No cinema, tem a estreia da comédia nacional “Minha Melhor Amiga”

Os fãs do Música na Praça já podem comemorar! Depois de inúmeros pedidos, já nesta sexta-feira (04) o palco será montado na Praça de Alimentação do Shopping Estação Cuiabá para receber os nossos cantores regionais, com a melhor seleção musical. Na reestreia tem a cantora Thay Oliveira, na voz e violão, das 18h às 21h. E no domingo, o cantor Thiago Paez é quem solta a voz no acústico, das 13h às 16h.

Ainda falando em música, de quinta e sábado, vários artistas passam pelo Taste Lab, trazendo estilos musicais variados para aquele happy hour de qualidade. Na quinta-feira (03) a Banda Sem Diagnóstico sobe ao palco com as melhores do pop rock. E no sábado (05) a cantora Leidy Rodrigues é quem comanda a roda de samba e pagode, animando a hora do almoço.

A Pista de Patinação no Gelo conta com 180 metros quadrados e está instalada na Praça de Eventos do shopping. Podem brincar crianças a partir de dois anos. O rinque funciona de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 11h às 21h. Evento com bilheteria.

Na estreia do cinema tem a comédia nacional “Minha Melhor Amiga”, com Ingrid Guimarães e Mônica Martelli, que interpretam Julia e Clara, melhores amigas vivendo o auge dos seus 50 anos e decidem embarcar para a Europa. Mas, nem tudo sai como planejado e o que seriam apenas umas férias divertidas com as garotas se transforma em uma viagem que vai ressignificar a vida das duas.

Na campanha Compre & Concorra, realizada entre 01 a 30 de setembro, serão sorteadas produtos KitchenAid. A participação acontece pelo Programa de Benefícios do Shopping, conforme a categoria de cada cliente assim como o sorteio, ou seja, para clientes 1 estrela Batedeira KitchenAid, para clientes 2 estrelas será sorteada uma Batedeira KitchenAid + Mixer de Mão KitchenAid e para clientes 3 estrelas será sorteada uma Batedeira KitchenAid + Liquidificador K400.

De 01 a 15 de setembro, no Compre & Ganhe tem as delícias da Milky Moo. Cliente 3 Estrelas podem retirar o brinde enviando notas de qualquer valor. Cliente 2 Estrelas já retiram enviando 250,00 reais em notas. E os Clientes 3 Estrelas precisam enviar 300,00 reais em notas para ganhar 1 milkshake, escolhendo entre os sabores Pintadinha, Malhada ou Pandora.

O Shopping Estação Cuiabá é um destino completo para lazer, gastronomia e entretenimento. O empreendimento conta com atrações para todas as idades, ampla variedade gastronômica, estrutura acessível, ambiente pet friendly e espaços dedicados às famílias. Entre os destaques estão os Parquinhos Kids Interno e Externo, além do Pet Park, espaço ao ar livre totalmente gramado, pensado especialmente para os pets e seus tutores, tudo isso gratuitamente.


Psicóloga e escritora mostra como a leitura cria pontes para “micromomentos de conexão”

Por Deborah Dubner* 

São milhares de livros que pulsam nas prateleiras, entre corredores e palavras. A Bienal Internacional do Livro de São Paulo reúne apaixonados pela arte da escrita como caminho para expansão de ideias, experiências, legados e sonhos. Por trás de cada página, além de talento, há pessoas e histórias. Inspirações que podem ampliar nossa disponibilidade para os encontros e para o amor.   

A psicóloga e pesquisadora americana Barbara Fredrickson, que dirige o Laboratório de Emoções Positivas e Psicofisiologia da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, estuda também a dimensão biológica do amor: é nos micromomentos de conexão que o corpo sente aquele calorzinho de expansão e afeto.   

Ela nomeou esses momentos de ressonância de positividade: um estado de conexão que acontece em pequenos momentos de encontro e compartilhamento. Esses micromomentos reúnem três elementos que ocorrem simultaneamente: o compartilhamento de uma emoção positiva, a sincronia entre comportamentos e respostas biológicas e um sentimento de cuidado e interesse pelo bem-estar do outro.  

Essa conexão pode acontecer em uma conversa, em um abraço, em uma troca de olhares ou até em uma leitura compartilhada. São micromomentos de conexão que, embora breves, podem nutrir vínculos, bem-estar e saúde.  

Livros são pontes de conexão  

A literatura pode nos levar simbolicamente ao território do outro; o encontro humano permite que essa abertura se transforme em conexão real. E os livros, com seus inúmeros convites, podem abrir caminhos para encontros que expandem o peito e despertam esperança. São narrativas que inspiram nossa capacidade de nos conectar com outros mundos, externos e internos. 

Empatia, emoções e encontros 

A leitura de um livro, quando feita com presença, pode despertar emoções de todo tipo: raiva, medo, tristeza, alegria, esperança, interesse e amor. Ao acompanhar uma narrativa, o leitor pode entrar na perspectiva de um personagem e abrir-se para uma realidade nova, muitas vezes desconhecida. Nesse movimento, a literatura favorece a empatia, uma capacidade humana fundamental para a conexão. É a empatia que nos permite atravessar, ainda que por instantes, a fronteira entre o nosso mundo e o mundo do outro. A literatura oferece inúmeras oportunidades para essa travessia. 

Podemos falar em empatia cognitiva, relacionada à capacidade de compreender a perspectiva e os estados mentais do outro, e em empatia afetiva, relacionada à capacidade de compartilhar ou ressoar com seus estados emocionais. Durante a leitura, uma narrativa pode mobilizar ambas. 

Ao mesmo tempo, nem todo encontro proporcionado pela literatura é com o outro. Muitas vezes, o encontro é com nós mesmos. Uma palavra bem colocada em um contexto é capaz de nomear uma dor que não sabíamos explicar. Uma frase que chega na hora certa pode traduzir algo que sentíamos há anos, sem conseguir compreender. Uma história pode nos conectar a um desejo profundo, uma saudade esquecida, uma escolha essencial.  

Certamente, um dos encantos de caminhar por uma Bienal do Livro é perceber que podemos, em poucos metros, encontrar mundos que jamais conheceríamos sozinhos. Há livros que nos convidam a visitar histórias e conhecer pessoas diferentes de nós. E há livros nos quais, inesperadamente, nos reencontramos com uma parte de nós que estava esquecida, invisível, e se revela através da leitura. 

Ecos que ressoam  

A leitura pode levar a caminhos imprevisíveis e inusitados. O livro é um objeto inanimado que conduz ao movimento. Uma história pode despertar vontade de procurar alguém, conversar, agradecer, pedir perdão, oferecer um livro, compreender uma pessoa. 

Quando fechamos a última página, uma força invisível pode continuar ressoando, em ecos que pulsam no coração. Algo se move em uma nova direção: o livro que damos de presente porque pensamos em alguém; a história que contamos durante o jantar; o trecho que enviamos para um amigo; o conto que lemos para uma criança.  

