Festival gastronômico promovido pela Abrasel chega à 20ª edição com tema inspirado no futebol e inscrições abertas até 24 de abril

Empreendedores de alimentação fora do lar têm poucos dias para garantir participação na 20ª edição do Festival Brasil Sabor, um dos maiores eventos gastronômicos do país. As inscrições seguem abertas até 24 de abril e devem ser feitas exclusivamente pelo site oficial do festival. A edição deste ano acontece entre 14 e 31 de maio, reunindo bares e restaurantes de diversas regiões do Brasil em uma grande vitrine da gastronomia nacional.

Com o tema “A Seleção da Cozinha Brasileira”, o Brasil Sabor 2026 propõe um diálogo entre gastronomia e futebol para valorizar a diversidade regional, os ingredientes locais e a criatividade dos empreendedores do setor. A ideia é que cada estabelecimento atue como um representante de sua região, apresentando ao público um petisco exclusivo, criado especialmente para o festival, com identidade própria e conexão com a cultura alimentar local.

Ao longo de suas duas décadas de história, o Brasil Sabor se consolidou como uma importante ferramenta de posicionamento de mercado para bares e restaurantes. Além de ampliar a visibilidade dos negócios, o festival contribui para atrair novos clientes, fortalecer a marca dos estabelecimentos e estimular a inovação nos cardápios.

Dados de edições anteriores indicam impacto positivo nos resultados dos participantes, com aumento de faturamento e desempenho acima do esperado para uma parcela significativa dos empreendedores envolvidos.

Para os empresários, a criação de um petisco exclusivo é também uma oportunidade estratégica de testar novos sabores, valorizar insumos regionais e ouvir o público, já que muitas das receitas desenvolvidas para o festival acabam incorporadas de forma permanente aos cardápios. O formato do evento permite ainda a participação tanto no salão quanto no delivery, ampliando o alcance das ações e a conexão com diferentes perfis de consumidores.

Promovido pela Abrasel, o Brasil Sabor integra as comemorações pelos 40 anos de atuação da entidade em defesa do desenvolvimento do setor de alimentação fora do lar. A expectativa é ampliar ainda mais a participação nacional nesta edição histórica, reforçando o papel do festival como vitrine da pluralidade e da força da cozinha brasileira.

“O festival reúne visibilidade, estímulo à criatividade e retorno comercial, ao mesmo tempo em que fortalece a identidade da gastronomia brasileira. Esta edição comemorativa é uma chance concreta de os empreendedores se destacarem no mercado, aproveitando um evento que mobiliza o público e gera resultados reais para os negócios”, afirma José Eduardo Camargo, líder de Conteúdo da Abrasel.

As inscrições seguem abertas até 24 de abril e podem ser feitas pelo site oficial do Brasil Sabor. Participar do festival é uma oportunidade de valorizar o cardápio e fortalecer a conexão com os clientes em um dos principais eventos gastronômicos do país.

Serviço:
20º Festival Brasil Sabor
Data: 14 a 31 de maio de 2026
Inscrições: Até 24 de abril de 2026
Realização: Abrasel
Patrocínio nacional: Ambev
Mais informações e inscrições: brasilsabor.com.br


Celebrados nessa quinta (23) e sexta-feira (24), o Dia Nacional da Educação de Surdos e o Dia Nacional da Língua Brasileira de Sinais (Libras), respectivamente, reforçam a importância de práticas educacionais inclusivas. Em Cuiabá, a rede municipal tem avançado na consolidação da educação bilíngue, modelo que reconhece a Libras como primeira língua (L1) e o português escrito como segunda (L2).

Amparada pela Lei nº 14.191/2021, a proposta considera a surdez como uma diferença linguística e cultural. Na prática, isso significa garantir que o estudante surdo tenha acesso pleno ao conteúdo escolar, respeitando suas especificidades e promovendo equidade no processo de aprendizagem.

A mestre em educação e coordenadora técnica de educação especial, Neuraides Ribeiro Silva, explica que a educação bilíngue de surdos na rede municipal segue diretrizes legais e pedagógicas específicas. Segundo ela, o modelo vem sendo estruturado de forma gradual em Cuiabá.

“A rede municipal de Cuiabá vem estruturando a educação bilíngue para alunos surdos de forma gradual e integrada ao modelo de educação inclusiva, combinando ensino regular com serviços especializados. A organização segue princípios legais nacionais e práticas pedagógicas específicas para esse público”, disse.

Já a professora da rede municipal e estadual, especialista em educação especial, Alessandra Andrade Silva, destaca que a educação bilíngue vai além da tradução de conteúdos e envolve uma estrutura pedagógica pensada para o desenvolvimento integral dos alunos.

“A educação bilíngue de surdos constitui uma modalidade que garante o direito à formação integral, respeitando a singularidade linguística. A Libras é a primeira língua e base da aprendizagem, enquanto o português escrito é trabalhado como segunda língua”, informou.

Na rede municipal de Cuiabá, o atendimento ocorre de forma integrada. Estudantes da educação infantil até o 2º ano contam com professores bilíngues. Já do 3º ao 5º ano, o acompanhamento é feito por intérpretes de Libras, além de instrutores no contraturno. O currículo é o mesmo para todos, com adaptações linguísticas que asseguram o entendimento dos conteúdos.

Nesse contexto, o trabalho colaborativo entre professores regentes, profissionais bilíngues, intérpretes e famílias é essencial para o sucesso da proposta. A professora bilíngue e intérprete de Libras, Emanuelle Freire Galvão Ponce, explica que o papel do intérprete vai além da tradução, sendo fundamental na mediação do aprendizado em sala de aula.

