do cacau durante o 8º Festival do Chocolate de Cuiabá, que será realizado nos dias 28, 29 e 30 de agosto, na Arena Pantanal, das 16h às 23h.

O Senar MT levará ações voltadas à valorização da produção rural e à aproximação entre produtores, consumidores e o mercado.

Uma das principais atrações será a Trilha do Saber e Sabor, com objetivo de fomentar o conhecimento do Cacau ao Chocolate, que apresentará ao público as diferentes etapas da cultura, desde a muda e os cuidados no cultivo até a transformação da amêndoa em chocolate.

Os visitantes poderão conhecer o fruto, as amêndoas, os nibs e equipamentos utilizados no processamento, além de acompanhar demonstrações e participar de degustações.

Antes de chegar ao chocolate, o cacau passa por etapas fundamentais, como colheita, quebra, fermentação e secagem. Cada uma delas influencia diretamente a qualidade final das amêndoas e, consequentemente, do chocolate produzido.

A proposta é mostrar que a produção de chocolate inicia muito antes da indústria, começa na propriedade rural, com a escolha da variedade, o manejo adequado da lavoura e o cuidado do produtor.

O Senar MT também estará com a Feira Natural do Campo, espaço dedicado à comercialização e à divulgação de produtos da agricultura familiar.

A iniciativa contribui para aproximar quem produz de quem consome, valorizar produtos locais e mostrar que a assistência técnica pode resultar não apenas em maior produtividade, mas também em novas oportunidades de mercado.

Para a organizadora do Festival do Chocolate, Zilda Castanho, a sustentabilidade do evento precisa considerar, além dos aspectos ambientais, as dimensões social, cultural e econômica.

“A sustentabilidade não deve olhar apenas para os impactos ambientais da realização do evento, mas também para as pessoas, para a cultura e para a economia do território onde ele acontece”, destaca.

No estande do Sistema Famato, durante o Festival do Chocolate, além da Trilha do Saber e Sabor, terá a Carreta do Pequenos do Agro e seus personagens com palestras teatralizadas, o Mutirão Rural com atendimentos odontológico, enfermagem e oftalmologia e a Feira Natural do Campo.


O Complexo Biocultural do Porto é uma opção gratuita de lazer, cultura e contato com a natureza para famílias aos fins de semana. Localizado na Orla do Porto, o equipamento público reúne o Museu do Rio Cuiabá, o Aquário Municipal e o Parquinho Infantil e recebe moradores da capital, visitantes e famílias de toda a Baixada Cuiabana.

Aos sábados, domingos e feriados, o Parquinho Infantil e o Museu do Rio Cuiabá funcionam das 9h às 21h. Durante a semana, o atendimento ocorre de terça a sexta-feira, das 9h às 19h. Às segundas-feiras, os espaços permanecem fechados para manutenção e conservação.

Uma das principais atrações para as crianças é o playground instalado ao lado do Aquário Municipal e do Museu do Rio. Inaugurado no início de junho, o espaço integra o projeto Brincar com Raízes, desenvolvido para oferecer novas opções de lazer infantil em áreas públicas da capital.

O parquinho conta com brinquedos inspirados na fauna pantaneira e está instalado em uma área arborizada do complexo. O piso emborrachado, produzido com material reciclado, foi projetado para absorver impactos e proporcionar mais segurança durante as brincadeiras.

O acesso ao playground é gratuito, e a utilização dos equipamentos deve ocorrer sempre sob a supervisão dos pais ou responsáveis. A estrutura foi planejada para estimular a convivência familiar e contribuir para a ocupação dos espaços públicos da região.

O passeio também pode incluir uma visita ao Aquário Municipal, que funciona das 9h às 18h e reúne diversas espécies de peixes da fauna mato-grossense. A atração permite que crianças e adultos conheçam um pouco mais sobre a biodiversidade dos rios e de outros ambientes aquáticos de Mato Grosso.

