Canjica, cocada e quindim são doces famosos de origem afro-brasileira, mas, além desses, há outro doce igualmente delicioso capaz de conquistar seu paladar

Que a culinária brasileira tem forte influência da presença de povos africanos na história do País, todo brasileiro já tem certeza, e não há o que reclamar. Dos doces, ninguém resiste a um bom quindim, uma cocada naquele ponto certo ou uma canjica bem quentinha. Porém, o que pode ser um fato desconhecido para boa parte das pessoas, é que a maioria desses doces foi introduzida à cultura brasileira como uma adaptação feita pelos povos africanos.

O quindim, por exemplo, é uma adaptação do doce português “brisa do lis”, que adapta as amêndoas da receita original por coco. A cocada foi inventada como uma alternativa barata utilizando o coco e o açúcar produzido nos engenhos. A canjica, ou mungunzá, que compartilha semelhanças com a cachupa cabo-verdiana, foi adaptada de um cozido de feijão e carne ou peixe para a versão doce que conhecemos hoje e é a cara das nossas festas juninas.

Até mesmo o nosso beijinho de coco tem um primo estrangeiro. O Qumbe (nome originado do quimbundo, que se pronuncia ‘kumbê’) é um doce típico da Somália e carrega um nome cheio de simbolismo. Em quimbundo, uma das línguas faladas em Angola, qumbe significa “dengo” e “encanto”, além de ser considerado um doce sagrado para a orixá Oxum.

Mais de um terço dos brasileiros vê o ato de cozinhar como um ato de afeto, conforme um levantamento realizado pela Globo Tracking Covid-19 em 2020.

Pensando nisso e com o intuito de trazer um pouco desse doce carinho para sua mesa de café da tarde, para a festa de aniversário daquela pessoa amada, ou simplesmente para presentear o seu dengo, a Marajoara Laticínios, indústria leiteira e goiana que já está presente nas mesas brasileiras há quase 40 anos, recomenda esta receita para você e para quem você ama!

Ingredientes

2 xícaras de (chá) de coco ralado seco e sem açúcar
½ xícara (chá) de leite de coco
1½ xícara de açúcar refinado
½ xícara de leite Marajoara
¼ de xícara (chá) de farinha de trigo
Coco ralado para envolver os docinhos

Modo de preparo

1º Passo: Hidrate o coco com o leite de coco e reserve

2º Passo: Em uma panela, coloque o açúcar e leve ao fogo até ficar com cor de caramelo. Nesse ponto você já pode adicionar o coco hidratado, o leite e a farinha de trigo

3º Passo: Cozinhe tudo por mais 5 minutos

4º Passo: Deixe a mistura esfriar totalmente

5º Passo: Separe pequenas porções e as enrole (como o brigadeiro e o beijinho!), e depois passe cada bolinha no coco ralado


Especialista da Appel Home esclarece o motivo e ensina o passo a passo para deixar o item mais absorvente sem perder a maciez

É comum comprar uma toalha de banho nova e, na primeira utilização, notar que ela não seca o corpo por completo. A sensação de que o tecido “escorrega” na pele em vez de absorver a água tem explicação técnica e, segundo Micheli Marques, analista de trade marketing da Appel Home, também tem solução. De acordo com a especialista, essa característica está diretamente relacionada ao processo de fabricação do item.

“Para que a toalha saia de fábrica com aquele aspecto felpudo e macio, é comum que as indústrias apliquem um amaciante de uso têxtil com base oleosa. Esse composto deixa o tecido temporariamente hidrorrepelente, e é justamente por isso que a água escorre pela superfície em vez de ser absorvida”, explica.

Na Appel Home, o processo é feito com um amaciante têxtil de alta performance, classificado na escala profissional 70+ de maciez com hidrofilidade — uma das tecnologias mais avançadas do setor têxtil. Diferente dos amaciantes convencionais, de base oleosa, essa tecnologia garante maciez ao toque sem comprometer a capacidade de absorção do tecido, fazendo com que as toalhas da marca já saiam de fábrica prontas para absorver bem desde o primeiro uso.

Como solucionar o problema

A analista da Appel Home reforça ainda que esse efeito é passageiro, mas que a solução não está onde a maioria das pessoas imagina. Lavar a toalha com o amaciante utilizado no dia a dia das roupas não resolve, e pode até reforçar a confusão sobre o problema. “Os amaciantes domésticos têm uma concentração muito menor do que os produtos industriais usados na fabricação. Por isso, eles não formam aquela película impermeabilizante que estamos tentando remover, mas ainda assim influenciam neste aspecto”, pontua.

Para reverter o efeito e recuperar a capacidade de absorção do tecido, a recomendação é simples. Segundo Micheli, o ideal é lavar a toalha nova apenas com sabão nas cinco primeiras vezes, sem usar amaciante, e só depois disso passar a intercalá-lo a cada duas lavagens. Esse processo remove aos poucos a camada de amaciante industrial sem comprometer a maciez da peça. A especialista recomenda lavar a toalha com água fria e dissolver bem o sabão na água antes de colocar a peça na máquina. Assim, evita-se o contato direto do produto com o tecido — o que pode ressecar as fibras. Outro cuidado importante é lavar as toalhas separadamente do restante do vestuário, para evitar o desgaste de peças mais delicadas.

“A Appel Home conta com agentes fixadores de tinta, por isso não há risco de manchas ao lavar toalhas coloridas junto com outras roupas. O ponto de atenção, na verdade, é outro: por ser um tecido mais pesado e de alta gramatura, a toalha pode agredir tecidos mais delicados durante a lavagem e até soltar fibras, o que favorece o aparecimento de bolinhas. Por isso, a recomendação continua sendo lavar as toalhas separadamente do restante das roupas”, alerta a especialista.

