A vivência do evento esportivo pode transformar-se em uma experiência educativa

A Copa do Mundo transforma a rotina das famílias, mobiliza escolas, enche ruas de bandeiras e cria um clima de entusiasmo coletivo que também envolve as crianças. Embora a competição desperte alegria e senso de pertencimento, também pode ser uma oportunidade para ensinar sobre expectativas, frustrações e amadurecimento emocional.

Segundo o psicólogo e coordenador do curso de Psicologia da Faculdades Pequeno Príncipe – unidade educacional do Complexo Pequeno Príncipe, vinculada a um dos maiores hospitais pediátricos do mundo, Hospital Pequeno Príncipe, e ao Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe –, Bruno Jardini Mäder, as crianças costumam vivenciar a expectativa pela Copa do Mundo de forma diferente dos adultos. Isso acontece porque ainda estão desenvolvendo habilidades cognitivas e emocionais que permitem diferenciar melhor o desejo da realidade.

“A criança tem mais dificuldade para modular suas expectativas. E a sua imaturidade cognitiva dificulta dela conseguir separar um pouco a expectativa da realidade. Ou seja, a expectativa de realização é muito próxima sensorialmente da própria realização”, explica o especialista.

Essa característica faz com que a espera pelo desempenho da seleção seja difícil. Enquanto os adultos compreendem que há várias etapas até uma possível conquista, para muitas crianças a ideia de ser campeã parece algo imediato. Além disso, a ansiedade pelo resultado pode surgir até durante as partidas, quando querem saber rapidamente quem vai vencer.

Por que as crianças criam expectativas na Copa do Mundo?

O psicólogo destaca que as expectativas infantis não surgem por acaso. Elas são construídas dentro de um contexto cultural fortemente marcado pela importância do futebol no Brasil. Durante a Copa do Mundo, adultos comentam os jogos, decoram casas, usam camisetas da seleção, organizam reuniões e acompanham as partidas.

Assim, as crianças observam toda essa movimentação e passam a compartilhar o mesmo entusiasmo. “Elas percebem o valor social e cultural desse momento histórico. Estão imersas nessa cultura e participam dela junto com a família e a sociedade”, realça Mäder. Por isso, é natural que criem expectativas e se envolvam emocionalmente com os resultados.

Como a derrota e a vitória viram aprendizado?

Embora a torcida esteja sempre voltada para a vitória, o especialista afirma que uma eventual derrota pode transformar-se em uma importante experiência educativa. O fracasso de um time permite que pais e cuidadores conversem sobre outras frustrações da vida, como não conseguir a nota desejada ou não participar de determinada atividade.

Nesse sentido, o papel dos adultos é validar os sentimentos da criança diante da decepção. “É importante reconhecer que perder é triste e frustrante. O que não significa permitir comportamentos agressivos ou descontar essa frustração nos outros.” A orientação é acolher a tristeza, conversar sobre o ocorrido e incentivar a resiliência, pois novas oportunidades surgirão no futuro.

Por outro lado, o aprendizado não acontece apenas quando o time perde. As vitórias também oferecem oportunidades valiosas para o desenvolvimento emocional. Segundo Mäder, saber ganhar é tão importante quanto saber perder. Isso significa comemorar sem humilhar adversários ou menosprezar quem torcia para outra seleção.

“O esporte é um espaço privilegiado para aprender a lidar com emoções. Quando a vitória acontece, também é preciso aprender a respeitar os sentimentos dos outros. Existem chances das coisas saírem do jeito que a gente pensou e do jeito que a gente não pensou.”

O papel dos pais e cuidadores

As disputas esportivas são formas de manifestar competitividade e de expressar emoções que, em outros contextos sociais, precisam ser controladas. Sua dimensão civilizatória permite canalizar impulsos agressivos e competitivos de maneira socialmente aceita, contribuindo para o aprendizado do autocontrole.

Além disso, possui uma importante dimensão cultural, especialmente evidenciada pela Copa do Mundo, que promove forte identificação coletiva e sentimento de pertencimento.

Para que a experiência da Copa do Mundo seja positiva, o psicólogo sugere que os pais e cuidadores valorizem aspectos que vão além do resultado dentro de campo. É um momento de ajudar as crianças a vivenciarem a disputa de forma divertida e saudável. Entre as recomendações estão:

  • explicar às crianças o significado da competição;
  • destacar o esforço e a dedicação dos atletas;
  • valorizar o mérito dos adversários;
  • promover momentos de convivência familiar durante os jogos;
  • envolver-se em todos os rituais ligados ao jogo;
  • ensinar respeito às diferenças e às torcidas;
  • aproveitar para apresentar elementos da cultura e da identidade nacional.

Sinais de frustração que merecem atenção

Embora seja normal que crianças fiquem tristes com uma derrota, o psicólogo alerta para comportamentos desadaptativos, ou seja, que atrapalham o desenvolvimento, tanto o social, relacional ou cognitivo, como:

  • recusar-se a ir à escola;
  • tornar-se excessivamente agressivo;
  • apresentar isolamento social;
  • manter reações desproporcionais por longos períodos.

Se esses sinais também aparecem em outras situações do cotidiano, e não apenas nas relacionadas ao futebol, os pais devem considerar buscar apoio profissional.

Sobre o Pequeno Príncipe

Com sede em Curitiba (PR), o Complexo Pequeno Príncipe reúne três unidades – Hospital Pequeno Príncipe, a Faculdades Pequeno Príncipe e o Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe – que trabalham de forma integrada para promover saúde, educação, pesquisa, além de incentivar a arte, a cultura e a mobilização social. Tudo isso atendendo à estratégia de valorização da sustentabilidade ambiental da instituição. Desde 2019, o Pequeno Príncipe é participante do Pacto Global e contribui para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), iniciativa proposta pela Organização das Nações Unidas.

Em 2025, a unidade hospitalar foi listada como um dos 70 melhores hospitais do mundo que atuam com pediatria (ou que atendem crianças) no ranking elaborado pela revista norte-americana Newsweek, o que o colocou, pelo quinto ano consecutivo, como o melhor hospital exclusivamente pediátrico da América Latina. Também este ano, o Pequeno Príncipe foi reconhecido como Hospital de Excelência pelo Ministério da Saúde que concede a certificação a instituições que cumprem critérios técnicos rigorosos de assistência.