“O principal papel do intérprete de Libras é a mediação comunicativa. Ele atua na relação entre professor, aluno surdo e colegas, garantindo que o conteúdo seja compreendido. Esse acompanhamento acontece em todas as disciplinas, durante todo o período em sala”, explicou.

Ela também ressalta que, com a presença do professor bilíngue, é possível ampliar as estratégias pedagógicas e adaptar materiais de forma mais eficaz, favorecendo o aprendizado dos estudantes surdos.

Outro ponto importante é o início precoce desse acompanhamento. Segundo especialistas, quanto mais cedo a criança surda tem acesso à Libras, melhores são seus resultados no processo de alfabetização e desenvolvimento escolar.

“Quando a criança surda tem acesso à língua de sinais desde cedo e é alfabetizada nesse contexto, o desenvolvimento é muito mais positivo. Ela consegue acompanhar a turma e avançar com mais autonomia”, afirma Emanuelle.

O município de Cuiabá, por meio da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL), enfrenta o desafio de garantir uma escola inclusiva para professores, estudantes e toda a comunidade escolar.

Diante desse cenário, as datas de 23 e 24 de abril reforçam não apenas a importância da Libras, mas o compromisso com uma educação que valorize a diversidade e promova inclusão de forma efetiva, garantindo que todos os estudantes tenham as mesmas oportunidades de aprender e se desenvolver.


A Prefeitura de Cuiabá realizou, na tarde desta quarta-feira (22), a entrega de 80 cestas básicas e 60 cobertores à Associação de Amigos da Criança com Câncer de Mato Grosso (AACC-MT). A ação ocorreu na sede da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão e teve como foco o atendimento a famílias em situação de vulnerabilidade que permanecem na capital durante o tratamento oncológico de crianças e adolescentes.

De acordo com o vice-presidente da entidade, Benildes Aureliano Firmo, a doação chega em um momento decisivo para a manutenção dos atendimentos. Ele explica que a alimentação é a principal demanda da casa de apoio e que as cestas recebidas contribuem diretamente para a qualidade da nutrição oferecida aos pacientes e seus acompanhantes. “A necessidade de aquisição de alimentos havia sido discutida internamente na semana passada, e o apoio veio de forma rápida, evitando compras emergenciais para atender as famílias que retornariam aos seus municípios”, relatou.

A AACC-MT distribui, em média, 150 cestas básicas por mês, considerando a rotatividade dos beneficiários. Atualmente, a instituição acompanha 454 crianças e adolescentes e, ao longo de 27 anos de atuação, soma quase mil atendimentos. Além da alimentação, muitas famílias dependem também do fornecimento de medicamentos para dar continuidade ao tratamento em casa. Segundo Benildes, a entidade mantém prestação de contas rigorosa, com relatórios periódicos, auditorias externas e divulgação pública das atividades.

A secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela, explicou que a destinação das doações segue critérios técnicos e solicitações formais das instituições cadastradas em conselhos municipais, como o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA). No caso da AACC, ela destacou o conhecimento prévio da pasta sobre a realidade das famílias atendidas, muitas vindas do interior e que enfrentam dificuldades financeiras durante o período de tratamento.

Segundo a secretária, parte dos donativos entregues é resultado de campanhas de arrecadação realizadas recentemente em eventos na cidade, como a 37ª Corrida Bom Jesus de Cuiabá e 2ª Feira Cultural do Japão. As doações também são registradas nos Relatórios Mensais de Atendimento (RMAs), que permitem o acompanhamento do alcance das ações. Ela informou ainda que, ao assumir a gestão, havia um intervalo superior a seis meses sem entregas regulares, cenário que foi normalizado com a retomada mensal dos repasses.

Hélida Vilela ressaltou que a assistência alimentar tem caráter emergencial e não pode ser postergada, especialmente em contextos de vulnerabilidade agravada por questões de saúde. A secretária também mencionou que já visitou a instituição e destacou a relevância do trabalho desenvolvido pela AACC-MT ao longo de sua trajetória.

A entrega desta quarta-feira reforça a articulação entre o poder público e instituições sociais no atendimento a famílias em situação de fragilidade, especialmente aquelas impactadas por tratamentos de longa duração fora de seus municípios de origem.


O encerramento da 7ª edição do Festival da Pamonha, realizado na comunidade Rio dos Peixes, em Cuiabá, nesta terça-feira (21), foi marcado pela alta participação do público e pelo esgotamento total da produção. A iniciativa, apoiada pela Prefeitura de Cuiabá, integra a política de incentivo ao turismo interno e ao fortalecimento da economia rural.

Ao longo do fim de semana, visitantes da capital e de outras regiões do estado passaram pela comunidade, consolidando o festival como uma das principais ações de valorização da gastronomia local.

A programação teve como eixo central a comercialização de produtos derivados do milho, principal fonte de renda das famílias envolvidas. Responsável pela pasta de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, o secretário Fellipe Correa destacou o papel da gestão pública no fortalecimento da atividade turística e produtiva da região.

“O festival chega à sétima edição como um exemplo de turismo interno. Quando o cuiabano consome dentro da própria cidade, isso gera renda, movimenta a economia e fortalece a comunidade local”, disse.

Segundo ele, o impacto vai além dos produtores de milho, alcançando diversas famílias que atuam na produção de alimentos derivados. Durante o evento, itens como pamonha em diferentes versões, além de outros produtos à base de milho, tiveram alta procura.

“No domingo à tarde, toda a produção já havia sido vendida. Muitas famílias passaram madrugadas preparando os alimentos. Esse resultado contribui diretamente para a renda ao longo do ano”, comentou.