Um aliado natural nesse processo, de acordo com Micheli, é o vinagre branco diluído. “Ele amacia o tecido de forma natural e, diferentemente dos amaciantes convencionais, não deixa nenhum resíduo oleoso. O resultado é uma toalha macia e muito mais absorvente, sem o efeito repelente e sem cheiro residual”, afirma.

Ela chama atenção ainda para um erro comum na hora de cuidar das toalhas de banho: o uso do ferro de passar. Segundo Micheli, tanto toalhas quanto roupões dificilmente amassam, o que torna essa etapa desnecessária. Caso o consumidor opte por passar o tecido mesmo assim, a recomendação é evitar o ferro a vapor, que deixa a toalha áspera e pode favorecer o surgimento de mofo, além de verificar sempre a temperatura adequada para tecidos de algodão. O calor excessivo, alerta a especialista, pode queimar as fibras e fazer com que a toalha perca brilho e cor com o tempo.

Com esses cuidados, é possível transformar a rotina de banho e garantir que a toalha cumpra sua função com eficiência desde as primeiras semanas de uso, sem abrir mão da maciez e do aspecto felpudo que conquistam o consumidor no momento da compra.

Sobre a Appel Home

Fundada há cinco décadas, a Appel Home é uma das marcas mais tradicionais de cama, mesa e banho do Brasil, construindo sua história com olhar para o futuro. A companhia tem sede em Brusque (SC), dez lojas próprias em cidades catarinenses, e-commerce próprio e presença em todo o país através do varejo. A companhia investe ainda em uma logística otimizada que garante a entrega mais rápida do mercado e proporciona previsibilidade e agilidade, dando segurança ao lojista quanto ao abastecimento do seu ponto de vendas; e um plano de acompanhamento para o sucesso do cliente, com estratégias combinadas de marketing, área comercial e trade. Produz em média 190 toneladas de toalhas mensalmente e conta com mais de 500 itens em seu catálogo. São mais de 300 colaboradores e mais de 15 mil m² de área construída para desenvolver um completo mix para o lar.


Legislação prevê ações nas escolas, ampliação do acesso às obras e fortalecimento da produção literária regional

Ampliar o acesso aos livros, incentivar a leitura nas escolas e valorizar os escritores de Mato Grosso são objetivos de leis aprovadas pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). As normas preveem ações para aproximar os estudantes dos autores mato-grossenses, fortalecer as bibliotecas e apoiar a produção literária regional, temas que ganham destaque no Dia Nacional do Livro, celebrado nesta quinta-feira (29).

A Lei nº 11.820/2022 instituiu o Plano Estadual do Livro, da Leitura, da Literatura e da Biblioteca, que orienta o planejamento e a execução de ações permanentes para ampliar os espaços e as oportunidades de leitura em Mato Grosso.

Entre os objetivos do plano estão a democratização do acesso ao livro, o estímulo à produção de obras científicas e culturais por autores nascidos ou residentes em Mato Grosso, a formação de mediadores de leitura, a acessibilidade para pessoas com deficiência e o fortalecimento da produção editorial do estado.

Outra norma aprovada pela ALMT, a Lei nº 11.419/2021, atualizada pela Lei nº 12.689/2024, instituiu o Programa Estadual de Incentivo à Leitura de Livros de Autores Mato-grossenses, cujo objetivo é promover a leitura de livros de História, Geografia, Literatura e Cultura de autores mato-grossenses nas redes pública e privada de ensino do estado.

O texto prevê ainda a realização de campanhas para destacar a importância da valorização da literatura regional e a criação de acervos específicos nas bibliotecas escolares. Para os fins da lei, são considerados autores mato-grossenses tanto os nascidos em Mato Grosso quanto os migrantes que vivem ou viveram no estado e produzem ou produziram livros de interesse para a sociedade mato-grossense.

A professora de Língua Portuguesa Núbia Marinho, que leciona para turmas do ensino médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) na rede estadual de ensino, afirma que a literatura de Mato Grosso precisa ser mais conhecida e valorizada. “É um ouro perdido que nós precisamos cavucar para mostrar sua riqueza”, diz.

Em sala de aula, ela apresenta a literatura regional por meio de frases marcantes de autores mato-grossenses. A partir delas, discute com os alunos as ideias dos escritores e como podem ser utilizadas na produção de redações.

“Por exemplo, eles conhecem Dom Pedro Casaldáliga por conta de uma frase bem emblemática dele: ‘Na dúvida, fique do lado dos pobres’”, conta.

Além de Casaldáliga, também são trabalhadas obras de escritores como Luciene Carvalho e Marta Cocco. “São autores que precisam ser não só conhecidos, mas reconhecidos pela sua grandeza na escrita”, afirma.

A estudante Julia Nodari Pozer, de 17 anos, conta que as atividades em sala incluem a leitura de trechos selecionados e debates coletivos, nos quais os alunos expressam suas opiniões e discutem os pontos de vista dos autores.

Para ela, conhecer os escritores permite descobrir semelhanças com a própria realidade. “Você descobre que eles nasceram quase até na mesma cidade que você e eles desenvolveram um pensamento muito parecido com o seu”, diz.

Professora do ensino fundamental da rede municipal de Cuiabá, Elza Cardoso trabalha obras de escritores mato-grossenses com seus alunos há dois anos e destaca a importância do contato com produções regionais.

“Nós estamos vivendo uma época em que o celular está competindo com a escrita e essa é uma forma de manter viva a cultura literária”, avalia.