Fundada em 2003, a Faculdades Pequeno Príncipe tornou-se uma das mais importantes instituições dedicadas ao ensino de saúde no Brasil. O Instituto, inaugurado em 2006, teve Edson Arantes do Nascimento – o Pelé – como padrinho, que empresta o nome e prestígio à instituição. A unidade desenvolve pesquisas para descobrir métodos de diagnóstico e cura para doenças complexas.

Crédito: Wynitow Butenas/Hospital Pequeno Príncipe


As doenças alérgicas atingem entre 30% e 40% da população mundial e já são consideradas um desafio crescente de saúde pública, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, estima-se que cerca de 30% da população tenha rinite alérgica e 10%, asma — quadros que tendem a se agravar nos centros urbanos, impulsionados pela poluição e pelo estilo de vida. Nesse sentido, o Dia Mundial da Alergia (8/7) alerta para a importância de um tratamento que investiga os gatilhos e ultrapassa o alívio dos sintomas.

“O subdiagnóstico ainda é um problema importante. Muitos pacientes convivem por anos com sintomas recorrentes, como coceira, tosse, dermatite e desconfortos gastrointestinais, sem chegar à causa real”, afirma Leonardo Abreu, médico de família e comunidade e coordenador técnico da Amparo Saúde, empresa de Atenção Primária à Saúde do Grupo Sabin. Segundo ele, isso leva ao uso frequente de medicações que aliviam momentaneamente os sintomas, mas não resolvem o problema de base.

Avanços diagnósticos

Atualmente, a medicina diagnóstica dispõe de exames de alta precisão para identificar os agentes causadores das alergias. A IgE específica é um teste laboratorial que verifica a presença de anticorpos IgE específicos, como determinadas proteínas, frutas ou grãos, por exemplo. Além disso, os painéis de alérgenos avaliam 112 componentes alergênicos, e o diagnóstico molecular por componentes (CRD) é capaz de identificar qual molécula (proteína) causa a alergia e diferenciar alergias verdadeiras de reações cruzadas.
“Esses exames ajudam a sair do campo da suspeita e trazer mais objetividade para o diagnóstico”, explica o médico. Feitos a partir de uma coleta de sangue, os testes permitem mapear a quais substâncias o paciente está sensibilizado, como ácaros, pólens, alimentos ou pelos de animais.

Tratamento personalizado

Uma vez identificado com precisão o gatilho das alergias, o médico pode definir a conduta terapêutica mais adequada para cada paciente. Além do controle dos sintomas, o tratamento passa a incluir medidas de prevenção direcionadas, como ajustes ambientais, orientação alimentar e, em alguns casos, imunoterapia. “Com o diagnóstico preciso, conseguimos individualizar a conduta, atuando não apenas no alívio dos sintomas, mas também na prevenção de novas crises”, destaca Abreu.

Com isso, é possível reduzir crises, evitar uso contínuo de medicamentos e melhorar a qualidade de vida, especialmente nos casos crônicos. “A pessoa passa a entender melhor o próprio quadro e ganha mais previsibilidade no dia a dia, o que faz bastante diferença, principalmente nos casos crônicos”, complementa o médico.

Banda se apresenta no dia 14 de novembro, na Musiva, com show que reúne os maiores sucessos da carreira; ingressos custam a partir de R$ 50.

Os fãs de rock já têm um encontro marcado em Cuiabá. A banda CPM 22 se apresenta no dia 14 de novembro, na Musiva, com a turnê especial que celebra os 30 anos de carreira do grupo. Os ingressos já estão à venda.

Reconhecido como um dos principais nomes do hardcore melódico e do rock nacional, o CPM 22 promete um show repleto de sucessos que marcaram gerações, como “Um Minuto para o Fim do Mundo”, “Dias Atrás”, “Regina Let’s Go”, “Não Sei Viver Sem Ter Você” e “Inevitável”.

A turnê revisita diferentes fases da trajetória da banda e reúne músicas que ajudaram a consolidar o grupo como uma das maiores referências do gênero no Brasil. Além de celebrar as três décadas de carreira, o espetáculo destaca a influência do CPM 22 na história do rock nacional.

Os ingressos já estão disponíveis em diferentes setores. A Pista Premium, localizada em frente ao palco, tem valores a partir de R$ 70, enquanto a Pista custa a partir de R$ 50, ambos no lote promocional e sem incluir a taxa de serviço.

Também há a opção de Camarote Avulso, com acesso à Pista Premium, a partir de R$ 125, além da taxa. Quem preferir uma experiência exclusiva pode reservar um camarote para até 10 pessoas, com espaço reservado, bistrô e atendimento de bar.


João Guilherme Sabino Ometto*

Na maior Copa do Mundo de todos os tempos a que estamos assistindo, os gramados, organismos tão vivos quanto os atletas, também são protagonistas, pois têm impacto direto no desempenho dos times, na velocidade do jogo, na rolagem da bola e na redução do risco de lesões. O que pouca gente lembra é que, para isso, há um trabalho técnico sofisticado, conduzido por engenheiros agrônomos especializados em manejo agrícola, fertilização e nutrição vegetal. As mesmas tecnologias utilizadas em sistemas agrícolas de alta produtividade hoje também são aplicadas na preparação dos melhores campos de futebol.

A evolução dos gramados nas últimas décadas ajuda a explicar parte da evolução tática do esporte e da performance das equipes. A fertilização deixou de ser uma atividade secundária e passou a ocupar papel estratégico na sua preparação. O manejo deve ser contínuo e envolver a combinação de adubos granulados e líquidos, além do equilíbrio rigoroso entre nitrogênio, fósforo e potássio (NPK), para fortalecer a grama, estimular o crescimento uniforme e manter o padrão visual exigido pelas competições internacionais.

Outro aspecto que vem ganhando espaço é o uso de compostos orgânicos, bioestimulantes, aminoácidos, extratos de algas e condicionadores de solo. Esses insumos ajudam os gramados a suportarem calor excessivo, uso intenso, deficiência hídrica e o desgaste provocado por partidas sucessivas. Também contribuem para melhorar as condições físicas, químicas e biológicas do solo.

A própria construção dos campos segue critérios rigorosos da engenharia agronômica. Nos grandes estádios, é comum a utilização do chamado topsoil, uma composição de areia e matéria orgânica desenvolvida para garantir drenagem eficiente, infiltração adequada da água e desenvolvimento saudável das raízes. O equilíbrio entre retenção de nutrientes e escoamento da água é decisivo para manter a estabilidade do piso. Também é relevante o aspecto ambiental presente na gestão dos campos, com o uso de bioinsumos e adubos provenientes da compostagem de materiais orgânicos.