A organização estima que o festival represente o principal período de faturamento para os produtores da comunidade Rio dos Peixes, permitindo investimentos nas propriedades e maior estabilidade financeira.

A Prefeitura avalia que o evento também cumpre função estratégica ao estimular o reconhecimento de atrativos locais, como balneários e outras comunidades rurais, ampliando o fluxo turístico dentro do município.

Com a consolidação do festival no calendário local, a gestão municipal reforça a proposta de integrar turismo, produção agrícola e geração de renda, promovendo desenvolvimento sustentável e valorização das tradições regionais.


O encontro, que reuniu os mais conceituados produtores de lácteos, foi realizado em São Paulo; dentre as medalhas, quatro foram a SuperOuro, o nível mais alto do pódio

Mato Grosso conquistou 29 medalhas no Concurso Mundial do Queijo, realizado em São Paulo. A participação de trinta fabricantes mato-grossenses na missão técnica foi oportunizada pelo Sebrae/MT (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Mato Grosso). Ao todo, cerca de 200 produtos fabricados em Mato Grosso foram apresentados para uma comissão de jurados nacionais e internacionais.

O estado contabilizou 4 prêmios na categoria SuperOuro, 5 Ouros, 9 Pratas e 11 Bronzes. Dentre as medalhas conquistadas na principal categoria, duas foram para a Manteiga Trufada e o queijo Diamante da Cartucheira, ambas da Quinta da Cartucheira, seguida pela Coalhada Seca da Queijaria J3 e o Requeijão Cremoso da Queijaria Vale da Chapada.

Mundial queijos 2026As ganhadoras mato-grossenses do Concurso Mundial de Queijos – Edição 2026

O concurso foi realizado no sábado (18.04), no salão do Teatro B32, na capital paulista, e aconteceu em duas etapas. Os jurados, brasileiros e estrangeiros, são especialistas reconhecidos no mundo queijeiro. Os queijos foram avaliados de forma anônima, considerando a aparência externa e interna, textura, aromas e sabores.

O gestor da missão, Willians Costa, destacou que as conquistas são reflexos das ações recorrentes do setor em busca de garantir cada vez mais qualidade e competitividade dos produtos. “Tem sido uma busca contínua do Sebrae/MT e dos produtores para colocar nossa produção entre os melhores do mundo. Esse prêmio é resultado de esforço e dedicação”, enfatizou.

Uma das premiadas celebrou as conquistas no Mundial. “Estamos muito felizes em participar do concurso. Queremos agradecer ao Sebrae/MT por proporcionar essa missão para a gente. Em 2022, onde tudo começou, levamos uma medalha de bronze, em 2024 um ouro. E hoje celebramos três medalhas, sendo duas Super Outro e uma Bronze com a Cartucheira Rubi”, comemorou Larissa Berté, da Quinta da Cartucheira.

Os analistas do Sebrae/MT, Valéria Pires e Willians Costa, ambos nas duas extremidades da foto, acompanharam os produtores em SP

Trabalho contínuo

Frente às conquistas, a Gestora Estadual do Agro do Sebrae/MT, Valéria Pires, destacou que o reconhecimento dos produtos lácteos de Mato Grosso vem em uma crescente de conquistas. No concurso de 2022 foi apenas uma medalha de bronze. Já em 2024, somaram seis medalhas e, agora, o estado contabilizou 29.

“Estamos vivendo um momento histórico para Mato Grosso, pois estamos colhendo os frutos de anos de trabalho em prol dos pequenos negócios e da cadeia de valor dos produtos lácteos. Ano após ano, o Sebrae/MT tem orientado os produtores com consultorias e cursos para o aprimoramento das produções. Estamos felizes e satisfeitos com o resultado, mas o trabalho continua”, destacou Valéria.

Ainda segundo a Valéria, o concurso apenas uma etapa da Missão. A programação incluiu palestras, oficinas, mini-cursos e visitas técnicas.

Homenagem

Durante o concurso, foi realizada uma homenagem à Raquel Cattani, produtora de queijos da Região Norte, que já foi premiada no Mundial, no qual foi vítima de feminicídio em julho de 2024. A homenagem foi direcionada aos pais da empreendedora, Gilberto e Sandra Cattani.

A solenidade de premiação contou com os jurados, produtores e demais convidados; evento está na 4º Edição

Prêmio Sebrae Startups 2026 está com inscrições abertas e surge como uma oportunidade estratégica para empreendedores de Mato Grosso que buscam ampliar a visibilidade e acelerar o crescimento de seus negócios inovadores. A iniciativa, promovida pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), reúne startups de todo o país em uma competição que vai muito além da premiação financeira.

Ao longo das etapas, as empresas selecionadas passam por uma jornada que envolve capacitação, conexão com o mercado e exposição nacional. A ideia vencedora pode receber até R$ 250 mil, além de acesso a oportunidades de expansão.

Para o gestor estadual de startups do Sebrae/MT, Felipe Cruz, o prêmio é uma vitrine importante para posicionar os negócios locais em um cenário mais amplo. “O Prêmio Sebrae Startups é uma das principais portas de entrada para visibilidade nacional. Ele conecta startups diretamente com o Startup Summit, que hoje é um dos maiores eventos de inovação do país, além de abrir acesso a capacitações, exposição e conexão com mercado e investidores”, destaca.

Segundo o gestor, à medida que avançam nas etapas da competição — como Top 100, Top 30 e Top 10 — as startups passam a ter acesso a benefícios estratégicos, como conexões nacionais e internacionais, oportunidades de pitch e acompanhamento com especialistas. “Não é só uma premiação. É uma jornada de posicionamento e escala”, resume.

