Entre os meses de julho e setembro, o Pantanal mato-grossense ganha novas cores. Durante o auge da estação seca e do inverno no país, a floração de diversas espécies nativas transforma a paisagem em um espetáculo de tons de rosa, amarelo, roxo e branco, que se destaca na paisagem mais ocre desse período.

Adaptadas às condições de calor e aos períodos de estiagem, as árvores apresentam flores de cores intensas, que atraem diferentes espécies de polinizadores em busca de néctar. A floração durante a estação seca é uma característica marcante e desempenha papel importante na manutenção do equilíbrio ecológico.

Conheça cinco árvores que se destacam pela beleza de suas flores e saiba onde observá-las no Pantanal:

Ipê-rosa ou piúva: Símbolo do Pantanal, o ipê-rosa, também conhecido regionalmente como piúva, colore a paisagem principalmente entre julho e o fim de agosto. De grande porte, a árvore se destaca durante a estação seca, quando perde as folhas e fica coberta por uma intensa floração em tons de rosa e roxo. O contraste das flores com a paisagem mais seca do Pantanal torna a espécie um dos principais destaques da flora regional.

Ipê-amarelo ou paratudo: Com suas flores amarelas, o ipê-amarelo cria um forte contraste com a paisagem típica da estação seca, especialmente entre agosto e setembro. Conhecido em Mato Grosso como paratudo ou ipê-amarelo-do-cerrado, é uma espécie comum tanto no Pantanal quanto no Cerrado. O nome popular está relacionado ao uso tradicional de partes da planta na medicina popular.

Louro-pardo: árvore nativa brasileira, a espécie é melífera e atrai grande quantidade de abelhas, borboletas e beija-flores em busca de néctar. A floração pode ocorrer entre maio e julho ou de abril a dezembro, contribuindo para diversificar a oferta de recursos florais ao longo do ano. Suas flores são pequenas, claras, tubulares e perfumadas.

Cambará: Majestoso e característico das áreas alagáveis do Pantanal, o cambará tem ampla distribuição em ambientes sujeitos a inundações. A árvore pode atingir até 18 metros de altura e possui copa frondosa, que oferece abrigo para diversas aves. Suas flores amarelas atraem beija-flores, abelhas e outros polinizadores em busca de néctar, enquanto as sementes são dispersas principalmente pelo vento e pela água. No Pantanal, os cambarás podem formar extensos bosques, conhecidos como cambarazais, encontrados em matas ciliares, capões e áreas inundadas por rios, corixos e vazantes. Essas formações estão entre as paisagens mais características do bioma.

Tarumã: O tarumã é uma árvore de florada exuberante, marcada por pequenas flores lilases e aromáticas. Sua floração ocorre geralmente entre outubro e dezembro, período em que as flores, ricas em néctar, atraem abelhas e outros polinizadores. A polinização também pode ser realizada por mariposas, borboletas, pequenos insetos e beija-flores. Em geral, o tarumã floresce após um período em que permanece sem folhas, e as flores surgem acompanhadas da produção de novas folhas.

Onde observar

As espécies da flora pantaneira podem ser observadas durante passeios pelo Pantanal, inclusive em trechos de estradas-parque, como a Estrada Parque Porto Cercado, na MT-370, que liga o município de Poconé à região de Porto Cercado.

No entorno do Hotel Sesc Porto Cercado e do Parque Sesc Baía das Pedras, unidades do Polo Socioambiental Sesc Pantanal, é possível encontrar áreas onde espécies como ipês-rosas, ipês-amarelos e cambarás podem ser observadas, especialmente durante os períodos de floração.

Na Transpantaneira (MT-060), entre Poconé e Porto Jofre, também é possível avistar diferentes espécies da flora pantaneira ao longo do trajeto, que revela características marcantes do bioma.

A observação da flora é uma oportunidade de conhecer de perto a fauna e flora pantaneira e compreender a importância da conservação das espécies nativas para o equilíbrio do ecossistema e para toda a sociedade.

Conservação 

O Polo Socioambiental Sesc Pantanal, iniciativa do Sistema CNC-Sesc-Senac, é composto por nove unidades que atuam do Cerrado ao Pantanal mato-grossense nas áreas de educação, cultura, lazer, saúde, assistência e sustentabilidade.

Dentre as nove unidades, três são áreas de conservação que, juntas, abrigam uma rica diversidade de fauna e flora e servem como campo para pesquisas científicas: a Reserva Particular do Patrimônio Natural, a RPPN Sesc Pantanal, com 108 mil hectares, e o Parque Sesc Baía das Pedras, com 5 mil hectares, ambos localizados no Pantanal, além do Parque Sesc Serra Azul, também com 5 mil hectares, no Cerrado mato-grossense.


Ondas despojadas, coque alto e rabo de cavalo com volume combinam tendências de beleza com praticidade para enfrentar horas de música, calor e movimento

Festival de música também é território de moda e beleza. No Rock in Rio, o look começa muito antes de chegar à Cidade do Rock e inclui roupas, acessórios, maquiagem e, claro, o cabelo. Afinal, para curtir a programação do início ao fim, o penteado precisa acompanhar o ritmo do festival, combinando estilo, praticidade, conforto e durabilidade.

A boa notícia é que não é preciso escolher entre estilo e praticidade. Algumas das principais propostas de cabelo para festivais apostam justamente em acabamentos menos rígidos, movimento e volume, criando produções que podem acompanhar a programação ao longo do dia e da noite.

Para ajudar na escolha, especialistas da Philco apresentam três penteados que se destacam: ondas despojadas, coque alto com fios soltos e rabo de cavalo com volume. Cada proposta pode ser adaptada ao estilo pessoal e preparada com ferramentas que facilitam a modelagem dos fios.

1. Ondas despojadas: o cabelo “arrumado sem parecer arrumado”

A estética do cabelo naturalmente estilizado continua sendo uma boa aposta para festivais. As ondas despojadas têm justamente essa proposta de criar movimento sem deixar os fios com aparência excessivamente produzida.

O segredo está em fazer ondas mais abertas e desconstruídas, alternando a direção da modelagem. Para começar, divida o cabelo em mechas. Modele cada uma delas alternando o sentido das ondas, algumas para fora e outras para dentro, para evitar um resultado muito uniforme.

Depois de modelar, é importante esperar os fios esfriarem antes de soltá-los. Na sequência, passe os dedos delicadamente pelo cabelo para desfazer um pouco a definição e criar um acabamento mais natural. O resultado combina especialmente com looks fashionistas e produções que misturam peças de diferentes estilos.

Para esse tipo de penteado, o Cacheador Philco Bivolt com Revestimento Cerâmico PEC15 pode ser utilizado na preparação dos fios. O modelo possui cilindro de 25 mm, revestimento cerâmico, tecnologia Íons Tourmaline, aquecimento PTC e temperatura de até 220 ºC, além de um cordão giratório 360°, ponta fria e luz indicadora de funcionamento. Ele é bivolt, perfeito para levar em viagens.

Produto: Cacheador Philco Bivolt Revestimento Cerâmica PEC15
Confira o produto: Link 

2. Coque alto + fios soltos: praticidade para manter o rosto livre

Para quem prefere passar o festival com o cabelo preso, o coque alto com algumas mechas soltas é uma alternativa que equilibra praticidade e um acabamento mais despojado.

A preparação começa antes de prender os fios. A Escova Secadora Philco PES19SG conta com 3 acessórios, tem 1300W de potência e é bivolt. Além de alinhar o cabelo e dar acabamento, facilita a construção do coque. Depois de preparar os fios, reúna o cabelo no alto da cabeça e prenda formando um coque.

A ideia não é deixar tudo perfeitamente alinhado. Algumas mechas frontais podem ser propositalmente deixadas soltas para criar um efeito mais descontraído e quebrar a aparência excessivamente formal do penteado.

O estilo também pode ser adaptado de acordo com a textura do cabelo. Para um visual mais polido, os fios podem ser alinhados antes de prender. Já quem prefere uma produção mais natural pode preservar parte da textura original.

Além de funcionar com diferentes propostas de look, o coque alto tem uma vantagem prática para festivais, que é manter boa parte do cabelo longe do rosto, algo especialmente interessante quando a programação envolve muitas horas de show, calor e movimento.

