Grupo voluntário que atua em Cuiabá convida população a participar da ação no dia 12 de setembro, a partir das 7h30, no MT-Hemocentro

Transformar uma data de celebração em um convite à solidariedade. É com essa proposta que o Girassol da Alegria vai comemorar seus 23 anos de atuação em Cuiabá. No dia 12 de setembro, a partir das 7h30 às 11h30, o grupo realiza uma mobilização para incentivar a doação de sangue e o cadastro de novos doadores voluntários de medula óssea, no MT-Hemocentro, na Capital.

A iniciativa será aberta à população e busca reunir voluntários, amigos do projeto e pessoas que desejam contribuir. Mais do que aumentar o número de doações naquele dia, a proposta é chamar a atenção para a importância de incorporar a doação de sangue à rotina e ampliar o número de pessoas cadastradas como possíveis doadoras de medula óssea.

“São 23 anos levando alegria, carinho e esperança para pessoas que atravessam momentos difíceis. Por isso, não haveria maneira mais significativa de celebrar essa história do que mobilizando ainda mais pessoas para um gesto que pode ajudar a salvar vidas. Queremos que quem já conhece o Girassol esteja conosco, mas também queremos alcançar quem nunca participou de uma ação voluntária e está procurando uma oportunidade para fazer a diferença”, afirma a coordenadora do Girassol da Alegria, Ines Motti.

Criado há mais de duas décadas, o Girassol da Alegria reúne voluntários com o propósito de levar momentos de descontração, acolhimento e esperança a crianças e adultos atendidos por cinco instituições: Associação de Amigos da Criança com Câncer (AACC-MT), Abrigo Bom Jesus, Casa Transitória Irmã Dulce e os Hospitais Universitário Júlio Müller e de Câncer de Mato Grosso.

Divididos em cinco grupos, identificados pelas cores Amarelo, Azul, Verde, Vermelho e Roxo, os voluntários realizam visitas quinzenais às instituições. Brincadeiras, música, arte, jogos e outras atividades recreativas fazem parte das ações desenvolvidas para proporcionar momentos de alegria e amenizar sentimentos como tristeza e apatia provocados, muitas vezes, pelo tratamento e pela distância de familiares e amigos.

Ao longo dessa trajetória, o trabalho também busca estimular a cultura do voluntariado e despertar, especialmente entre os jovens, a sensibilidade e o respeito diante das dificuldades enfrentadas pelo próximo. Na mobilização de aniversário, essa missão ganha uma nova forma: incentivar cada participante a oferecer um pouco de si para alguém que talvez nunca chegue a conhecer.

“Costumamos dizer que o Girassol é uma caixinha cheia de sentimentos: alegria, paz, felicidade, doação, carinho, esperança, amor e partilha. No dia 12, queremos ver tudo isso se transformar em ação. A pessoa pode chegar ao Hemocentro para doar sangue ou se cadastrar como doadora de medula, mas também pode sair de lá entendendo que existem muitas maneiras de contribuir com o próximo. Sozinhos, somos sementes. Juntos, somos Girassol da Alegria”, reforça Ines Motti.

Mobilização

A ação será realizada no dia 12 de setembro, a partir das 7h, no MT-Hemocentro, localizado na Rua 13 de Junho, nº 1.055, Centro Sul, em Cuiabá. E, além do apoio do Hemocentro, conta ainda com a parceria da Maçonaria GOB/MT Grande Oriente do Brasil, GLEMT Grandes Lojas e do Moto Clube Bodes do Asfalto.

Para doar sangue, é necessário apresentar documento oficial com foto, ter entre 16 e 69 anos, pesar 50 kg ou mais, estar em boas condições de saúde e bem alimentado. Já para ingressar no Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME), é necessário ter entre 18 e 34 anos e 11 meses, estar em bom estado geral de saúde e realizar o cadastro e a coleta de uma pequena amostra de sangue.

Dúvidas e orientações específicas sobre os critérios para doação de sangue e cadastro como doador de medula óssea devem ser esclarecidas diretamente com o MT-Hemocentro pelo WhatsApp (65) 98433-0624 ou telefone (65) 3623-0044.

Mais informações sobre o trabalho do Girassol da Alegria podem ser encontradas no Instagram @girassoldaalegriaoficial e no site girassoldaalegria.org.


Mudanças no nível dos rios transformam a paisagem ao longo do ano e permitem diferentes experiências de natureza e cultura

Conhecida pelas praias de areia branca, Alter do Chão, distrito de Santarém (PA), entrega muito mais do que dias de descanso. Localizada na margem direita do Rio Tapajós, a região também é uma porta de entrada para a floresta e para a cultura viva das comunidades ribeirinhas, protagonistas de experiências que aproximam os visitantes dos modos de vida locais. As praias são um dos principais atrativos, mas por lá a paisagem é mutável e muda ao longo do ano de acordo com o regime das águas, que determina diferentes possibilidades de conhecer o território.

Entre agosto e dezembro, durante a temporada seca, o nível dos rios baixa e revela as praias fluviais de areia branca, além de ampliar as possibilidades de trilhas em terra firme e passeios de barco. Já entre janeiro e julho, período de cheia, as águas sobem e encobrem boa parte das praias, enquanto a floresta alagada passa a fazer parte dos roteiros, com navegação por igarapés e outras experiências ligadas ao ciclo das águas.

É a partir da diversidade de roteiros que um mesmo lugar oferece que a experiência sai do convencional e atinge outras camadas. Trilhas pela floresta, encontros com comunidades e atividades conduzidas por moradores locais colocam o viajante em contato com uma Amazônia que se revela por meio de conhecimentos ancestrais, histórias e práticas construídas e mantidas ao longo das gerações.

Floresta e uma cultura viva

Entre as experiências durante os meses de cheia, estão as trilhas, a visita à Samaúma gigante com mais de mil anos, o mergulho e banho em igarapés e a canoagem pelos igapós na Floresta Encantada. Também é possível navegar pelo Canal do Jari e pelo Encontro das Águas, com a possibilidade de avistar botos. A observação da fauna e de aves é mais uma das atividades da região.

Com as diversas possibilidades que Alter do Chão oferece, a interação com o território também aparece por meio da cultura. Oficinas de artesanato, seringa e borracha, ervas medicinais e farinhada apresentam as práticas tradicionais para os viajantes. A farinhada — vivência do processo tradicional de produção de farinha de mandioca — também faz parte das experiências. Há ainda o Pirarimbó, uma vivência de carimbó junto à piracaia, uma forma ancestral de assar peixe na brasa à beira do rio.

Na comunidade de Maguari, uma das responsáveis por transformar conhecimento em experiência para quem visita a região é Dona Nira. Responsável pela alimentação e pelas oficinas de artesanato, ela integra o grupo Natureza Viva de Biojoias e conduz atividades em que apresenta o processo de produção das peças, conta histórias e compartilha a cultura local por meio de um jantar com pratos típicos.

“É muito satisfatório para a gente contar e relatar as histórias lindas da nossa comunidade para os viajantes, eles ficam muito felizes. Sempre tem um momento que eles perguntam sobre as ervas e como eu as conheço e entendo um pouco, eu compartilho meus conhecimentos sobre para o que serve. Eles saem encantados e maravilhados”, conta.

Dona Nira recebe viajantes há anos e, ao longo do tempo, passou a oferecer um jantar para os grupos que visitam a comunidade. “Sempre fica para o último dia na comunidade, para mostrar um pouco do que a gente come e da nossa comida. Eu procuro fazer uns quatro ou cinco pratos diferentes para destacar o nosso tempero e sabor. Eu vejo que o jantar repercute muito bem e os viajantes se sentem maravilhados com os sabores diferenciados e os peixes assados na caldeirada”, afirma.