Vantagem competitiva para o Centro-Oeste

Além da visibilidade, as startups de Mato Grosso contam com um diferencial importante no processo seletivo: bonificação na pontuação ao longo das fases, por estarem localizadas na região Centro-Oeste.

Outro ponto de atenção é o limite de participantes. Apenas quatro mil startups poderão concorrer, considerando a ordem de inscrição. “Isso significa que quem se inscreve primeiro larga na frente”, reforça Felipe Cruz.

Ele também destaca que os critérios de avaliação do prêmio estão alinhados aos principais pilares de crescimento de uma startup, como modelo de negócio, solução proposta, mercado e capacidade de execução. “Participar já é, por si só, um processo de amadurecimento para o empreendedor”, afirma.

Foto: Gabriel Heusi

Premiações e benefícios

As startups classificadas como Top 1000 receberão uma credencial gratuita por startup para os três dias do Startup Summit 2026, além de acesso a trilhas exclusivas de capacitação no período matutino do evento. Essas startups também contarão com condição diferenciada e exclusiva para aquisição de estande como expositor, limitada à disponibilidade de espaço no evento.

As startups Top 100 receberão selo digital na Vitrine Sebrae Startups, além de serviços de conexão com mercados nacionais e internacionais, ampliando sua visibilidade e oportunidades de negócio. As Top 30 startups serão contempladas com R$ 10 mil cada, além de serviços de conexão com mercados no Brasil e no exterior, fortalecendo sua trajetória de crescimento e inserção no ecossistema de inovação.

As startups campeãs de categoria, que compõem o Top 10, receberão R$ 40 mil cada, passarão a integrar o grupo de Campeãs Nacionais do Sebrae e terão acesso a serviços de conexão com mercados nacionais e internacionais.

As três startups finalistas terão a oportunidade de apresentar seu pitch no palco principal do Startup Summit, além de garantir uma vaga em uma das formações ANPEI Architect, voltada ao desenvolvimento de competências-chave dos fundadores. Também receberão 12 horas de Office Hours ao longo de um ano, com foco em aconselhamento estratégico de alto nível, conexões executivas e aproximação com potenciais clientes ou investidores.

Entre as três finalistas, uma startup será eleita Campeã Nacional, recebendo R$ 250 mil, além de acesso a serviços de conexão com mercados nacionais e internacionais.

Ao levar as finais para o palco do Startup Summit — um dos principais eventos do ecossistema brasileiro de inovação — o Sebrae reforça a estratégia de dar visibilidade nacional a startups em estágio inicial. A iniciativa também funciona como vitrine para investidores, corporações e governos interessados em inovação aberta e soluções tecnológicas.

Mais informações e inscrições no site da premiação.


No dia 23 de abril de 2026, às 20h, a pianista e compositora Luciana Hamond apresenta o concerto Piano Neoclássico, no Teatro da UFMT, com entrada gratuita e reserva de lugares pelo aplicativo Sympla.

Professora dos cursos de graduação e pós-graduação em Música da UFMT, Luciana Hamond desenvolve uma produção autoral voltada ao piano solo, com linguagem neoclássica contemporânea, influências minimalistas e forte dimensão poética e autobiográfica. Em sua trajetória, articula performance, composição, pedagogia do piano e tecnologia, transformando improvisações e experiências interiores em obras de caráter intimista e expressivo.

O concerto no Teatro da UFMT apresentará os singles Doação e Medo, músicas do EP Piano Inspirations, lançado em 2024, e uma seleção do álbum Stonehenge, lançado em 2025. O programa oferece ao público um panorama de diferentes momentos da produção autoral da artista, reunindo obras marcadas pela escuta sensível, pela expressividade e pela reflexão sonora.

A apresentação integra um momento especial da trajetória artística de Luciana Hamond, reafirmando o compromisso com a difusão da música autoral para piano e com a ampliação do acesso gratuito à produção cultural no espaço universitário.

Sobre a Artista

Luciana Hamond é pianista, compositora e professora dos cursos de graduação e pós-graduação em Música da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Doutora em Música, desenvolve uma trajetória que articula performance, composição, pedagogia do piano e tecnologia. Sua produção artística concentra-se na música autoral para piano solo, com linguagem neoclássica contemporânea, influências minimalistas e forte dimensão autobiográfica, tendo na improvisação, na escuta e na reelaboração composicional elementos centrais de seu processo criativo.

É líder do grupo de pesquisa Piano e Tecnologia, no qual investiga as relações entre criação musical, ensino, gravação e produção em home studio. Como compositora e intérprete, lançou obras autorais nas plataformas digitais, entre elas o EP Piano Inspirations e o álbum Stonehenge, e se prepara para lançar Piano Catarse. Em sua produção, improvisações registradas ao piano são reelaboradas em composições que traduzem experiências interiores em paisagens sonoras íntimas, sensíveis e contemplativas.

Serviço

Concerto Piano Neoclássico – Luciana Hamond

Data: 23 de abril de 2026

Horário: 20h

Local: Teatro da UFMT

Entrada: gratuita

Reserva de lugares: aplicativo Sympla

Link SYMPLA 


Monica Pasello*

A inteligência artificial já ocupa o centro do debate educacional. Até agora, grande parte das discussões se concentra em como ela transforma o ensino com novas ferramentas, formatos de conteúdo e possibilidades pedagógicas. Mas uma mudança acontece em paralelo e ainda recebe menos atenção: a forma como entendemos a mensuração da aprendizagem. Se a inteligência artificial já é capaz de produzir respostas completas em segundos, avaliar aprendizagem deixa de ser apenas verificar resultados e passa a exigir a observação de processos como raciocínio, interpretação e construção de sentido, inclusive no que tange o ensino de idiomas.