As famílias ainda podem visitar o Museu do Rio Cuiabá, espaço dedicado à preservação da história, da cultura e da relação da população cuiabana com o rio. Juntas, as atrações fortalecem o Complexo Biocultural como ponto turístico e de convivência na Orla do Porto.

SERVIÇO

Complexo Biocultural do Porto

Local: Orla do Porto, em Cuiabá

Parquinho Infantil e Museu do Rio Cuiabá

Segunda-feira: fechado para manutenção e conservação

Terça a sexta-feira: das 9h às 19h

Sábados, domingos e feriados: das 9h às 21h

Aquário Municipal

Funcionamento: das 9h às 18h

Acesso ao parquinho: gratuito

Orientação: crianças devem utilizar os brinquedos sob a supervisão dos pais ou responsáveis.


Agenda de agosto e setembro do Senac reúne mais de 300 vagas para capacitações em tecnologia, beleza, gestão, saúde e comércio

O mercado de trabalho está cada vez mais dinâmico e exige atualização constante dos profissionais. Pensando nisso, o Senac Várzea Grande abriu inscrições para a agenda de cursos de agosto e setembro, com opções em áreas que seguem em alta na economia, como tecnologia, beleza, gestão, saúde e comércio.

Ao todo, são 21 turmas com mais de 300 oportunidades para quem deseja ingressar em uma profissão, aprimorar competências ou aumentar a renda por meio de novos conhecimentos. A programação contempla desde cursos voltados ao primeiro emprego até capacitações para quem busca atualização profissional ou deseja empreender.

Na área de tecnologia, os destaques são Business Intelligence com Power BI, Desenvolvimento Web – Front-End, Engenharia de Prompt: Fazendo a IA Responder o que Você Quer, Informática Básica, competências cada vez mais valorizadas pelas empresas diante da transformação digital.

Já o segmento da beleza oferece cursos como Alongamento de Cílios Volume Russo, Unhas de Gel, Colorimetria Capilar, Penteados e Manicure e Pedicure, voltados tanto para quem pretende ingressar na área quanto para profissionais que desejam ampliar os serviços oferecidos aos clientes.

A agenda também reúne cursos de comércio, eventos, gestão e saúde, como Assistente de Recursos Humanos, Cerimonial e Protocolo para Eventos, Ferramentas de Marketing Digital, Administração de Drogas e Soluções Parenterais, entre outras opções.

“O mercado muda rapidamente e quem investe em qualificação consegue acompanhar essas transformações com mais segurança. Nossa programação reúne cursos práticos e atualizados para que os alunos desenvolvam competências que podem ser aplicadas imediatamente no trabalho, seja para conquistar uma vaga, crescer na carreira ou aumentar a renda”, destaca a gerente do Senac em Várzea Grande, Maria Alice Oliveira.

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas presencialmente na unidade, localizada na Avenida da FEB, pelo site do Senac-MT ou pela Central de Relacionamento no Whatsapp (65) 9 9917-6023. Algumas turmas contam com vagas gratuitas por meio do Programa Senac de Gratuidade (PSG), conforme os critérios estabelecidos pela instituição.

O Sistema Comércio em Mato Grosso é filiado à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, presidida por José Roberto Tadros.

Serviço:

Cursos de qualificação profissional em Várzea Grande
Áreas: beleza, comércio, eventos, gestão, saúde e tecnologia
Local: Senac em Várzea Grande
Informações e inscrições: diretamente na unidade do Senac, na Avenida da FEB, nº 2.061, bairro Ponte Nova, pelo site do Senac-MT (www.mt.senac.br) ou pela Central de Relacionamento (65) 9 9917-6023


Por Isolda Risso*

Agosto nos convida, mais uma vez, a falar sobre a violência contra a mulher, um tema que, embora recorrente, continua urgente e necessário. Sei que, para alguns, a repetição desse assunto pode parecer cansativa, incômoda ou até excessiva. Mas, enquanto mulheres continuarem sendo machucadas, silenciadas e tendo suas vidas interrompidas pela violência, não podemos nos dar ao luxo de parar de falar.