São muitas as situações cotidianas que podem ser transformadas pela presença de um livro, fazendo com que a experiência individual da leitura atravesse a fronteira da página e ganhe o território do encontro. Quem nunca terminou um livro sentindo uma inesperada intimidade com o autor, como se o conhecesse há muito tempo? 

A literatura nos coloca diante de pessoas que talvez não frequentem nossos círculos: outras culturas, gerações, épocas, condições sociais, maneiras de amar, sofrer e enxergar o mundo. Por isso, os livros ampliam o tamanho do nosso mundo.  

Bienal: território de conexão 

Nesse sentido, a Bienal pode ser vista como um grande território de conexão. Pessoas conversam sobre livros, autores encontram leitores, desconhecidos sugerem leituras uns aos outros, crianças ouvem histórias, filas de pessoas viram conversas.  

São milhares de histórias e pessoas reunidas em um mesmo espaço. Em cada livro mora uma possibilidade de encontro, esperando para acontecer, quase uma convocação. 

E o melhor de tudo é quando um autor que passou meses ou anos escrevendo sua mensagem em solidão encontra um leitor que diz: “Seu livro falou comigo.” Fez-se a ponte, deu-se o encontro. E um micromomento de amor pode ser vivido. 

*Deborah Dubner é psicóloga e escritora, autora de sete livros sobre autoconsciência, evolução pessoal e Psicologia, com uma boa dose de poesia. Palestrante TEDx, especialista em Neurociência e Psicologia Positiva, é também graduada em Ciência da Felicidade e professora de pós-graduação em Motivação e Resiliência. 


Como a transformação demográfica está redesenhando o morar e abrindo um novo ciclo para o mercado imobiliário

Por Alexandre Frankel*

O metro quadrado ainda é a medida mais tradicional do mercado imobiliário, mas o imóvel hoje carrega uma combinação muito mais ampla de valor: localização, serviços, tecnologia, mobilidade, experiência e adaptação à vida de quem mora ali. É essa construção que define um prédio inteligente, que entende comportamentos, antecipa necessidades e acompanha diferentes momentos da vida.

No modelo que desenvolvemos, intitulado “Senior Housi”, essa inteligência se traduz em uma moradia desenhada para uma jornada que pode atravessar décadas, acompanhando as transformações do morador e preservando autonomia, segurança e qualidade de vida.

O Brasil tem mais de 34 milhões de pessoas com 60 anos ou mais e, em 2070, serão mais de 75 milhões. A população brasileira chegará ao pico em 2041 e depois começará a diminuir. Teremos menos brasileiros, vivendo por mais tempo e com uma participação cada vez maior das gerações maduras.

Como cito em “Envelhecemos. E agora? – O futuro prateado do mercado imobiliário”, meu livro recém-lançado sobre longevidade e as transformações que ela provoca na economia, nas cidades e na forma como vivemos, “há uma assimetria clara entre a velocidade da transformação demográfica e a lentidão da adaptação imobiliária”.

Para quem pensa cidade, moradia e investimento, esses números desenham demanda. A longevidade já orienta decisões de produto, operação e investimento. O “Senior Housi” traduz essa leitura para o mercado imobiliário, com empreendimentos concebidos desde a origem para acompanhar uma vida mais longa.

Entender esse mercado exige uma leitura precisa de quem é esse morador. A longevidade brasileira ainda costuma ser observada pela perspectiva da dependência, enquanto milhões de pessoas vivem muitos anos antes dessa fase. Pessoas de 60, 70 e 80 anos trabalham, viajam, estudam, consomem, usam tecnologia, fazem planos e querem continuar tomando as próprias decisões.

Em “Envelhecemos. E agora?”, sintetizo essa mudança em uma frase: “uma sociedade longeva precisa de infraestruturas que sustentem a autonomia por mais tempo”.

Esse princípio interfere diretamente na concepção do imóvel. Projetar para a longevidade significa pensar em como a moradia acompanha as transformações de uma pessoa ao longo dos anos, sem antecipar limitações ou impor uma rotina associada à velhice. Arquitetura, tecnologia, serviços e operação trabalham juntos para prolongar a independência.

A convivência também entra no desenho, especialmente em uma sociedade com famílias menores e mais pessoas morando sozinhas.

A distância entre a transformação demográfica e a oferta atual mostra o tamanho desse mercado. Ainda são poucos os empreendimentos concebidos desde a origem para uma população madura e autônoma.

Para o investidor, há uma característica especialmente relevante: a previsibilidade. A cada ano, novos brasileiros chegam aos 60 anos e essa população continuará crescendo durante décadas. Esses novos moradores, pensam e agem de forma diferente. Eles não querem mais continuar vivendo em casas ou apartamentos enormes, que concentram despesa alta e ainda são um fator de agravamento da solidão. Essa “nova velha geração” pede por uma vida mais integrada, otimizada, tecnológica, que permita que ele conviva com mais pessoas, em meio aos lugares que ele sempre frequentou.

É daí que vem o conceito de aderência demográfica aplicado ao valuation imobiliário. Um ativo conectado à evolução da população encontra uma demanda estrutural e de longo prazo. No “Senior Housi”, permanências mais longas e serviços contratados conforme a necessidade também ampliam as possibilidades da operação.

O mercado imobiliário já viveu outras mudanças que começaram pela leitura de novos comportamentos. Foi assim com os apartamentos compactos, quando a transformação dos domicílios e da relação com a cidade colocou em xeque a ideia de que o brasileiro sempre preferiria imóveis maiores.

Depois, a moradia como serviço incorporou flexibilidade aos alugueis tradicionalmente rígidos e engessados que limitam a liberdade geográfica do usuário. A moradia por assinatura proporcionou uma nova forma de viver e morar, permitindo que os usuários passassem a ter liberdade de escolha. A longevidade traz uma nova variável, sustentada por uma curva demográfica que já conhecemos.

No Brasil, há outra questão importante. O país envelhece antes de enriquecer e as famílias ficaram menores. Concentrar todo o cuidado dentro de uma residência exige profissionais, adaptações e uma estrutura cara. Em uma comunidade, parte desses recursos pode ser compartilhada. Tecnologia, monitoramento, atividades e serviços atendem vários moradores, enquanto cada pessoa utiliza aquilo que faz sentido para seu momento de vida.

O “Senior Housi” brasileiro também terá diferentes formatos. Envelhecer em São Paulo é diferente de envelhecer em Fortaleza ou em uma cidade média. Cultura, renda, clima, mobilidade e relações familiares interferem na forma de morar. Como defendo no livro, “escalar não é copiar e colar; é preservar o que funciona e adaptar o que precisa ser adaptado”.

A geração que envelhece hoje chega à maturidade com repertório e planos para uma vida que será mais longa. O mercado imobiliário precisa estar preparado para construir para essa realidade.