A professora observa que os livros são utilizados por todas as turmas e que as crianças recebem bem as histórias, especialmente quando reconhecem animais e elementos da região. “Eles gostam mais quando sabem que é daqui”, relata.

Elza explica que trabalha os livros com atividades de leitura, escrita e ilustração. “Depois da leitura de Os bichos escrevem, os alunos produziram textos e desenhos imaginando o que os animais diriam se pudessem falar e os trabalhos foram apresentados em uma mostra cultural. Nessas produções, apareceram preocupações com as queimadas no Pantanal e o sofrimento dos bichos, mostrando como o assunto sensibiliza as crianças”, ressalta.


Nova atração começa neste sábado (31), às 12h30, com 12 episódios que exploram as influências da gastronomia mato-grossense

O que um prato pode revelar sobre a história de um povo? Na nova atração da TV Assembleia, a resposta passa por receitas, memórias familiares, migrações, tradições e diferentes culturas que ajudaram a formar a identidade de Mato Grosso. Com o slogan ‘Comida de verdade, histórias de verdade’, o Tá na Mesa estreia neste sábado (31), às 12h30, na TV Assembleia, canal 30.1. O primeiro episódio recebe a delegada Marcondes, coordenadora de Enfrentamento à Violência contra a Mulher e Vulneráveis da Polícia Civil de Mato Grosso (PJC), que vai preparar um conchiglioni recheado com camarão.

Apresentado por Fabiani Cristini Nanzzancoleskss, o programa terá 12 episódios de 30 minutos, com edições inéditas aos sábados e reprises ao longo da semana. A estrutura é dividida em três blocos: o primeiro apresenta o contexto histórico e cultural do prato; o segundo acompanha o preparo da receita pelo convidado; e o terceiro traz histórias de empreendedores gastronômicos de diferentes regiões de Mato Grosso.

A idealização do programa envolveu Noemia Almeida, gerente de marketing da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da ALMT, e o jornalista Márcio Moreira, da Secom, em conjunto com a comissão de audiovisual. Integrante da comissão, Jorge Luiz Gonçalves de Queiroz, que trabalha na TV Assembleia, também participou da construção da proposta.

Para Márcio Moreira, a culinária é uma forma de aproximar o público da cultura e das histórias de cada convidado. “O Tá na Mesa” é o primeiro programa de culinária feito por uma TV pública de Mato Grosso. É um espaço que vai além de mostrar uma simples receita, às vezes repassada de uma geração para a outra. É uma forma descontraída de revelar a identidade de cada convidado. Ou seja, a proposta é mostrar não apenas como um prato é preparado, mas também as histórias que existem por trás dele”, afirmou.

A escolha dos pratos partiu dos próprios convidados, com a intenção de valorizar receitas que façam parte de suas memórias e identidades. A seleção também busca representar a diversidade cultural do estado, marcada pela contribuição de povos indígenas, populações tradicionais, migrantes e seus descendentes.

Jorge destacou o desafio de reunir essa variedade em uma primeira temporada de apenas 12 episódios. “Atuando como membro da comissão de audiovisual e acompanhando o trabalho da produção do programa, nosso desafio foi construir uma primeira temporada que demonstrasse o quão variada e rica a culinária mato-grossense é. É uma temporada de apenas 12 episódios em que tivemos de fazer um grande crivo de propostas de temas e convidados até chegar no formato que irá estrear agora”, explicou ao acrescentar que os demais episódios percorrem diferentes referências gastronômicas, incluindo influências nordestinas, árabes, italianas e veganas, além de receitas ligadas às tradições regionais.

Entre os participantes está o secretário de Comunicação da ALMT, coronel Henrique Santos, que irá preparar um risoto de filé mignon com gorgonzola. A receita aborda a tradição e a influência italiana incorporadas ao paladar e às reuniões familiares mato-grossenses.

“O Tá na Mesa nasceu com a proposta de aproximar ainda mais a TV Assembleia do povo mato-grossense, mostrando que a televisão pública também é um espaço para valorizar a nossa cultura, nossas tradições e as histórias da nossa gente. Queremos que o cidadão se reconheça na nossa programação e veja a TV Assembleia como uma emissora próxima, que informa, valoriza a nossa identidade e dá voz à população mato-grossense. E aqui quero destacar a importância da Comissão de Audiovisual da ALMT, que tem o compromisso de pensar e desenvolver uma programação cada vez mais diversificada e atrativa aos mato-grossenses”, afirmou o secretário.

Após a exibição na TV Assembleia, os episódios também serão disponibilizados no canal da emissora no YouTube, @TVAssembleiaMT.


O prefeito Abilio Brunini recebeu, na tarde desta quarta-feira (28), no gabinete, estudantes da Escola Estadual Professor Heliodoro Capistrano da Silva, de Cuiabá, que apresentaram dois projetos de robótica premiados em uma competição estadual. Durante o encontro, o gestor conheceu as iniciativas, ouviu os relatos sobre as conquistas da equipe e conversou com os adolescentes sobre a viagem ao Rio de Janeiro, onde apresentarão um dos trabalhos em uma competição regional de robótica.

“É muito importante ver estudantes da nossa cidade desenvolvendo soluções com tecnologia, criatividade e preocupação com problemas reais. São projetos que mostram como a educação e a inovação podem caminhar juntas. A Prefeitura está à disposição para ajudar essa turma a divulgar o trabalho e buscar apoio para que eles continuem avançando”, afirmou Abilio.