Experiências construídas pelas comunidades

Para aproximar os viajantes das comunidades e de experiências verdadeiras e marcantes, desde 2018, a Vivalá – Turismo Sustentável no Brasil atua na região em parceria com comunidades como a que Dona Nira reside, Maguari, e em Jamaraquá. A atuação envolve expedições de turismo sustentável, capacitações com os empreendedores locais e iniciativas voltadas ao desenvolvimento de pequenos negócios, sempre colocando os moradores como parte da construção dos roteiros e das experiências.

A participação dos moradores locais contribui com a geração de renda e o giro da economia, já que o trabalho durante os roteiros passa pelo desenvolvimento das próprias atividades turísticas e pela preparação dos espaços para receber os viajantes. Para Daniel Sousa, facilitador que atua com a Vivalá desde 2022, a parceria também contribui para ampliar a profissionalização de quem atua com turismo no local.

“Os locais, como comunidade e como espaço turístico, trabalham em prol de melhorar cada vez mais o desenvolvimento turístico, cada qual em seus ambientes. Desenvolvem atividades e organizam espaços para receber os visitantes que chegam por terra e por água. Transformam seus meios de vida e suas experiências em momentos únicos para aqueles que vêm buscar esse contato, mesmo que seja só para fazer trilha ou tomar banho de rio. Hoje eles estão cada vez mais organizados e buscam melhorar mais a forma de como receber os visitantes”, afirma.

Após anos de capacitação comunitária por meio de uma metodologia própria, batizada de Universidade Vivalá de Negócios, a Vivalá sente hoje os efeitos positivos desse processo de qualificação. “Tivemos uma alta de 50% no número de viajantes em Alter do Chão de 2023 a 2025, sendo este um dos nossos destinos mais buscados e melhor avaliados, com destaque para a profundidade das experiências, que faz com que as pessoas voltem pra casa inspiradas e transformadas”, explica Daniel Cabrera, cofundador e diretor executivo da Vivalá.

Alter do Chão tem maior efeito multiplicador da Vivalá 

A atuação com as comunidades também gera movimentação econômica. Em 2025, foram realizadas 13 operações em Alter do Chão, com 174 viajantes embarcados, que movimentaram mais de R$ 149 mil na economia local, considerando os valores injetados pela Vivalá e apresentando o maior efeito multiplicador entre os destinos operados, com mais de 47% do valor repassado vindo de gastos indiretos dos próprios viajantes. O impacto alcançou diretamente 116 comunitários envolvidos na operação e seus familiares, enquanto a área de atuação diretamente apoiada pelo negócio social na conservação chegou a 19.388,18 hectares. Os dados são do Relatório de Impacto 2025, publicado pela Vivalá em julho deste ano.

Para quem viaja, a experiência de conhecer a região e contribuir para a economia local também pode mudar a percepção sobre o destino. A enfermeira Maria Isabel da Silva esteve no distrito há poucos meses e destaca que, antes da viagem, imaginava um lugar sóbrio e calmo, com muita vegetação e rios. Mas ao chegar, se surpreendeu com a estrutura, segurança e receptividade das pessoas, além da adaptação dos moradores às mudanças no nível dos rios.

“Vivenciar a natureza com a experiência e contato com a população local foi completamente diferente do que ficar em hotel. A experiência que mais me marcou, sem dúvida, foram os dias na comunidade Maguari, pela sua passividade, preocupação em manter tradições e natureza, mas também pelo extremo respeito que possuem pela Vivalá. Percebi um respeito à cultura local e à natureza”, afirma Maria Isabel.

Conheça a região em roteiros de grupos ou privativos

Expedição Amazônia Alter do Chão (PA) tem opções de 4, 5 ou 8 dias e começa em Alter do Chão, com passagem pela Floresta Nacional do Tapajós e pelas comunidades de Maguari e Jamaraquá. Os roteiros incluem hospedagem, refeições previstas em cada opção, vivências culturais e de natureza, transportes fluviais e terrestres a partir do ponto de encontro até o retorno ao aeroporto de Santarém, acompanhamento do time de Facilitação e Condução Vivalá e seguro-aventura. As acomodações são em quartos compartilhados e podem ser individuais, duplos, triplos ou quádruplos, conforme disponibilidade.

Na opção de 4 dias, estão incluídas três noites em pousada de Alter do Chão, além de três cafés da manhã, dois almoços e um jantar. O investimento é a partir de R$ 3.752,50 no PIX ou transferência, com 5% de desconto. Para o roteiro de 5 dias, são duas noites em pousada de Alter do Chão e duas noites na Pousada e Redário Abílio, além de quatro cafés da manhã, três almoços, um café da tarde e dois jantares, a partir de R$ 3.942,50.

Já o roteiro de 8 dias prevê duas noites em pousada de Alter do Chão e cinco noites na Pousada e Redário Abílio, com sete cafés da manhã, seis almoços e cinco jantares, e um investimento a partir de R$ 4.835,50 no PIX ou transferência. Todas as opções de roteiro podem ser parceladas em até oito vezes sem juros ou doze vezes com juros. As inscrições não incluem passagem aérea até Santarém, traslado entre o aeroporto e Alter do Chão, refeições em Santarém no primeiro e último dia, bebidas e compras pessoais. As saídas em grupo estão programadas ao longo de todos os meses até o fim de 2027.

Além das expedições em grupo, a Vivalá oferece roteiros privativos de um dia, em parceria com a Pérola, com experiências que passam pela Floresta Nacional do Tapajós, Canal do Jari, Floresta Encantada, praias do Rio Tapajós, Rio Arapiuns e Comunidade de Coroca. Também estão entre as opções experiências como Pirarimbó, focagem de jacaré, Turismo de Cura e Farinhada. Os roteiros têm valores a partir de R$ 180 por pessoa e chegam a R$ 370, conforme a experiência escolhida. As taxas comunitárias e outros itens não incluídos variam de acordo com o roteiro, e os dias de saída devem ser consultados no momento da reserva.

Para mais informações sobre a Expedição Amazônia Alter do Chão (PA) clique aqui.

Sobre a Vivalá 

A Vivalá é referência em turismo sustentável e programas de impacto socioambiental positivo, atendendo pessoas físicas e algumas das maiores organizações do país, com agendas de inovação, bioeconomia, tecnologia, cultura tradicional e responsabilidade social, promovendo experiências que buscam ressignificar a relação que as pessoas têm com o Brasil. Atualmente, a Vivalá atua em 30 operações nos biomas da Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal, em conjunto com mais de 1.600 famílias envolvidas na operação.

Com 17 prêmios e reconhecimentos nacionais e internacionais da Organização Mundial do Turismo, ONU Meio Ambiente, Braztoa, Embratur, Abeta, Fundação do Grupo Boticário, Yunus & Youth, entre tantos outros. A Vivalá tem uma operação 100% carbono neutro e é uma empresa B certificada, tendo a maior nota do setor no Brasil e a 7ª maior no mundo. Até junho de 2026, a Vivalá já contava com mais de 6 mil clientes, além de ter injetado mais de R$ 9 milhões em economias locais por meio da compra de serviços de base comunitária. Para mais informações, acesse: https://www.vivala.com.br/


Evento já tem data e tema para o próximo ano: de 17 a 19 de agosto de 2027 – Ecossistemas do Espaço Interior

Com o tema “Interiores Regenerativos: do Habitar ao Pertencer”, a 4ª edição do Salão Rio de Interiores chegou ao fim ampliando um debate que começou no indivíduo, passou pela cidade e chegou na escala do planeta. As grandes transformações ambientais, climáticas e tecnológicas exigem uma nova forma de pensar a arquitetura, mas como os interiores se conectam aos desafios globais do nosso tempo? Inovação, inteligência artificial, diversidade, sustentabilidade e pesquisa convergem para demonstrar que cada decisão projetual – da escolha dos materiais ao desenho dos espaços – pode contribuir para regenerar ecossistemas, fortalecer comunidades e construir futuros mais resilientes. 