Quanto mais longa a vida, mais inteligência o imóvel precisa incorporar. Nosso modelo, pensado e adaptado para a realidade do brasileiro, materializa essa inteligência em uma nova forma de morar.

 

* Alexandre Frankel é CEO da Housi e membro do Conselho de Administração da Vitacon


No sábado, Dia do Açaí, marca promove ação especial que transforma o bowl Classic em Works sem custo adicional

De alimento tradicional da Amazônia a protagonista de cardápios ao redor do mundo, o açaí deixou de ser um consumo regional para se consolidar como um dos símbolos brasileiros mais reconhecidos internacionalmente. A fruta ganhou espaço especialmente entre consumidores conectados às tendências de wellness, alimentação equilibrada e experiências personalizadas, enquanto cafeterias, restaurantes e redes de alimentação passaram a incorporá-la a diferentes ocasiões de consumo. É nesse cenário de expansão da categoria que a OAKBERRY Açaí celebra o Dia do Açaí, neste sábado, 5, com uma ação especial para seus consumidores.

Exclusivamente na data, a marca promove a campanha “Aumente seu OAK”, válida nas lojas físicas de todo o Brasil e no Super App de delivery. Na compra de um Monte Seu Bowl Classic, o consumidor receberá gratuitamente um upgrade para o tamanho maior Works. A iniciativa reforça uma característica que está no centro da proposta da marca: transformar o consumo de açaí em uma experiência personalizável, na qual cada cliente monta seu açaí de acordo com suas preferências.

A popularização do açaí acompanha uma transformação mais ampla nos hábitos de consumo. Não à toa, a OAKBERRY Açaí está presente em mais de 50 países e cinco continentes, com mais de 1.000 lojas, além de vender aproximadamente 2,8 milhões de bowls por mês e gerar o consumo de cerca de 1.000 toneladas de açaí mensais.

Associado à energia, praticidade e à busca por opções percebidas como mais alinhadas a um estilo de vida ativo, o produto passou a ocupar diferentes momentos do dia, do café da manhã ao pós-treino e ao lanche, e encontrou nos mercados internacionais uma nova fronteira de crescimento. A trajetória também mostra como um ingrediente de origem amazônica conseguiu atravessar fronteiras culturais e se adaptar a novos formatos, públicos e ocasiões de consumo sem perder sua identidade brasileira.

Para a OAKBERRY Açaí, o movimento representa também a evolução de uma categoria que ganhou escala e relevância fora de seu mercado de origem. Criada no Brasil e com presença internacional, a marca acompanha a expansão global do açaí e aposta na combinação entre personalização, conveniência e experiência para aproximar o produto de diferentes perfis de consumidores. Por isso, neste Dia do Açaí, a proposta da companhia é transformar essa celebração em uma experiência ainda maior – literalmente.

Sobre a OAKBERRY. Criada em 2016 por Georgios Frangulis e Renato Haidar, a OAKBERRY é uma rede global de superfood, com foco na comercialização de açaí. Com mais de 1.000 lojas, a rede, totalmente verticalizada e sustentável, atua com o modelo de franquias e lojas próprias. Além do Brasil, a marca está presente em outros 50 países como Estados Unidos, Emirados Árabes, Arábia Saudita, França, Austrália, México, Espanha, Portugal e Reino Unido.


As inscrições serão realizadas exclusivamente pelo site do Sesc-MT até às 17h do dia 9 de setembro

O Sesc-MT está com processo seletivo aberto para vagas de emprego em Cuiabá e Várzea Grande (cadastro reserva), Rondonópolis e Sinop. As inscrições devem ser realizadas pelo site, acessando a aba “Trabalhe Conosco” no site (www.sescmt.com.br), até às 17h do dia 9 de setembro.

O período de inscrições pode ser finalizado antecipadamente caso seja alcançado um número satisfatório de candidatos, através de comunicado no site, no campo da vaga.

Para todos os cargos é necessário ter a disponibilidade para trabalhar nos períodos matutino, vespertino, noturno, finais de semana e feriados, quando necessário, nos termos da legislação trabalhista, além de no mínimo seis meses de experiência na área respectiva.

Benefícios 

Além da remuneração compatível com o mercado, o Sesc-MT oferece plano de saúde extensivo aos dependentes legais, auxílio alimentação, auxílio transporte, seguro de vida e a Credencial do Sesc, que inclui benefícios como acesso facilitado à academia, atividades esportivas e recreativas, tratamento odontológico e estadia na rede Sesc de hotéis em todo o Brasil.

Confira as oportunidades disponíveis, os benefícios e os requisitos.

Cuiabá e Várzea Grande (cadastro reserva)

  • Nutricionista – Carga horária: 40 horas semanais – Salário: R$ 6.949,69 + VA R$ 1.800,00 – Requisito: Ensino Superior em Nutrição.
  • Assistente Administrativo – Carga horária: 40 horas semanais – Salário: R$ 3.847,88 + VA R$ 1.800,00 – Requisito: Ensino Médio Completo.
  • Professor II (Matemática) – Carga horária: 40 horas semanais – Salário: R$ 34,34/h (R$ 7.211,40) + VA R$ 1.800,00 – Requisito: Ensino Superior Completo em Matemática.

Rondonópolis

  • Nutricionista (contrato determinado) – Carga horária: 40 horas semanais – Salário: R$ 6.949,69 + VA R$ 1.800,00 – Requisito: Ensino Superior em Nutrição.
  • Artífice de Manutenção (Generalista – Cadastro Reserva) – Carga horária: 40 horas semanais – Salário: R$ 2.895,91 + VA R$ 1.800,00 – Requisito: Ensino Fundamental Completo.
  • Cozinheiro – Carga horária: 40 horas semanais – Salário: R$ 3.847,88 + VA R$ 1.800,00 – Requisito: Ensino Médio Completo.
  • Professor II (Educação Especial – Psicopedagogia) – Carga horária: 40 horas semanais – Salário: R$ 34,34/h (R$ 7.211,40) + VA R$ 1.800,00 – Requisito: Ensino Superior Completo em Pedagogia, com especialização em Psicopedagogia.

Sinop

  • Auxiliar Administrativo – Atendimentos e Rotinas de Caixa – Carga horária: 40 horas semanais – Salário: R$ 2.620,08 + VA R$ 1.800,00 – Requisito: Ensino Médio Completo.
  • Artífice de Manutenção (Generalista) – Carga horária: 40 horas semanais – Salário: R$ 2.895,91 + VA R$ 1.800,00 – Requisito: Ensino Fundamental Completo.

Sobre o Sesc-MT

O Serviço Social do Comércio (Sesc-MT) é uma entidade privada, financiada com as contribuições do empresariado, sem ônus para os empregados, ou a utilização de recursos públicos. A entidade é filiada, junto com a Fecomércio-MT e o Senac-MT, à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), sob o comando de José Roberto Tadros.