A equipe Heliobot Technology conquistou o primeiro lugar no 2º Festival Estadual High Tech, realizado em Cuiabá, com o projeto BioMercury. Já a Heliobot Technology 2.0_Arkhaios ficou em terceiro lugar com o projeto Arkhaios. As iniciativas receberam, respectivamente, R$ 15 mil e R$ 3 mil em premiações.

O BioMercury propõe reduzir a contaminação por mercúrio em corpos d’água utilizando o aguapé, planta empregada no processo de fitorremediação. O sistema reúne sensores para monitorar as condições da água e um aplicativo para consultar os dados coletados. A equipe levará a proposta ao Rio de Janeiro, com apresentação prevista a partir de 30 de novembro.

O Arkhaios, por sua vez, combina digitalização de artefatos em 3D e um aplicativo com informações sobre objetos históricos e arqueológicos, criando um acervo virtual voltado à pesquisa e à educação.

Para o professor Jackson Vieira, o encontro representa uma oportunidade de ampliar a visibilidade do trabalho. “Somos uma equipe de robótica de escola pública, formada por 13 estudantes do sexto ao nono ano. Essa troca de experiências e a divulgação dos projetos são muito importantes para os alunos, que têm a oportunidade de mostrar o que estão desenvolvendo e aprender ainda mais”, destacou.

A estudante Elisa Sofia Rodrigues Leite Arruda, de 11 anos, também ressaltou o processo de seleção para integrar a equipe, que considera o desempenho escolar e habilidades como comunicação e participação nas atividades. A aluna explicou que entrou no grupo após participar de etapas seletivas na escola.

A visita reforça o protagonismo de estudantes da rede pública na criação de soluções tecnológicas e na participação em eventos científicos, levando o nome de Cuiabá a espaços de inovação e conhecimento.


Cada contemplado terá direito a dois acompanhantes, sem custo, para assistir à partida pelo Campeonato Brasileiro da Série B

A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT) divulgou os nomes dos 10 portadores da Carteira de Identificação do Autista (CIA), sorteados para assistir à partida entre o Cuiabá Esporte Clube e o São Bernardo Esporte Clube, no Camarote do Autista. A partida é válida pelo Campeonato Brasileiro da Série B. O jogo será no domingo (1.11), às 17h30, na Arena Pantanal, em Cuiabá.

A iniciativa conta com o apoio do Cuiabá Esporte Clube. A ação prevê a utilização de um camarote exclusivo para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), proporcionando mais conforto, segurança e acessibilidade no evento esportivo. Os sorteados têm ainda direito a dois acompanhantes, gratuitamente.

O sorteio é realizado a partir dos nomes inscritos por meio de um formulário específico para a ação, disponibilizado no site da Setasc. Um dos campos do formulário exige o número da Carteira do Autista.

Além da Carteira de Identificação do Autista, é necessário também realizar o cadastro no FacePass para acessar a Arena Pantanal no dia do jogo.

FacePass

A entrada no estádio será permitida apenas mediante o cadastro prévio no sistema FacePass, disponível no site facepassbrasil.com.br/cadastrar-se. O processo exige o preenchimento de dados pessoais e o envio de uma imagem facial, garantindo um controle de acesso seguro e personalizado à Arena Pantanal.

Confira os nomes dos sorteados:

  • Lorenzo de Almeida Rondon Sampaio
  • Nicolas Monteiro Cardoso
  • Cristiano Reindel Ferreira
  • Davi Henrique de França Nunes
  • Laura Teixeira Mota
  • Daniel Gomes Carvalho
  • Davi Rafael Martins de Melo
  • Levi Cerqueira Lima
  • Théo Henrique Leite Julio
  • João Pedro Ramos Bezerra

Estrutura utilizada na formação dos acadêmicos sediou quatro oficinas do Pantanal Cozinha Brasil, em Cuiabá

Da confeitaria francesa à culinária japonesa, a Cozinha Experimental do Centro Universitário de Várzea Grande (UNIVAG) recebeu quatro oficinas da 12ª edição do Pantanal Cozinha Brasil. O espaço, utilizado na formação dos acadêmicos de Gastronomia, conta com equipamentos profissionais e ambientes que reproduzem a rotina do mercado gastronômico.

Parceiro do festival desde a primeira edição, o UNIVAG disponibilizou laboratórios equipados com fornos, fermentadoras, ultracongelador, bancadas individuais e sistemas de exaustão e insuflamento. A estrutura integra o curso de Gastronomia, que possui nota máxima (5), no Ministério da Educação (MEC).

O chef Kauan Dalmolin, responsável pela oficina Gastronomia com Identidade, destacou a organização dos ambientes. “A estrutura é fantástica. Tem tudo setorizado, cozinhas individuais, com fogão e bancada para os alunos, além das áreas quente e fria e das câmaras frias”, avaliou Kauan.

Segundo o coordenador do curso de Gastronomia, Bruno Kimura, os laboratórios permitem que todos os estudantes tenham contato direto com os equipamentos. “Nas nossas aulas práticas, todos colocam a mão na massa. Não é uma aula em que um grupo cozinha enquanto outro observa. Todos praticam o que estão aprendendo”, explicou Kimura.

Sabores e experiências

As oficinas no UNIVAG, nos dias 09 e 10 de outubro, também foram conduzidas pelos chefs Blenda Biancardini, que apresentou técnicas francesas de confeitaria e chocolate; Rodrigo Maciel, com preparações de hambúrgueres; e Wdson Vaz, com pratos da culinária japonesa.

Para Blenda, a estrutura contribui diretamente para o aprendizado. “É muito importante ter acesso a todos esses equipamentos e materiais. Quando trabalhamos com pouca estrutura, nosso conhecimento acaba ficando limitado, e o UNIVAG proporciona o que há de mais moderno”, afirmou Blenda.