Produto: Escova Secadora Philco PES19SG
Confira o produto: Link 

3. Rabo de cavalo com volume: o clássico ganha movimento

O rabo de cavalo é um dos penteados mais práticos para quem pretende passar horas em um festival. Em vez da versão completamente lisa e esticada, a proposta é apostar em volume e movimento no comprimento.

A preparação dos fios faz toda a diferença. Antes de prender, divida o cabelo em seções e utilize a Escova Rotativa Philco PER03 trabalhar o comprimento, criando movimento e ajudando a dar um acabamento mais encorpado.

Depois de preparar o cabelo, reúna os fios na altura desejada, o rabo de cavalo alto deixa o visual mais esportivo e marcante, enquanto uma versão média pode resultar em uma produção mais casual. Prenda com um elástico firme, mas sem apertar excessivamente.

Para criar mais volume, uma alternativa é separar uma pequena mecha do comprimento e envolvê-la ao redor do elástico, escondendo a amarração. Prenda a ponta dessa mecha com um grampo por baixo do rabo de cavalo.

Outro truque é levantar levemente algumas partes do comprimento depois que o cabelo estiver preso. Isso ajuda a evitar o efeito chapado e valoriza o movimento criado anteriormente. Se quiser um resultado ainda mais desconstruído, algumas mechas próximas ao rosto podem ser suavemente soltas.

A escova rotativa pode ser útil nessa etapa de preparação porque permite trabalhar o cabelo antes da amarração, contribuindo para um comprimento com mais movimento. Assim, mesmo sendo um penteado simples, o rabo de cavalo ganha aparência mais elaborada.

Produto: Escova Rotativa Philco PER03 5 em 1

Confira o produto: Link 

Beleza que acompanha o ritmo do festival

Independentemente do penteado escolhido, alguns cuidados fazem diferença para prolongar o resultado. Fixação, textura e volume devem ser considerados de acordo com o tipo de cabelo e a duração do evento. Produtos de finalização podem ajudar a manter a modelagem, mas o excesso pode pesar nos fios e comprometer o movimento.

O conforto também merece atenção. Elásticos, grampos e presilhas precisam manter o penteado firme sem provocar pressão excessiva no couro cabeludo. Para eventos que duram muitas horas, quanto mais confortável for a produção, maior a chance de o look permanecer intacto e de a atenção continuar voltada para aquilo que realmente importa que é a música.

No fim, seja com ondas desconstruídas, coque alto ou rabo de cavalo volumoso, a proposta é entrar no clima do festival sem transformar o cabelo em uma preocupação ao longo do dia.

Sobre Philco
Amplamente reconhecida pela alta qualidade de seus televisores e por ser pioneira no lançamento de produtos de áudio e vídeo, a Philco chegou ao Brasil em 1934, há quase cem anos, e hoje é uma das marcas mais presentes na vida do consumidor brasileiro. Seu portfólio é composto por um mix de produtos com mais de 600 itens, incluindo linhas de áudio e vídeo, casa, climatização, cozinha, cuidados pessoais e linha branca.

Mídias Sociais

Site: www.philco.com.br

Instagram e TikTok: philcobrasil


A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, orienta a população sobre como funciona o acesso aos serviços da Unidade de Referência em Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (URPICS). Localizada no Horto Florestal Toti Garcia, na região do Coxipó da Ponte, a unidade oferece atividades coletivas, acolhimento e terapias integrativas de forma individualizada.

Para iniciar o atendimento, o usuário deve entrar em contato com a URPICS pelo telefone (65) 99221-8155 ou procurar presencialmente a recepção da unidade, de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 16h.

O primeiro passo é participar de uma das atividades coletivas oferecidas pela unidade. Entre as opções estão a Biodança, realizada às terças-feiras, às 8h30, e a Terapia Comunitária, às sextas-feiras, também às 8h30. Essas atividades funcionam como porta de entrada para o acompanhamento na URPICS.

Após a participação, os usuários seguem para o preenchimento de um formulário de pré-acolhimento. Na sequência, é realizada a escuta qualificada, momento em que a equipe conhece as necessidades apresentadas pelo paciente e avalia quais práticas integrativas são mais adequadas para cada caso.

A partir dessa avaliação, é definido um Plano Terapêutico Singular, com a indicação das práticas e atendimentos mais apropriados para as necessidades identificadas.

Entre os serviços disponíveis estão auriculoterapia, aromaterapia, terapia comunitária integrativa, constelação familiar, cromoterapia, florais de Bach e Minas, bioenergética, reiki, ventosaterapia e arteterapia. A unidade também conta com atendimentos de acolhimento, enfermagem, farmácia e psicologia.

Durante o processo, os usuários também podem participar de momentos de convivência, como o café solidário realizado após algumas atividades coletivas, fortalecendo a integração entre os participantes.

A URPICS funciona com a proposta de integrar diferentes práticas de cuidado e oferecer alternativas complementares dentro da rede municipal de saúde, com acompanhamento definido a partir das necessidades apresentadas por cada usuário.

A unidade está localizada na Rua Miguel Arraes, s/n, no Horto Florestal Toti Garcia, bairro Coxipó da Ponte.


Entre humor, filosofia e autoconhecimento, série seguida por milhares de psicólogos e psicanalistas transforma sentimentos e conflitos cotidianos em reflexões sobre a experiência de estar vivo

Uma das principais webcomics brasileiras da atualidade, Téo & O Mini Mundo está de volta às livrarias. Criada pelo quadrinista mineiro Caetano Cury, a série conquistou leitores nas redes sociais com tirinhas que transitam entre humor, afeto, autoconhecimento e as inquietações da experiência humana. Publicadas na internet desde 2012, as histórias deram origem a uma coleção de livros que chega agora ao quarto volume.

Em Téo & O Mini Mundo – Viver é um risco, lançamento da Editora Composição, o autor reúne quadrinhos produzidos entre 2022 e 2026 e apresenta uma fase mais madura e intensa de seu trabalho. Amor, medo, luto, finitude, esperança e as contradições de estar vivo atravessam as páginas do novo livro, que tem prefácio da jornalista e apresentadora Aline Midlej, uma das seguidoras de Téo nas redes.

“O nome do livro vem de uma tirinha”, explica Caetano Cury. “Nela, um personagem desenha uma linha no chão e diz que aquela é uma obra de arte chamada Viver é um risco. Então uma pessoa passa caminhando, tropeça na linha e cai. O desenho se transforma em uma espécie de corda.  Você pode tropeçar a qualquer momento. Viver é um risco.  Mas o título também capta o espírito de um período que vivi, no qual enfrentei algumas questões que me fizeram refletir sobre a finitude e sobre o quanto nossa vida é frágil”.

Desenhadas à mão e coloridas com aquarela, as tirinhas de Téo & O Mini Mundo começaram a ganhar  visibilidade em 2013, quando uma delas foi utilizada em uma questão do Enem. Publicada inicialmente no Facebook, a série chegou ao Instagram em 2016, plataforma que se tornou seu principal canal de contato com os leitores. No entanto, o grande salto de público aconteceu durante as eleições de 2018. Sem falar diretamente sobre política, Cury passou a transformar em quadrinhos sentimentos presentes naquele período, como ansiedade, medo e preocupação com o futuro. As histórias permitiam diferentes interpretações, mas os leitores reconheciam nelas as inquietações daquele momento. A identificação fez a audiência da página no Instagram crescer rapidamente e ajudou a consolidar a série como uma das principais webcomics do país.

A repercussão nas redes abriu caminho para a chegada de Téo às livrarias. Em 2019, Cury lançou Téo & O Mini Mundo  Vol. 1, O Livro, que reúne sete anos de produção e experimentações do personagem. No ano seguinte veio O Lugar do Outro, segundo volume da coleção, seguido por Quentinho no Coração, em 2022. Produzidos em um período atravessado pela pandemia, os dois últimos incorporaram questões daquele momento, como medo, responsabilidade e a necessidade de se colocar no lugar do outro. Já Viver é um risco se distancia de um contexto histórico específico para tratar de questões mais universais da experiência humana.

“O que muda neste quarto volume é a intensidade. Eu considero  esta edição a mais intensa da coleção. É um livro mais visceral e mais impactante. Há tirinhas que fazem a pessoa perder o fôlego. Digo isso com base nos comentários das pessoas nas redes sociais. De certa forma, esse livro já foi testado nas redes. Muitas tirinhas viralizaram e provocaram espanto, impacto, mas, ao mesmo tempo, também aqueceram muitos corações”, reflete o autor.