Ao longo da minha trajetória acompanhando mulheres e suas histórias, aprendi que existe uma pergunta que, apesar de parecer simples, nem sempre é feita: o que significa ser uma mulher verdadeiramente livre?

A liberdade não se resume à possibilidade de sair de uma relação violenta, ou na independência financeira, na profissão, na capacidade de fazer escolhas e de conduzir a própria vida. Eu entendo, essas conquistas são fundamentais, mas existe uma dimensão mais íntima da liberdade que muitas mulheres ainda estão aprendendo a construir, que é a possibilidade de serem quem são sem precisar pedir autorização, justificar seus desejos ou diminuir a própria existência para caber na expectativa de alguém.

Durante muito tempo, ensinaram às mulheres que liberdade era uma palavra perigosa. Uma mulher livre precisava ser vigiada, corrigida, contida. Fomos educadas para estar disponíveis para o marido, para os filhos, para a família, para o trabalho e para as necessidades de todos. Em meio a tantas responsabilidades, muitas acabaram ficando indisponíveis para si mesmas.

É nesse ponto que precisamos ampliar nossa compreensão sobre a violência. Ela nem sempre começa com um tapa, um empurrão ou uma ameaça. Pode começar no controle das roupas, das amizades, do dinheiro, do celular e dos horários. Pode estar na necessidade de pedir permissão para tomar decisões, no medo de contrariar o parceiro ou na sensação de que qualquer escolha própria provocará uma crise dentro de casa.

E há uma dimensão ainda mais difícil de perceber, que é aquela em que a mulher começa a reproduzir contra si mesma aquilo que aprendeu que deveria aceitar dos outros.

Ela engole uma opinião para evitar conflitos, abandona um sonho porque alguém disse que não era importante, deixa de cuidar do próprio corpo porque todos precisam dela, desiste de uma oportunidade para não desagradar. São pequenas renúncias que, isoladamente, podem parecer insignificantes, mas que, acumuladas ao longo dos anos, podem afastá-la de sua própria identidade.

O mais perigoso é quando esse afastamento recebe nomes bonitos, chamamos de amor, de maturidade, de responsabilidade, de generosidade, mas quando foi a última vez que uma mulher perguntou a si mesma, com honestidade: o que eu quero? Não o que o marido quer, nem o que os filhos precisam, ou o que os pais esperam, não o que a sociedade considera adequado para sua idade, e nem mesmo aquilo que ela acredita que deveria desejar. O que ela quer?

Para algumas, a resposta vem rapidamente. Para outras, vem o silêncio, e esse silêncio revela quantas mulheres foram ensinadas a conhecer profundamente as necessidades de todos ao seu redor, mas nunca foram estimuladas a reconhecer as próprias. Elas sabem a comida preferida dos filhos, os compromissos do companheiro, as demandas do trabalho e os aniversários da família, mas encontram dificuldade quando precisam falar sobre seus próprios desejos.

Por isso, construir autonomia não significa apenas aprender a se sustentar financeiramente. Significa também desenvolver a capacidade de reconhecer o que se sente, estabelecer limites, fazer escolhas e compreender que dizer “não” não é uma forma de violência contra o outro.

O Agosto Lilás cumpre um papel importante ao ampliar a discussão sobre a violência contra a mulher e reforçar que nenhuma forma de violência deve ser naturalizada, mas acredito que a prevenção também passa por algo anterior, que é fortalecer mulheres para que reconheçam seu valor, seus limites e sua capacidade de escolha.

Isso não significa responsabilizar a vítima pela violência que sofre, a responsabilidade é sempre de quem pratica a violência. Mas significa, sim, ampliar as ferramentas que podem ajudá-la a reconhecer uma relação abusiva, procurar uma rede de apoio, buscar proteção e compreender que permanecer em uma situação de violência não é uma obrigação nem uma prova de amor.