Mediada por Marcela Abla Michelle Beatrice (Mika), o primeiro painel do dia, “Tecnologias para Arquitetura”, reuniu 2 grandes especialistas para discutir como a IA e outras tecnologias podem contribuir para uma arquitetura mais eficiente, inovadora e regenerativa, sem perder de vista o papel insubstituível da sensibilidade humana no processo de projeto. Em sua apresentação, a arquiteta e urbanista Mariana Moro, que também é professora, deu literalmente uma aula de como a tecnologia pode potencializar o processo criativo. Chamado por ela de “criatividade híbrida”, Mariana passou por todas as etapas necessárias para implementar e utilizar as ferramentas disponíveis no segmento de interiores, e finaliza reforçando que apesar das possibilidades que a tecnologia oferece “o mais crucial de todo o processo é entender repertório, pois é ele que sairá do perfil genérico da IA para o seu projeto”. De forma bastante complementar, o também arquiteto e urbanista Dudu Ribeiro, ganha o palco para contextualizar como a Inteligência Artificial está impactando o mercado de arquitetura e o perfil do profissional de interiores. Ele pontua a quão democrática é a IA, “que está na palma da nossa mão, e de graça”, e o quanto está crescendo a demanda de mercado para quem sabe utilizá-la. Partindo da teoria para a prática de como utilizá-la, Dudu chega ao final de sua apresentação trazendo um dado muito relevante: 86,7% dos atrasos e sobrecustos vêm de dentro de casa e não da falta de ferramenta. E pontua: “a pergunta certa não é se o arquiteto será substituído pela IA, mas quem vai governar essa transição primeiro”.

O segundo painel, “Eventos Que Transformam”, abordou como feiras, mostras, festivais, semanas criativas e bienais se tornaram plataformas de formação de repertório, valorização da cultura e transformação social. Ao aproximar arquitetura, design, arte e comunidade, esses eventos ampliam o acesso ao conhecimento, fortalecem identidades locais e estimulam novas formas de pensar e habitar o mundo. Com mediação da jornalista Joana Dale, a mesa reuniu três importantes protagonistas dessa transformação para discutir como experiências culturais podem contribuir para uma sociedade mais consciente, criativa e regenerativa. A arquiteta, urbanista e pesquisadora Gabriela de Matos começou contando um pouco de como foi assinar, ao lado de Paulo Tavares, o Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza e como está sendo a vivência de curadoria da próxima Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, dessa vez ao lado de Pedro Rossi. Ela destaca que a arquitetura não pode se dissociar como parte de uma cultura, e reforça que é um “erro de reduzir a produção a uma linguagem única, o mais interessante que nós brasileiros temos é falar da nossa diversidade”. Na sequência, Patrícia Quentel, idealizadora e diretora da CASACOR Rio de Janeiro, resgatou a história da mostra – que completa 40 anos de Brasil e 35 de Rio de Janeiro -, que surgiu para enaltecer a profissão do arquiteto de interiores. Contextualizando com os tempos atuais, ela traz uma provocação no que se refere à contradição que os grandes eventos vivem hoje entre o papel do negócio de gerar consumo e a preocupação com a sustentabilidade, mas explica que é possível encontrar um equilíbrio e que “busca um consumo consciente, por meio de processos sustentáveis na realização do evento e no apoio a ações sociais e entidades beneficentes”. Já Lauro Andrade, jornalista, empreendedor e fundador da DW! Semana de Design de São Paulo, trouxe uma visão voltada para a estratégia de negócios, recordando sua entrada no universo da arquitetura num projeto para posicionar a Expo Revestir entre as feiras do setor. Ele conta que se encantou com o formato festival visto na Semana de Milão e entendeu o potencial do Brasil por ter 3 importantes elementos: a potência criativa, a veia empreendedora e a biodiversidade com recursos naturais. E ressalta que “nenhuma semana de design do mundo tem a quantidade de novos designers como temos aqui no Brasil”. E retornando ao tema do Salão, Lauro reafirma que “falar em regenerar e pertencer está totalmente dentro dos eventos que nós executamos, pois evento bom é aquele que deixa algum aprendizado para quem fez parte dele”.

Encerrando o 4º Salão Rio de Interiores, o arquiteto, engenheiro e professor do Massachusetts Institute of Technology (MIT) Carlo Ratti lotou o auditório para o painel “Como a Arquitetura Pode Regenerar o Planeta”, em uma apresentação que sintetizou e ampliou as discussões que atravessaram os três dias do evento. Depois de partir da escala do indivíduo, refletindo sobre os espaços que habitamos e as novas formas de viver e se relacionar, passando pela cidade, seus fluxos, conexões e transformações, o Salão chegou ao planeta como território maior e urgente de reflexão. Coube a Ratti fazer essa conexão final, mostrando que pensar o futuro da arquitetura significa compreender a relação indissociável entre pessoas, cidades, tecnologia e natureza. Com mediação de Evelise Grunow, Ratti abriu sua apresentação enfatizando que é preciso transformar conhecimento em design. Como ponto de partida, prestou uma homenagem ao urbanista, sociólogo, jornalista e analista de organizações norte-americano William H. Whyte, que, utilizando uma câmera Super 8, filmou diversas praças urbanas de Nova York na década de 1970 e identificou elementos capazes de criar espaços públicos vibrantes e estimular a convivência. Utilizando da tecnologia, Ratti estabeleceu um paralelo daquela época com os dias atuais, revelando mudanças significativas no comportamento humano e na maneira como ocupamos os espaços urbanos. Hoje, por exemplo, andamos 15% mais rápido e olhando para os celulares, enquanto o índice de pessoas que caminham sozinhas chega a 68% e vem caindo a frequência de encontros em espaços públicos. Os dados revelam uma transformação que ultrapassa a arquitetura: falam sobre como estamos vivendo, nos relacionando e construindo nossas cidades.

É justamente nessa passagem do indivíduo para o coletivo que a palestra de Ratti se conecta à narrativa construída pelo Salão Rio de Interiores ao longo de sua programação. Se o ponto de partida é a experiência humana nos espaços, a cidade aparece como extensão dessa experiência – e o planeta, como o sistema maior do qual todos fazemos parte. Ao integrar arquitetura, ciência, tecnologia e inteligência coletiva, Ratti apresentou projetos desenvolvidos ao redor do mundo para mostrar que regenerar o planeta exige uma nova maneira de pensar e projetar as cidades: não como estruturas isoladas, mas como sistemas vivos, conectados entre si e ao meio ambiente. A reflexão reforçou ainda o papel do arquiteto diante dos desafios contemporâneos. Mais do que criar espaços, projetar passa a significar compreender comportamentos, estimular conexões e estabelecer novas relações entre tecnologia, sociedade e ecossitema. “O que nós podemos fazer como arquitetos é facilitar essas conexões. A tecnologia está afastando as pessoas, mas a arquitetura é capaz de voltar a fazer as pessoas a se reunirem. Lembrando ainda que, para isso, é fundamental a arquitetura trabalhar junto com a natureza”, finaliza Ratti.