Desde 1947, o Sesc-MT promove ações de saúde, lazer, educação, cultura e assistência, com o objetivo de fornecer o bem-estar social e a qualidade de vida dos trabalhadores do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, de seus familiares e da comunidade em geral em Mato Grosso.

Atualmente, o Sesc-MT administra 22 unidades fixas no estado e seis unidades móveis que circulam pelos municípios.


Unidade tem profissionais especializados em fazer o acolhimento de pacientes e familiares

Especializado no atendimento de pacientes que demandam cuidado especializado, o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso, unidade pública administrada pelo Einstein Hospital Israelita, montou uma equipe de psicólogos para garantir o acolhimento necessário nas diferentes situações. A assistência psicológica tem o objetivo de tornar a jornada hospitalar mais confortável, inclusive após a alta. Ao todo, são oito profissionais, muitos deles especializados na assistência em internação.

O responsável técnico pelo setor no Hospital Central, o psicólogo Pedro Mathias, esclarece que a necessidade da abordagem costuma ser identificada pelo médico que atende o paciente. “O psicólogo vai até o paciente com a missão de acolhê-lo e contribuir para que sua jornada de cuidado seja mais leve e confortável. Essa troca pode minimizar não só os efeitos físicos do procedimento, mas também os emocionais, tanto no momento pré como no pós-operatório”, descreve.

Desde janeiro, quando o Hospital Central começou a atender, a psicologia da unidade se deparou com variadas realidades de transtornos psíquicos e emocionais de pacientes que foram internados por questões físicas. O setor identificou as condições e contribuiu para uma melhor condução médica – tanto ao longo da internação dos pacientes como para o desfecho (a alta).

Entre os quadros identificados, estão abstinência por uso de substâncias psicotrópicas, bipolaridade, transtorno do espectro autista (TEA) e de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH). “A função da psicologia hospitalar nesses casos é ajudar a equipe médica e multiprofissional que assiste o paciente a tornar o tratamento mais assertivo, levando em consideração os quadros psíquicos”, observou.

As alterações físicas causadas pela realização de cirurgias também são ponto de atenção, tendo em vista que podem produzir efeitos emocionais. Ser ouvido pela psicologia do Hospital Central pode ajudar o paciente a ter uma maior adesão aos encaminhamentos pós-operatórios. Além disso, lidar com óbitos também é atribuição da psicologia, para facilitar a comunicação com familiares.

A interação com os pacientes do Hospital Central também se dá por visita síncrona, que são videochamadas entre pacientes e familiares que têm, por exemplo, restrições de acesso ao hospital.

“A psicologia em uma unidade de alta complexidade é fundamental, considerando que o hospital trata pacientes com condições críticas, que comprometem sua qualidade de vida e, muitas vezes, sua saúde mental. Dessa forma, os profissionais da área tornam a jornada hospitalar, mesmo ainda antes da internação, o menos impactante possível. São de extrema relevância para o nosso cuidado”, salienta a diretora do Hospital Central, Alessandra Bokor. Ela ainda acrescenta que, quando necessário, há um suporte psiquiátrico feito através da telemedicina, com profissionais do Einstein.

O Hospital Central de Alta Complexidade atende 100% pelo Sistema Único de Saúde em Mato Grosso e os pacientes são encaminhados pela Central Estadual de Regulação. A unidade já está em plena operação, com 287 leitos e 12 especialidades cirúrgicas ofertadas.

Sobre o Einstein

O Einstein Hospital Israelita é considerado o 16º melhor hospital do mundo e 1º da América Latina, segundo o ranking The World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista Newsweek em parceria com a empresa de dados Statista Inc.  Com sede em São Paulo, a organização, fundada em 1955, é referência em assistência, pesquisa, inovação e ensino, com base na responsabilidade social. Há 25 anos, atua no Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da gestão de unidades públicas – que contemplam, hoje, além de hospitais, unidades de atenção primária, Centros de Atenção Psicossocial e Serviços de Residência Terapêutica, de atenção ambulatorial especializada e de urgência e emergência – e da execução de projetos por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).


Cinco jovens, quatro ocupações e um mesmo objetivo: representar Mato Grosso e o Brasil na WorldSkills Shanghai 2026. Os estudantes do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Mato Grosso (Senai MT) chegam à maior competição mundial de educação profissional depois de uma trajetória marcada por treinamentos, seletivas, mudanças de área e muita dedicação. Para alguns, o caminho começou dentro de uma equipe de robótica. Para outros, surgiu de uma oportunidade inesperada durante um curso ou até de uma descoberta feita no primeiro dia de aula.

A edição deste ano será realizada de 22 a 27 de setembro, em Shanghai, na China, e deve reunir mais de 1,4 mil competidores de mais de 70 países, em 64 ocupações profissionais. O Senai MT terá cinco representantes em quatro modalidades: “Formas para Concreto”, “Marcenaria de Estruturas”, “Tecnologia da Moda” e “Tecnologia de Veículos Ferroviários”.

Esta é a maior participação da instituição em uma mesma edição mundial. Conheça quem são os estudantes que estarão no palco internacional das competências profissionais.

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Geovanny Gabriel é
competidor na categoria
“Formas para Concreto”

Geovanny Gabriel — Formas para Concreto

A trajetória de Geovanny Gabriel no Senai MT começou ainda durante o Ensino Médio, quando ele também fazia um curso técnico na instituição. Foi neste período que conheceu a WorldSkills, apresentada por professores durante as Olimpíadas do Conhecimento. Interessado pelo formato da competição, ele entrou inicialmente na modalidade “Drywall” e depois migrou para “Formas para Concreto”, área em que disputa o Mundial ao lado de Paulo Eduardo. Antes de chegar a Shanghai, passou por outras experiências competitivas e conquistou o segundo lugar na etapa nacional, e agora leva para a preparação internacional a experiência adquirida ao longo do caminho.

“Estamos treinando para ir para Shanghai e com muita expectativa esperamos ter um bom resultado. Nossa meta é ir para cima com tudo.”

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João Vitor Gomes é
competidor na categoria
“Tecnologia de Veículos
Ferroviários”

João Vitor Gomes — Tecnologia de Veículos Ferroviários

A história de João Vitor Gomes com o Senai começou em 2023, quando ingressou em um curso de Química por meio da Educação Profissional e Tecnológica, após incentivo da mãe. A passagem pela instituição acabou abrindo portas para outros caminhos: ele entrou na equipe de robótica “Agrobot”, participou de competições nacionais e disputou as Olimpíadas do Conhecimento, na categoria de “Mecânica Industrial”. A experiência despertou o interesse por novas áreas e o levou à seletiva de “Tecnologia de Veículos Ferroviários”, modalidade na qual foi selecionado para representar o Brasil no mundial. Aos 18 anos, ele encara uma rotina de preparação técnica, física e mental que pode chegar a mais de 12 horas por dia.