O exemplo dos gramados da Copa do Mundo nos remete a um fator impactante para o agro brasileiro, que, assim como as derrotas de um time, tem causado fortes “emoções” aos produtores: a importação de 85% do total consumido de fertilizantes minerais. Tamanha dependência aflige ainda mais os campos rurais, como um pênalti contra nossa seleção, no presente cenário de guerras envolvendo nações produtoras, dificuldades logísticas e atitudes como a da China, de restringir suas exportações de adubos, e da Rússia, de proibir o transporte do insumo “enxofre” para o Cazaquistão fabricar o MAP (Fosfato Monoamônico), rico em nitrogênio e fósforo.

Por isso, esperamos que a Lei 699/2023, que institui o Profert (Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes), aprovada pela Câmara dos Deputados em maio último, seja rapidamente votada no Senado e receba sanção presidencial. É um avanço, pois, dentre outras medidas, cria um fundo de apoio à produção nacional, institui mistura percentual obrigatória de insumos brasileiros nos compostos comercializados em nosso território e estimula a produção no País dos adubos minerais. Também é muito significativo o fato de que preveja o fomento e ampliação do uso de bioinsumos, biofertilizantes e mineralizadores, cuja eficácia pode ser comprovada na qualidade dos melhores gramados do futebol mundial.

Dentre as tecnologias de bioinsumos, destacam-se: bactérias fixadoras de nitrogênio, que reduzem sua aplicação de 80 quilos por hectare para apenas 20 no plantio da soja; digestato, produzido a partir da digestão anaeróbica da matéria orgânica, que tem alto teor de NPK; e mineralizadores, também conhecidos como pó de rocha ou rocha moída, utilizados na revitalização do solo.

Há, também, o micro-organismo rizóbio, a bactéria do bem, muito eficiente na cultura da soja para a fixação biológica de nitrogênio, que permite substituir totalmente a adubação nitrogenada química. Nas lavouras da cana-de-açúcar, usamos a torta de filtro, rica em fósforo, potássio e nitrogênio, e a vinhaça, abundante em potássio. Há, ainda, a cama de frango, adubo orgânico de alto valor, composto pelos dejetos das aves.

Tudo isso evidencia como a agronomia extrapola os limites do setor rural. Ademais, do mesmo modo que na Fórmula 1 a tecnologia testada nas pistas é depois aplicada na indústria automotiva, também podemos aproveitar o aprendizado referente aos gramados para turbinar a adubação e reduzir a dependência de fertilizantes importados.
Afinal, quando um passe sai perfeito e a bola desliza livre, leve e solta pelo gramado, existe ali algo além das jogadas de efeito, dos passes de três dedos, dos dribles desconcertantes e do talento esportivo. Há uma competente atividade profissional, ciência, tecnologia, nutrição do solo e bioinsumos que ajudam a consolidar o futebol como esporte mais amado do planeta e a colocar o agronegócio brasileiro no pódio global da segurança alimentar e das commodities agrícolas.

*João Guilherme Sabino Ometto é engenheiro (Escola de Engenharia de São Carlos – EESC/USP), empresário e membro da Academia Nacional de Agricultura (ANA).


Embora os efeitos do período variem conforme o perfil de cada região, a maior parte dos empresários espera ampliar as vendas durante o mês

Mais da metade dos bares e restaurantes brasileiros espera aumentar o faturamento durante as férias escolares de julho. Segundo pesquisa da Abrasel, 54% dos empresários projetam crescimento nas vendas em relação a um mês comum, sem datas comemorativas ou grandes eventos. Desse total, 44% estimam alta de até 20%, enquanto 10% acreditam em expansão superior a esse percentual.

Na comparação com as férias de julho do ano passado, o cenário também é positivo. Para 58% dos entrevistados, o faturamento será maior neste ano. Outros 22% acreditam que o desempenho permanecerá estável, enquanto apenas 10% esperam retração.

O otimismo está relacionado ao impacto que o período costuma ter sobre o fluxo de consumidores. Para 49% dos empresários, as férias de julho são importantes ou muito importantes para o desempenho do negócio. Entre os principais motivos apontados estão o aumento da chegada de turistas e visitantes (49%) e as mudanças na rotina das famílias durante o recesso escolar (43%).

No entanto, o efeito das férias não é uniforme. Em cidades menos turísticas, parte dos bares e restaurantes tende a registrar redução no movimento, o que explica por que 28% dos empresários considera que o período tem pouca ou nenhuma importância para o faturamento.

Para Daniel Teixeira, presidente da Abrasel-MT, os dados mostram que o empresário mato-grossense está otimista para este mês de julho, ainda que nosso estado tenha mais gente saindo do que entrando neste período, o mês das férias escolares tende a ter um aumento no fluxo de consumidores, criando um cenário favorável para bares e restaurantes. “A expectativa é de um movimento mais intenso, especialmente para os estabelecimentos que investirem em experiências e atendimento de qualidade para atrair famílias e grupos de amigos”, destaca ele.

“Julho redistribui o consumo pelo país. Enquanto algumas cidades sentem a queda no movimento porque parte da população viaja, destinos turísticos vivem um dos períodos mais intensos do ano. Cidades associadas ao inverno, como Gramado, Campos do Jordão e Monte Verde, recebem mais visitantes e transformam essa sazonalidade em uma oportunidade para reforçar o caixa e compensar os meses de menor movimento”, afirma Paulo Solmucci, presidente-executivo da Abrasel.

Copa do Mundo e turismo reforçam cenário favorável

Além das férias escolares, o setor também tem sido beneficiado pela Copa do Mundo, que vem movimentando especialmente os bares nos dias de jogo. Os bons resultados da seleção brasileira aumentam a expectativa do público e devem ajudar a manter os estabelecimentos mais cheios em julho.

Outro fator positivo é o bom momento do turismo internacional. Entre janeiro e maio, os turistas estrangeiros gastaram R$ 25 bilhões no Brasil, valor recorde para o período e 11% superior ao registrado nos cinco primeiros meses de 2025, segundo dados do Ministério do Turismo.

“A Copa sempre muda o clima do país, e a expectativa é de que o Brasil faça uma grande campanha, chegue à final e conquiste o hexa para completar a festa. Somada às férias de julho e ao aumento do fluxo de turistas, a competição deve seguir enchendo as mesas, reunindo as torcidas e impulsionando o movimento nos negócios”, destaca Solmucci.