Fotos do terceiro dia no link para download: https://photos.app.goo.gl/1L1Ee8ZWtThd81pw7

(crédito: Miguel de Sá)

4ª edição do Salão Rio de Interiores

O evento de 2026, que aconteceu de 25 a 27 de agosto, reuniu marcas parceiras, instituições setoriais e profissionais do segmento de arquitetura e design de interiores para troca de experiências e debates. Com curadoria de Gisele Taranto e Marcela Abla, o público no auditório e área de exposição foi superior a 2 mil pessoas nos 3 dias de programação, mostrando a força do Salão, que se consolida no calendário anual do setor.

“Só temos a agradecer a todos que acreditaram e construíram este projeto conosco. Mais do que movimentar o mercado, o Salão quer ampliar o olhar sobre a arquitetura de interiores e seu papel na sociedade, na cultura, na tecnologia, na cidade e no planeta. Essa construção só é possível graças à união entre as entidades IAB-RJ e AsBEA/RJ, com apoio do CAU/RJ”, comemora Gisele Taranto.

A organização aproveitou a presença dos participantes para anunciar a data do 5º Salão Rio de Interiores, de 17 a 19 de agosto de 2027, e o tema, Ecossistemas do Espaço Interior.

“Acreditamos que a concentração de profissionais de alto nível em um ambiente provocador, característico desse formato pocket, potencializa as possibilidades de conexões qualificadas e favorece uma troca de experiências práticas, ricas em reflexões e criatividade”, comemora Marcela Abla.

O Salão Rio de Interiores é realizado pela Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura do Rio de Janeiro (AsBEA/RJ) e pelo Departamento do Rio de Janeiro do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RJ), com patrocínio do CAU/RJ e CasaShoppingJunta Arquitetura é a responsável pelo layout e conceito sustentável dos stands, e Lider assina como Mobiliário Oficial.

 


A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), determinou mudanças temporárias na rotina dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) devido às condições climáticas adversas registradas no município.

A medida foi adotada após o Boletim Semanal VIGIAR nº 25/2026, emitido pela Vigilância em Saúde Ambiental, classificar as condições meteorológicas de Cuiabá como de perigo, em razão das altas temperaturas, da baixa umidade relativa do ar e dos elevados índices de radiação ultravioleta.

Com a nova orientação, as visitas domiciliares e demais atividades externas dos agentes deverão ser realizadas preferencialmente das 7h às 11h, período em que as temperaturas são mais amenas. A medida busca reduzir a exposição dos profissionais ao calor intenso e preservar a saúde dos trabalhadores.

No período da tarde, das 13h às 17h, os ACS deverão priorizar atividades internas nas Unidades de Saúde da Família (USFs), incluindo ações administrativas, planejamento e qualificação do processo de trabalho.

Entre as tarefas previstas estão a atualização dos cadastros da população, a correção de inconsistências, a resolução de duplicidades, a atualização do CPF, a organização dos cadastros familiares e individuais e a conferência das informações dos domicílios e territórios.

Excepcionalmente, os agentes poderão acompanhar ações realizadas pelas equipes de Saúde da Família e eMulti no território, quando houver necessidade assistencial ou planejamento prévio.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, a reorganização temporária foi estabelecida para proteger os profissionais sem prejudicar a continuidade da assistência à população. A atualização dos cadastros também contribui para melhorar o planejamento das ações da Atenção Primária, o acompanhamento das famílias e a integração entre as equipes.

A orientação permanece válida enquanto persistirem as condições meteorológicas adversas e poderá ser revista conforme a atualização dos boletins emitidos pelos órgãos competentes.


Humorista veste a camisa e entra em cena para mostrar que quatro itens por R$ 19,90 compensam demais

Thiago Ventura trocou de lado no balcão! Expert em Economéqui, o humorista volta ao McDonald’s como embaixador da plataforma, veste o uniforme da marca e reforça para os clientes que quatro itens por R$ 19,90 compensam demais. Entre pedidos, abraços, fotos e até um bate-bola, Thiago mostra, mais uma vez, que o Méqui está com a galera nos diferentes momentos do mês.

O Economéqui oferece combinações para todos os gostos: a escolha inclui Chicken Jr. ou Cheeseburger, McFritas pequena, refrigerante de 300 ml e um acompanhamento, entre 4 Chicken McNuggets, uma Casquinha ou uma Tortinha de Banana ou Maçã. A oferta está disponível em todos os restaurantes do McDonald’s no Brasil, pelo balcão, Drive-Thru e pelo app do Méqui, na opção Peça e Retire.

“O Economéqui mostrou a que veio e provou que o McDonald’s joga junto com a galera em todos os momentos do mês. Agora, com o Thiago como um expert na plataforma, mantemos a conversa ativa com o público de um jeito leve e divertido. Queremos mostrar que compensa demais matar a fome de Méqui em qualquer ocasião, garantindo opções que caibam no bolso quando a grana apertar”, afirma Ilca Sierra, Diretora de Marketing do McDonald’s Brasil.

Criada pela GALERIA.ag, a campanha dá continuidade ao território “Economéqui. Compensa demais” e reforça que a plataforma está ao lado dos consumidores quando a grana aperta, seja no começo, no meio ou no fim do mês. A estratégia aposta em filmes curtos, com uma linguagem direto ao ponto, e moduláveis, que permitem apresentar diferentes situações ao longo da campanha e manter a comunicação sempre fácil de atualizar conforme o período de veiculação ou novas ofertas são apresentadas. Em cada história, Thiago apresenta a oferta de forma leve e direta, mostrando que não tem complicação para montar uma combinação com quatro itens por R$ 19,90. Confira o filme da campanha aqui.

Além de estrelar a campanha, Thiago participou de perto da construção criativa, contribuindo com ideias, situações e piadas para os roteiros. A parceria ajudou a deixar as interações ainda mais naturais e com a cara do humorista.

“Ano passado eu descobri o Economéqui. Esse ano já fui promovido e tô do outro lado do balcão! (risos) Foi muito divertido poder participar da criação dessa vez, porque a gente foi construindo as situações e as piadas juntos, pensando no que funcionaria de verdade. Acho que ficou bem com a nossa cara. E, pelo jeito, agora eu vou ter que trabalhar no Méqui mesmo!”, adiciona Thiago Ventura.

“O mais legal dessa campanha é que o Thiago já conhece o Economéqui. Ele deixou de ser aquele cara que estava descobrindo a oferta e passou a ser quem apresenta, explica e, principalmente, brinca com ela. A gente quis aproveitar essa relação para fazer filmes muito rápidos, com situações simples, piadas que parecem conversa de verdade e aquele humor que tem tudo a ver com o Thiago e com o Méqui. No fim, é isso: viu a oferta, entendeu e já sabe que compensa demais”, comenta Rodrigo Marangoni, diretor executivo de criação da GALERIA.ag.

A campanha chega às redes sociais do Méqui e de Thiago Ventura, além de TV, streaming, OOH e plataformas digitais.

Para acompanhar essa e outras novidades, acesse o site do McDonald’s ou fique ligado nas redes oficiais da marca.

FICHA TÉCNICA

Títulos: Economéquizou
Duração: 15″
Cliente: McDonald’s
Produto:  Economéqui
Campanha: Economéqui
Agência: GALERIA.ag

CCO: Rafael Urenha
Direção Executiva de Criação: Rodrigo Marangoni
Direção de Criação: Gabriel Felde, Victor Capato
Criação: Breno Gondim, Henrique Maciel

Negócios: Ana Coutinho, Fabio Losso, Kiara Rotondi, Larissa Gama, Natália Cararetti, Henrique Leite e Maria Eduarda Bereoff

Aprovação cliente: Ilca Sierra, Guilherme Coe, Brunna Sá, Julia Mercer e Tamires Tavares

Estratégia: Carol Mello, Rafael Martins, Michel Nepomuceno, Laura Loh, Ana Luiza Mello, Samantha Ramos Fraga, Vitor Corrêa

PR: Patricia Capuchinho, Tercio Silveira, Analuá Baptista e Klara Oliveira

Influência: Karen Bartels, Tiago Carvalho, Mylena Fontes, Julia Cosceli e Nathália Belisario.