Idealizador do Pantanal Cozinha Brasil e professor do UNIVAG, João Carlos, conhecido como Joca, destaca que o festival busca valorizar a identidade gastronômica de Mato Grosso, seus ingredientes e produtores.

“Ao longo desses 12 anos, construímos parcerias importantes, como a do UNIVAG, que oferece uma estrutura fantástica para receber os chefs e proporcionar essa troca de conhecimentos e experiências”, destacou Joca.

Com o tema Sabores que Contam Histórias, a edição deste ano homenageia o empresário do setor gastronômico Eliseu Freitas e destaca os queijos artesanais de Mato Grosso como ingrediente do ano. A programação segue até 31 de outubro, em Cuiabá, com aulas, degustações, harmonizações e outras experiências gastronômicas.


A Cozinha do Bem realiza, no dia 15 de novembro, a partir das 13h, a segunda edição do Festival na Brasa, um evento beneficente de churrasco com expectativa de receber cerca de 2 mil pessoas. Com ingresso a R$ 100, o evento terá open food, música ao vivo e espaço infantil. O dinheiro arrecadado será destinado à compra de equipamentos de apoio à mobilidade para o Projeto Oliveira Rufino, incluindo cadeiras de rodas, cadeiras de banho, muletas e andadores.

O cardápio prevê cortes bovinos como ponta de peito, cupim, fraldinha, costela, contrafilé, Denver e miolo de acém, além de costelinha suína, panceta, linguiça toscana e sobrecoxa de frango. Ao final, será servido arroz carreteiro.

A programação musical terá apresentações de Resenha de Peso, grupo formado por Douglas Cabral, Léo e Leandro e João Marcio, além de Jero Neto, Banda Mega Som, Jhonatan e Adan e Amigos Banda Show. Segundo a organização, a seleção priorizou artistas regionais e repertórios voltados à confraternização entre famílias e grupos de amigos.

A edição deste ano terá maior variedade de carnes e brinquedos para as crianças. A proposta é combinar gastronomia e entretenimento com a arrecadação de recursos para as ações sociais da Cozinha do Bem.

A organização afirma que o principal resultado esperado é transformar a participação do público em ajuda concreta.

Para os organizadores, a participação de voluntários e parceiros é fundamental para a realização do festival. A expectativa é que o público aproveite o dia de lazer e, ao mesmo tempo, contribua para ampliar o atendimento a quem precisa de equipamentos de mobilidade.

“A maior recompensa é ver o esforço dos voluntários, parceiros e apoiadores se transformar em ajuda concreta. Esperamos que as pessoas voltem para casa com boas lembranças, felizes pelo dia que passaram juntas e com a sensação de terem participado de algo que faz diferença na vida de outras pessoas”, destacou Michel Salem, da organização do evento.

O Festival na Brasa será realizado no CEPAC, em Várzea Grande. O open food será servido das 13h às 17h. Os ingressos podem ser adquiridos pelo WhatsApp, no número (65) 98402-7183.

SERVIÇO:

SEGUNDA EDIÇÃO DO FESTIVAL NA BRASA

15 de novembro
Open food: das 12h às 17h
Música ao vivo
CEPAC, Várzea Grande/MT
Ingressos: R$ 100 (crianças até 8 anos não pagam)
Ingressos pelo WhatsApp: (65) 98402-7183
Instagram: instagram.com/cozinhadobem.loja105/


Em mais de uma oportunidade prometi aqui neste espaço comentar sobre as questões espirituais envolvidas na onda da covid 19. Sempre fiquei em dúvida, porque o lado espiritual desse fenômeno acaba sendo disruptivo e poderia gerar discussões que não interessam.

Mas o movimento da pandemia foi tão grande e tão abrangente que imaginei que poderia arriscar, sem ser crucificado. Mas, se for, fazer o que?

De tempos em tempos o planeta sofre disrupções e muda. No caso da covid, houve uma diferença. Pegou o mundo inteiro desprevenido. Não poupou países de economia rica e nem os pobres.

No primeiro momento a sequência de sentimentos começou com a surpresa. Depois veio o medo. Depois veio o temor. Depois veio o pânico coletivo. E, por fim, vieram as mortes e a doença ao redor de cada um de nós no Brasil e no mundo. E o medo tornou-se um sentimento coletivo.

Os governos, a mídia, as ongs tão poderosas com opiniões sobre tudo. A economia. A política. Todos silenciaram. O vírus transformou-se na mais agressiva linguagem mundial. 2020 passou no pânico e em 2021 o vírus veio acalmar a sua fúria a partir de setembro

Porém, ninguém esperava que ao fim da fase aguda da pandemia, a próxima vítima fosse a economia. E ainda não imagina que a próxima vítima dos desdobramentos seja a seja a política. Traduzindo: o planeta corre o risco de ver não ficar pedra sobre pedra da civilização até aqui construída ao longo de milhares de anos. Sei que são afirmações arriscadas e fortes. Mas parece que não haverá caminhos diferentes.

Uma das etapas da pandemia em 2020 foram os lockdowns e o isolamento social no mundo inteiro. Gerou grande confusão na economia pelo descompasso entre a pouca demanda e depois a pouca oferta de produtos quando a demanda recomeçou, agora em 2021. De outro lado o perfil de consumo das pessoas mudou muito.

O que antes não tinha valor passou a ser valorizado. E o que era muito valorizado perdeu a importância. Isso significa completa transformação de quase todos os segmentos de produção e de consumo da economia mundial.