Maio registra desempenho positivo

A pesquisa da Abrasel mostrou ainda que os empresários encerraram maio com indicadores favoráveis. O mês terminou com 39% das empresas operando no lucro. Outras 41% registraram equilíbrio financeiro, enquanto 19% tiveram prejuízo. Na comparação com abril, quase metade dos estabelecimentos (47%) informou crescimento no faturamento. Para 27%, a receita permaneceu estável, enquanto 25% registraram queda. 1% das empresas não existiam em maio.

“Maio costuma ser um mês muito importante para bares e restaurantes porque conta com o Dia das Mães, uma das datas mais fortes do calendário do setor. O fato de quase metade das empresas ter conseguido ampliar o faturamento em relação a abril mostra resiliência e capacidade de adaptação em um ambiente ainda marcado por margens apertadas, custos elevados e forte pressão sobre o caixa”, afirma Solmucci.

Os dados do estudo mostram que apenas 8% dos empresários conseguiram reajustar os preços acima da inflação nos últimos 12 meses. Outros 57% reajustaram conforme ou abaixo da inflação, enquanto 35% não conseguiram fazer qualquer reajuste.

A pressão sobre o caixa também aparece na inadimplência. De acordo com o levantamento, 37% dos estabelecimentos possuem algum pagamento em atraso. Entre eles, os principais débitos são impostos federais, mencionados por 75% dos empresários, seguidos pelos tributos estaduais, citados por 44%.


Cade, que tinha apenas 7 anos, relatou memórias ligadas ao atentado das Torres Gêmeas; história foi exibida em documentário e repercute até hoje

A história de Cade, um garoto dos Estados Unidos que, ainda criança, começou a relatar lembranças relacionadas ao atentado de 11 de setembro de 2001, voltou a ganhar destaque nas redes sociais após exibição em um programa de TV norte-americano. No documentário The Ghost Inside My Child, ele contou que teria perdido a vida na queda das Torres Gêmeas, em Nova York.

Garoto americano afirmou ter lembranças de uma vida passada nas Torres Gêmeas durante o 11 de setembro; saiba mais sobre o caso
Foto: Reprodução/YouTube / Bons Fluidos

Segundo a família, sinais diferentes apareceram desde cedo. A avó, Fae, dizia que Cade tinha um comportamento maduro para a idade: “Ele era como um idoso, não era como um bebê”. Já os pais, Molly e Rick, recordam que ele aprendeu a andar, engatinhar e falar antes do esperado.

Pesadelos e memórias precoces
Os relatos começaram quando o menino tinha apenas 3 anos. “Eu poderia estar na cama e ele começava a chorar no meio da noite. Ele acordava gritando sobre trabalhar em um prédio alto, e que podia ver a Estátua da Liberdade de seu escritório”, contou Molly. O garoto também descrevia sonhos nos quais caía de um edifício.

Rick afirma que não havia como o filho ter inventado a história com base em informações externas. “Nós não mostramos nada. Não tem como ele ter sabido, foi antes de entrar na escola. Ninguém da minha família conhece alguém envolvido no World Trade Center e ele nunca foi a Nova York”, destacou.

Inicialmente, Molly acreditava se tratar apenas de imaginação. “Achei que ele tinha uma imaginação vívida”, disse. Mas, com o passar do tempo, Cade começou a falar claramente sobre o que considerava ser uma vida passada. “Ele disse que estava em um prédio que foi atingido e explodiu, e que ele tinha caído. Tudo se conectou: ‘Essa pessoa estava no World Trade Center'”. O próprio Cade chegou a narrar o momento da morte: “Enquanto eu caía, ainda estava vivo. Então todos os destroços me atingiram. Não senti nada, porque morri”.

Fobias e coincidências
Além dos relatos, o menino desenvolveu medo de aviões, evitava prédios altos e demonstrava uma curiosidade incomum por voos. Em certo período, insistiu com os pais que seu nome não era Cade e pediu para ser chamado por outro – identidade que a família prefere não revelar.

A mãe chegou a compartilhar a história em um fórum online e recebeu de volta o link do obituário de uma das vítimas do 11 de setembro. “A vida dele é idêntica ao que Cade descreve como sua vida e morte”, afirmou Molly. Mesmo assim, ela nunca tentou contato com os parentes do homem. “O que você diria em uma situação dessas?”, questionou.

Do anonimato ao documentário
O episódio foi registrado em 2013 para o documentário The Ghost Inside My Child e está disponível no YouTube há cerca de dois anos. Até hoje, a história de Cade desperta curiosidade, dividindo opiniões entre quem acredita em lembranças de vidas passadas e quem atribui os relatos a coincidências ou à imaginação infantil.

Original aqui: TERRA


Vila Aconchego une moradia mobiliada, assistência em saúde, lazer e dignidade em um projeto pioneiro que transforma o cuidado com a melhor idade.

Existem obras que transformam a paisagem de uma cidade. E existem aquelas que transformam vidas.

Na sexta-feira, 3 de julho, Jaciara escreve um novo capítulo da sua história com a inauguração da Vila Aconchego, o primeiro condomínio público, gratuito e exclusivo para idosos de Mato Grosso. Um projeto inovador que vai muito além da entrega de moradias: representa uma nova forma de cuidar, acolher e valorizar quem dedicou uma vida inteira à construção da sociedade.

Idealizada pela Prefeitura de Jaciara, em parceria com o Governo de Mato Grosso, a Vila Aconchego nasce como referência em política pública voltada à melhor idade. Diferente de outros empreendimentos semelhantes existentes no país, onde os moradores costumam arcar com aluguel social ou taxas de manutenção, em Jaciara os idosos não pagarão absolutamente nada para morar. As casas são totalmente gratuitas, completamente mobiliadas e prontas para receber seus novos moradores.

O residencial foi planejado para proporcionar dignidade, autonomia, segurança e qualidade de vida. Em uma área construída de aproximadamente 3 mil metros quadrados, a Vila Aconchego conta com 54 casas geminadas totalmente adaptadas às necessidades da pessoa idosa, oferecendo conforto, acessibilidade e um ambiente pensado para envelhecer com tranquilidade.

Mas a proposta vai muito além da moradia.