Social: Bárbara Marostica, Gabriela Braga, Lucas Vaz e Lucas Cauzzo

Operações: Michel Ferreira, Pamela Pagliarini, Fauzi Awada

Direção de Produção Gráfica e Digital: Marcos Moura
Artbuyer: Bruna Costa, Maria Eduarda Gonçalves, Ana Luiza
Coordenação de Finalização: Paulo Ribeiro

Tratamento de Imagens: Douglas Carmo, Flávio Sato
Revisão: Final_REV 

Fotógrafos: Daniel Omaki e Vitor Garcia
Produtora Executiva: Thais Sanches
Assistentes de Fotografia: Debora Freitas e Caio Toledo.


Modalidade deixou de ser associada apenas à reabilitação e ao alongamento e passou a atrair pessoas que buscam força, mobilidade, tonificação e qualidade de vida

Durante anos, o Pilates esteve fortemente associado à fisioterapia, à reabilitação e a um público mais velho. Nos últimos anos, porém, a modalidade passou a conquistar diferentes perfis e ganhou espaço na rotina de pessoas que buscam força, mobilidade, tonificação, consciência corporal e qualidade de vida.

A mudança acompanha uma transformação na maneira como as pessoas enxergam a atividade física, segundo a fisioterapeuta e especialista em Pilates Mariana Dias, proprietária da unidade do Instituto VOLL em Campinas. A profissional participa do 11º Encontro Brasileiro de Pilates, realizado em Campinas entre os dias 28 e 30 de agosto.

Para a especialista, o crescimento da modalidade está relacionado tanto à maior busca por saúde quanto ao interesse por alternativas ao modelo tradicional de academia.

“O Pilates em equipamentos sempre foi muito forte fora do Brasil, mas aqui sempre era mais visto como um método de tratamento da fisioterapia. A crescente busca pela saúde e pelas famosas aulas coletivas deu ao Pilates o espaço que ele sempre mereceu no mercado”, explica Mariana.

Pilates não é apenas alongamento

Apesar da popularização, alguns estereótipos sobre a modalidade ainda permanecem. Um dos principais é a ideia de que uma aula de Pilates se resume a alongamentos e movimentos leves.

Segundo Mariana, o método é muito mais amplo. São mais de mil exercícios registrados, com diferentes possibilidades de combinação e adaptação para cada corpo. As aulas trabalham força, mobilidade e alongamento, podendo contribuir para a melhora da funcionalidade e da qualidade de vida.

“São vários os benefícios do método, entre eles a tonificação muscular, ganho de mobilidade e alongamento, o que culmina em alívio de dores e melhora na qualidade de vida. Mas acredito que o benefício menos falado seja a melhora na consciência corporal”, afirma.

Para a especialista, desenvolver essa consciência permite que o praticante compreenda melhor o próprio corpo e tenha movimentos mais funcionais também em outras atividades da rotina e em diferentes práticas esportivas.

Força sem ser uma aula de musculação

Outro mito que Mariana busca desconstruir é a ideia de que Pilates não trabalha força.

A modalidade exige controle, estabilidade e força para a execução dos movimentos, mas possui uma proposta diferente do treinamento tradicional de musculação voltado à hipertrofia.

“Aos olhos de quem está de fora pode até parecer uma prática simples e tranquila, mas quem executa sabe muito bem que é o oposto. O trabalho do corpo para transformar o movimento em leve e suave é o que torna o método fascinante”, explica.

Por trabalhar diferentes capacidades físicas e permitir inúmeras adaptações, o Pilates pode ser utilizado por públicos com objetivos diversos.

Mulheres que buscam tonificação, pessoas que convivem com dores, praticantes de esportes, gestantes, pessoas com limitações de mobilidade e idosos que desejam preservar força e funcionalidade estão entre os perfis que podem se beneficiar da prática.

A modalidade também vem conquistando mais homens. Segundo Mariana, muitos procuram o Pilates como complemento para atividades como tênis e musculação, principalmente pelo trabalho de consciência corporal, força e mobilidade.

Pilates como espaço de convivência

Além da diversificação dos públicos, Mariana observa uma tendência de crescimento das aulas coletivas, especialmente entre grupos de amigos ou pessoas que já possuem algum vínculo.

Para ela, o movimento acompanha a busca por experiências que combinem atividade física e socialização. É o conceito do chamado “terceiro lugar”: espaços que não são casa nem trabalho, mas que permitem convivência, descontração e construção de relações.

Nesse cenário, o Reformer, equipamento tradicional do Pilates, ganhou ainda mais protagonismo.

“As aulas coletivas são inclusivas e acredito que é o que as pessoas buscam hoje: o famoso ‘terceiro lugar’, onde elas podem se descontrair, encontrar amigos e ainda praticar uma atividade física no Reformer, que é o queridinho do momento”, afirma.

Uma prática para diferentes momentos da vida

A versatilidade é uma das características que ajudam a explicar o crescimento do Pilates. Por permitir diferentes níveis de dificuldade e adaptações, o método pode acompanhar pessoas com objetivos e necessidades distintas.

Para quem pratica esportes, por exemplo, o trabalho de força e consciência corporal pode complementar outras atividades. Para idosos, pode contribuir para a manutenção da funcionalidade. Para gestantes, exercícios de força e mobilidade podem fazer parte da preparação para o parto, sempre respeitando as necessidades individuais e a orientação profissional adequada.

Mais do que buscar uma única finalidade, o método permite trabalhar diferentes aspectos do movimento.

“Uma pessoa forte e móvel é uma pessoa funcional, e isso é sinônimo de qualidade de vida”, resume Mariana.

Do Pilates como aluna à atuação nacional e internacional

A relação de Mariana Dias com o Pilates começou em 2018, quando ela ainda era aluna. A experiência despertou o interesse pela primeira formação e mudou sua trajetória profissional.

“Eu senti no corpo o poder do método e logo de cara quis fazer meu primeiro curso de formação. Sempre me considerei uma pessoa muito boa em lidar com outras pessoas, e acredito que foi por isso que o método me encantou”, conta.

Ao longo dos oito anos de atuação, Mariana passou a ministrar aulas e cursos, desenvolveu formações presenciais e online e se consolidou como palestrante nacional e internacional. Atualmente, também é proprietária da unidade do Instituto VOLL em Campinas, onde atua diretamente com aulas de Pilates.

É nesse cenário de transformação da modalidade que a especialista participa do 11º Encontro Brasileiro de Pilates, levando sua experiência profissional para um evento que reúne profissionais e especialistas do setor e coloca em discussão diferentes caminhos e tendências para o Pilates.

Sobre Mariana Dias

Mariana Dias é fisioterapeuta, especialista em Pilates e proprietária da unidade do Instituto VOLL em Campinas. Atua há oito anos com Pilates e iniciou sua trajetória na modalidade como aluna, em 2018. Ao longo da carreira, desenvolveu cursos presenciais e online, ministra aulas e atua como palestrante nacional e internacional.