“Há três anos eu era apenas um garoto começando o Ensino Médio. Hoje, aos 18 anos, já tenho uma bagagem profissional que eu jamais imaginaria ter nessa idade.”

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João Vitor Maul é
competidor na categoria
de “Marcenaria para
Estruturas”

João Vitor Maul — Marcenaria de Estruturas

Antes de se tornar competidor da WorldSkills, João Vitor Maul disputava a “First Robotics Competition”, onde permaneceu por cerca de um ano. Foi justamente um dos mentores da equipe que o apresentou ao torneio internacional e sugeriu a participação na categoria de “Marcenaria de Estruturas”. O interesse veio pela familiaridade com a atividade, já que seu pai tem experiência profissional na área. Depois de passar pela etapa estadual, João conquistou a medalha de ouro na etapa nacional e iniciou a preparação para o mundial. Desde então, a rotina é marcada por treinamentos e pela busca constante por novos conhecimentos.

“Minha expectativa para Shanghai é a melhor possível. Espero conseguir um bom resultado, uma boa colocação e trazer uma medalha para o Brasil.”

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Myllena Vitória é
competidora na categoria
de “Tecnologia da Moda”

Myllena Vitória — Tecnologia da Moda

Myllena Vitória entrou no Senai MT em 2023 para fazer o curso de Corte e Costura e descobriu logo no primeiro dia que estava diante de uma oportunidade muito maior. A turma fazia parte da última seletiva para a etapa nacional da WorldSkills naquele ano. Até então, ela sequer conhecia a competição, mas já tinha o sonho de participar de um torneio de moda. Mesmo com pouco tempo de experiência, aceitou o desafio, avançou nas etapas e descobriu nas provas uma motivação que mudaria sua relação com a profissão. O cronômetro, a pressão e a necessidade de executar cada etapa com precisão passaram a funcionar como estímulo para seu desempenho.

“Foi nessa prova que descobri algo que mudou completamente a minha relação com a profissão: a inquietação, a adrenalina e o nervosismo de uma competição se transformavam em combustível para o meu desempenho.”

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Paulo Eduardo é
competidor na categoria
“Formas para Concreto”

Paulo Eduardo — Formas para Concreto

Paulo chegou à competição por um caminho que, inicialmente, não tinha nenhuma relação com a área em que vai disputar uma medalha. Ele fazia um curso de Assistente Administrativo no Senai MT quando encontrou um professor que o apresentou à ocupação de “Formas para Concreto”. A proposta despertou um interesse que ele já tinha pela área e, ao terminar o curso, decidiu aceitar o convite para se tornar competidor. Desde então, passou a se dedicar à modalidade, desenvolvendo conhecimentos em atividades como dobra de ferragem, amarração e montagem de formas. Depois de quase dois anos de preparação, chega a Shanghai para colocar esse aprendizado à prova em dupla com Geovanny.

“Minha expectativa para esse campeonato é muito grande. Já estamos há quase dois anos obtendo conhecimento e agora chegou a hora.”

Uma equipe formada por diferentes trajetórias

Embora tenham histórias diferentes, os cinco estudantes têm em comum um processo de preparação que ultrapassa o domínio das técnicas de cada ocupação. Para chegar à fase mundial, eles passaram por treinamentos, avaliações e simulações que reproduzem situações encontradas no ambiente profissional, além de desenvolver competências como precisão, tomada de decisão, resolução de problemas, disciplina e controle do tempo.

Para a diretora regional do Senai MT, Fernanda Campos, a diversidade das trajetórias também demonstra a capacidade da educação profissional de identificar talentos e criar oportunidades para que os jovens desenvolvam seu potencial.

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Senai MT leva cinco competidores para a WorldSkills
2026, em Shanghai, na China

“Cada um dos nossos competidores tem uma história diferente de chegada ao Senai Mato Grosso e à WorldSkills, mas todos têm em comum a dedicação e a disposição para aprender e superar desafios. Eles representam o resultado de um trabalho que começa nas nossas unidades, com professores, instrutores, experts e equipes que acompanham cada etapa dessa preparação. Agora, eles levam para Shanghai não apenas o nome da instituição, mas também o talento e o potencial dos jovens que estão sendo formados no estado”, afirma.

O gerente de Competições Educacionais do Senai MT, Diego Andrade, que acompanhará a comitiva durante a competição na China, destaca que a preparação exige uma combinação de conhecimento técnico, estratégia e capacidade de adaptação.

“A WorldSkills coloca esses jovens diante de desafios que exigem muito mais do que saber executar uma determinada atividade. Eles precisam interpretar o problema, tomar decisões, administrar o tempo e entregar um resultado dentro de padrões internacionais. Por isso, todo o ciclo de preparação é pensado para aproximá-los das condições que encontrarão em Shanghai. Nossa missão agora é dar todo o suporte para que eles possam colocar em prática aquilo que construíram durante essa trajetória”, explica.

Desde 2008, o Senai MT está presente na competição. Em um histórico marcado por grandes vitórias, as equipes que representaram a instituição já conquistaram uma medalha de ouro em “Manufatura Integrada”, em 2017, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, e bronze em “Mecânica Industrial”, em 2024, em Lyon, na França.


Marca de temática australiana transforma dados em hospitalidade para estreitar conexões e ampliar o valor de cada interação com o consumidor

Durante quase três décadas no Brasil, o Outback Steakhouse construiu sua relação com os consumidores apoiado em um dos principais ativos da marca: a hospitalidade. Agora, a rede de restaurantes inicia uma nova fase dessa estratégia ao colocar dados e inteligência artificial a serviço da experiência do cliente. E no coração da estratégia está o Clube Outback, primeiro programa proprietário de relacionamento da marca, disponível no também recém-lançado aplicativo Meu Outback, e desenvolvido para transformar informações de consumo em experiências cada vez mais personalizadas, entregando benefícios sob medida, no momento certo.

“Somos uma marca baseada em hospitalidade e no relacionamento próximo com nossos clientes. Agora, damos um novo passo ao colocar os dados a serviço dessa missão. Não se trata apenas de conhecer melhor quem nos visita, mas de usar esse conhecimento para surpreender, reconhecer preferências e criar experiências. A tecnologia fica nos bastidores e o protagonista continua sendo o cliente”, afirma Claudia Vilhena, vice-presidente de Marketing, Vendas e Growth da Bold Hospitality Company, grupo detentor do Outback Steakhouse no Brasil.

Em seu primeiro mês, o aplicativo figurou entre os 5 mais baixados da categoria de comida na App Store e superou em 48% a meta de cadastros, ultrapassando 100 mil membros. As vendas pelo app superaram 4,4 vezes a meta inicial, com um ticket médio 31% maior do que em outras plataformas. Além disso, a marca vendeu quase 3 vezes mais pelo novo app nos dias de jogos do Brasil no principal torneio de futebol do ano.