Toda transformação educacional começa por uma pergunta diagnóstica: o que queremos observar e medir no processo de aprendizagem? Antes de decidir como ensinar, é preciso definir o que importa acompanhar neste processo. Quando conseguimos fazer essa análise, o restante do sistema muda junto. E a inteligência artificial nos coloca exatamente nesse ponto.

Durante décadas, modelos de mensuração educacional foram desenhados para um contexto em que aprender significava acessar informação e demonstrar retenção. Hoje, a IA generativa produz textos, análises e respostas complexas em segundos, e, com isso, torna-se mais do que necessário novos sistemas para compreender a aprendizagem de fato e como ela se dá. A tecnologia não elimina a necessidade de avaliar, mas evidencia limites dos modelos tradicionais.

Em levantamento da RAND Corporation realizado com mais de 1,2 mil jovens entre 12 e 29 anos nos Estados Unidos, o uso da IA para ajudar nas tarefas escolares saltou de 48% para 62% ao longo de 2025. Ao mesmo tempo, 67% dos estudantes afirmaram acreditar que o uso excessivo dessas ferramentas pode prejudicar o desenvolvimento do pensamento crítico.

Nesse cenário, a pesquisa volta ao centro da discussão educacional. O que vemos é a necessidade do uso de inteligência artificial ser tratado como continuidade de décadas de investigação sobre aprendizagem e mensuração educacional. Nesse sentido, já encontramos no mercado parcerias acadêmicas, que buscam aproximar pesquisa e prática, traduzindo evidências em aplicações concretas para instituições e organizações.

Uma das principais conclusões dessas discussões é que processos avaliativos tendem a deixar de ser eventos isolados para se tornarem acompanhamentos contínuos. Em vez de registrar apenas um momento de desempenho, passam a oferecer sinais ao longo do tempo sobre o progresso, as dificuldades e o desenvolvimento de competências. Com o apoio da inteligência artificial, também se torna possível criar avaliações de forma mais ágil, adaptar o nível das atividades conforme o desempenho dos estudantes e acompanhar o processo com mais segurança e confiança nos ambientes digitais.

A IA torna esse modelo viável. Sistemas adaptativos ajustam níveis de dificuldade em tempo real e ampliam a capacidade de criar instrumentos consistentes, mantendo critérios de validade e comparabilidade. Mais do que eficiência tecnológica, trata-se de aproximar a mensuração da realidade diversa dos aprendizes.

Ao mesmo tempo, surgem responsabilidades proporcionais ao impacto dessas tecnologias. Resultados diagnósticos influenciam trajetórias acadêmicas e profissionais, o que exige sistemas transparentes, auditáveis e supervisionados por pessoas. A confiança continua sendo elemento central, independentemente da tecnologia utilizada.

Outro efeito desse cenário é a necessidade de desenvolver alfabetização em inteligência artificial. Não apenas saber usar ferramentas, mas compreender seus limites e interpretar resultados de forma crítica. No campo da proficiência linguística, por exemplo, exames amplamente utilizados no mercado internacional, como o TOEIC, passam a coexistir com ambientes profissionais em que a comunicação ocorre cada vez mais mediada por tecnologia. Medir o domínio de um idioma passa também por compreender como indivíduos utilizam competências comunicativas em contextos digitais e híbridos.

A questão central, portanto, não é o que a inteligência artificial fará com a educação, mas como especialistas em aprendizagem e mensuração irão utilizá-la para compreender melhor o desenvolvimento humano, o objetivo que sempre esteve no centro da educação.

*MÔNICA PASELLO é CEO da TOEIC Brasil.


Em mais de uma oportunidade prometi aqui neste espaço comentar sobre as questões espirituais envolvidas na onda da covid 19. Sempre fiquei em dúvida, porque o lado espiritual desse fenômeno acaba sendo disruptivo e poderia gerar discussões que não interessam.

Mas o movimento da pandemia foi tão grande e tão abrangente que imaginei que poderia arriscar, sem ser crucificado. Mas, se for, fazer o que?

De tempos em tempos o planeta sofre disrupções e muda. No caso da covid, houve uma diferença. Pegou o mundo inteiro desprevenido. Não poupou países de economia rica e nem os pobres.

No primeiro momento a sequência de sentimentos começou com a surpresa. Depois veio o medo. Depois veio o temor. Depois veio o pânico coletivo. E, por fim, vieram as mortes e a doença ao redor de cada um de nós no Brasil e no mundo. E o medo tornou-se um sentimento coletivo.

Os governos, a mídia, as ongs tão poderosas com opiniões sobre tudo. A economia. A política. Todos silenciaram. O vírus transformou-se na mais agressiva linguagem mundial. 2020 passou no pânico e em 2021 o vírus veio acalmar a sua fúria a partir de setembro

Porém, ninguém esperava que ao fim da fase aguda da pandemia, a próxima vítima fosse a economia. E ainda não imagina que a próxima vítima dos desdobramentos seja a seja a política. Traduzindo: o planeta corre o risco de ver não ficar pedra sobre pedra da civilização até aqui construída ao longo de milhares de anos. Sei que são afirmações arriscadas e fortes. Mas parece que não haverá caminhos diferentes.

Uma das etapas da pandemia em 2020 foram os lockdowns e o isolamento social no mundo inteiro. Gerou grande confusão na economia pelo descompasso entre a pouca demanda e depois a pouca oferta de produtos quando a demanda recomeçou, agora em 2021. De outro lado o perfil de consumo das pessoas mudou muito.