Volto ao início do artigo. Por detrás de tudo isso e de tudo o que aconteceu fica bem claro que houve um certo planejamento fora do controle humano. Era pra transformar o ser humano usando o próprio ser humano. As religiões certamente atribuirão a uma divindade. Os espiritualistas atribuirão a um governo espiritual do mundo.

Quem não se enquadrar, também não poderá negar que transformações desse tamanho e importância não seriam casuais. Faço parte da crença de que existe uma ordem espiritual por detrás de tudo isso que aconteceu. Não sinto a necessidade de dar-lhe um nome. Só a de respeitar essa ordem.

Ao final, o que importa é que o planeta mudou absurdamente e não voltará atrás. As pessoas mudaram e mudarão em progressão absurda. Outra coisa, pra encerrar: não importa se o ser humano acredita ou não em algum valor espiritual.

O que importa, afinal, é que o que tiver de acontecer, está acontecendo e vai acontecer muito mais. O centro dessa nova ordem será o planeta renascido e o ser humano reconstruído. Mas a compreensão será um pouco mais lenta. Pode demorar. Mas não tem volta. Quem planejou, planejou!

Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso.

 

Reprodução: Repórter MT


O lutador olímpico, Igor Queiroz, 19 anos, se tornou bicampeão pan-americano de luta greco-romana, na quinta-feira (10), na cidade de Oaxtepec, no México. O atleta é natural de Cuiabá e morador do bairro Tijucal.

Igor foi introduzido ao mundo das lutas aos 9 anos de idade, por influência do pai Pablo Queiroz, que além de cabeleireiro é lutador de jiu-jítsu. “Eu inseri o Igor de maneira lúdica no mundo das lutas. No entanto, dentre várias modalidades que ele treinou, acabou se identificando com a luta greco-romana”.

Há mais de 5 anos o cuiabano integra a equipe de lutadores olímpicos da Seleção Brasileira e atualmente é titular absoluto no time da luta greco-romana.

O atleta já foi campeão brasileiro, sulamericano e já ficou em terceiro lugar no campeonato mundial escolar, entre outras participações e premiações que recebeu ao longo dos mais de 20 países que já visitou por meio das competições.

O lutador, que usa o bordão “do Tijucal para o mundo”, ainda continua na tentativa de arrumar um patrocínio. Segundo o pai de Igor, o único apoio financeiro que o atleta recebe é dos próprios familiares.

Igor retorna a Cuiabá neste sábado, onde seguirá os treinos para as futuras competições.

 

Reprodução: Hiper Notícias 


2+0+2+3 = 7

Esse ano é regido pelo número 7 que é o número de energia da espiritualidade.

O 7 é o número que representa a perfeição. A integração entre os mundos físicos e espiritual, sendo, portanto, o símbolo do Universo em transformação.

Mas, suas interpretações vão muito além.

Ele representa o lado místico e oculto de TUDO.

Que a nossa história em 2023 seja de muita conexão com Algo Maior, a Fonte, Deus para que possamos estar em ressonância com as Forças do Amor:

1) O SIM, esta significativa força do SIM à realidade como ela é, permeia todas as outras.

2) O PERTENCIMENTO: Todos têm o mesmo direito de pertencer.

3) A HIERARQUIA, a ordem, o respeito a quem vem antes.

4) E o DAR e RECEBER são a mesma coisa.

A LUZ É PAZ e BEM.

Bora para a Vida!

Eluise Dorileo é psicóloga, terapeuta familiar e maestria nas novas constelações quânticas.

Email eluisedorileo@hotmail.com


Reprodução

A Mattel, maior fabricante de brinquedos do mundo, lançou nesta semana a primeira linha de bonecas Barbie produzidas com 90% de plástico reciclado dos oceanos.

A coleção foi batizada de ‘Barbie Loves the Ocean’ (Barbie Ama os Oceanos, em tradução livre) e conta com uma arte promocional bem legal que faz referência à recente pegada mais sustentável da Mattel: “O futuro do rosa é o verde“.

A fabricante de brinquedos se comprometeu a produzir seus produtos com 100% de material reciclado até 2030.

“Este lançamento da Barbie é mais um acréscimo ao portfólio crescente da Mattel de marcas voltadas para um propósito que inspiram a consciência ambiental com o nosso consumidor como foco principal”, disse o presidente e diretor de operações da Mattel, Richard Dickson, em um anúncio feito à imprensa.

Richard também enfatizou a importância de se pensar em políticas ambientais de longo prazo, de olho no futuro da próxima geração.

“Na Mattel, capacitamos a próxima geração a explorar as maravilhas da infância e atingir seu potencial máximo. Fazemos nossa parte para garantir que as crianças também herdem um mundo cheio de potencial“.

FONTE: Razões para Acreditar


A novidade traz oito brinquedos inéditos para comemorar o lançamento do filme ambientado em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana

O McLanche Feliz proporciona entretenimento e diversão para os momentos em família há mais de 40 anos. E agora, a plataforma apresenta itens inéditos inspirados no novo filme da Disney e Pixar “Luca”.

A história é ambientada em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana e narra a jornada de amadurecimento de Luca junto de seu novo melhor amigo Alberto. Os meninos vivem um verão inesquecível repleto de gelatos, massas e intermináveis passeios de scooter. Mas toda a diversão é ameaçada por um segredo muito bem escondido: os dois são monstros marinhos de um mundo logo abaixo da superfície da água.

A novidade chega incrementando a parceria entre The Walt Disney Company Latin America e McLanche Feliz e reforça a aposta da rede em novas experiências que estimulam as atividades criativas e com muita diversão.