Sobre o Instituto VOLL

O Instituto VOLL tem como missão transformar a relação das pessoas com a própria saúde, integrando diferentes especialidades, conhecimento e cuidado individualizado para promover bem-estar, autonomia, longevidade e qualidade de vida. O espaço reúne Pilates, fisioterapia, psicologia, nutrição, massoterapia, ortopedia, dermatologia e atendimento especializado em hipertrofia e emagrecimento. À frente do Instituto está a fisioterapeuta e especialista em Pilates Mariana Dias.

https://vollpilates.com.br/ | @institutovoll


Tema esteve no centro dos debates do Cerrado Summit; para especialistas, preparação exige mapear dados, fornecedores e processos antes que todas as regras estejam definidas

A Reforma Tributária colocou em pauta uma preocupação que vai além das novas alíquotas e regras fiscais: o quanto as empresas conhecem, de fato, a própria operação para calcular os impactos das mudanças e tomar decisões antes que elas cheguem ao caixa.

O tema esteve entre os debates do Cerrado Summit, que recebeu Ulisses Brondi, CEO da ASIS Tax Tech, e Roger Wodson, gerente comercial da empresa, para a sessão executiva “O Preço da Competitividade”. A apresentação partiu de uma pergunta direta aos empresários: quanto custa chegar atrasado na Reforma Tributária?

 

Ulisses Brondi, CEO da ASIS Tax Tech, e Roger Wodson, gerente comercial da empresa, durante apresentação no evento

Segundo dados apresentados durante o encontro, menos de 20% das empresas analisadas em diagnósticos realizados no mercado conseguem explicar, item a item, como uma mudança nas regras tributárias afeta seu próprio mix de produtos e fornecedores.

“Quando uma empresa não conhece em profundidade seus processos, fornecedores e dados, qualquer mudança importante aumenta o risco de tomar decisões sem saber exatamente qual será o impacto”, afirmou Ulisses Brondi.

Outro ponto apresentado no Cerrado Summit foi a diferença que a reforma pode provocar entre empresas aparentemente semelhantes.

Em operações industriais analisadas, o impacto projetado variou de 14,9% a 21% de aumento da carga, dependendo de fatores como mix de produtos e fornecedores. No varejo, a variação em tributos específicos chegou a 151%, conforme a estrutura de compras existente. Em outro caso apresentado, o aumento total projetado foi de 16,09%.

Para Brondi, os exemplos mostram por que olhar apenas para as mudanças gerais da legislação pode não ser suficiente. O efeito depende das características de cada negócio e pode alcançar decisões sobre preço, compras, fornecedores, contratos e fluxo de caixa. “Não existe um único impacto da Reforma Tributária que possa simplesmente ser aplicado a todas as empresas. É preciso entender onde cada negócio está exposto. Sem essa visão, uma decisão de preço, compra ou negociação pode ser tomada com informações incompletas e o problema aparecer somente depois, quando já chegou ao resultado”, explica.

Ainda, para o especialista, não é indicado esperar que toda a regulamentação esteja concluída para começar a preparação: “Existem incertezas que dependem da regulamentação, mas há uma parcela importante do trabalho que já pode ser realizada. Já é possível mapear fornecedores, produtos, processos, dados e responsáveis, por exemplo, independentemente da definição final das regras”.

A recomendação apresentada no encontro passa por manter visibilidade detalhada da operação, ciclos contínuos de revisão e uma base de informações compartilhada entre áreas como compras, comercial, financeiro e fiscal.

“A pergunta não é apenas quando a reforma estará totalmente definida, mas quando a empresa estará organizada o suficiente para tomar boas decisões, seja qual for a regra final”, conclui Ulisses.

Sobre a ASIS Tax Tech: www.asisprojetos.com.br


O Buddha Spa, maior rede de spas urbanos da América Latina, recebe, pelo terceiro ano consecutivo, o prêmio “Os Mais Amados de São Paulo”, da revista Veja São Paulo, que chega à sua sétima edição. Mais uma vez, os serviços da marca foram eleitos os favoritos dos paulistanos quando o assunto é bem-estar na cidade. A escolha foi resultado de uma pesquisa realizada com 4.400 leitores da revista, entre os dias 13 e 20 de julho de 2026.

Em uma metrópole onde tudo acontece e que oferece uma ampla variedade de serviços, experiências e atrações, destacar-se em meio à concorrência não é pouca coisa. É um feito que reflete um trabalho bem-feito e reforça a conexão da marca com os paulistanos.

Para Gustavo Albanesi, CEO do Buddha Spa, a preferência dos leitores da revista reforça que a rede está no caminho certo. “Em uma cidade como São Paulo, que oferece tantas opções de spas e serviços de bem-estar, ser a primeira escolha dos paulistanos é uma grande honra. Esse resultado também é fruto do trabalho de cada franqueado, que contribui diariamente para fortalecer a marca e oferecer uma experiência de excelência aos clientes”, orgulha-se.

Presente em todo o país, o Buddha Spa possui 120 unidades apenas no Estado de São Paulo.


Em mais de uma oportunidade prometi aqui neste espaço comentar sobre as questões espirituais envolvidas na onda da covid 19. Sempre fiquei em dúvida, porque o lado espiritual desse fenômeno acaba sendo disruptivo e poderia gerar discussões que não interessam.

Mas o movimento da pandemia foi tão grande e tão abrangente que imaginei que poderia arriscar, sem ser crucificado. Mas, se for, fazer o que?

De tempos em tempos o planeta sofre disrupções e muda. No caso da covid, houve uma diferença. Pegou o mundo inteiro desprevenido. Não poupou países de economia rica e nem os pobres.

No primeiro momento a sequência de sentimentos começou com a surpresa. Depois veio o medo. Depois veio o temor. Depois veio o pânico coletivo. E, por fim, vieram as mortes e a doença ao redor de cada um de nós no Brasil e no mundo. E o medo tornou-se um sentimento coletivo.

Os governos, a mídia, as ongs tão poderosas com opiniões sobre tudo. A economia. A política. Todos silenciaram. O vírus transformou-se na mais agressiva linguagem mundial. 2020 passou no pânico e em 2021 o vírus veio acalmar a sua fúria a partir de setembro

Porém, ninguém esperava que ao fim da fase aguda da pandemia, a próxima vítima fosse a economia. E ainda não imagina que a próxima vítima dos desdobramentos seja a seja a política. Traduzindo: o planeta corre o risco de ver não ficar pedra sobre pedra da civilização até aqui construída ao longo de milhares de anos. Sei que são afirmações arriscadas e fortes. Mas parece que não haverá caminhos diferentes.

Uma das etapas da pandemia em 2020 foram os lockdowns e o isolamento social no mundo inteiro. Gerou grande confusão na economia pelo descompasso entre a pouca demanda e depois a pouca oferta de produtos quando a demanda recomeçou, agora em 2021. De outro lado o perfil de consumo das pessoas mudou muito.

O que antes não tinha valor passou a ser valorizado. E o que era muito valorizado perdeu a importância. Isso significa completa transformação de quase todos os segmentos de produção e de consumo da economia mundial.

Volto ao início do artigo. Por detrás de tudo isso e de tudo o que aconteceu fica bem claro que houve um certo planejamento fora do controle humano. Era pra transformar o ser humano usando o próprio ser humano. As religiões certamente atribuirão a uma divindade. Os espiritualistas atribuirão a um governo espiritual do mundo.

Quem não se enquadrar, também não poderá negar que transformações desse tamanho e importância não seriam casuais. Faço parte da crença de que existe uma ordem espiritual por detrás de tudo isso que aconteceu. Não sinto a necessidade de dar-lhe um nome. Só a de respeitar essa ordem.

Ao final, o que importa é que o planeta mudou absurdamente e não voltará atrás. As pessoas mudaram e mudarão em progressão absurda. Outra coisa, pra encerrar: não importa se o ser humano acredita ou não em algum valor espiritual.

O que importa, afinal, é que o que tiver de acontecer, está acontecendo e vai acontecer muito mais. O centro dessa nova ordem será o planeta renascido e o ser humano reconstruído. Mas a compreensão será um pouco mais lenta. Pode demorar. Mas não tem volta. Quem planejou, planejou!

Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso.

 

Reprodução: Repórter MT


O lutador olímpico, Igor Queiroz, 19 anos, se tornou bicampeão pan-americano de luta greco-romana, na quinta-feira (10), na cidade de Oaxtepec, no México. O atleta é natural de Cuiabá e morador do bairro Tijucal.

Igor foi introduzido ao mundo das lutas aos 9 anos de idade, por influência do pai Pablo Queiroz, que além de cabeleireiro é lutador de jiu-jítsu. “Eu inseri o Igor de maneira lúdica no mundo das lutas. No entanto, dentre várias modalidades que ele treinou, acabou se identificando com a luta greco-romana”.

Há mais de 5 anos o cuiabano integra a equipe de lutadores olímpicos da Seleção Brasileira e atualmente é titular absoluto no time da luta greco-romana.

O atleta já foi campeão brasileiro, sulamericano e já ficou em terceiro lugar no campeonato mundial escolar, entre outras participações e premiações que recebeu ao longo dos mais de 20 países que já visitou por meio das competições.

O lutador, que usa o bordão “do Tijucal para o mundo”, ainda continua na tentativa de arrumar um patrocínio. Segundo o pai de Igor, o único apoio financeiro que o atleta recebe é dos próprios familiares.

Igor retorna a Cuiabá neste sábado, onde seguirá os treinos para as futuras competições.

 

Reprodução: Hiper Notícias 


2+0+2+3 = 7

Esse ano é regido pelo número 7 que é o número de energia da espiritualidade.

O 7 é o número que representa a perfeição. A integração entre os mundos físicos e espiritual, sendo, portanto, o símbolo do Universo em transformação.

Mas, suas interpretações vão muito além.

Ele representa o lado místico e oculto de TUDO.

Que a nossa história em 2023 seja de muita conexão com Algo Maior, a Fonte, Deus para que possamos estar em ressonância com as Forças do Amor:

1) O SIM, esta significativa força do SIM à realidade como ela é, permeia todas as outras.

2) O PERTENCIMENTO: Todos têm o mesmo direito de pertencer.

3) A HIERARQUIA, a ordem, o respeito a quem vem antes.

4) E o DAR e RECEBER são a mesma coisa.

A LUZ É PAZ e BEM.

Bora para a Vida!

Eluise Dorileo é psicóloga, terapeuta familiar e maestria nas novas constelações quânticas.

Email eluisedorileo@hotmail.com


Reprodução

A Mattel, maior fabricante de brinquedos do mundo, lançou nesta semana a primeira linha de bonecas Barbie produzidas com 90% de plástico reciclado dos oceanos.

A coleção foi batizada de ‘Barbie Loves the Ocean’ (Barbie Ama os Oceanos, em tradução livre) e conta com uma arte promocional bem legal que faz referência à recente pegada mais sustentável da Mattel: “O futuro do rosa é o verde“.

A fabricante de brinquedos se comprometeu a produzir seus produtos com 100% de material reciclado até 2030.

“Este lançamento da Barbie é mais um acréscimo ao portfólio crescente da Mattel de marcas voltadas para um propósito que inspiram a consciência ambiental com o nosso consumidor como foco principal”, disse o presidente e diretor de operações da Mattel, Richard Dickson, em um anúncio feito à imprensa.

Richard também enfatizou a importância de se pensar em políticas ambientais de longo prazo, de olho no futuro da próxima geração.

“Na Mattel, capacitamos a próxima geração a explorar as maravilhas da infância e atingir seu potencial máximo. Fazemos nossa parte para garantir que as crianças também herdem um mundo cheio de potencial“.

FONTE: Razões para Acreditar


Por Valeriano Martins

No decorrer da minha vida profissional me deparei e ainda me deparo com vários mitos em relação ao intercâmbio. Por isso vou falar aqui sobre os cinco que escuto com frequência. O mais forte deles é imaginar que se trata de uma experiência apenas para pessoas jovens e adolescentes. Isso é um engano que impede muitos de realizarem seus sonhos, pois intercâmbio não tem idade!

A viagem internacional com o propósito de estudo e até mesmo trabalho, no caso dos adultos, pode ser realizada em qualquer fase da vida. É com muito orgulho que posso contar que no portfólio da Best Intercâmbio por exemplo, temos estudantes com mais de 70 anos e cada vez mais esse público está aumentando. Isso é incrível, pois incentiva outras pessoas dessa faixa etária a perceberem que a vida deve ser vivida da melhor maneira possível. Viajar, estudar e ver coisas novas com certeza é uma das opções que devem estar no topo da nossa lista.

Outro mito comum é sobre a língua inglesa. Acredito que por ser um dos idiomas considerados como universais e por estar fortemente presente no nosso dia a dia, como em filmes, músicas e cinema, várias pessoas chegam até nós imaginando que os países onde o inglês é falado são os únicos para os quais se pode viajar como intercambista. Então vamos desmitificar esta ideia também. Você pode viajar para estudar francês, italiano, espanhol, japonês, alemão! Enfim, a língua que quiser. Não existe fronteira. Basta procurar uma empresa de confiança e competente. A liberdade para viajar ao local que deseja estará garantida.

Estudar até ser fluente para só então fazer o intercâmbio: esse é o nosso terceiro mito. Aprender um novo idioma no país em que ele é nativo faz com que o aprendizado seja ainda mais rápido. Por isso, não é preciso ser craque em determinada língua para ser intercambista. Você vai aprender tudo durante a viagem.

O quarto mito: “vou economizar bastante, aí sim posso fazer meu intercâmbio”. Esse tipo de pensamento é bem comum. Realmente, não posso negar que se trata de um investimento, mas isso não significa que você precise desembolsar um alto valor. Existem diversas maneiras de baratear a viagem, como escolher bem o destino e o tempo de duração.

E para finalizar, vamos falar sobre intercâmbio e férias. Aqui é importante lembrar que esse tipo de experiência é um investimento pessoal em conhecimento e aprendizado. Por isso, precisa valer a pena. Isso não significa que você não vai poder visitar os pontos turísticos da cidade onde está ou sair para se divertir. O que não pode acontecer é esquecer de estudar. Afinal, você pagará por um curso, passagens e acomodação. O ideal é equilibrar os estudos com o lazer e aí com certeza seus resultados serão excelentes.

Anualmente realizamos a Feira de Educação Internacional com o objetivo de aproximar as instituições internacionais com o público interessado em fazer intercâmbios, oferecendo às pessoas a oportunidade de conversar e tirar suas dúvidas. Este ano, a feira acontece no próximo dia 22 de outubro, no Goiabeiras Shopping. O evento é aberto e totalmente gratuito.

Valeriano Martins é CEO da Best Intercâmbio


A novidade traz oito brinquedos inéditos para comemorar o lançamento do filme ambientado em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana

O McLanche Feliz proporciona entretenimento e diversão para os momentos em família há mais de 40 anos. E agora, a plataforma apresenta itens inéditos inspirados no novo filme da Disney e Pixar “Luca”.

A história é ambientada em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana e narra a jornada de amadurecimento de Luca junto de seu novo melhor amigo Alberto. Os meninos vivem um verão inesquecível repleto de gelatos, massas e intermináveis passeios de scooter. Mas toda a diversão é ameaçada por um segredo muito bem escondido: os dois são monstros marinhos de um mundo logo abaixo da superfície da água.

A novidade chega incrementando a parceria entre The Walt Disney Company Latin America e McLanche Feliz e reforça a aposta da rede em novas experiências que estimulam as atividades criativas e com muita diversão.