Antes de se dedicar exclusivamente aos quadrinhos, Caetano Cury trabalhou por quase 20 anos no rádio, onde atuou como apresentador, repórter e diretor de emissora. Filho de uma artista plástica, sempre manteve uma relação próxima com o desenho e, durante anos, conciliou as duas atividades. O sucesso do primeiro livro de Téo & O Mini Mundo deu ao autor segurança para deixar o rádio e viver de sua produção artística. A aquarela, uma das marcas visuais da série, acompanha essa trajetória. “O que mais me agrada na aquarela é a fluidez. Você não pinta sozinho. Pinta junto com a natureza, com a gravidade, com a física. Alguns resultados são surpreendentes. Surgem manchas inesperadas, um degradê que não estava planejado e acaba ficando lindo”, conta.

Mesmo depois de chegar aos livros, Téo & O Mini Mundo mantém nas redes sociais uma parte essencial de sua identidade. É ali que Cury estabelece uma relação direta com os leitores e acompanha a repercussão das histórias, que também influencia a seleção das tirinhas que chegam às edições impressas.

Entre os seguidores da série estão muitos profissionais da saúde mental, como psicólogos e psicanalistas, todos atraídos por quadrinhos que abordam o autoconhecimento e os conflitos da vida cotidiana. Sem assumir uma posição terapêutica ou oferecer respostas prontas, as tirinhas encontram nesse público uma identificação particular ao transformar sentimentos e inquietações da experiência humana em narrativas breves e acessíveis.

“Muita gente diz que os livros ajudaram, e fico muito feliz com isso. Mas, às vezes, essa ajuda acontece justamente porque uma tirinha destruiu alguma coisa que a pessoa pensava, e isso também pode ser bom. Espero que este livro destrua algumas coisas. Espero que as pessoas se sintam bem lendo, mas que também se sintam mal em alguns momentos, porque o desconforto também pode ser um ponto de partida para a mudança. Nem toda reflexão precisa acolher. Algumas precisam incomodar, provocar, colocar em dúvida aquilo que parecia certo. Acho que a arte também serve para isso: não apenas para dizer aquilo que a gente gostaria de ouvir, mas para remexer com o interior da gente”, finaliza Caetano Cury.

Sobre o autor e ilustrador

Caetano Cury tem 41 anos e é um quadrinista mineiro. Formado em Publicidade e Propaganda, atuou como jornalista de rádio durante boa parte de sua trajetória profissional. Começou a publicar desenhos e quadrinhos no início dos anos 2000, primeiro em jornais e, a partir de 2003, em blogs, acompanhando o período de popularização da internet no Brasil.

Em 2012, criou Téo & O Mini Mundo, série que se tornaria o centro de sua produção artística. No ano seguinte, uma de suas tirinhas foi utilizada em uma questão do Enem e, na mesma época, Cury passou a publicar ilustrações no caderno de Economia da Folha de S.Paulo. Feitas à mão, principalmente em nanquim e aquarela, suas histórias transitam entre humor, afeto, autoconhecimento e questões da experiência humana.

Com Téo & O Mini Mundo, venceu duas edições do Prêmio Angelo Agostini, recebeu menção honrosa no Salão Internacional de Humor de Piracicaba e acumula sete indicações ao Troféu HQ Mix. É também autor de Jorge, dedicado ao humor, e Click Plock, livro-imagem que propõe uma reflexão sobre a relação contemporânea com as telas.

Vive em Guaxupé (MG) e dedica-se integralmente à criação de quadrinhos, livros e projetos autorais.

Téo & O Mini Mundo – Viver é um risco

Autor: Caetano Cury

Instagram: @teoeominimundo

Editora Composição

Preço: R$ 69,90

Vendas: www.lojinhadoteo.com.br

 


A parceria convida o público a antecipar o seu break no voo do Rock, em 1º de setembro, unindo ações de sampling a bordo e ativações durante o festival

KitKat®, o chocolate oficial do Rock in Rio, e a LATAM se uniram para transformar o trajeto até a Cidade do Rock em uma experiência inesquecível. Em uma parceria focada em multiexperiências, as marcas prometem dar o start no festival antes mesmo da primeira atração subir ao palco com o tradicional Voo do Rock. A ação exclusiva acontecerá no dia 1º de setembro, conectando São Paulo (via Aeroporto de Congonhas) ao Rio de Janeiro com um show ao vivo a bordo para os passageiros

Durante o voo, os passageiros viverão uma imersão completa no clima do festival. A bordo, todos receberão um kit exclusivo composto por itens das duas marcas, pensado para deixar a experiência ainda mais memorável, como uma mini camera para registrar todos os momentos de break. Além disso, os participantes terão o privilégio de assistir a um show exclusivo no ar que transformará a aeronave em um verdadeiro palco pré-festival.

“Queremos que o break do público comece no exato momento em que ele inicia sua jornada rumo ao festival. A parceria com a LATAM nos permite levar o espírito leve e divertido de KitKat® literalmente para as alturas, conectando as pessoas à música desde a decolagem até a experiência dentro da Cidade do Rock”, comenta Nataly Glashan, Head de Marketing de KitKat® na Nestlé.

“A viagem para o Rock in Rio já faz parte da experiência do festival, e queremos que nossos passageiros sintam essa energia desde o embarque. O Voo do Rock traduz a nossa busca por criar experiências que vão além do transporte, conectando as pessoas aos momentos que são importantes para elas. Ao lado de KitKat®, vamos fazer essa jornada começar em São Paulo, ganhar vida a bordo e continuar na Cidade do Rock”, afirma Rodrigo Padilla, Chief Brand Officer da LATAM Airlines.

A experiência nas alturas não ficará restrita apenas ao voo especial. Durante todo o período do Rock in Rio 2026, a KitKat® e a LATAM distribuirão o chocolate oficial do festival a bordo dos voos regulares entre o Aeroporto de Congonhas e o Rio de Janeiro, garantindo que milhares de viajantes aproveitem o seu momento de pausa a caminho do evento.

Ativações na Cidade do Rock

A conexão entre as duas marcas ganha continuidade no espaço do festival. No estande oficial da KitKat®, o público poderá interagir com uma máquina de garra temática, que premiará os participantes com pares de ingressos fast pass para o VIPinho LATAM, o lounge exclusivo da companhia aérea na Cidade do Rock. Além disso, os convidados do espaço VIP da companhia área poderão degustar os chocolates disponibilizados no local.

 

Sobre a Nestlé

A Nestlé tem mais de 100 anos de atuação no Brasil e segue renovando seu compromisso com a sociedade, como força mobilizadora que contribui para levar nutrição e bem-estar para bilhões de pessoas, criar um ambiente de inclusão e oportunidade para milhares de brasileiros e ser o produtor de alimentos mais sustentável do país. A empresa emprega mais de 30 mil pessoas direta e indiretamente no Brasil e tem 18 unidades industriais em operação localizadas nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Goiás, Rio Grande do Sul e Espírito Santo, além de 12 centros de distribuição e mais de 70 brokers (responsáveis por vendas, promoções, merchandising, armazenamento e distribuição).

Comprometida com boas práticas que vão do campo à mesa do consumidor, a companhia conta com milhares de produtores fornecedores participando de programas de qualidade nas cadeias de cacau, café e leite, que garantem uma produção sustentável e que trazem modernidade ao campo. Além disso, mantém iniciativas nas fábricas como minimizar a utilização de água e energia e reduzir as emissões, ações de reflorestamento e inovações contínuas em embalagens cada vez mais sustentáveis. A Nestlé Brasil está presente em 99% dos lares brasileiros.

Grupo voluntário que atua em Cuiabá convida população a participar da ação no dia 12 de setembro, a partir das 7h30, no MT-Hemocentro

Transformar uma data de celebração em um convite à solidariedade. É com essa proposta que o Girassol da Alegria vai comemorar seus 23 anos de atuação em Cuiabá. No dia 12 de setembro, a partir das 7h30 às 11h30, o grupo realiza uma mobilização para incentivar a doação de sangue e o cadastro de novos doadores voluntários de medula óssea, no MT-Hemocentro, na Capital.

A iniciativa será aberta à população e busca reunir voluntários, amigos do projeto e pessoas que desejam contribuir. Mais do que aumentar o número de doações naquele dia, a proposta é chamar a atenção para a importância de incorporar a doação de sangue à rotina e ampliar o número de pessoas cadastradas como possíveis doadoras de medula óssea.