Para a família toda entrar no clima dessa empolgante estreia, o McLanche Feliz traz oito brinquedos inspirados nos personagens principais do filme:

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Muda de cor): submerja Luca e Alberto em água fria para revelar o tom de pele verde dos monstros marinhos. Coloque a peça da cauda à cabeça para completar a transformação;

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Nadando): gire a cauda do Luca e solte-a quando submergir o brinquedo na água, para fazê-lo nadar;

Giulia Marcovaldo: gire os braços de Giulia para trás e solte-os quando a submergir na água, para ver como nada;

Massimo Marcovaldo: dê corda ao Massimo e submerja-o na água, para ver como o Massimo move seus pés,enquanto nada e solta água pela boca.;

Machiavelli: aperte o botão embaixo de Machiavelli e submerja-o na água. Depois, solte o botão para enchê-lo. Tire-o da água e aperte o botão de novo, para que ele dispare água pela boca.

Monalisa: é uma pistola de água. Submerja a Monalisa em água fria e puxe sua cauda para enchê-la de água. Quando retirar da água, empurre a cauda novamente para a frente, para que a água saia pela boca.

Da esquerda para a direita: Luca Paguro (muda de cor), Alberto Scorfano (muda de cor), Luca Paguro (nadando), Alberto Scorfano (nadando), Giulia, Massimo, Machiavelli e Monalisa.

Os brinquedos já podem ser encontrados nos restaurantes da rede, que seguem operando pelo McDelivery e Drive-Thru em todo o país.

McLanche Feliz: ingredientes de qualidade e refeições equilibradas

Junto com seu compromisso em garantir momentos de diversão e aprendizagem, a companhia também mantém o compromisso de oferecer produtos de alta qualidade e os melhores ingredientes. Ao longo da última década a marca apresentou uma série de mudanças e evoluções em seu cardápio. Em 2019, o McDonald’s renovou sua proposta de menu infantil para oferecer uma opção ainda mais equilibrada, diminuindo as quantidades de sódio, gorduras, açúcares adicionados e incorporando mais frutas e vegetais.

Para ficar sempre por dentro das novidades e campanhas, acesse: https://www.mcdonalds.com.br.

 Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui mais de 2.200 restaurantes, entre unidades próprias e de seus subfranqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 31/03/2021). A empresa também mantém um sólido compromisso com o desenvolvimento das comunidades nas quais está presente e com a geração de primeiro emprego formal para jovens, além de utilizar sua escala para impactar de maneira positiva o meio-ambiente. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site: www.arcosdorados.com


Por Valeriano Martins

No decorrer da minha vida profissional me deparei e ainda me deparo com vários mitos em relação ao intercâmbio. Por isso vou falar aqui sobre os cinco que escuto com frequência. O mais forte deles é imaginar que se trata de uma experiência apenas para pessoas jovens e adolescentes. Isso é um engano que impede muitos de realizarem seus sonhos, pois intercâmbio não tem idade!

A viagem internacional com o propósito de estudo e até mesmo trabalho, no caso dos adultos, pode ser realizada em qualquer fase da vida. É com muito orgulho que posso contar que no portfólio da Best Intercâmbio por exemplo, temos estudantes com mais de 70 anos e cada vez mais esse público está aumentando. Isso é incrível, pois incentiva outras pessoas dessa faixa etária a perceberem que a vida deve ser vivida da melhor maneira possível. Viajar, estudar e ver coisas novas com certeza é uma das opções que devem estar no topo da nossa lista.

Outro mito comum é sobre a língua inglesa. Acredito que por ser um dos idiomas considerados como universais e por estar fortemente presente no nosso dia a dia, como em filmes, músicas e cinema, várias pessoas chegam até nós imaginando que os países onde o inglês é falado são os únicos para os quais se pode viajar como intercambista. Então vamos desmitificar esta ideia também. Você pode viajar para estudar francês, italiano, espanhol, japonês, alemão! Enfim, a língua que quiser. Não existe fronteira. Basta procurar uma empresa de confiança e competente. A liberdade para viajar ao local que deseja estará garantida.

Estudar até ser fluente para só então fazer o intercâmbio: esse é o nosso terceiro mito. Aprender um novo idioma no país em que ele é nativo faz com que o aprendizado seja ainda mais rápido. Por isso, não é preciso ser craque em determinada língua para ser intercambista. Você vai aprender tudo durante a viagem.

O quarto mito: “vou economizar bastante, aí sim posso fazer meu intercâmbio”. Esse tipo de pensamento é bem comum. Realmente, não posso negar que se trata de um investimento, mas isso não significa que você precise desembolsar um alto valor. Existem diversas maneiras de baratear a viagem, como escolher bem o destino e o tempo de duração.

E para finalizar, vamos falar sobre intercâmbio e férias. Aqui é importante lembrar que esse tipo de experiência é um investimento pessoal em conhecimento e aprendizado. Por isso, precisa valer a pena. Isso não significa que você não vai poder visitar os pontos turísticos da cidade onde está ou sair para se divertir. O que não pode acontecer é esquecer de estudar. Afinal, você pagará por um curso, passagens e acomodação. O ideal é equilibrar os estudos com o lazer e aí com certeza seus resultados serão excelentes.

Anualmente realizamos a Feira de Educação Internacional com o objetivo de aproximar as instituições internacionais com o público interessado em fazer intercâmbios, oferecendo às pessoas a oportunidade de conversar e tirar suas dúvidas. Este ano, a feira acontece no próximo dia 22 de outubro, no Goiabeiras Shopping. O evento é aberto e totalmente gratuito.