Para a família toda entrar no clima dessa empolgante estreia, o McLanche Feliz traz oito brinquedos inspirados nos personagens principais do filme:

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Muda de cor): submerja Luca e Alberto em água fria para revelar o tom de pele verde dos monstros marinhos. Coloque a peça da cauda à cabeça para completar a transformação;

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Nadando): gire a cauda do Luca e solte-a quando submergir o brinquedo na água, para fazê-lo nadar;

Giulia Marcovaldo: gire os braços de Giulia para trás e solte-os quando a submergir na água, para ver como nada;

Massimo Marcovaldo: dê corda ao Massimo e submerja-o na água, para ver como o Massimo move seus pés,enquanto nada e solta água pela boca.;

Machiavelli: aperte o botão embaixo de Machiavelli e submerja-o na água. Depois, solte o botão para enchê-lo. Tire-o da água e aperte o botão de novo, para que ele dispare água pela boca.

Monalisa: é uma pistola de água. Submerja a Monalisa em água fria e puxe sua cauda para enchê-la de água. Quando retirar da água, empurre a cauda novamente para a frente, para que a água saia pela boca.

Da esquerda para a direita: Luca Paguro (muda de cor), Alberto Scorfano (muda de cor), Luca Paguro (nadando), Alberto Scorfano (nadando), Giulia, Massimo, Machiavelli e Monalisa.

Os brinquedos já podem ser encontrados nos restaurantes da rede, que seguem operando pelo McDelivery e Drive-Thru em todo o país.

McLanche Feliz: ingredientes de qualidade e refeições equilibradas

Junto com seu compromisso em garantir momentos de diversão e aprendizagem, a companhia também mantém o compromisso de oferecer produtos de alta qualidade e os melhores ingredientes. Ao longo da última década a marca apresentou uma série de mudanças e evoluções em seu cardápio. Em 2019, o McDonald’s renovou sua proposta de menu infantil para oferecer uma opção ainda mais equilibrada, diminuindo as quantidades de sódio, gorduras, açúcares adicionados e incorporando mais frutas e vegetais.

Para ficar sempre por dentro das novidades e campanhas, acesse: https://www.mcdonalds.com.br.

 Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui mais de 2.200 restaurantes, entre unidades próprias e de seus subfranqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 31/03/2021). A empresa também mantém um sólido compromisso com o desenvolvimento das comunidades nas quais está presente e com a geração de primeiro emprego formal para jovens, além de utilizar sua escala para impactar de maneira positiva o meio-ambiente. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site: www.arcosdorados.com


O resgate dos animais das ruas e a oportunidade de dar um novo lar aos pets foi o que me motivou a iniciar um projeto em parceria com as Ongs (Organização Não Governamental) de apoio e cuidado ao animal.

O projeto piloto se deu com a disponibilização de 16 gatos, filhotes e adultos, pela Ong “É o Bicho”. Ao chegar na unidade Veterinária, cada animal passa por consulta para avaliação das condições gerais de saúde. E em apenas uma semana desde o início do projeto, 15 dos 16 gatos já tinham ganhado um novo lar.

Minha intenção é ampliar ainda mais a disponibilização de animais para adoção. As Ongs têm um papel importante no cuidado com os animais abandonados. Ainda para este mês, está previsto a disponibilização de cães e gatos para uma adoção responsável.

Qualquer pessoa que tenha interesse em cuidar e zelar de um pet pode fazer a adoção. Mas antes, deve fazer um cadastro e a equipe da Ong fará uma visita para levar as informações quanto as necessidades básicas de cada animal. Nossa campanha, que oportuniza às pessoas fazer uma adoção consciente, tem o apoio do plano de saúde animal referência no país, a Planvet.

Nossa clínica mantém atendimento 24 horas por dia, todos os dias da semana. Estamos também disponíveis para novas parcerias com outras Ongs da causa animal.

Para conhecer os animais disponíveis para adoção ou buscar parceria, basta nos fazer uma visita no endereço – Rua Professor João Félix, Número 396, Bairro Lixeira, em Cuiabá ou acessar nossa página no Instagram (@veterinariamt) ou Facebook (veterinariamatogrosso). Outras informações podem ser obtidas pelo número 65 3046-2850.

Anderson Nogueira é médico veterinário há mais de 15 anos e atende na Clínica Veterinária Mato Grosso.


Relacionamentos saudáveis, fortes e duradouros. Construir tudo isso com excelência não seria possível sem inspiração, coragem e exemplo. E é assim que hoje, em nossos 31 anos de empresa familiar, temos o orgulho de dizer que a força das mulheres se destaca em nosso meio.

Começamos nosso negócio como “Shopping da Construção”. Sempre fomos reconhecidos por termos produtos de acabamento diferenciados e fomos uma das primeiras lojas do segmento a ter autosserviço. Antes, tudo funcionava apenas como modalidade “venda de balcão”. Em 2006, trouxemos o primeiro modelo em formato “boutique”. Ao nos reposicionarmos no mercado com esse formato de loja personalizada, entendemos o quanto isso era importante.

Tudo em nossa empresa foi construído com amor e dedicação. Minha mãe fazia questão que eu e meu irmão sempre estivéssemos inseridos nos negócios da família. E assim estudamos e nos especializamos em diversas áreas para auxiliar e crescer ali dentro. Após a faculdade de arquitetura, fiz cursos de Gestão de Negócios e MBA em Varejo 4.0. Acompanhamos de perto a importância da gestão por sempre termos visto como nossos pais trabalhavam.

Em 2009, meus pais decidiram começar a Profissionalização da Gestão da Empresa, com a ideia de iniciar um processo de sucessão familiar com responsabilidade. Para isso, iniciamos uma longa preparação com um coaching para famílias empresárias em conjunto com várias consultorias nesse sentido.

Identificamos dentro de cada um de nós, o principal perfil para conseguirmos aproveitar ao máximo as características profissionais como indivíduos. Nas consultorias, trabalhamos liderança e governança. Implementamos ainda o programa de qualidade, para estudarmos questões de processos e mapeamento de procedimentos em todas as suas etapas.

Apesar de estarmos aprimorando nossos negócios e preparando tudo para que o processo sucessório dentro da família acontecesse com qualidade, não ficávamos pensando quando essa data realmente chegaria. Mas após a definição de protocolos da Bigolin, minha mãe comunicou que queria se ausentar e passar todos os setores para mim.

Nessa época, houve várias questões em nossas vidas, principalmente a pandemia que estava começando. E mais uma vez, foi um momento em que a experiência dela não poderia ser deixada de lado, nem mesmo para passar seu cargo à frente. Então, a gestão comercial foi passada para mim e os demais setores seguiram com seus gestores, que inclusive na maioria deles são mulheres que lideram. A direção geral e o respaldo final ainda é da nossa matriarca. Tenho muito orgulho da história iniciada por ela, especialmente porque o setor da construção civil é essencialmente masculino.

Trabalhamos muito para chegar até aqui, sempre buscando valorizar a gestão  feminina, enxergando em cada ser humano o potencial empreendedor e a real possibilidade de mudança de vida por meio de suas escolhas. Hoje somos o grupo Trindade Bigolin, trazendo o sobrenome da minha mãe, Lucimar Trindade Bigolin, junto com o do meu pai Olivo Bigolin. Meu irmão, Filipe Bigolin, é engenheiro civil e é ele quem cuida da construtora, a Egide. Prezamos por nossos valores e lideramos pelo exemplo. Temos como missão criar e manter relacionamentos saudáveis com nossos clientes e somos conhecidos pela solidez, pela ética e pela qualidade dos produtos e atendimento prestado.

Ariane Bigolin é arquiteta e sócia do grupo Trindade Bigolin