Os moradores terão acesso diário a atendimento em um ambulatório com profissionais da saúde, além de uma estrutura completa voltada ao bem-estar físico, emocional e social. O espaço reúne piscina, academia, salão de festas, churrasqueira, praça interna e uma ampla área para caminhadas, estimulando a convivência, a prática de atividades físicas e a construção de novos vínculos.

A iniciativa foi concebida para combater um dos maiores desafios enfrentados pela população idosa: o isolamento. Ao reunir moradia, lazer, assistência e convivência em um único espaço, a Vila Aconchego cria um ambiente acolhedor, onde os idosos poderão compartilhar experiências, fortalecer amizades e viver uma rotina mais ativa e saudável.

Sonho antigo – Para a prefeita Andréia Wagner, a entrega da Vila Aconchego representa a realização de um sonho que começou ainda quando atuava como primeira-dama e secretária municipal de Assistência Social.

“Sonhamos com um lugar onde nossos idosos fossem tratados com o respeito e dignidade que merecem. Um espaço onde eles não tivessem apenas uma casa, mas um verdadeiro lar, com segurança, assistência, lazer e qualidade de vida. Hoje esse sonho se torna realidade e coloca Jaciara como exemplo para todo Mato Grosso e para o Brasil.”

O projeto ganhou força a partir da parceria com o Governo do Estado, recebendo apoio desde sua concepção. A iniciativa teve origem ainda durante a gestão do então prefeito Max Russi, quando o projeto foi idealizado, mas não pôde ser executado por falta de recursos. Anos depois, já na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi contribuiu para a articulação dos investimentos necessários à sua viabilização. Desde as primeiras apresentações da proposta, o então governador Mauro Mendes e a primeira-dama Virginia Mendes abraçaram a iniciativa, contribuindo para que esse antigo sonho da gestão municipal saísse do papel e se tornasse realidade. Com investimento de aproximadamente R$ 12 milhões, oriundos do Governo do Estado, a Vila Aconchego consolida uma política pública inovadora e posiciona Jaciara entre os municípios brasileiros que se destacam pela criação de residenciais exclusivos para a melhor idade.

Mais do que entregar um conjunto habitacional, Jaciara entrega esperança, acolhimento e a certeza de que envelhecer pode significar viver com mais conforto, independência e felicidade.

A inauguração da Vila Aconchego simboliza um marco histórico para Jaciara. Um empreendimento pioneiro que reafirma o compromisso da administração municipal em investir em pessoas, fortalecer políticas públicas humanizadas e construir uma cidade onde o cuidado com quem mais precisa deixa de ser discurso para se transformar em realidade.

Dignidade não deve ter custo. E em Jaciara, ela agora também tem endereço.

 


Novo produto estruturado no Balneário Água Doce transforma uma visita à natureza em uma experiência de aprendizado e educação ambiental
 
Conhecer a fauna e a flora do Cerrado, percorrer uma trilha sensorial, aprender sobre biodiversidade com atividades lúdicas e ver de perto animais resgatados. Essa foi a experiência apresentada durante o FamTour promovido pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Mato Grosso (Sebrae/MT) no Balneário Água Doce, em Nobres. A iniciativa aproximou o novo roteiro pedagógico de profissionais da educação e do turismo, potenciais parceiros na comercialização e utilização da experiência.
A ação reuniu oito convidados: seis educadores, entre professores e coordenadores de escolas públicas e privadas, além de dois representantes de agências de viagem. O grupo conheceu de perto a proposta, construída ao longo de três anos de consultorias e planejamento para estruturar esse novo produto turístico voltado à educação ambiental.
A iniciativa reflete o foco do Sebrae/MT em transformar o potencial de Mato Grosso em oportunidades reais para os pequenos negócios. “Nós ajudamos o pequeno empresário do turismo a formatar o produto, colocar dentro das normas de segurança, dar acesso ao mercado e posicionar o roteiro perante o consumidor. No Balneário Água Doce, entendeu-se como uma oportunidade o turismo pedagógico. Em Nobres, só se vivenciava o turismo de aventura e o ecoturismo, e o pedagógico é um mercado a ser desbravado, alinhando com as expectativas escolares para discutir preservação ambiental e sustentabilidade”, destaca o gerente regional Metropolitana do Sebrae/MT, Julio Prior.
O projeto começou a ser desenvolvido quando a instituição percebeu que o Balneário Água Doce reunia características únicas para ir além do turismo rural. O espaço já desenvolvia ações de preservação ambiental, mantinha parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) para acolher animais silvestres e contava com um inventário da fauna e da flora catalogado pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
Paulo Lourenço, gestor regional de Turismo do Sebrae/MT, lembra que a oportunidade surgiu durante os atendimentos. “A proprietária tinha um projeto voltado ao campo e percebemos que havia potencial para o segmento pedagógico, pois o espaço já dialogava com os animais e a educação ambiental.” Para viabilizar a ideia, o Sebrae/MT realizou consultorias em gestão de segurança, capacidade de carga do atrativo e roteirização e o FamTour funcionou como a etapa final de validação desse processo.
Na prática, o passeio é altamente interativo. Os estudantes percorrem uma trilha sensorial, utilizam materiais didáticos exclusivos e conhecem as espécies locais por meio de placas com QR Codes.
Durante o percurso, os alunos observam animais resgatados de incêndios e atropelamentos que, por não terem mais condições de retornar à natureza, recebem cuidados permanentes e acompanhamento especializado no espaço. A experiência inclui ainda um cenário com esculturas em tamanho real que reproduzem os sons característicos das espécies e, ao final, todos recebem um certificado de “Guardião da Natureza”.
Mais do que uma atividade comercial, o roteiro pedagógico viabiliza um propósito maior: o valor dos ingressos ajuda a custear a alimentação e os cuidados diários dos animais acolhidos, cuja manutenção exige alto investimento. Tudo isso representa a evolução de um projeto que nasceu durante a pandemia e mobiliza a proprietária, que encontrou no Sebrae/MT o apoio técnico necessário para transformar seu sonho em realidade e estruturar o negócio com segurança.
“Às vezes o empresário até tem a ideia, mas precisa de orientação para transformar esse projeto em algo estruturado e viável. Esse acompanhamento fez toda a diferença para nós”, afirma a proprietária do balneário, Cilbene Rocha, que conduz o trabalho movida pelo compromisso com a causa ambiental.
A coordenadora dos anos iniciais do Colégio Master Alvorada, Luiza Helena, destacou o potencial pedagógico do espaço para as escolas. “Achei fantástico o lugar, achei lindo. A questão dos animais recolhidos é incrível para mostrar para os alunos, especialmente os de quinto ano, que trabalham com isso em ciências e na questão do meio ambiente. É um espaço bem completo; dá para trabalhar com arte, português, ciências, geografia e até a matemática”, avalia.
Pelo prisma comercial, o proprietário da agência NatureMT, Jonatas Midon, também aprovou o atrativo e entende que o local terá muita visibilidade. “Vai ser fácil vender a proposta que aqui entrega, tanto na parte do turismo pedagógico quanto no familiar e de eventos. Consigo ampliar o horizonte para várias frentes de atuação dentro do espaço. Tem muito potencial e eu fiquei maravilhado com a estrutura que a gente tem aqui próximo da nossa Baixada Cuiabana”, afirma.