“São 23 anos levando alegria, carinho e esperança para pessoas que atravessam momentos difíceis. Por isso, não haveria maneira mais significativa de celebrar essa história do que mobilizando ainda mais pessoas para um gesto que pode ajudar a salvar vidas. Queremos que quem já conhece o Girassol esteja conosco, mas também queremos alcançar quem nunca participou de uma ação voluntária e está procurando uma oportunidade para fazer a diferença”, afirma a coordenadora do Girassol da Alegria, Ines Motti.

Criado há mais de duas décadas, o Girassol da Alegria reúne voluntários com o propósito de levar momentos de descontração, acolhimento e esperança a crianças e adultos atendidos por cinco instituições: Associação de Amigos da Criança com Câncer (AACC-MT), Abrigo Bom Jesus, Casa Transitória Irmã Dulce e os Hospitais Universitário Júlio Müller e de Câncer de Mato Grosso.

Divididos em cinco grupos, identificados pelas cores Amarelo, Azul, Verde, Vermelho e Roxo, os voluntários realizam visitas quinzenais às instituições. Brincadeiras, música, arte, jogos e outras atividades recreativas fazem parte das ações desenvolvidas para proporcionar momentos de alegria e amenizar sentimentos como tristeza e apatia provocados, muitas vezes, pelo tratamento e pela distância de familiares e amigos.

Ao longo dessa trajetória, o trabalho também busca estimular a cultura do voluntariado e despertar, especialmente entre os jovens, a sensibilidade e o respeito diante das dificuldades enfrentadas pelo próximo. Na mobilização de aniversário, essa missão ganha uma nova forma: incentivar cada participante a oferecer um pouco de si para alguém que talvez nunca chegue a conhecer.

“Costumamos dizer que o Girassol é uma caixinha cheia de sentimentos: alegria, paz, felicidade, doação, carinho, esperança, amor e partilha. No dia 12, queremos ver tudo isso se transformar em ação. A pessoa pode chegar ao Hemocentro para doar sangue ou se cadastrar como doadora de medula, mas também pode sair de lá entendendo que existem muitas maneiras de contribuir com o próximo. Sozinhos, somos sementes. Juntos, somos Girassol da Alegria”, reforça Ines Motti.

Mobilização

A ação será realizada no dia 12 de setembro, a partir das 7h, no MT-Hemocentro, localizado na Rua 13 de Junho, nº 1.055, Centro Sul, em Cuiabá. E, além do apoio do Hemocentro, conta ainda com a parceria da Maçonaria GOB/MT Grande Oriente do Brasil, GLEMT Grandes Lojas e do Moto Clube Bodes do Asfalto.

Para doar sangue, é necessário apresentar documento oficial com foto, ter entre 16 e 69 anos, pesar 50 kg ou mais, estar em boas condições de saúde e bem alimentado. Já para ingressar no Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME), é necessário ter entre 18 e 34 anos e 11 meses, estar em bom estado geral de saúde e realizar o cadastro e a coleta de uma pequena amostra de sangue.

Dúvidas e orientações específicas sobre os critérios para doação de sangue e cadastro como doador de medula óssea devem ser esclarecidas diretamente com o MT-Hemocentro pelo WhatsApp (65) 98433-0624 ou telefone (65) 3623-0044.

Mais informações sobre o trabalho do Girassol da Alegria podem ser encontradas no Instagram @girassoldaalegriaoficial e no site girassoldaalegria.org.


Mudanças no nível dos rios transformam a paisagem ao longo do ano e permitem diferentes experiências de natureza e cultura

Conhecida pelas praias de areia branca, Alter do Chão, distrito de Santarém (PA), entrega muito mais do que dias de descanso. Localizada na margem direita do Rio Tapajós, a região também é uma porta de entrada para a floresta e para a cultura viva das comunidades ribeirinhas, protagonistas de experiências que aproximam os visitantes dos modos de vida locais. As praias são um dos principais atrativos, mas por lá a paisagem é mutável e muda ao longo do ano de acordo com o regime das águas, que determina diferentes possibilidades de conhecer o território.

Entre agosto e dezembro, durante a temporada seca, o nível dos rios baixa e revela as praias fluviais de areia branca, além de ampliar as possibilidades de trilhas em terra firme e passeios de barco. Já entre janeiro e julho, período de cheia, as águas sobem e encobrem boa parte das praias, enquanto a floresta alagada passa a fazer parte dos roteiros, com navegação por igarapés e outras experiências ligadas ao ciclo das águas.

É a partir da diversidade de roteiros que um mesmo lugar oferece que a experiência sai do convencional e atinge outras camadas. Trilhas pela floresta, encontros com comunidades e atividades conduzidas por moradores locais colocam o viajante em contato com uma Amazônia que se revela por meio de conhecimentos ancestrais, histórias e práticas construídas e mantidas ao longo das gerações.

Floresta e uma cultura viva

Entre as experiências durante os meses de cheia, estão as trilhas, a visita à Samaúma gigante com mais de mil anos, o mergulho e banho em igarapés e a canoagem pelos igapós na Floresta Encantada. Também é possível navegar pelo Canal do Jari e pelo Encontro das Águas, com a possibilidade de avistar botos. A observação da fauna e de aves é mais uma das atividades da região.

Com as diversas possibilidades que Alter do Chão oferece, a interação com o território também aparece por meio da cultura. Oficinas de artesanato, seringa e borracha, ervas medicinais e farinhada apresentam as práticas tradicionais para os viajantes. A farinhada — vivência do processo tradicional de produção de farinha de mandioca — também faz parte das experiências. Há ainda o Pirarimbó, uma vivência de carimbó junto à piracaia, uma forma ancestral de assar peixe na brasa à beira do rio.

Na comunidade de Maguari, uma das responsáveis por transformar conhecimento em experiência para quem visita a região é Dona Nira. Responsável pela alimentação e pelas oficinas de artesanato, ela integra o grupo Natureza Viva de Biojoias e conduz atividades em que apresenta o processo de produção das peças, conta histórias e compartilha a cultura local por meio de um jantar com pratos típicos.

“É muito satisfatório para a gente contar e relatar as histórias lindas da nossa comunidade para os viajantes, eles ficam muito felizes. Sempre tem um momento que eles perguntam sobre as ervas e como eu as conheço e entendo um pouco, eu compartilho meus conhecimentos sobre para o que serve. Eles saem encantados e maravilhados”, conta.

Dona Nira recebe viajantes há anos e, ao longo do tempo, passou a oferecer um jantar para os grupos que visitam a comunidade. “Sempre fica para o último dia na comunidade, para mostrar um pouco do que a gente come e da nossa comida. Eu procuro fazer uns quatro ou cinco pratos diferentes para destacar o nosso tempero e sabor. Eu vejo que o jantar repercute muito bem e os viajantes se sentem maravilhados com os sabores diferenciados e os peixes assados na caldeirada”, afirma.

Experiências construídas pelas comunidades

Para aproximar os viajantes das comunidades e de experiências verdadeiras e marcantes, desde 2018, a Vivalá – Turismo Sustentável no Brasil atua na região em parceria com comunidades como a que Dona Nira reside, Maguari, e em Jamaraquá. A atuação envolve expedições de turismo sustentável, capacitações com os empreendedores locais e iniciativas voltadas ao desenvolvimento de pequenos negócios, sempre colocando os moradores como parte da construção dos roteiros e das experiências.

A participação dos moradores locais contribui com a geração de renda e o giro da economia, já que o trabalho durante os roteiros passa pelo desenvolvimento das próprias atividades turísticas e pela preparação dos espaços para receber os viajantes. Para Daniel Sousa, facilitador que atua com a Vivalá desde 2022, a parceria também contribui para ampliar a profissionalização de quem atua com turismo no local.

“Os locais, como comunidade e como espaço turístico, trabalham em prol de melhorar cada vez mais o desenvolvimento turístico, cada qual em seus ambientes. Desenvolvem atividades e organizam espaços para receber os visitantes que chegam por terra e por água. Transformam seus meios de vida e suas experiências em momentos únicos para aqueles que vêm buscar esse contato, mesmo que seja só para fazer trilha ou tomar banho de rio. Hoje eles estão cada vez mais organizados e buscam melhorar mais a forma de como receber os visitantes”, afirma.