Falar sobre liberdade feminina é, portanto, falar sobre educação emocional, autonomia, independência, consciência e rede de apoio. É criar meninas que aprendam que agradar não é mais importante do que se respeitar,  ensinar mulheres a reconhecerem seus desejos antes que passem a vida inteira tentando atender aos desejos de outras pessoas.

*É empresária, mãe de um lindo casal de filhos, cronista, coach de vida, mulher aos 60+, terapeuta, entusiasta da arteterapia, gastrônoma; um dos seus hobbies é a fotografia e criar arranjos florais, curiosa de nascença, aprendiz da vida e um Ser a caminho da evolução.


Em mais de uma oportunidade prometi aqui neste espaço comentar sobre as questões espirituais envolvidas na onda da covid 19. Sempre fiquei em dúvida, porque o lado espiritual desse fenômeno acaba sendo disruptivo e poderia gerar discussões que não interessam.

Mas o movimento da pandemia foi tão grande e tão abrangente que imaginei que poderia arriscar, sem ser crucificado. Mas, se for, fazer o que?

De tempos em tempos o planeta sofre disrupções e muda. No caso da covid, houve uma diferença. Pegou o mundo inteiro desprevenido. Não poupou países de economia rica e nem os pobres.

No primeiro momento a sequência de sentimentos começou com a surpresa. Depois veio o medo. Depois veio o temor. Depois veio o pânico coletivo. E, por fim, vieram as mortes e a doença ao redor de cada um de nós no Brasil e no mundo. E o medo tornou-se um sentimento coletivo.

Os governos, a mídia, as ongs tão poderosas com opiniões sobre tudo. A economia. A política. Todos silenciaram. O vírus transformou-se na mais agressiva linguagem mundial. 2020 passou no pânico e em 2021 o vírus veio acalmar a sua fúria a partir de setembro

Porém, ninguém esperava que ao fim da fase aguda da pandemia, a próxima vítima fosse a economia. E ainda não imagina que a próxima vítima dos desdobramentos seja a seja a política. Traduzindo: o planeta corre o risco de ver não ficar pedra sobre pedra da civilização até aqui construída ao longo de milhares de anos. Sei que são afirmações arriscadas e fortes. Mas parece que não haverá caminhos diferentes.

Uma das etapas da pandemia em 2020 foram os lockdowns e o isolamento social no mundo inteiro. Gerou grande confusão na economia pelo descompasso entre a pouca demanda e depois a pouca oferta de produtos quando a demanda recomeçou, agora em 2021. De outro lado o perfil de consumo das pessoas mudou muito.

O que antes não tinha valor passou a ser valorizado. E o que era muito valorizado perdeu a importância. Isso significa completa transformação de quase todos os segmentos de produção e de consumo da economia mundial.

Volto ao início do artigo. Por detrás de tudo isso e de tudo o que aconteceu fica bem claro que houve um certo planejamento fora do controle humano. Era pra transformar o ser humano usando o próprio ser humano. As religiões certamente atribuirão a uma divindade. Os espiritualistas atribuirão a um governo espiritual do mundo.

Quem não se enquadrar, também não poderá negar que transformações desse tamanho e importância não seriam casuais. Faço parte da crença de que existe uma ordem espiritual por detrás de tudo isso que aconteceu. Não sinto a necessidade de dar-lhe um nome. Só a de respeitar essa ordem.

Ao final, o que importa é que o planeta mudou absurdamente e não voltará atrás. As pessoas mudaram e mudarão em progressão absurda. Outra coisa, pra encerrar: não importa se o ser humano acredita ou não em algum valor espiritual.

O que importa, afinal, é que o que tiver de acontecer, está acontecendo e vai acontecer muito mais. O centro dessa nova ordem será o planeta renascido e o ser humano reconstruído. Mas a compreensão será um pouco mais lenta. Pode demorar. Mas não tem volta. Quem planejou, planejou!

Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso.

 

Reprodução: Repórter MT


O lutador olímpico, Igor Queiroz, 19 anos, se tornou bicampeão pan-americano de luta greco-romana, na quinta-feira (10), na cidade de Oaxtepec, no México. O atleta é natural de Cuiabá e morador do bairro Tijucal.

Igor foi introduzido ao mundo das lutas aos 9 anos de idade, por influência do pai Pablo Queiroz, que além de cabeleireiro é lutador de jiu-jítsu. “Eu inseri o Igor de maneira lúdica no mundo das lutas. No entanto, dentre várias modalidades que ele treinou, acabou se identificando com a luta greco-romana”.

Há mais de 5 anos o cuiabano integra a equipe de lutadores olímpicos da Seleção Brasileira e atualmente é titular absoluto no time da luta greco-romana.

O atleta já foi campeão brasileiro, sulamericano e já ficou em terceiro lugar no campeonato mundial escolar, entre outras participações e premiações que recebeu ao longo dos mais de 20 países que já visitou por meio das competições.

O lutador, que usa o bordão “do Tijucal para o mundo”, ainda continua na tentativa de arrumar um patrocínio. Segundo o pai de Igor, o único apoio financeiro que o atleta recebe é dos próprios familiares.

Igor retorna a Cuiabá neste sábado, onde seguirá os treinos para as futuras competições.

 

Reprodução: Hiper Notícias 


2+0+2+3 = 7

Esse ano é regido pelo número 7 que é o número de energia da espiritualidade.

O 7 é o número que representa a perfeição. A integração entre os mundos físicos e espiritual, sendo, portanto, o símbolo do Universo em transformação.

Mas, suas interpretações vão muito além.

Ele representa o lado místico e oculto de TUDO.

Que a nossa história em 2023 seja de muita conexão com Algo Maior, a Fonte, Deus para que possamos estar em ressonância com as Forças do Amor:

1) O SIM, esta significativa força do SIM à realidade como ela é, permeia todas as outras.

2) O PERTENCIMENTO: Todos têm o mesmo direito de pertencer.

3) A HIERARQUIA, a ordem, o respeito a quem vem antes.

4) E o DAR e RECEBER são a mesma coisa.

A LUZ É PAZ e BEM.

Bora para a Vida!

Eluise Dorileo é psicóloga, terapeuta familiar e maestria nas novas constelações quânticas.

Email eluisedorileo@hotmail.com


Reprodução

A Mattel, maior fabricante de brinquedos do mundo, lançou nesta semana a primeira linha de bonecas Barbie produzidas com 90% de plástico reciclado dos oceanos.

A coleção foi batizada de ‘Barbie Loves the Ocean’ (Barbie Ama os Oceanos, em tradução livre) e conta com uma arte promocional bem legal que faz referência à recente pegada mais sustentável da Mattel: “O futuro do rosa é o verde“.

A fabricante de brinquedos se comprometeu a produzir seus produtos com 100% de material reciclado até 2030.

“Este lançamento da Barbie é mais um acréscimo ao portfólio crescente da Mattel de marcas voltadas para um propósito que inspiram a consciência ambiental com o nosso consumidor como foco principal”, disse o presidente e diretor de operações da Mattel, Richard Dickson, em um anúncio feito à imprensa.

Richard também enfatizou a importância de se pensar em políticas ambientais de longo prazo, de olho no futuro da próxima geração.

“Na Mattel, capacitamos a próxima geração a explorar as maravilhas da infância e atingir seu potencial máximo. Fazemos nossa parte para garantir que as crianças também herdem um mundo cheio de potencial“.