Em mais de uma oportunidade prometi aqui neste espaço comentar sobre as questões espirituais envolvidas na onda da covid 19. Sempre fiquei em dúvida, porque o lado espiritual desse fenômeno acaba sendo disruptivo e poderia gerar discussões que não interessam.

Mas o movimento da pandemia foi tão grande e tão abrangente que imaginei que poderia arriscar, sem ser crucificado. Mas, se for, fazer o que?

De tempos em tempos o planeta sofre disrupções e muda. No caso da covid, houve uma diferença. Pegou o mundo inteiro desprevenido. Não poupou países de economia rica e nem os pobres.

No primeiro momento a sequência de sentimentos começou com a surpresa. Depois veio o medo. Depois veio o temor. Depois veio o pânico coletivo. E, por fim, vieram as mortes e a doença ao redor de cada um de nós no Brasil e no mundo. E o medo tornou-se um sentimento coletivo.

Os governos, a mídia, as ongs tão poderosas com opiniões sobre tudo. A economia. A política. Todos silenciaram. O vírus transformou-se na mais agressiva linguagem mundial. 2020 passou no pânico e em 2021 o vírus veio acalmar a sua fúria a partir de setembro

Porém, ninguém esperava que ao fim da fase aguda da pandemia, a próxima vítima fosse a economia. E ainda não imagina que a próxima vítima dos desdobramentos seja a seja a política. Traduzindo: o planeta corre o risco de ver não ficar pedra sobre pedra da civilização até aqui construída ao longo de milhares de anos. Sei que são afirmações arriscadas e fortes. Mas parece que não haverá caminhos diferentes.

Uma das etapas da pandemia em 2020 foram os lockdowns e o isolamento social no mundo inteiro. Gerou grande confusão na economia pelo descompasso entre a pouca demanda e depois a pouca oferta de produtos quando a demanda recomeçou, agora em 2021. De outro lado o perfil de consumo das pessoas mudou muito.

O que antes não tinha valor passou a ser valorizado. E o que era muito valorizado perdeu a importância. Isso significa completa transformação de quase todos os segmentos de produção e de consumo da economia mundial.

Volto ao início do artigo. Por detrás de tudo isso e de tudo o que aconteceu fica bem claro que houve um certo planejamento fora do controle humano. Era pra transformar o ser humano usando o próprio ser humano. As religiões certamente atribuirão a uma divindade. Os espiritualistas atribuirão a um governo espiritual do mundo.

Quem não se enquadrar, também não poderá negar que transformações desse tamanho e importância não seriam casuais. Faço parte da crença de que existe uma ordem espiritual por detrás de tudo isso que aconteceu. Não sinto a necessidade de dar-lhe um nome. Só a de respeitar essa ordem.

Ao final, o que importa é que o planeta mudou absurdamente e não voltará atrás. As pessoas mudaram e mudarão em progressão absurda. Outra coisa, pra encerrar: não importa se o ser humano acredita ou não em algum valor espiritual.

O que importa, afinal, é que o que tiver de acontecer, está acontecendo e vai acontecer muito mais. O centro dessa nova ordem será o planeta renascido e o ser humano reconstruído. Mas a compreensão será um pouco mais lenta. Pode demorar. Mas não tem volta. Quem planejou, planejou!

Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso.

 

Reprodução: Repórter MT


O lutador olímpico, Igor Queiroz, 19 anos, se tornou bicampeão pan-americano de luta greco-romana, na quinta-feira (10), na cidade de Oaxtepec, no México. O atleta é natural de Cuiabá e morador do bairro Tijucal.

Igor foi introduzido ao mundo das lutas aos 9 anos de idade, por influência do pai Pablo Queiroz, que além de cabeleireiro é lutador de jiu-jítsu. “Eu inseri o Igor de maneira lúdica no mundo das lutas. No entanto, dentre várias modalidades que ele treinou, acabou se identificando com a luta greco-romana”.

Há mais de 5 anos o cuiabano integra a equipe de lutadores olímpicos da Seleção Brasileira e atualmente é titular absoluto no time da luta greco-romana.

O atleta já foi campeão brasileiro, sulamericano e já ficou em terceiro lugar no campeonato mundial escolar, entre outras participações e premiações que recebeu ao longo dos mais de 20 países que já visitou por meio das competições.

O lutador, que usa o bordão “do Tijucal para o mundo”, ainda continua na tentativa de arrumar um patrocínio. Segundo o pai de Igor, o único apoio financeiro que o atleta recebe é dos próprios familiares.

Igor retorna a Cuiabá neste sábado, onde seguirá os treinos para as futuras competições.

 

Reprodução: Hiper Notícias 


2+0+2+3 = 7

Esse ano é regido pelo número 7 que é o número de energia da espiritualidade.

O 7 é o número que representa a perfeição. A integração entre os mundos físicos e espiritual, sendo, portanto, o símbolo do Universo em transformação.

Mas, suas interpretações vão muito além.

Ele representa o lado místico e oculto de TUDO.

Que a nossa história em 2023 seja de muita conexão com Algo Maior, a Fonte, Deus para que possamos estar em ressonância com as Forças do Amor:

1) O SIM, esta significativa força do SIM à realidade como ela é, permeia todas as outras.

2) O PERTENCIMENTO: Todos têm o mesmo direito de pertencer.

3) A HIERARQUIA, a ordem, o respeito a quem vem antes.

4) E o DAR e RECEBER são a mesma coisa.

A LUZ É PAZ e BEM.

Bora para a Vida!

Eluise Dorileo é psicóloga, terapeuta familiar e maestria nas novas constelações quânticas.