Após anos de capacitação comunitária por meio de uma metodologia própria, batizada de Universidade Vivalá de Negócios, a Vivalá sente hoje os efeitos positivos desse processo de qualificação. “Tivemos uma alta de 50% no número de viajantes em Alter do Chão de 2023 a 2025, sendo este um dos nossos destinos mais buscados e melhor avaliados, com destaque para a profundidade das experiências, que faz com que as pessoas voltem pra casa inspiradas e transformadas”, explica Daniel Cabrera, cofundador e diretor executivo da Vivalá.

Alter do Chão tem maior efeito multiplicador da Vivalá 

A atuação com as comunidades também gera movimentação econômica. Em 2025, foram realizadas 13 operações em Alter do Chão, com 174 viajantes embarcados, que movimentaram mais de R$ 149 mil na economia local, considerando os valores injetados pela Vivalá e apresentando o maior efeito multiplicador entre os destinos operados, com mais de 47% do valor repassado vindo de gastos indiretos dos próprios viajantes. O impacto alcançou diretamente 116 comunitários envolvidos na operação e seus familiares, enquanto a área de atuação diretamente apoiada pelo negócio social na conservação chegou a 19.388,18 hectares. Os dados são do Relatório de Impacto 2025, publicado pela Vivalá em julho deste ano.

Para quem viaja, a experiência de conhecer a região e contribuir para a economia local também pode mudar a percepção sobre o destino. A enfermeira Maria Isabel da Silva esteve no distrito há poucos meses e destaca que, antes da viagem, imaginava um lugar sóbrio e calmo, com muita vegetação e rios. Mas ao chegar, se surpreendeu com a estrutura, segurança e receptividade das pessoas, além da adaptação dos moradores às mudanças no nível dos rios.

“Vivenciar a natureza com a experiência e contato com a população local foi completamente diferente do que ficar em hotel. A experiência que mais me marcou, sem dúvida, foram os dias na comunidade Maguari, pela sua passividade, preocupação em manter tradições e natureza, mas também pelo extremo respeito que possuem pela Vivalá. Percebi um respeito à cultura local e à natureza”, afirma Maria Isabel.

Conheça a região em roteiros de grupos ou privativos

Expedição Amazônia Alter do Chão (PA) tem opções de 4, 5 ou 8 dias e começa em Alter do Chão, com passagem pela Floresta Nacional do Tapajós e pelas comunidades de Maguari e Jamaraquá. Os roteiros incluem hospedagem, refeições previstas em cada opção, vivências culturais e de natureza, transportes fluviais e terrestres a partir do ponto de encontro até o retorno ao aeroporto de Santarém, acompanhamento do time de Facilitação e Condução Vivalá e seguro-aventura. As acomodações são em quartos compartilhados e podem ser individuais, duplos, triplos ou quádruplos, conforme disponibilidade.

Na opção de 4 dias, estão incluídas três noites em pousada de Alter do Chão, além de três cafés da manhã, dois almoços e um jantar. O investimento é a partir de R$ 3.752,50 no PIX ou transferência, com 5% de desconto. Para o roteiro de 5 dias, são duas noites em pousada de Alter do Chão e duas noites na Pousada e Redário Abílio, além de quatro cafés da manhã, três almoços, um café da tarde e dois jantares, a partir de R$ 3.942,50.

Já o roteiro de 8 dias prevê duas noites em pousada de Alter do Chão e cinco noites na Pousada e Redário Abílio, com sete cafés da manhã, seis almoços e cinco jantares, e um investimento a partir de R$ 4.835,50 no PIX ou transferência. Todas as opções de roteiro podem ser parceladas em até oito vezes sem juros ou doze vezes com juros. As inscrições não incluem passagem aérea até Santarém, traslado entre o aeroporto e Alter do Chão, refeições em Santarém no primeiro e último dia, bebidas e compras pessoais. As saídas em grupo estão programadas ao longo de todos os meses até o fim de 2027.

Além das expedições em grupo, a Vivalá oferece roteiros privativos de um dia, em parceria com a Pérola, com experiências que passam pela Floresta Nacional do Tapajós, Canal do Jari, Floresta Encantada, praias do Rio Tapajós, Rio Arapiuns e Comunidade de Coroca. Também estão entre as opções experiências como Pirarimbó, focagem de jacaré, Turismo de Cura e Farinhada. Os roteiros têm valores a partir de R$ 180 por pessoa e chegam a R$ 370, conforme a experiência escolhida. As taxas comunitárias e outros itens não incluídos variam de acordo com o roteiro, e os dias de saída devem ser consultados no momento da reserva.

Para mais informações sobre a Expedição Amazônia Alter do Chão (PA) clique aqui.

Sobre a Vivalá 

A Vivalá é referência em turismo sustentável e programas de impacto socioambiental positivo, atendendo pessoas físicas e algumas das maiores organizações do país, com agendas de inovação, bioeconomia, tecnologia, cultura tradicional e responsabilidade social, promovendo experiências que buscam ressignificar a relação que as pessoas têm com o Brasil. Atualmente, a Vivalá atua em 30 operações nos biomas da Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal, em conjunto com mais de 1.600 famílias envolvidas na operação.

Com 17 prêmios e reconhecimentos nacionais e internacionais da Organização Mundial do Turismo, ONU Meio Ambiente, Braztoa, Embratur, Abeta, Fundação do Grupo Boticário, Yunus & Youth, entre tantos outros. A Vivalá tem uma operação 100% carbono neutro e é uma empresa B certificada, tendo a maior nota do setor no Brasil e a 7ª maior no mundo. Até junho de 2026, a Vivalá já contava com mais de 6 mil clientes, além de ter injetado mais de R$ 9 milhões em economias locais por meio da compra de serviços de base comunitária. Para mais informações, acesse: https://www.vivala.com.br/


Evento já tem data e tema para o próximo ano: de 17 a 19 de agosto de 2027 – Ecossistemas do Espaço Interior

Com o tema “Interiores Regenerativos: do Habitar ao Pertencer”, a 4ª edição do Salão Rio de Interiores chegou ao fim ampliando um debate que começou no indivíduo, passou pela cidade e chegou na escala do planeta. As grandes transformações ambientais, climáticas e tecnológicas exigem uma nova forma de pensar a arquitetura, mas como os interiores se conectam aos desafios globais do nosso tempo? Inovação, inteligência artificial, diversidade, sustentabilidade e pesquisa convergem para demonstrar que cada decisão projetual – da escolha dos materiais ao desenho dos espaços – pode contribuir para regenerar ecossistemas, fortalecer comunidades e construir futuros mais resilientes. 

Mediada por Marcela Abla Michelle Beatrice (Mika), o primeiro painel do dia, “Tecnologias para Arquitetura”, reuniu 2 grandes especialistas para discutir como a IA e outras tecnologias podem contribuir para uma arquitetura mais eficiente, inovadora e regenerativa, sem perder de vista o papel insubstituível da sensibilidade humana no processo de projeto. Em sua apresentação, a arquiteta e urbanista Mariana Moro, que também é professora, deu literalmente uma aula de como a tecnologia pode potencializar o processo criativo. Chamado por ela de “criatividade híbrida”, Mariana passou por todas as etapas necessárias para implementar e utilizar as ferramentas disponíveis no segmento de interiores, e finaliza reforçando que apesar das possibilidades que a tecnologia oferece “o mais crucial de todo o processo é entender repertório, pois é ele que sairá do perfil genérico da IA para o seu projeto”. De forma bastante complementar, o também arquiteto e urbanista Dudu Ribeiro, ganha o palco para contextualizar como a Inteligência Artificial está impactando o mercado de arquitetura e o perfil do profissional de interiores. Ele pontua a quão democrática é a IA, “que está na palma da nossa mão, e de graça”, e o quanto está crescendo a demanda de mercado para quem sabe utilizá-la. Partindo da teoria para a prática de como utilizá-la, Dudu chega ao final de sua apresentação trazendo um dado muito relevante: 86,7% dos atrasos e sobrecustos vêm de dentro de casa e não da falta de ferramenta. E pontua: “a pergunta certa não é se o arquiteto será substituído pela IA, mas quem vai governar essa transição primeiro”.