O que antes não tinha valor passou a ser valorizado. E o que era muito valorizado perdeu a importância. Isso significa completa transformação de quase todos os segmentos de produção e de consumo da economia mundial.

Volto ao início do artigo. Por detrás de tudo isso e de tudo o que aconteceu fica bem claro que houve um certo planejamento fora do controle humano. Era pra transformar o ser humano usando o próprio ser humano. As religiões certamente atribuirão a uma divindade. Os espiritualistas atribuirão a um governo espiritual do mundo.

Quem não se enquadrar, também não poderá negar que transformações desse tamanho e importância não seriam casuais. Faço parte da crença de que existe uma ordem espiritual por detrás de tudo isso que aconteceu. Não sinto a necessidade de dar-lhe um nome. Só a de respeitar essa ordem.

Ao final, o que importa é que o planeta mudou absurdamente e não voltará atrás. As pessoas mudaram e mudarão em progressão absurda. Outra coisa, pra encerrar: não importa se o ser humano acredita ou não em algum valor espiritual.

O que importa, afinal, é que o que tiver de acontecer, está acontecendo e vai acontecer muito mais. O centro dessa nova ordem será o planeta renascido e o ser humano reconstruído. Mas a compreensão será um pouco mais lenta. Pode demorar. Mas não tem volta. Quem planejou, planejou!

Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso.

 

Reprodução: Repórter MT


O lutador olímpico, Igor Queiroz, 19 anos, se tornou bicampeão pan-americano de luta greco-romana, na quinta-feira (10), na cidade de Oaxtepec, no México. O atleta é natural de Cuiabá e morador do bairro Tijucal.

Igor foi introduzido ao mundo das lutas aos 9 anos de idade, por influência do pai Pablo Queiroz, que além de cabeleireiro é lutador de jiu-jítsu. “Eu inseri o Igor de maneira lúdica no mundo das lutas. No entanto, dentre várias modalidades que ele treinou, acabou se identificando com a luta greco-romana”.

Há mais de 5 anos o cuiabano integra a equipe de lutadores olímpicos da Seleção Brasileira e atualmente é titular absoluto no time da luta greco-romana.

O atleta já foi campeão brasileiro, sulamericano e já ficou em terceiro lugar no campeonato mundial escolar, entre outras participações e premiações que recebeu ao longo dos mais de 20 países que já visitou por meio das competições.

O lutador, que usa o bordão “do Tijucal para o mundo”, ainda continua na tentativa de arrumar um patrocínio. Segundo o pai de Igor, o único apoio financeiro que o atleta recebe é dos próprios familiares.

Igor retorna a Cuiabá neste sábado, onde seguirá os treinos para as futuras competições.

 

Reprodução: Hiper Notícias 


2+0+2+3 = 7

Esse ano é regido pelo número 7 que é o número de energia da espiritualidade.

O 7 é o número que representa a perfeição. A integração entre os mundos físicos e espiritual, sendo, portanto, o símbolo do Universo em transformação.

Mas, suas interpretações vão muito além.

Ele representa o lado místico e oculto de TUDO.

Que a nossa história em 2023 seja de muita conexão com Algo Maior, a Fonte, Deus para que possamos estar em ressonância com as Forças do Amor:

1) O SIM, esta significativa força do SIM à realidade como ela é, permeia todas as outras.

2) O PERTENCIMENTO: Todos têm o mesmo direito de pertencer.

3) A HIERARQUIA, a ordem, o respeito a quem vem antes.

4) E o DAR e RECEBER são a mesma coisa.

A LUZ É PAZ e BEM.

Bora para a Vida!

Eluise Dorileo é psicóloga, terapeuta familiar e maestria nas novas constelações quânticas.

Email eluisedorileo@hotmail.com


Reprodução

A Mattel, maior fabricante de brinquedos do mundo, lançou nesta semana a primeira linha de bonecas Barbie produzidas com 90% de plástico reciclado dos oceanos.

A coleção foi batizada de ‘Barbie Loves the Ocean’ (Barbie Ama os Oceanos, em tradução livre) e conta com uma arte promocional bem legal que faz referência à recente pegada mais sustentável da Mattel: “O futuro do rosa é o verde“.

A fabricante de brinquedos se comprometeu a produzir seus produtos com 100% de material reciclado até 2030.

“Este lançamento da Barbie é mais um acréscimo ao portfólio crescente da Mattel de marcas voltadas para um propósito que inspiram a consciência ambiental com o nosso consumidor como foco principal”, disse o presidente e diretor de operações da Mattel, Richard Dickson, em um anúncio feito à imprensa.

Richard também enfatizou a importância de se pensar em políticas ambientais de longo prazo, de olho no futuro da próxima geração.

“Na Mattel, capacitamos a próxima geração a explorar as maravilhas da infância e atingir seu potencial máximo. Fazemos nossa parte para garantir que as crianças também herdem um mundo cheio de potencial“.

FONTE: Razões para Acreditar


Por Valeriano Martins

No decorrer da minha vida profissional me deparei e ainda me deparo com vários mitos em relação ao intercâmbio. Por isso vou falar aqui sobre os cinco que escuto com frequência. O mais forte deles é imaginar que se trata de uma experiência apenas para pessoas jovens e adolescentes. Isso é um engano que impede muitos de realizarem seus sonhos, pois intercâmbio não tem idade!