Muito além de cuponagem genérica

Mais do que um programa de benefícios, o Clube Outback representa uma evolução na forma como a marca entende e se relaciona com seus clientes. Apoiado por uma plataforma de gestão integrada de dados e inteligência artificial, o ecossistema interpreta o comportamento dos consumidores, como frequência de pedidos e visitas, e preferências de consumo, para tornar cada interação mais relevante, oferecendo experiências alinhadas ao perfil de cada cliente.

Longe de ser um modelo de cuponagem genérico, o programa nasce com uma proposta que vai além do tradicional modelo baseado apenas em pontos e descontos, e acontece por meio de níveis de relacionamento, com benefícios desbloqueados conforme a interação do cliente com a marca. Entre eles estão também cupons personalizados, mas principalmente acesso a menus exclusivos, consumo gratuito de determinados produtos, brindes colecionáveis, prioridade em serviços e experiências especiais.

Como funciona

O Clube Outback foi desenvolvido para acompanhar o cliente em toda a sua jornada com a marca. Além das interações realizadas pelo aplicativo, pedidos para retirada (takeaway) e refeições nos restaurantes físicos também passam a fazer parte do mesmo ecossistema. Nos restaurantes, basta que o cliente informe seu CPF no momento do pagamento para que a experiência seja reconhecida e integrada ao seu histórico.

A partir dessa identificação, os pontos são acumulados e o consumidor evolui de nível no programa. Ao se cadastrar, o cliente inicia sua jornada como Explorer, com acesso a descontos e benefícios. Conforme interage com a marca, avança para os níveis Adventurer e Outbacker, desbloqueando vantagens como prioridade na fila, acesso a menus especiais, itens gratuitos e produtos colecionáveis.

O Clube Outback faz parte do aplicativo Meu Outback, disponível gratuitamente para download nas plataformas Android e iOS.

Sobre o Outback
O Outback Steakhouse possui 196 restaurantes no Brasil e está presente em 94 cidades, 22 estados brasileiros e no Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no País foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin’ Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esporte, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer. Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida e de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback.


Em mais de uma oportunidade prometi aqui neste espaço comentar sobre as questões espirituais envolvidas na onda da covid 19. Sempre fiquei em dúvida, porque o lado espiritual desse fenômeno acaba sendo disruptivo e poderia gerar discussões que não interessam.

Mas o movimento da pandemia foi tão grande e tão abrangente que imaginei que poderia arriscar, sem ser crucificado. Mas, se for, fazer o que?

De tempos em tempos o planeta sofre disrupções e muda. No caso da covid, houve uma diferença. Pegou o mundo inteiro desprevenido. Não poupou países de economia rica e nem os pobres.

No primeiro momento a sequência de sentimentos começou com a surpresa. Depois veio o medo. Depois veio o temor. Depois veio o pânico coletivo. E, por fim, vieram as mortes e a doença ao redor de cada um de nós no Brasil e no mundo. E o medo tornou-se um sentimento coletivo.

Os governos, a mídia, as ongs tão poderosas com opiniões sobre tudo. A economia. A política. Todos silenciaram. O vírus transformou-se na mais agressiva linguagem mundial. 2020 passou no pânico e em 2021 o vírus veio acalmar a sua fúria a partir de setembro

Porém, ninguém esperava que ao fim da fase aguda da pandemia, a próxima vítima fosse a economia. E ainda não imagina que a próxima vítima dos desdobramentos seja a seja a política. Traduzindo: o planeta corre o risco de ver não ficar pedra sobre pedra da civilização até aqui construída ao longo de milhares de anos. Sei que são afirmações arriscadas e fortes. Mas parece que não haverá caminhos diferentes.

Uma das etapas da pandemia em 2020 foram os lockdowns e o isolamento social no mundo inteiro. Gerou grande confusão na economia pelo descompasso entre a pouca demanda e depois a pouca oferta de produtos quando a demanda recomeçou, agora em 2021. De outro lado o perfil de consumo das pessoas mudou muito.

O que antes não tinha valor passou a ser valorizado. E o que era muito valorizado perdeu a importância. Isso significa completa transformação de quase todos os segmentos de produção e de consumo da economia mundial.

Volto ao início do artigo. Por detrás de tudo isso e de tudo o que aconteceu fica bem claro que houve um certo planejamento fora do controle humano. Era pra transformar o ser humano usando o próprio ser humano. As religiões certamente atribuirão a uma divindade. Os espiritualistas atribuirão a um governo espiritual do mundo.

Quem não se enquadrar, também não poderá negar que transformações desse tamanho e importância não seriam casuais. Faço parte da crença de que existe uma ordem espiritual por detrás de tudo isso que aconteceu. Não sinto a necessidade de dar-lhe um nome. Só a de respeitar essa ordem.

Ao final, o que importa é que o planeta mudou absurdamente e não voltará atrás. As pessoas mudaram e mudarão em progressão absurda. Outra coisa, pra encerrar: não importa se o ser humano acredita ou não em algum valor espiritual.

O que importa, afinal, é que o que tiver de acontecer, está acontecendo e vai acontecer muito mais. O centro dessa nova ordem será o planeta renascido e o ser humano reconstruído. Mas a compreensão será um pouco mais lenta. Pode demorar. Mas não tem volta. Quem planejou, planejou!

Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso.

 

Reprodução: Repórter MT


O lutador olímpico, Igor Queiroz, 19 anos, se tornou bicampeão pan-americano de luta greco-romana, na quinta-feira (10), na cidade de Oaxtepec, no México. O atleta é natural de Cuiabá e morador do bairro Tijucal.

Igor foi introduzido ao mundo das lutas aos 9 anos de idade, por influência do pai Pablo Queiroz, que além de cabeleireiro é lutador de jiu-jítsu. “Eu inseri o Igor de maneira lúdica no mundo das lutas. No entanto, dentre várias modalidades que ele treinou, acabou se identificando com a luta greco-romana”.

Há mais de 5 anos o cuiabano integra a equipe de lutadores olímpicos da Seleção Brasileira e atualmente é titular absoluto no time da luta greco-romana.

O atleta já foi campeão brasileiro, sulamericano e já ficou em terceiro lugar no campeonato mundial escolar, entre outras participações e premiações que recebeu ao longo dos mais de 20 países que já visitou por meio das competições.

O lutador, que usa o bordão “do Tijucal para o mundo”, ainda continua na tentativa de arrumar um patrocínio. Segundo o pai de Igor, o único apoio financeiro que o atleta recebe é dos próprios familiares.

Igor retorna a Cuiabá neste sábado, onde seguirá os treinos para as futuras competições.

 

Reprodução: Hiper Notícias 


2+0+2+3 = 7

Esse ano é regido pelo número 7 que é o número de energia da espiritualidade.