O segundo painel, “Eventos Que Transformam”, abordou como feiras, mostras, festivais, semanas criativas e bienais se tornaram plataformas de formação de repertório, valorização da cultura e transformação social. Ao aproximar arquitetura, design, arte e comunidade, esses eventos ampliam o acesso ao conhecimento, fortalecem identidades locais e estimulam novas formas de pensar e habitar o mundo. Com mediação da jornalista Joana Dale, a mesa reuniu três importantes protagonistas dessa transformação para discutir como experiências culturais podem contribuir para uma sociedade mais consciente, criativa e regenerativa. A arquiteta, urbanista e pesquisadora Gabriela de Matos começou contando um pouco de como foi assinar, ao lado de Paulo Tavares, o Pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza e como está sendo a vivência de curadoria da próxima Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, dessa vez ao lado de Pedro Rossi. Ela destaca que a arquitetura não pode se dissociar como parte de uma cultura, e reforça que é um “erro de reduzir a produção a uma linguagem única, o mais interessante que nós brasileiros temos é falar da nossa diversidade”. Na sequência, Patrícia Quentel, idealizadora e diretora da CASACOR Rio de Janeiro, resgatou a história da mostra – que completa 40 anos de Brasil e 35 de Rio de Janeiro -, que surgiu para enaltecer a profissão do arquiteto de interiores. Contextualizando com os tempos atuais, ela traz uma provocação no que se refere à contradição que os grandes eventos vivem hoje entre o papel do negócio de gerar consumo e a preocupação com a sustentabilidade, mas explica que é possível encontrar um equilíbrio e que “busca um consumo consciente, por meio de processos sustentáveis na realização do evento e no apoio a ações sociais e entidades beneficentes”. Já Lauro Andrade, jornalista, empreendedor e fundador da DW! Semana de Design de São Paulo, trouxe uma visão voltada para a estratégia de negócios, recordando sua entrada no universo da arquitetura num projeto para posicionar a Expo Revestir entre as feiras do setor. Ele conta que se encantou com o formato festival visto na Semana de Milão e entendeu o potencial do Brasil por ter 3 importantes elementos: a potência criativa, a veia empreendedora e a biodiversidade com recursos naturais. E ressalta que “nenhuma semana de design do mundo tem a quantidade de novos designers como temos aqui no Brasil”. E retornando ao tema do Salão, Lauro reafirma que “falar em regenerar e pertencer está totalmente dentro dos eventos que nós executamos, pois evento bom é aquele que deixa algum aprendizado para quem fez parte dele”.

Encerrando o 4º Salão Rio de Interiores, o arquiteto, engenheiro e professor do Massachusetts Institute of Technology (MIT) Carlo Ratti lotou o auditório para o painel “Como a Arquitetura Pode Regenerar o Planeta”, em uma apresentação que sintetizou e ampliou as discussões que atravessaram os três dias do evento. Depois de partir da escala do indivíduo, refletindo sobre os espaços que habitamos e as novas formas de viver e se relacionar, passando pela cidade, seus fluxos, conexões e transformações, o Salão chegou ao planeta como território maior e urgente de reflexão. Coube a Ratti fazer essa conexão final, mostrando que pensar o futuro da arquitetura significa compreender a relação indissociável entre pessoas, cidades, tecnologia e natureza. Com mediação de Evelise Grunow, Ratti abriu sua apresentação enfatizando que é preciso transformar conhecimento em design. Como ponto de partida, prestou uma homenagem ao urbanista, sociólogo, jornalista e analista de organizações norte-americano William H. Whyte, que, utilizando uma câmera Super 8, filmou diversas praças urbanas de Nova York na década de 1970 e identificou elementos capazes de criar espaços públicos vibrantes e estimular a convivência. Utilizando da tecnologia, Ratti estabeleceu um paralelo daquela época com os dias atuais, revelando mudanças significativas no comportamento humano e na maneira como ocupamos os espaços urbanos. Hoje, por exemplo, andamos 15% mais rápido e olhando para os celulares, enquanto o índice de pessoas que caminham sozinhas chega a 68% e vem caindo a frequência de encontros em espaços públicos. Os dados revelam uma transformação que ultrapassa a arquitetura: falam sobre como estamos vivendo, nos relacionando e construindo nossas cidades.

É justamente nessa passagem do indivíduo para o coletivo que a palestra de Ratti se conecta à narrativa construída pelo Salão Rio de Interiores ao longo de sua programação. Se o ponto de partida é a experiência humana nos espaços, a cidade aparece como extensão dessa experiência – e o planeta, como o sistema maior do qual todos fazemos parte. Ao integrar arquitetura, ciência, tecnologia e inteligência coletiva, Ratti apresentou projetos desenvolvidos ao redor do mundo para mostrar que regenerar o planeta exige uma nova maneira de pensar e projetar as cidades: não como estruturas isoladas, mas como sistemas vivos, conectados entre si e ao meio ambiente. A reflexão reforçou ainda o papel do arquiteto diante dos desafios contemporâneos. Mais do que criar espaços, projetar passa a significar compreender comportamentos, estimular conexões e estabelecer novas relações entre tecnologia, sociedade e ecossitema. “O que nós podemos fazer como arquitetos é facilitar essas conexões. A tecnologia está afastando as pessoas, mas a arquitetura é capaz de voltar a fazer as pessoas a se reunirem. Lembrando ainda que, para isso, é fundamental a arquitetura trabalhar junto com a natureza”, finaliza Ratti.

Fotos do terceiro dia no link para download: https://photos.app.goo.gl/1L1Ee8ZWtThd81pw7

(crédito: Miguel de Sá)

4ª edição do Salão Rio de Interiores

O evento de 2026, que aconteceu de 25 a 27 de agosto, reuniu marcas parceiras, instituições setoriais e profissionais do segmento de arquitetura e design de interiores para troca de experiências e debates. Com curadoria de Gisele Taranto e Marcela Abla, o público no auditório e área de exposição foi superior a 2 mil pessoas nos 3 dias de programação, mostrando a força do Salão, que se consolida no calendário anual do setor.

“Só temos a agradecer a todos que acreditaram e construíram este projeto conosco. Mais do que movimentar o mercado, o Salão quer ampliar o olhar sobre a arquitetura de interiores e seu papel na sociedade, na cultura, na tecnologia, na cidade e no planeta. Essa construção só é possível graças à união entre as entidades IAB-RJ e AsBEA/RJ, com apoio do CAU/RJ”, comemora Gisele Taranto.

A organização aproveitou a presença dos participantes para anunciar a data do 5º Salão Rio de Interiores, de 17 a 19 de agosto de 2027, e o tema, Ecossistemas do Espaço Interior.

“Acreditamos que a concentração de profissionais de alto nível em um ambiente provocador, característico desse formato pocket, potencializa as possibilidades de conexões qualificadas e favorece uma troca de experiências práticas, ricas em reflexões e criatividade”, comemora Marcela Abla.

O Salão Rio de Interiores é realizado pela Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura do Rio de Janeiro (AsBEA/RJ) e pelo Departamento do Rio de Janeiro do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RJ), com patrocínio do CAU/RJ e CasaShoppingJunta Arquitetura é a responsável pelo layout e conceito sustentável dos stands, e Lider assina como Mobiliário Oficial.

 


Em mais de uma oportunidade prometi aqui neste espaço comentar sobre as questões espirituais envolvidas na onda da covid 19. Sempre fiquei em dúvida, porque o lado espiritual desse fenômeno acaba sendo disruptivo e poderia gerar discussões que não interessam.

Mas o movimento da pandemia foi tão grande e tão abrangente que imaginei que poderia arriscar, sem ser crucificado. Mas, se for, fazer o que?

De tempos em tempos o planeta sofre disrupções e muda. No caso da covid, houve uma diferença. Pegou o mundo inteiro desprevenido. Não poupou países de economia rica e nem os pobres.

No primeiro momento a sequência de sentimentos começou com a surpresa. Depois veio o medo. Depois veio o temor. Depois veio o pânico coletivo. E, por fim, vieram as mortes e a doença ao redor de cada um de nós no Brasil e no mundo. E o medo tornou-se um sentimento coletivo.

Os governos, a mídia, as ongs tão poderosas com opiniões sobre tudo. A economia. A política. Todos silenciaram. O vírus transformou-se na mais agressiva linguagem mundial. 2020 passou no pânico e em 2021 o vírus veio acalmar a sua fúria a partir de setembro

Porém, ninguém esperava que ao fim da fase aguda da pandemia, a próxima vítima fosse a economia. E ainda não imagina que a próxima vítima dos desdobramentos seja a seja a política. Traduzindo: o planeta corre o risco de ver não ficar pedra sobre pedra da civilização até aqui construída ao longo de milhares de anos. Sei que são afirmações arriscadas e fortes. Mas parece que não haverá caminhos diferentes.