FONTE: Razões para Acreditar


Por Valeriano Martins

No decorrer da minha vida profissional me deparei e ainda me deparo com vários mitos em relação ao intercâmbio. Por isso vou falar aqui sobre os cinco que escuto com frequência. O mais forte deles é imaginar que se trata de uma experiência apenas para pessoas jovens e adolescentes. Isso é um engano que impede muitos de realizarem seus sonhos, pois intercâmbio não tem idade!

A viagem internacional com o propósito de estudo e até mesmo trabalho, no caso dos adultos, pode ser realizada em qualquer fase da vida. É com muito orgulho que posso contar que no portfólio da Best Intercâmbio por exemplo, temos estudantes com mais de 70 anos e cada vez mais esse público está aumentando. Isso é incrível, pois incentiva outras pessoas dessa faixa etária a perceberem que a vida deve ser vivida da melhor maneira possível. Viajar, estudar e ver coisas novas com certeza é uma das opções que devem estar no topo da nossa lista.

Outro mito comum é sobre a língua inglesa. Acredito que por ser um dos idiomas considerados como universais e por estar fortemente presente no nosso dia a dia, como em filmes, músicas e cinema, várias pessoas chegam até nós imaginando que os países onde o inglês é falado são os únicos para os quais se pode viajar como intercambista. Então vamos desmitificar esta ideia também. Você pode viajar para estudar francês, italiano, espanhol, japonês, alemão! Enfim, a língua que quiser. Não existe fronteira. Basta procurar uma empresa de confiança e competente. A liberdade para viajar ao local que deseja estará garantida.

Estudar até ser fluente para só então fazer o intercâmbio: esse é o nosso terceiro mito. Aprender um novo idioma no país em que ele é nativo faz com que o aprendizado seja ainda mais rápido. Por isso, não é preciso ser craque em determinada língua para ser intercambista. Você vai aprender tudo durante a viagem.

O quarto mito: “vou economizar bastante, aí sim posso fazer meu intercâmbio”. Esse tipo de pensamento é bem comum. Realmente, não posso negar que se trata de um investimento, mas isso não significa que você precise desembolsar um alto valor. Existem diversas maneiras de baratear a viagem, como escolher bem o destino e o tempo de duração.

E para finalizar, vamos falar sobre intercâmbio e férias. Aqui é importante lembrar que esse tipo de experiência é um investimento pessoal em conhecimento e aprendizado. Por isso, precisa valer a pena. Isso não significa que você não vai poder visitar os pontos turísticos da cidade onde está ou sair para se divertir. O que não pode acontecer é esquecer de estudar. Afinal, você pagará por um curso, passagens e acomodação. O ideal é equilibrar os estudos com o lazer e aí com certeza seus resultados serão excelentes.

Anualmente realizamos a Feira de Educação Internacional com o objetivo de aproximar as instituições internacionais com o público interessado em fazer intercâmbios, oferecendo às pessoas a oportunidade de conversar e tirar suas dúvidas. Este ano, a feira acontece no próximo dia 22 de outubro, no Goiabeiras Shopping. O evento é aberto e totalmente gratuito.

Valeriano Martins é CEO da Best Intercâmbio


A novidade traz oito brinquedos inéditos para comemorar o lançamento do filme ambientado em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana

O McLanche Feliz proporciona entretenimento e diversão para os momentos em família há mais de 40 anos. E agora, a plataforma apresenta itens inéditos inspirados no novo filme da Disney e Pixar “Luca”.

A história é ambientada em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana e narra a jornada de amadurecimento de Luca junto de seu novo melhor amigo Alberto. Os meninos vivem um verão inesquecível repleto de gelatos, massas e intermináveis passeios de scooter. Mas toda a diversão é ameaçada por um segredo muito bem escondido: os dois são monstros marinhos de um mundo logo abaixo da superfície da água.

A novidade chega incrementando a parceria entre The Walt Disney Company Latin America e McLanche Feliz e reforça a aposta da rede em novas experiências que estimulam as atividades criativas e com muita diversão.