Email eluisedorileo@hotmail.com


Reprodução

A Mattel, maior fabricante de brinquedos do mundo, lançou nesta semana a primeira linha de bonecas Barbie produzidas com 90% de plástico reciclado dos oceanos.

A coleção foi batizada de ‘Barbie Loves the Ocean’ (Barbie Ama os Oceanos, em tradução livre) e conta com uma arte promocional bem legal que faz referência à recente pegada mais sustentável da Mattel: “O futuro do rosa é o verde“.

A fabricante de brinquedos se comprometeu a produzir seus produtos com 100% de material reciclado até 2030.

“Este lançamento da Barbie é mais um acréscimo ao portfólio crescente da Mattel de marcas voltadas para um propósito que inspiram a consciência ambiental com o nosso consumidor como foco principal”, disse o presidente e diretor de operações da Mattel, Richard Dickson, em um anúncio feito à imprensa.

Richard também enfatizou a importância de se pensar em políticas ambientais de longo prazo, de olho no futuro da próxima geração.

“Na Mattel, capacitamos a próxima geração a explorar as maravilhas da infância e atingir seu potencial máximo. Fazemos nossa parte para garantir que as crianças também herdem um mundo cheio de potencial“.

FONTE: Razões para Acreditar


Por Valeriano Martins

No decorrer da minha vida profissional me deparei e ainda me deparo com vários mitos em relação ao intercâmbio. Por isso vou falar aqui sobre os cinco que escuto com frequência. O mais forte deles é imaginar que se trata de uma experiência apenas para pessoas jovens e adolescentes. Isso é um engano que impede muitos de realizarem seus sonhos, pois intercâmbio não tem idade!

A viagem internacional com o propósito de estudo e até mesmo trabalho, no caso dos adultos, pode ser realizada em qualquer fase da vida. É com muito orgulho que posso contar que no portfólio da Best Intercâmbio por exemplo, temos estudantes com mais de 70 anos e cada vez mais esse público está aumentando. Isso é incrível, pois incentiva outras pessoas dessa faixa etária a perceberem que a vida deve ser vivida da melhor maneira possível. Viajar, estudar e ver coisas novas com certeza é uma das opções que devem estar no topo da nossa lista.

Outro mito comum é sobre a língua inglesa. Acredito que por ser um dos idiomas considerados como universais e por estar fortemente presente no nosso dia a dia, como em filmes, músicas e cinema, várias pessoas chegam até nós imaginando que os países onde o inglês é falado são os únicos para os quais se pode viajar como intercambista. Então vamos desmitificar esta ideia também. Você pode viajar para estudar francês, italiano, espanhol, japonês, alemão! Enfim, a língua que quiser. Não existe fronteira. Basta procurar uma empresa de confiança e competente. A liberdade para viajar ao local que deseja estará garantida.

Estudar até ser fluente para só então fazer o intercâmbio: esse é o nosso terceiro mito. Aprender um novo idioma no país em que ele é nativo faz com que o aprendizado seja ainda mais rápido. Por isso, não é preciso ser craque em determinada língua para ser intercambista. Você vai aprender tudo durante a viagem.

O quarto mito: “vou economizar bastante, aí sim posso fazer meu intercâmbio”. Esse tipo de pensamento é bem comum. Realmente, não posso negar que se trata de um investimento, mas isso não significa que você precise desembolsar um alto valor. Existem diversas maneiras de baratear a viagem, como escolher bem o destino e o tempo de duração.

E para finalizar, vamos falar sobre intercâmbio e férias. Aqui é importante lembrar que esse tipo de experiência é um investimento pessoal em conhecimento e aprendizado. Por isso, precisa valer a pena. Isso não significa que você não vai poder visitar os pontos turísticos da cidade onde está ou sair para se divertir. O que não pode acontecer é esquecer de estudar. Afinal, você pagará por um curso, passagens e acomodação. O ideal é equilibrar os estudos com o lazer e aí com certeza seus resultados serão excelentes.

Anualmente realizamos a Feira de Educação Internacional com o objetivo de aproximar as instituições internacionais com o público interessado em fazer intercâmbios, oferecendo às pessoas a oportunidade de conversar e tirar suas dúvidas. Este ano, a feira acontece no próximo dia 22 de outubro, no Goiabeiras Shopping. O evento é aberto e totalmente gratuito.

Valeriano Martins é CEO da Best Intercâmbio


A novidade traz oito brinquedos inéditos para comemorar o lançamento do filme ambientado em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana

O McLanche Feliz proporciona entretenimento e diversão para os momentos em família há mais de 40 anos. E agora, a plataforma apresenta itens inéditos inspirados no novo filme da Disney e Pixar “Luca”.

A história é ambientada em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana e narra a jornada de amadurecimento de Luca junto de seu novo melhor amigo Alberto. Os meninos vivem um verão inesquecível repleto de gelatos, massas e intermináveis passeios de scooter. Mas toda a diversão é ameaçada por um segredo muito bem escondido: os dois são monstros marinhos de um mundo logo abaixo da superfície da água.

A novidade chega incrementando a parceria entre The Walt Disney Company Latin America e McLanche Feliz e reforça a aposta da rede em novas experiências que estimulam as atividades criativas e com muita diversão.

Para a família toda entrar no clima dessa empolgante estreia, o McLanche Feliz traz oito brinquedos inspirados nos personagens principais do filme:

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Muda de cor): submerja Luca e Alberto em água fria para revelar o tom de pele verde dos monstros marinhos. Coloque a peça da cauda à cabeça para completar a transformação;

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Nadando): gire a cauda do Luca e solte-a quando submergir o brinquedo na água, para fazê-lo nadar;

Giulia Marcovaldo: gire os braços de Giulia para trás e solte-os quando a submergir na água, para ver como nada;

Massimo Marcovaldo: dê corda ao Massimo e submerja-o na água, para ver como o Massimo move seus pés,enquanto nada e solta água pela boca.;

Machiavelli: aperte o botão embaixo de Machiavelli e submerja-o na água. Depois, solte o botão para enchê-lo. Tire-o da água e aperte o botão de novo, para que ele dispare água pela boca.

Monalisa: é uma pistola de água. Submerja a Monalisa em água fria e puxe sua cauda para enchê-la de água. Quando retirar da água, empurre a cauda novamente para a frente, para que a água saia pela boca.

Da esquerda para a direita: Luca Paguro (muda de cor), Alberto Scorfano (muda de cor), Luca Paguro (nadando), Alberto Scorfano (nadando), Giulia, Massimo, Machiavelli e Monalisa.