Uma das etapas da pandemia em 2020 foram os lockdowns e o isolamento social no mundo inteiro. Gerou grande confusão na economia pelo descompasso entre a pouca demanda e depois a pouca oferta de produtos quando a demanda recomeçou, agora em 2021. De outro lado o perfil de consumo das pessoas mudou muito.

O que antes não tinha valor passou a ser valorizado. E o que era muito valorizado perdeu a importância. Isso significa completa transformação de quase todos os segmentos de produção e de consumo da economia mundial.

Volto ao início do artigo. Por detrás de tudo isso e de tudo o que aconteceu fica bem claro que houve um certo planejamento fora do controle humano. Era pra transformar o ser humano usando o próprio ser humano. As religiões certamente atribuirão a uma divindade. Os espiritualistas atribuirão a um governo espiritual do mundo.

Quem não se enquadrar, também não poderá negar que transformações desse tamanho e importância não seriam casuais. Faço parte da crença de que existe uma ordem espiritual por detrás de tudo isso que aconteceu. Não sinto a necessidade de dar-lhe um nome. Só a de respeitar essa ordem.

Ao final, o que importa é que o planeta mudou absurdamente e não voltará atrás. As pessoas mudaram e mudarão em progressão absurda. Outra coisa, pra encerrar: não importa se o ser humano acredita ou não em algum valor espiritual.

O que importa, afinal, é que o que tiver de acontecer, está acontecendo e vai acontecer muito mais. O centro dessa nova ordem será o planeta renascido e o ser humano reconstruído. Mas a compreensão será um pouco mais lenta. Pode demorar. Mas não tem volta. Quem planejou, planejou!

Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso.

 

Reprodução: Repórter MT


O lutador olímpico, Igor Queiroz, 19 anos, se tornou bicampeão pan-americano de luta greco-romana, na quinta-feira (10), na cidade de Oaxtepec, no México. O atleta é natural de Cuiabá e morador do bairro Tijucal.

Igor foi introduzido ao mundo das lutas aos 9 anos de idade, por influência do pai Pablo Queiroz, que além de cabeleireiro é lutador de jiu-jítsu. “Eu inseri o Igor de maneira lúdica no mundo das lutas. No entanto, dentre várias modalidades que ele treinou, acabou se identificando com a luta greco-romana”.

Há mais de 5 anos o cuiabano integra a equipe de lutadores olímpicos da Seleção Brasileira e atualmente é titular absoluto no time da luta greco-romana.

O atleta já foi campeão brasileiro, sulamericano e já ficou em terceiro lugar no campeonato mundial escolar, entre outras participações e premiações que recebeu ao longo dos mais de 20 países que já visitou por meio das competições.

O lutador, que usa o bordão “do Tijucal para o mundo”, ainda continua na tentativa de arrumar um patrocínio. Segundo o pai de Igor, o único apoio financeiro que o atleta recebe é dos próprios familiares.

Igor retorna a Cuiabá neste sábado, onde seguirá os treinos para as futuras competições.

 

Reprodução: Hiper Notícias 


2+0+2+3 = 7

Esse ano é regido pelo número 7 que é o número de energia da espiritualidade.

O 7 é o número que representa a perfeição. A integração entre os mundos físicos e espiritual, sendo, portanto, o símbolo do Universo em transformação.

Mas, suas interpretações vão muito além.

Ele representa o lado místico e oculto de TUDO.

Que a nossa história em 2023 seja de muita conexão com Algo Maior, a Fonte, Deus para que possamos estar em ressonância com as Forças do Amor:

1) O SIM, esta significativa força do SIM à realidade como ela é, permeia todas as outras.

2) O PERTENCIMENTO: Todos têm o mesmo direito de pertencer.

3) A HIERARQUIA, a ordem, o respeito a quem vem antes.

4) E o DAR e RECEBER são a mesma coisa.

A LUZ É PAZ e BEM.

Bora para a Vida!

Eluise Dorileo é psicóloga, terapeuta familiar e maestria nas novas constelações quânticas.

Email eluisedorileo@hotmail.com


Reprodução

A Mattel, maior fabricante de brinquedos do mundo, lançou nesta semana a primeira linha de bonecas Barbie produzidas com 90% de plástico reciclado dos oceanos.

A coleção foi batizada de ‘Barbie Loves the Ocean’ (Barbie Ama os Oceanos, em tradução livre) e conta com uma arte promocional bem legal que faz referência à recente pegada mais sustentável da Mattel: “O futuro do rosa é o verde“.

A fabricante de brinquedos se comprometeu a produzir seus produtos com 100% de material reciclado até 2030.

“Este lançamento da Barbie é mais um acréscimo ao portfólio crescente da Mattel de marcas voltadas para um propósito que inspiram a consciência ambiental com o nosso consumidor como foco principal”, disse o presidente e diretor de operações da Mattel, Richard Dickson, em um anúncio feito à imprensa.

Richard também enfatizou a importância de se pensar em políticas ambientais de longo prazo, de olho no futuro da próxima geração.

“Na Mattel, capacitamos a próxima geração a explorar as maravilhas da infância e atingir seu potencial máximo. Fazemos nossa parte para garantir que as crianças também herdem um mundo cheio de potencial“.

FONTE: Razões para Acreditar


Por Valeriano Martins

No decorrer da minha vida profissional me deparei e ainda me deparo com vários mitos em relação ao intercâmbio. Por isso vou falar aqui sobre os cinco que escuto com frequência. O mais forte deles é imaginar que se trata de uma experiência apenas para pessoas jovens e adolescentes. Isso é um engano que impede muitos de realizarem seus sonhos, pois intercâmbio não tem idade!

A viagem internacional com o propósito de estudo e até mesmo trabalho, no caso dos adultos, pode ser realizada em qualquer fase da vida. É com muito orgulho que posso contar que no portfólio da Best Intercâmbio por exemplo, temos estudantes com mais de 70 anos e cada vez mais esse público está aumentando. Isso é incrível, pois incentiva outras pessoas dessa faixa etária a perceberem que a vida deve ser vivida da melhor maneira possível. Viajar, estudar e ver coisas novas com certeza é uma das opções que devem estar no topo da nossa lista.

Outro mito comum é sobre a língua inglesa. Acredito que por ser um dos idiomas considerados como universais e por estar fortemente presente no nosso dia a dia, como em filmes, músicas e cinema, várias pessoas chegam até nós imaginando que os países onde o inglês é falado são os únicos para os quais se pode viajar como intercambista. Então vamos desmitificar esta ideia também. Você pode viajar para estudar francês, italiano, espanhol, japonês, alemão! Enfim, a língua que quiser. Não existe fronteira. Basta procurar uma empresa de confiança e competente. A liberdade para viajar ao local que deseja estará garantida.

Estudar até ser fluente para só então fazer o intercâmbio: esse é o nosso terceiro mito. Aprender um novo idioma no país em que ele é nativo faz com que o aprendizado seja ainda mais rápido. Por isso, não é preciso ser craque em determinada língua para ser intercambista. Você vai aprender tudo durante a viagem.

O quarto mito: “vou economizar bastante, aí sim posso fazer meu intercâmbio”. Esse tipo de pensamento é bem comum. Realmente, não posso negar que se trata de um investimento, mas isso não significa que você precise desembolsar um alto valor. Existem diversas maneiras de baratear a viagem, como escolher bem o destino e o tempo de duração.

E para finalizar, vamos falar sobre intercâmbio e férias. Aqui é importante lembrar que esse tipo de experiência é um investimento pessoal em conhecimento e aprendizado. Por isso, precisa valer a pena. Isso não significa que você não vai poder visitar os pontos turísticos da cidade onde está ou sair para se divertir. O que não pode acontecer é esquecer de estudar. Afinal, você pagará por um curso, passagens e acomodação. O ideal é equilibrar os estudos com o lazer e aí com certeza seus resultados serão excelentes.

Anualmente realizamos a Feira de Educação Internacional com o objetivo de aproximar as instituições internacionais com o público interessado em fazer intercâmbios, oferecendo às pessoas a oportunidade de conversar e tirar suas dúvidas. Este ano, a feira acontece no próximo dia 22 de outubro, no Goiabeiras Shopping. O evento é aberto e totalmente gratuito.