Para a família toda entrar no clima dessa empolgante estreia, o McLanche Feliz traz oito brinquedos inspirados nos personagens principais do filme:

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Muda de cor): submerja Luca e Alberto em água fria para revelar o tom de pele verde dos monstros marinhos. Coloque a peça da cauda à cabeça para completar a transformação;

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Nadando): gire a cauda do Luca e solte-a quando submergir o brinquedo na água, para fazê-lo nadar;

Giulia Marcovaldo: gire os braços de Giulia para trás e solte-os quando a submergir na água, para ver como nada;

Massimo Marcovaldo: dê corda ao Massimo e submerja-o na água, para ver como o Massimo move seus pés,enquanto nada e solta água pela boca.;

Machiavelli: aperte o botão embaixo de Machiavelli e submerja-o na água. Depois, solte o botão para enchê-lo. Tire-o da água e aperte o botão de novo, para que ele dispare água pela boca.

Monalisa: é uma pistola de água. Submerja a Monalisa em água fria e puxe sua cauda para enchê-la de água. Quando retirar da água, empurre a cauda novamente para a frente, para que a água saia pela boca.

Da esquerda para a direita: Luca Paguro (muda de cor), Alberto Scorfano (muda de cor), Luca Paguro (nadando), Alberto Scorfano (nadando), Giulia, Massimo, Machiavelli e Monalisa.

Os brinquedos já podem ser encontrados nos restaurantes da rede, que seguem operando pelo McDelivery e Drive-Thru em todo o país.

McLanche Feliz: ingredientes de qualidade e refeições equilibradas

Junto com seu compromisso em garantir momentos de diversão e aprendizagem, a companhia também mantém o compromisso de oferecer produtos de alta qualidade e os melhores ingredientes. Ao longo da última década a marca apresentou uma série de mudanças e evoluções em seu cardápio. Em 2019, o McDonald’s renovou sua proposta de menu infantil para oferecer uma opção ainda mais equilibrada, diminuindo as quantidades de sódio, gorduras, açúcares adicionados e incorporando mais frutas e vegetais.

Para ficar sempre por dentro das novidades e campanhas, acesse: https://www.mcdonalds.com.br.

 Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui mais de 2.200 restaurantes, entre unidades próprias e de seus subfranqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 31/03/2021). A empresa também mantém um sólido compromisso com o desenvolvimento das comunidades nas quais está presente e com a geração de primeiro emprego formal para jovens, além de utilizar sua escala para impactar de maneira positiva o meio-ambiente. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site: www.arcosdorados.com


O resgate dos animais das ruas e a oportunidade de dar um novo lar aos pets foi o que me motivou a iniciar um projeto em parceria com as Ongs (Organização Não Governamental) de apoio e cuidado ao animal.

O projeto piloto se deu com a disponibilização de 16 gatos, filhotes e adultos, pela Ong “É o Bicho”. Ao chegar na unidade Veterinária, cada animal passa por consulta para avaliação das condições gerais de saúde. E em apenas uma semana desde o início do projeto, 15 dos 16 gatos já tinham ganhado um novo lar.

Minha intenção é ampliar ainda mais a disponibilização de animais para adoção. As Ongs têm um papel importante no cuidado com os animais abandonados. Ainda para este mês, está previsto a disponibilização de cães e gatos para uma adoção responsável.

Qualquer pessoa que tenha interesse em cuidar e zelar de um pet pode fazer a adoção. Mas antes, deve fazer um cadastro e a equipe da Ong fará uma visita para levar as informações quanto as necessidades básicas de cada animal. Nossa campanha, que oportuniza às pessoas fazer uma adoção consciente, tem o apoio do plano de saúde animal referência no país, a Planvet.

Nossa clínica mantém atendimento 24 horas por dia, todos os dias da semana. Estamos também disponíveis para novas parcerias com outras Ongs da causa animal.