A viagem internacional com o propósito de estudo e até mesmo trabalho, no caso dos adultos, pode ser realizada em qualquer fase da vida. É com muito orgulho que posso contar que no portfólio da Best Intercâmbio por exemplo, temos estudantes com mais de 70 anos e cada vez mais esse público está aumentando. Isso é incrível, pois incentiva outras pessoas dessa faixa etária a perceberem que a vida deve ser vivida da melhor maneira possível. Viajar, estudar e ver coisas novas com certeza é uma das opções que devem estar no topo da nossa lista.

Outro mito comum é sobre a língua inglesa. Acredito que por ser um dos idiomas considerados como universais e por estar fortemente presente no nosso dia a dia, como em filmes, músicas e cinema, várias pessoas chegam até nós imaginando que os países onde o inglês é falado são os únicos para os quais se pode viajar como intercambista. Então vamos desmitificar esta ideia também. Você pode viajar para estudar francês, italiano, espanhol, japonês, alemão! Enfim, a língua que quiser. Não existe fronteira. Basta procurar uma empresa de confiança e competente. A liberdade para viajar ao local que deseja estará garantida.

Estudar até ser fluente para só então fazer o intercâmbio: esse é o nosso terceiro mito. Aprender um novo idioma no país em que ele é nativo faz com que o aprendizado seja ainda mais rápido. Por isso, não é preciso ser craque em determinada língua para ser intercambista. Você vai aprender tudo durante a viagem.

O quarto mito: “vou economizar bastante, aí sim posso fazer meu intercâmbio”. Esse tipo de pensamento é bem comum. Realmente, não posso negar que se trata de um investimento, mas isso não significa que você precise desembolsar um alto valor. Existem diversas maneiras de baratear a viagem, como escolher bem o destino e o tempo de duração.

E para finalizar, vamos falar sobre intercâmbio e férias. Aqui é importante lembrar que esse tipo de experiência é um investimento pessoal em conhecimento e aprendizado. Por isso, precisa valer a pena. Isso não significa que você não vai poder visitar os pontos turísticos da cidade onde está ou sair para se divertir. O que não pode acontecer é esquecer de estudar. Afinal, você pagará por um curso, passagens e acomodação. O ideal é equilibrar os estudos com o lazer e aí com certeza seus resultados serão excelentes.

Anualmente realizamos a Feira de Educação Internacional com o objetivo de aproximar as instituições internacionais com o público interessado em fazer intercâmbios, oferecendo às pessoas a oportunidade de conversar e tirar suas dúvidas. Este ano, a feira acontece no próximo dia 22 de outubro, no Goiabeiras Shopping. O evento é aberto e totalmente gratuito.

Valeriano Martins é CEO da Best Intercâmbio


A novidade traz oito brinquedos inéditos para comemorar o lançamento do filme ambientado em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana

O McLanche Feliz proporciona entretenimento e diversão para os momentos em família há mais de 40 anos. E agora, a plataforma apresenta itens inéditos inspirados no novo filme da Disney e Pixar “Luca”.

A história é ambientada em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana e narra a jornada de amadurecimento de Luca junto de seu novo melhor amigo Alberto. Os meninos vivem um verão inesquecível repleto de gelatos, massas e intermináveis passeios de scooter. Mas toda a diversão é ameaçada por um segredo muito bem escondido: os dois são monstros marinhos de um mundo logo abaixo da superfície da água.

A novidade chega incrementando a parceria entre The Walt Disney Company Latin America e McLanche Feliz e reforça a aposta da rede em novas experiências que estimulam as atividades criativas e com muita diversão.

Para a família toda entrar no clima dessa empolgante estreia, o McLanche Feliz traz oito brinquedos inspirados nos personagens principais do filme:

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Muda de cor): submerja Luca e Alberto em água fria para revelar o tom de pele verde dos monstros marinhos. Coloque a peça da cauda à cabeça para completar a transformação;

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Nadando): gire a cauda do Luca e solte-a quando submergir o brinquedo na água, para fazê-lo nadar;

Giulia Marcovaldo: gire os braços de Giulia para trás e solte-os quando a submergir na água, para ver como nada;

Massimo Marcovaldo: dê corda ao Massimo e submerja-o na água, para ver como o Massimo move seus pés,enquanto nada e solta água pela boca.;

Machiavelli: aperte o botão embaixo de Machiavelli e submerja-o na água. Depois, solte o botão para enchê-lo. Tire-o da água e aperte o botão de novo, para que ele dispare água pela boca.

Monalisa: é uma pistola de água. Submerja a Monalisa em água fria e puxe sua cauda para enchê-la de água. Quando retirar da água, empurre a cauda novamente para a frente, para que a água saia pela boca.

Da esquerda para a direita: Luca Paguro (muda de cor), Alberto Scorfano (muda de cor), Luca Paguro (nadando), Alberto Scorfano (nadando), Giulia, Massimo, Machiavelli e Monalisa.

Os brinquedos já podem ser encontrados nos restaurantes da rede, que seguem operando pelo McDelivery e Drive-Thru em todo o país.

McLanche Feliz: ingredientes de qualidade e refeições equilibradas

Junto com seu compromisso em garantir momentos de diversão e aprendizagem, a companhia também mantém o compromisso de oferecer produtos de alta qualidade e os melhores ingredientes. Ao longo da última década a marca apresentou uma série de mudanças e evoluções em seu cardápio. Em 2019, o McDonald’s renovou sua proposta de menu infantil para oferecer uma opção ainda mais equilibrada, diminuindo as quantidades de sódio, gorduras, açúcares adicionados e incorporando mais frutas e vegetais.

Para ficar sempre por dentro das novidades e campanhas, acesse: https://www.mcdonalds.com.br.

 Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui mais de 2.200 restaurantes, entre unidades próprias e de seus subfranqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 31/03/2021). A empresa também mantém um sólido compromisso com o desenvolvimento das comunidades nas quais está presente e com a geração de primeiro emprego formal para jovens, além de utilizar sua escala para impactar de maneira positiva o meio-ambiente. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site: www.arcosdorados.com


O resgate dos animais das ruas e a oportunidade de dar um novo lar aos pets foi o que me motivou a iniciar um projeto em parceria com as Ongs (Organização Não Governamental) de apoio e cuidado ao animal.

O projeto piloto se deu com a disponibilização de 16 gatos, filhotes e adultos, pela Ong “É o Bicho”. Ao chegar na unidade Veterinária, cada animal passa por consulta para avaliação das condições gerais de saúde. E em apenas uma semana desde o início do projeto, 15 dos 16 gatos já tinham ganhado um novo lar.

Minha intenção é ampliar ainda mais a disponibilização de animais para adoção. As Ongs têm um papel importante no cuidado com os animais abandonados. Ainda para este mês, está previsto a disponibilização de cães e gatos para uma adoção responsável.

Qualquer pessoa que tenha interesse em cuidar e zelar de um pet pode fazer a adoção. Mas antes, deve fazer um cadastro e a equipe da Ong fará uma visita para levar as informações quanto as necessidades básicas de cada animal. Nossa campanha, que oportuniza às pessoas fazer uma adoção consciente, tem o apoio do plano de saúde animal referência no país, a Planvet.

Nossa clínica mantém atendimento 24 horas por dia, todos os dias da semana. Estamos também disponíveis para novas parcerias com outras Ongs da causa animal.

Para conhecer os animais disponíveis para adoção ou buscar parceria, basta nos fazer uma visita no endereço – Rua Professor João Félix, Número 396, Bairro Lixeira, em Cuiabá ou acessar nossa página no Instagram (@veterinariamt) ou Facebook (veterinariamatogrosso). Outras informações podem ser obtidas pelo número 65 3046-2850.

Anderson Nogueira é médico veterinário há mais de 15 anos e atende na Clínica Veterinária Mato Grosso.


Relacionamentos saudáveis, fortes e duradouros. Construir tudo isso com excelência não seria possível sem inspiração, coragem e exemplo. E é assim que hoje, em nossos 31 anos de empresa familiar, temos o orgulho de dizer que a força das mulheres se destaca em nosso meio.

Começamos nosso negócio como “Shopping da Construção”. Sempre fomos reconhecidos por termos produtos de acabamento diferenciados e fomos uma das primeiras lojas do segmento a ter autosserviço. Antes, tudo funcionava apenas como modalidade “venda de balcão”. Em 2006, trouxemos o primeiro modelo em formato “boutique”. Ao nos reposicionarmos no mercado com esse formato de loja personalizada, entendemos o quanto isso era importante.

Tudo em nossa empresa foi construído com amor e dedicação. Minha mãe fazia questão que eu e meu irmão sempre estivéssemos inseridos nos negócios da família. E assim estudamos e nos especializamos em diversas áreas para auxiliar e crescer ali dentro. Após a faculdade de arquitetura, fiz cursos de Gestão de Negócios e MBA em Varejo 4.0. Acompanhamos de perto a importância da gestão por sempre termos visto como nossos pais trabalhavam.

Em 2009, meus pais decidiram começar a Profissionalização da Gestão da Empresa, com a ideia de iniciar um processo de sucessão familiar com responsabilidade. Para isso, iniciamos uma longa preparação com um coaching para famílias empresárias em conjunto com várias consultorias nesse sentido.

Identificamos dentro de cada um de nós, o principal perfil para conseguirmos aproveitar ao máximo as características profissionais como indivíduos. Nas consultorias, trabalhamos liderança e governança. Implementamos ainda o programa de qualidade, para estudarmos questões de processos e mapeamento de procedimentos em todas as suas etapas.

Apesar de estarmos aprimorando nossos negócios e preparando tudo para que o processo sucessório dentro da família acontecesse com qualidade, não ficávamos pensando quando essa data realmente chegaria. Mas após a definição de protocolos da Bigolin, minha mãe comunicou que queria se ausentar e passar todos os setores para mim.

Nessa época, houve várias questões em nossas vidas, principalmente a pandemia que estava começando. E mais uma vez, foi um momento em que a experiência dela não poderia ser deixada de lado, nem mesmo para passar seu cargo à frente. Então, a gestão comercial foi passada para mim e os demais setores seguiram com seus gestores, que inclusive na maioria deles são mulheres que lideram. A direção geral e o respaldo final ainda é da nossa matriarca. Tenho muito orgulho da história iniciada por ela, especialmente porque o setor da construção civil é essencialmente masculino.

Trabalhamos muito para chegar até aqui, sempre buscando valorizar a gestão  feminina, enxergando em cada ser humano o potencial empreendedor e a real possibilidade de mudança de vida por meio de suas escolhas. Hoje somos o grupo Trindade Bigolin, trazendo o sobrenome da minha mãe, Lucimar Trindade Bigolin, junto com o do meu pai Olivo Bigolin. Meu irmão, Filipe Bigolin, é engenheiro civil e é ele quem cuida da construtora, a Egide. Prezamos por nossos valores e lideramos pelo exemplo. Temos como missão criar e manter relacionamentos saudáveis com nossos clientes e somos conhecidos pela solidez, pela ética e pela qualidade dos produtos e atendimento prestado.

Ariane Bigolin é arquiteta e sócia do grupo Trindade Bigolin