Valeriano Martins é CEO da Best Intercâmbio


A novidade traz oito brinquedos inéditos para comemorar o lançamento do filme ambientado em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana

O McLanche Feliz proporciona entretenimento e diversão para os momentos em família há mais de 40 anos. E agora, a plataforma apresenta itens inéditos inspirados no novo filme da Disney e Pixar “Luca”.

A história é ambientada em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana e narra a jornada de amadurecimento de Luca junto de seu novo melhor amigo Alberto. Os meninos vivem um verão inesquecível repleto de gelatos, massas e intermináveis passeios de scooter. Mas toda a diversão é ameaçada por um segredo muito bem escondido: os dois são monstros marinhos de um mundo logo abaixo da superfície da água.

A novidade chega incrementando a parceria entre The Walt Disney Company Latin America e McLanche Feliz e reforça a aposta da rede em novas experiências que estimulam as atividades criativas e com muita diversão.

Para a família toda entrar no clima dessa empolgante estreia, o McLanche Feliz traz oito brinquedos inspirados nos personagens principais do filme:

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Muda de cor): submerja Luca e Alberto em água fria para revelar o tom de pele verde dos monstros marinhos. Coloque a peça da cauda à cabeça para completar a transformação;

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Nadando): gire a cauda do Luca e solte-a quando submergir o brinquedo na água, para fazê-lo nadar;

Giulia Marcovaldo: gire os braços de Giulia para trás e solte-os quando a submergir na água, para ver como nada;

Massimo Marcovaldo: dê corda ao Massimo e submerja-o na água, para ver como o Massimo move seus pés,enquanto nada e solta água pela boca.;

Machiavelli: aperte o botão embaixo de Machiavelli e submerja-o na água. Depois, solte o botão para enchê-lo. Tire-o da água e aperte o botão de novo, para que ele dispare água pela boca.

Monalisa: é uma pistola de água. Submerja a Monalisa em água fria e puxe sua cauda para enchê-la de água. Quando retirar da água, empurre a cauda novamente para a frente, para que a água saia pela boca.

Da esquerda para a direita: Luca Paguro (muda de cor), Alberto Scorfano (muda de cor), Luca Paguro (nadando), Alberto Scorfano (nadando), Giulia, Massimo, Machiavelli e Monalisa.

Os brinquedos já podem ser encontrados nos restaurantes da rede, que seguem operando pelo McDelivery e Drive-Thru em todo o país.

McLanche Feliz: ingredientes de qualidade e refeições equilibradas

Junto com seu compromisso em garantir momentos de diversão e aprendizagem, a companhia também mantém o compromisso de oferecer produtos de alta qualidade e os melhores ingredientes. Ao longo da última década a marca apresentou uma série de mudanças e evoluções em seu cardápio. Em 2019, o McDonald’s renovou sua proposta de menu infantil para oferecer uma opção ainda mais equilibrada, diminuindo as quantidades de sódio, gorduras, açúcares adicionados e incorporando mais frutas e vegetais.

Para ficar sempre por dentro das novidades e campanhas, acesse: https://www.mcdonalds.com.br.

 Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui mais de 2.200 restaurantes, entre unidades próprias e de seus subfranqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 31/03/2021). A empresa também mantém um sólido compromisso com o desenvolvimento das comunidades nas quais está presente e com a geração de primeiro emprego formal para jovens, além de utilizar sua escala para impactar de maneira positiva o meio-ambiente. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site: www.arcosdorados.com


O resgate dos animais das ruas e a oportunidade de dar um novo lar aos pets foi o que me motivou a iniciar um projeto em parceria com as Ongs (Organização Não Governamental) de apoio e cuidado ao animal.

O projeto piloto se deu com a disponibilização de 16 gatos, filhotes e adultos, pela Ong “É o Bicho”. Ao chegar na unidade Veterinária, cada animal passa por consulta para avaliação das condições gerais de saúde. E em apenas uma semana desde o início do projeto, 15 dos 16 gatos já tinham ganhado um novo lar.

Minha intenção é ampliar ainda mais a disponibilização de animais para adoção. As Ongs têm um papel importante no cuidado com os animais abandonados. Ainda para este mês, está previsto a disponibilização de cães e gatos para uma adoção responsável.

Qualquer pessoa que tenha interesse em cuidar e zelar de um pet pode fazer a adoção. Mas antes, deve fazer um cadastro e a equipe da Ong fará uma visita para levar as informações quanto as necessidades básicas de cada animal. Nossa campanha, que oportuniza às pessoas fazer uma adoção consciente, tem o apoio do plano de saúde animal referência no país, a Planvet.

Nossa clínica mantém atendimento 24 horas por dia, todos os dias da semana. Estamos também disponíveis para novas parcerias com outras Ongs da causa animal.

Para conhecer os animais disponíveis para adoção ou buscar parceria, basta nos fazer uma visita no endereço – Rua Professor João Félix, Número 396, Bairro Lixeira, em Cuiabá ou acessar nossa página no Instagram (@veterinariamt) ou Facebook (veterinariamatogrosso). Outras informações podem ser obtidas pelo número 65 3046-2850.

Anderson Nogueira é médico veterinário há mais de 15 anos e atende na Clínica Veterinária Mato Grosso.


Relacionamentos saudáveis, fortes e duradouros. Construir tudo isso com excelência não seria possível sem inspiração, coragem e exemplo. E é assim que hoje, em nossos 31 anos de empresa familiar, temos o orgulho de dizer que a força das mulheres se destaca em nosso meio.

Começamos nosso negócio como “Shopping da Construção”. Sempre fomos reconhecidos por termos produtos de acabamento diferenciados e fomos uma das primeiras lojas do segmento a ter autosserviço. Antes, tudo funcionava apenas como modalidade “venda de balcão”. Em 2006, trouxemos o primeiro modelo em formato “boutique”. Ao nos reposicionarmos no mercado com esse formato de loja personalizada, entendemos o quanto isso era importante.

Tudo em nossa empresa foi construído com amor e dedicação. Minha mãe fazia questão que eu e meu irmão sempre estivéssemos inseridos nos negócios da família. E assim estudamos e nos especializamos em diversas áreas para auxiliar e crescer ali dentro. Após a faculdade de arquitetura, fiz cursos de Gestão de Negócios e MBA em Varejo 4.0. Acompanhamos de perto a importância da gestão por sempre termos visto como nossos pais trabalhavam.

Em 2009, meus pais decidiram começar a Profissionalização da Gestão da Empresa, com a ideia de iniciar um processo de sucessão familiar com responsabilidade. Para isso, iniciamos uma longa preparação com um coaching para famílias empresárias em conjunto com várias consultorias nesse sentido.

Identificamos dentro de cada um de nós, o principal perfil para conseguirmos aproveitar ao máximo as características profissionais como indivíduos. Nas consultorias, trabalhamos liderança e governança. Implementamos ainda o programa de qualidade, para estudarmos questões de processos e mapeamento de procedimentos em todas as suas etapas.

Apesar de estarmos aprimorando nossos negócios e preparando tudo para que o processo sucessório dentro da família acontecesse com qualidade, não ficávamos pensando quando essa data realmente chegaria. Mas após a definição de protocolos da Bigolin, minha mãe comunicou que queria se ausentar e passar todos os setores para mim.

Nessa época, houve várias questões em nossas vidas, principalmente a pandemia que estava começando. E mais uma vez, foi um momento em que a experiência dela não poderia ser deixada de lado, nem mesmo para passar seu cargo à frente. Então, a gestão comercial foi passada para mim e os demais setores seguiram com seus gestores, que inclusive na maioria deles são mulheres que lideram. A direção geral e o respaldo final ainda é da nossa matriarca. Tenho muito orgulho da história iniciada por ela, especialmente porque o setor da construção civil é essencialmente masculino.

Trabalhamos muito para chegar até aqui, sempre buscando valorizar a gestão  feminina, enxergando em cada ser humano o potencial empreendedor e a real possibilidade de mudança de vida por meio de suas escolhas. Hoje somos o grupo Trindade Bigolin, trazendo o sobrenome da minha mãe, Lucimar Trindade Bigolin, junto com o do meu pai Olivo Bigolin. Meu irmão, Filipe Bigolin, é engenheiro civil e é ele quem cuida da construtora, a Egide. Prezamos por nossos valores e lideramos pelo exemplo. Temos como missão criar e manter relacionamentos saudáveis com nossos clientes e somos conhecidos pela solidez, pela ética e pela qualidade dos produtos e atendimento prestado.

Ariane Bigolin é arquiteta e sócia do grupo Trindade Bigolin