Para conhecer os animais disponíveis para adoção ou buscar parceria, basta nos fazer uma visita no endereço – Rua Professor João Félix, Número 396, Bairro Lixeira, em Cuiabá ou acessar nossa página no Instagram (@veterinariamt) ou Facebook (veterinariamatogrosso). Outras informações podem ser obtidas pelo número 65 3046-2850.

Anderson Nogueira é médico veterinário há mais de 15 anos e atende na Clínica Veterinária Mato Grosso.


Relacionamentos saudáveis, fortes e duradouros. Construir tudo isso com excelência não seria possível sem inspiração, coragem e exemplo. E é assim que hoje, em nossos 31 anos de empresa familiar, temos o orgulho de dizer que a força das mulheres se destaca em nosso meio.

Começamos nosso negócio como “Shopping da Construção”. Sempre fomos reconhecidos por termos produtos de acabamento diferenciados e fomos uma das primeiras lojas do segmento a ter autosserviço. Antes, tudo funcionava apenas como modalidade “venda de balcão”. Em 2006, trouxemos o primeiro modelo em formato “boutique”. Ao nos reposicionarmos no mercado com esse formato de loja personalizada, entendemos o quanto isso era importante.

Tudo em nossa empresa foi construído com amor e dedicação. Minha mãe fazia questão que eu e meu irmão sempre estivéssemos inseridos nos negócios da família. E assim estudamos e nos especializamos em diversas áreas para auxiliar e crescer ali dentro. Após a faculdade de arquitetura, fiz cursos de Gestão de Negócios e MBA em Varejo 4.0. Acompanhamos de perto a importância da gestão por sempre termos visto como nossos pais trabalhavam.

Em 2009, meus pais decidiram começar a Profissionalização da Gestão da Empresa, com a ideia de iniciar um processo de sucessão familiar com responsabilidade. Para isso, iniciamos uma longa preparação com um coaching para famílias empresárias em conjunto com várias consultorias nesse sentido.

Identificamos dentro de cada um de nós, o principal perfil para conseguirmos aproveitar ao máximo as características profissionais como indivíduos. Nas consultorias, trabalhamos liderança e governança. Implementamos ainda o programa de qualidade, para estudarmos questões de processos e mapeamento de procedimentos em todas as suas etapas.

Apesar de estarmos aprimorando nossos negócios e preparando tudo para que o processo sucessório dentro da família acontecesse com qualidade, não ficávamos pensando quando essa data realmente chegaria. Mas após a definição de protocolos da Bigolin, minha mãe comunicou que queria se ausentar e passar todos os setores para mim.

Nessa época, houve várias questões em nossas vidas, principalmente a pandemia que estava começando. E mais uma vez, foi um momento em que a experiência dela não poderia ser deixada de lado, nem mesmo para passar seu cargo à frente. Então, a gestão comercial foi passada para mim e os demais setores seguiram com seus gestores, que inclusive na maioria deles são mulheres que lideram. A direção geral e o respaldo final ainda é da nossa matriarca. Tenho muito orgulho da história iniciada por ela, especialmente porque o setor da construção civil é essencialmente masculino.

Trabalhamos muito para chegar até aqui, sempre buscando valorizar a gestão  feminina, enxergando em cada ser humano o potencial empreendedor e a real possibilidade de mudança de vida por meio de suas escolhas. Hoje somos o grupo Trindade Bigolin, trazendo o sobrenome da minha mãe, Lucimar Trindade Bigolin, junto com o do meu pai Olivo Bigolin. Meu irmão, Filipe Bigolin, é engenheiro civil e é ele quem cuida da construtora, a Egide. Prezamos por nossos valores e lideramos pelo exemplo. Temos como missão criar e manter relacionamentos saudáveis com nossos clientes e somos conhecidos pela solidez, pela ética e pela qualidade dos produtos e atendimento prestado.

Ariane Bigolin é arquiteta e sócia do grupo Trindade Bigolin