Valeriano Martins é CEO da Best Intercâmbio


O resgate dos animais das ruas e a oportunidade de dar um novo lar aos pets foi o que me motivou a iniciar um projeto em parceria com as Ongs (Organização Não Governamental) de apoio e cuidado ao animal.

O projeto piloto se deu com a disponibilização de 16 gatos, filhotes e adultos, pela Ong “É o Bicho”. Ao chegar na unidade Veterinária, cada animal passa por consulta para avaliação das condições gerais de saúde. E em apenas uma semana desde o início do projeto, 15 dos 16 gatos já tinham ganhado um novo lar.

Minha intenção é ampliar ainda mais a disponibilização de animais para adoção. As Ongs têm um papel importante no cuidado com os animais abandonados. Ainda para este mês, está previsto a disponibilização de cães e gatos para uma adoção responsável.

Qualquer pessoa que tenha interesse em cuidar e zelar de um pet pode fazer a adoção. Mas antes, deve fazer um cadastro e a equipe da Ong fará uma visita para levar as informações quanto as necessidades básicas de cada animal. Nossa campanha, que oportuniza às pessoas fazer uma adoção consciente, tem o apoio do plano de saúde animal referência no país, a Planvet.

Nossa clínica mantém atendimento 24 horas por dia, todos os dias da semana. Estamos também disponíveis para novas parcerias com outras Ongs da causa animal.

Para conhecer os animais disponíveis para adoção ou buscar parceria, basta nos fazer uma visita no endereço – Rua Professor João Félix, Número 396, Bairro Lixeira, em Cuiabá ou acessar nossa página no Instagram (@veterinariamt) ou Facebook (veterinariamatogrosso). Outras informações podem ser obtidas pelo número 65 3046-2850.

Anderson Nogueira é médico veterinário há mais de 15 anos e atende na Clínica Veterinária Mato Grosso.


O Janeiro Branco é o mês dedicado à saúde mental, um momento para refletir sobre nossas emoções, cuidar do nosso bem-estar e promover conversas que inspirem acolhimento e empatia.

Compartilhar frases significativas nesse período pode ser uma forma poderosa de espalhar mensagens de positividade, encorajamento e conscientização sobre a importância de cuidar da mente e do coração.

Frases de Janeiro Branco

Descubra frases motivacionais que incentivam a importância de olhar para dentro, valorizar suas emoções e priorizar o bem-estar mental. Crie seu autocuidado!

janeiro branco

Todo cuidado com a mente é um ato de amor-próprio.

Janeiro Branco é tempo de recomeçar de dentro pra fora.

Sua mente importa, cuide dela com carinho.

Saúde mental é força, não fraqueza.

Uma mente saudável colore a vida.

Paz mental é o maior presente que você pode se dar.

Janeiro Branco porque você merece um novo começo.

Cuidar da mente é cuidar da vida.

Seja gentil consigo mesmo, sua saúde mental agradece.

Cultive pensamentos que florescem paz.

Saúde mental é tão importante quanto saúde física.

Mensagens para o Janeiro Branco

Compartilhe palavras que promovem acolhimento, solidariedade e a importância de ouvir e apoiar quem precisa no janeiro branco.

Uma mente leve é a chave para dias melhores.

Mensagens para o Janeiro Branco

Dê espaço para o silêncio e a reflexão.

Janeiro Branco é um lembrete para abraçar quem você é.

Recomeçar é um ato de coragem e amor.

Respire fundo, você está no controle.

Atenção ao que a mente pede: descanso, calma, amor.

Janeiro Branco é saúde mental como prioridade.

Sinta, ouça, cuide: sua mente é preciosa.

Cuidar da mente é fortalecer o coração.

Faça as pazes com você mesmo neste Janeiro Branco.

Uma mente tranquila reflete uma vida plena.

Atenção à saúde mental é o primeiro passo para a felicidade.

Reflexões Poderosas para Inspirar Saúde Mental

Frases cheias de significado que ajudam a refletir sobre a importância da mente equilibrada e fortalecem o compromisso com uma vida mais saudável.

Converse consigo mesmo com paciência e carinho.

Janeiro Branco é tempo de renascer por dentro.

campanhas para o Janeiro Branco

Sua mente é um jardim, escolha bem as sementes 🌱

Aceitar suas emoções é o início da cura.

Permita-se ser humano: vulnerável, único, incrível.

Janeiro Branco porque todos merecem se sentir bem.

Cuidar da mente é investir em você.

Mentalize paz e viva em equilíbrio.

Busque ajuda, fale, cuide. Sua saúde mental vale ouro.

Seu bem-estar começa com um pequeno passo.

Recomeçar também é um gesto de amor 💜.

Uma mente acolhida transforma vidas.

Cuide da mente, cuide do coração.

Saúde mental é liberdade para ser quem você é.

Frases para campanhas de janeiro branco

Você pode compartilhar frases de amor-próprio que são importantíssimas para quem sabe que precisa fortalecer sua própria mente.

Ouça sua mente e respeite seu ritmo.

Janeiro Branco é tempo de renovação.

A empatia consigo mesmo abre caminhos para a cura.

Mensagens para o Janeiro Branco

O cuidado mental transforma o jeito de enxergar a vida.

Uma vida equilibrada começa por dentro.

A serenidade que você procura está na atenção a si mesmo.

Resignificar é o primeiro passo para a mudança.

Sua mente merece paz, sua vida merece cuidado .

Reflita, reorganize, recomece com calma.

Cada pensamento cuidado é um passo rumo à paz.

Alinhe o coração e a mente neste Janeiro Branco.

Cuidar da mente é o maior gesto de amor por você.

Fonte: awebic