O 7 é o número que representa a perfeição. A integração entre os mundos físicos e espiritual, sendo, portanto, o símbolo do Universo em transformação.

Mas, suas interpretações vão muito além.

Ele representa o lado místico e oculto de TUDO.

Que a nossa história em 2023 seja de muita conexão com Algo Maior, a Fonte, Deus para que possamos estar em ressonância com as Forças do Amor:

1) O SIM, esta significativa força do SIM à realidade como ela é, permeia todas as outras.

2) O PERTENCIMENTO: Todos têm o mesmo direito de pertencer.

3) A HIERARQUIA, a ordem, o respeito a quem vem antes.

4) E o DAR e RECEBER são a mesma coisa.

A LUZ É PAZ e BEM.

Bora para a Vida!

Eluise Dorileo é psicóloga, terapeuta familiar e maestria nas novas constelações quânticas.

Email eluisedorileo@hotmail.com


Reprodução

A Mattel, maior fabricante de brinquedos do mundo, lançou nesta semana a primeira linha de bonecas Barbie produzidas com 90% de plástico reciclado dos oceanos.

A coleção foi batizada de ‘Barbie Loves the Ocean’ (Barbie Ama os Oceanos, em tradução livre) e conta com uma arte promocional bem legal que faz referência à recente pegada mais sustentável da Mattel: “O futuro do rosa é o verde“.

A fabricante de brinquedos se comprometeu a produzir seus produtos com 100% de material reciclado até 2030.

“Este lançamento da Barbie é mais um acréscimo ao portfólio crescente da Mattel de marcas voltadas para um propósito que inspiram a consciência ambiental com o nosso consumidor como foco principal”, disse o presidente e diretor de operações da Mattel, Richard Dickson, em um anúncio feito à imprensa.

Richard também enfatizou a importância de se pensar em políticas ambientais de longo prazo, de olho no futuro da próxima geração.

“Na Mattel, capacitamos a próxima geração a explorar as maravilhas da infância e atingir seu potencial máximo. Fazemos nossa parte para garantir que as crianças também herdem um mundo cheio de potencial“.

FONTE: Razões para Acreditar


Por Valeriano Martins

No decorrer da minha vida profissional me deparei e ainda me deparo com vários mitos em relação ao intercâmbio. Por isso vou falar aqui sobre os cinco que escuto com frequência. O mais forte deles é imaginar que se trata de uma experiência apenas para pessoas jovens e adolescentes. Isso é um engano que impede muitos de realizarem seus sonhos, pois intercâmbio não tem idade!

A viagem internacional com o propósito de estudo e até mesmo trabalho, no caso dos adultos, pode ser realizada em qualquer fase da vida. É com muito orgulho que posso contar que no portfólio da Best Intercâmbio por exemplo, temos estudantes com mais de 70 anos e cada vez mais esse público está aumentando. Isso é incrível, pois incentiva outras pessoas dessa faixa etária a perceberem que a vida deve ser vivida da melhor maneira possível. Viajar, estudar e ver coisas novas com certeza é uma das opções que devem estar no topo da nossa lista.

Outro mito comum é sobre a língua inglesa. Acredito que por ser um dos idiomas considerados como universais e por estar fortemente presente no nosso dia a dia, como em filmes, músicas e cinema, várias pessoas chegam até nós imaginando que os países onde o inglês é falado são os únicos para os quais se pode viajar como intercambista. Então vamos desmitificar esta ideia também. Você pode viajar para estudar francês, italiano, espanhol, japonês, alemão! Enfim, a língua que quiser. Não existe fronteira. Basta procurar uma empresa de confiança e competente. A liberdade para viajar ao local que deseja estará garantida.

Estudar até ser fluente para só então fazer o intercâmbio: esse é o nosso terceiro mito. Aprender um novo idioma no país em que ele é nativo faz com que o aprendizado seja ainda mais rápido. Por isso, não é preciso ser craque em determinada língua para ser intercambista. Você vai aprender tudo durante a viagem.

O quarto mito: “vou economizar bastante, aí sim posso fazer meu intercâmbio”. Esse tipo de pensamento é bem comum. Realmente, não posso negar que se trata de um investimento, mas isso não significa que você precise desembolsar um alto valor. Existem diversas maneiras de baratear a viagem, como escolher bem o destino e o tempo de duração.

E para finalizar, vamos falar sobre intercâmbio e férias. Aqui é importante lembrar que esse tipo de experiência é um investimento pessoal em conhecimento e aprendizado. Por isso, precisa valer a pena. Isso não significa que você não vai poder visitar os pontos turísticos da cidade onde está ou sair para se divertir. O que não pode acontecer é esquecer de estudar. Afinal, você pagará por um curso, passagens e acomodação. O ideal é equilibrar os estudos com o lazer e aí com certeza seus resultados serão excelentes.

Anualmente realizamos a Feira de Educação Internacional com o objetivo de aproximar as instituições internacionais com o público interessado em fazer intercâmbios, oferecendo às pessoas a oportunidade de conversar e tirar suas dúvidas. Este ano, a feira acontece no próximo dia 22 de outubro, no Goiabeiras Shopping. O evento é aberto e totalmente gratuito.

Valeriano Martins é CEO da Best Intercâmbio


A novidade traz oito brinquedos inéditos para comemorar o lançamento do filme ambientado em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana

O McLanche Feliz proporciona entretenimento e diversão para os momentos em família há mais de 40 anos. E agora, a plataforma apresenta itens inéditos inspirados no novo filme da Disney e Pixar “Luca”.

A história é ambientada em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana e narra a jornada de amadurecimento de Luca junto de seu novo melhor amigo Alberto. Os meninos vivem um verão inesquecível repleto de gelatos, massas e intermináveis passeios de scooter. Mas toda a diversão é ameaçada por um segredo muito bem escondido: os dois são monstros marinhos de um mundo logo abaixo da superfície da água.

A novidade chega incrementando a parceria entre The Walt Disney Company Latin America e McLanche Feliz e reforça a aposta da rede em novas experiências que estimulam as atividades criativas e com muita diversão.

Para a família toda entrar no clima dessa empolgante estreia, o McLanche Feliz traz oito brinquedos inspirados nos personagens principais do filme:

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Muda de cor): submerja Luca e Alberto em água fria para revelar o tom de pele verde dos monstros marinhos. Coloque a peça da cauda à cabeça para completar a transformação;

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Nadando): gire a cauda do Luca e solte-a quando submergir o brinquedo na água, para fazê-lo nadar;

Giulia Marcovaldo: gire os braços de Giulia para trás e solte-os quando a submergir na água, para ver como nada;

Massimo Marcovaldo: dê corda ao Massimo e submerja-o na água, para ver como o Massimo move seus pés,enquanto nada e solta água pela boca.;

Machiavelli: aperte o botão embaixo de Machiavelli e submerja-o na água. Depois, solte o botão para enchê-lo. Tire-o da água e aperte o botão de novo, para que ele dispare água pela boca.