Os brinquedos já podem ser encontrados nos restaurantes da rede, que seguem operando pelo McDelivery e Drive-Thru em todo o país.

McLanche Feliz: ingredientes de qualidade e refeições equilibradas

Junto com seu compromisso em garantir momentos de diversão e aprendizagem, a companhia também mantém o compromisso de oferecer produtos de alta qualidade e os melhores ingredientes. Ao longo da última década a marca apresentou uma série de mudanças e evoluções em seu cardápio. Em 2019, o McDonald’s renovou sua proposta de menu infantil para oferecer uma opção ainda mais equilibrada, diminuindo as quantidades de sódio, gorduras, açúcares adicionados e incorporando mais frutas e vegetais.

Para ficar sempre por dentro das novidades e campanhas, acesse: https://www.mcdonalds.com.br.

 Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui mais de 2.200 restaurantes, entre unidades próprias e de seus subfranqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 31/03/2021). A empresa também mantém um sólido compromisso com o desenvolvimento das comunidades nas quais está presente e com a geração de primeiro emprego formal para jovens, além de utilizar sua escala para impactar de maneira positiva o meio-ambiente. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site: www.arcosdorados.com


O resgate dos animais das ruas e a oportunidade de dar um novo lar aos pets foi o que me motivou a iniciar um projeto em parceria com as Ongs (Organização Não Governamental) de apoio e cuidado ao animal.

O projeto piloto se deu com a disponibilização de 16 gatos, filhotes e adultos, pela Ong “É o Bicho”. Ao chegar na unidade Veterinária, cada animal passa por consulta para avaliação das condições gerais de saúde. E em apenas uma semana desde o início do projeto, 15 dos 16 gatos já tinham ganhado um novo lar.

Minha intenção é ampliar ainda mais a disponibilização de animais para adoção. As Ongs têm um papel importante no cuidado com os animais abandonados. Ainda para este mês, está previsto a disponibilização de cães e gatos para uma adoção responsável.

Qualquer pessoa que tenha interesse em cuidar e zelar de um pet pode fazer a adoção. Mas antes, deve fazer um cadastro e a equipe da Ong fará uma visita para levar as informações quanto as necessidades básicas de cada animal. Nossa campanha, que oportuniza às pessoas fazer uma adoção consciente, tem o apoio do plano de saúde animal referência no país, a Planvet.

Nossa clínica mantém atendimento 24 horas por dia, todos os dias da semana. Estamos também disponíveis para novas parcerias com outras Ongs da causa animal.

Para conhecer os animais disponíveis para adoção ou buscar parceria, basta nos fazer uma visita no endereço – Rua Professor João Félix, Número 396, Bairro Lixeira, em Cuiabá ou acessar nossa página no Instagram (@veterinariamt) ou Facebook (veterinariamatogrosso). Outras informações podem ser obtidas pelo número 65 3046-2850.

Anderson Nogueira é médico veterinário há mais de 15 anos e atende na Clínica Veterinária Mato Grosso.


Relacionamentos saudáveis, fortes e duradouros. Construir tudo isso com excelência não seria possível sem inspiração, coragem e exemplo. E é assim que hoje, em nossos 31 anos de empresa familiar, temos o orgulho de dizer que a força das mulheres se destaca em nosso meio.

Começamos nosso negócio como “Shopping da Construção”. Sempre fomos reconhecidos por termos produtos de acabamento diferenciados e fomos uma das primeiras lojas do segmento a ter autosserviço. Antes, tudo funcionava apenas como modalidade “venda de balcão”. Em 2006, trouxemos o primeiro modelo em formato “boutique”. Ao nos reposicionarmos no mercado com esse formato de loja personalizada, entendemos o quanto isso era importante.

Tudo em nossa empresa foi construído com amor e dedicação. Minha mãe fazia questão que eu e meu irmão sempre estivéssemos inseridos nos negócios da família. E assim estudamos e nos especializamos em diversas áreas para auxiliar e crescer ali dentro. Após a faculdade de arquitetura, fiz cursos de Gestão de Negócios e MBA em Varejo 4.0. Acompanhamos de perto a importância da gestão por sempre termos visto como nossos pais trabalhavam.

Em 2009, meus pais decidiram começar a Profissionalização da Gestão da Empresa, com a ideia de iniciar um processo de sucessão familiar com responsabilidade. Para isso, iniciamos uma longa preparação com um coaching para famílias empresárias em conjunto com várias consultorias nesse sentido.

Identificamos dentro de cada um de nós, o principal perfil para conseguirmos aproveitar ao máximo as características profissionais como indivíduos. Nas consultorias, trabalhamos liderança e governança. Implementamos ainda o programa de qualidade, para estudarmos questões de processos e mapeamento de procedimentos em todas as suas etapas.

Apesar de estarmos aprimorando nossos negócios e preparando tudo para que o processo sucessório dentro da família acontecesse com qualidade, não ficávamos pensando quando essa data realmente chegaria. Mas após a definição de protocolos da Bigolin, minha mãe comunicou que queria se ausentar e passar todos os setores para mim.

Nessa época, houve várias questões em nossas vidas, principalmente a pandemia que estava começando. E mais uma vez, foi um momento em que a experiência dela não poderia ser deixada de lado, nem mesmo para passar seu cargo à frente. Então, a gestão comercial foi passada para mim e os demais setores seguiram com seus gestores, que inclusive na maioria deles são mulheres que lideram. A direção geral e o respaldo final ainda é da nossa matriarca. Tenho muito orgulho da história iniciada por ela, especialmente porque o setor da construção civil é essencialmente masculino.

Trabalhamos muito para chegar até aqui, sempre buscando valorizar a gestão  feminina, enxergando em cada ser humano o potencial empreendedor e a real possibilidade de mudança de vida por meio de suas escolhas. Hoje somos o grupo Trindade Bigolin, trazendo o sobrenome da minha mãe, Lucimar Trindade Bigolin, junto com o do meu pai Olivo Bigolin. Meu irmão, Filipe Bigolin, é engenheiro civil e é ele quem cuida da construtora, a Egide. Prezamos por nossos valores e lideramos pelo exemplo. Temos como missão criar e manter relacionamentos saudáveis com nossos clientes e somos conhecidos pela solidez, pela ética e pela qualidade dos produtos e atendimento prestado.

Ariane Bigolin é arquiteta e sócia do grupo Trindade Bigolin