Monalisa: é uma pistola de água. Submerja a Monalisa em água fria e puxe sua cauda para enchê-la de água. Quando retirar da água, empurre a cauda novamente para a frente, para que a água saia pela boca.

Da esquerda para a direita: Luca Paguro (muda de cor), Alberto Scorfano (muda de cor), Luca Paguro (nadando), Alberto Scorfano (nadando), Giulia, Massimo, Machiavelli e Monalisa.

Os brinquedos já podem ser encontrados nos restaurantes da rede, que seguem operando pelo McDelivery e Drive-Thru em todo o país.

McLanche Feliz: ingredientes de qualidade e refeições equilibradas

Junto com seu compromisso em garantir momentos de diversão e aprendizagem, a companhia também mantém o compromisso de oferecer produtos de alta qualidade e os melhores ingredientes. Ao longo da última década a marca apresentou uma série de mudanças e evoluções em seu cardápio. Em 2019, o McDonald’s renovou sua proposta de menu infantil para oferecer uma opção ainda mais equilibrada, diminuindo as quantidades de sódio, gorduras, açúcares adicionados e incorporando mais frutas e vegetais.

Para ficar sempre por dentro das novidades e campanhas, acesse: https://www.mcdonalds.com.br.

 Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui mais de 2.200 restaurantes, entre unidades próprias e de seus subfranqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 31/03/2021). A empresa também mantém um sólido compromisso com o desenvolvimento das comunidades nas quais está presente e com a geração de primeiro emprego formal para jovens, além de utilizar sua escala para impactar de maneira positiva o meio-ambiente. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site: www.arcosdorados.com


O resgate dos animais das ruas e a oportunidade de dar um novo lar aos pets foi o que me motivou a iniciar um projeto em parceria com as Ongs (Organização Não Governamental) de apoio e cuidado ao animal.

O projeto piloto se deu com a disponibilização de 16 gatos, filhotes e adultos, pela Ong “É o Bicho”. Ao chegar na unidade Veterinária, cada animal passa por consulta para avaliação das condições gerais de saúde. E em apenas uma semana desde o início do projeto, 15 dos 16 gatos já tinham ganhado um novo lar.

Minha intenção é ampliar ainda mais a disponibilização de animais para adoção. As Ongs têm um papel importante no cuidado com os animais abandonados. Ainda para este mês, está previsto a disponibilização de cães e gatos para uma adoção responsável.

Qualquer pessoa que tenha interesse em cuidar e zelar de um pet pode fazer a adoção. Mas antes, deve fazer um cadastro e a equipe da Ong fará uma visita para levar as informações quanto as necessidades básicas de cada animal. Nossa campanha, que oportuniza às pessoas fazer uma adoção consciente, tem o apoio do plano de saúde animal referência no país, a Planvet.

Nossa clínica mantém atendimento 24 horas por dia, todos os dias da semana. Estamos também disponíveis para novas parcerias com outras Ongs da causa animal.

Para conhecer os animais disponíveis para adoção ou buscar parceria, basta nos fazer uma visita no endereço – Rua Professor João Félix, Número 396, Bairro Lixeira, em Cuiabá ou acessar nossa página no Instagram (@veterinariamt) ou Facebook (veterinariamatogrosso). Outras informações podem ser obtidas pelo número 65 3046-2850.

Anderson Nogueira é médico veterinário há mais de 15 anos e atende na Clínica Veterinária Mato Grosso.


Relacionamentos saudáveis, fortes e duradouros. Construir tudo isso com excelência não seria possível sem inspiração, coragem e exemplo. E é assim que hoje, em nossos 31 anos de empresa familiar, temos o orgulho de dizer que a força das mulheres se destaca em nosso meio.

Começamos nosso negócio como “Shopping da Construção”. Sempre fomos reconhecidos por termos produtos de acabamento diferenciados e fomos uma das primeiras lojas do segmento a ter autosserviço. Antes, tudo funcionava apenas como modalidade “venda de balcão”. Em 2006, trouxemos o primeiro modelo em formato “boutique”. Ao nos reposicionarmos no mercado com esse formato de loja personalizada, entendemos o quanto isso era importante.

Tudo em nossa empresa foi construído com amor e dedicação. Minha mãe fazia questão que eu e meu irmão sempre estivéssemos inseridos nos negócios da família. E assim estudamos e nos especializamos em diversas áreas para auxiliar e crescer ali dentro. Após a faculdade de arquitetura, fiz cursos de Gestão de Negócios e MBA em Varejo 4.0. Acompanhamos de perto a importância da gestão por sempre termos visto como nossos pais trabalhavam.

Em 2009, meus pais decidiram começar a Profissionalização da Gestão da Empresa, com a ideia de iniciar um processo de sucessão familiar com responsabilidade. Para isso, iniciamos uma longa preparação com um coaching para famílias empresárias em conjunto com várias consultorias nesse sentido.

Identificamos dentro de cada um de nós, o principal perfil para conseguirmos aproveitar ao máximo as características profissionais como indivíduos. Nas consultorias, trabalhamos liderança e governança. Implementamos ainda o programa de qualidade, para estudarmos questões de processos e mapeamento de procedimentos em todas as suas etapas.

Apesar de estarmos aprimorando nossos negócios e preparando tudo para que o processo sucessório dentro da família acontecesse com qualidade, não ficávamos pensando quando essa data realmente chegaria. Mas após a definição de protocolos da Bigolin, minha mãe comunicou que queria se ausentar e passar todos os setores para mim.

Nessa época, houve várias questões em nossas vidas, principalmente a pandemia que estava começando. E mais uma vez, foi um momento em que a experiência dela não poderia ser deixada de lado, nem mesmo para passar seu cargo à frente. Então, a gestão comercial foi passada para mim e os demais setores seguiram com seus gestores, que inclusive na maioria deles são mulheres que lideram. A direção geral e o respaldo final ainda é da nossa matriarca. Tenho muito orgulho da história iniciada por ela, especialmente porque o setor da construção civil é essencialmente masculino.

Trabalhamos muito para chegar até aqui, sempre buscando valorizar a gestão  feminina, enxergando em cada ser humano o potencial empreendedor e a real possibilidade de mudança de vida por meio de suas escolhas. Hoje somos o grupo Trindade Bigolin, trazendo o sobrenome da minha mãe, Lucimar Trindade Bigolin, junto com o do meu pai Olivo Bigolin. Meu irmão, Filipe Bigolin, é engenheiro civil e é ele quem cuida da construtora, a Egide. Prezamos por nossos valores e lideramos pelo exemplo. Temos como missão criar e manter relacionamentos saudáveis com nossos clientes e somos conhecidos pela solidez, pela ética e pela qualidade dos produtos e atendimento prestado.

Ariane Bigolin é arquiteta e sócia do grupo Trindade Bigolin