Encontros começam no dia 9 de setembro; candidatos devem ter pelo menos 18 anos e disponibilidade para plantões semanais

O Centro de Valorização da Vida (CVV) está com inscrições abertas para novos voluntários em Cuiabá. A capacitação gratuita começa na quarta-feira, 9 de setembro, com encontros virtuais das 19h às 22h. O processo de treinamento e seleção terá duração de 12 semanas.

Para participar, é preciso ter pelo menos 18 anos, disponibilidade para plantões semanais e disposição para ouvir, com respeito e sigilo, pessoas que precisam conversar. Não é exigida formação específica: os candidatos recebem preparação durante o curso oferecido pela instituição.

As inscrições podem ser feitas pelo e-mail cuiaba@cvv.org.br ou pela página do CVV Cuiabá.

O trabalho consiste em oferecer apoio emocional por meio da escuta acolhedora, sem julgamentos. A atuação dos voluntários não substitui o atendimento psicológico ou psiquiátrico.

Além de ajudar quem procura apoio, o voluntariado pode proporcionar autoconhecimento e desenvolvimento pessoal. Segundo Carlos Correia, voluntário do CVV, a experiência reforça a importância da solidariedade e da conexão entre as pessoas.

“Essa é a chance de descobrir o poder transformador de um gesto solidário”, afirma.

A seleção ocorre durante o Setembro Amarelo, movimento de conscientização sobre a prevenção do suicídio. A mobilização busca ampliar o diálogo sobre o tema e divulgar os caminhos disponíveis para quem precisa de ajuda.

Independente e sem vínculos políticos ou religiosos, o CVV conta com cerca de 3 mil voluntários. Segundo a instituição, foram realizados 2,7 milhões de atendimentos de apoio emocional em 2024.

Onde buscar apoio

O CVV oferece apoio emocional gratuito e sigiloso pelo telefone 188, disponível 24 horas por dia, todos os dias da semana. Também é possível consultar as opções de atendimento por chat e e-mail no site cvv.org.br.


Premiação será para estudantes que querem seguir carreira científica

As inscrições para o Prêmio Carolina Bori Ciência & Mulheres estão abertas até o dia 30 de outubro. O objetivo é reconhecer jovens talentosas cujas pesquisas de iniciação científica demonstrem criatividade, rigor metodológico e potencial para contribuir para o futuro da ciência no país.

Promovido pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a 8ª edição do prêmio será dedicada à categoria “Meninas na Ciência”.

Desde 2019, o Prêmio Carolina Bori já reconheceu 37 cientistas. Nesta edição, a premiação será voltada a estudantes do ensino Médio e da graduação que desejam seguir carreira científica.

Serão selecionadas seis vencedoras: três estudantes do ensino médio e três da graduação, distribuídas entre as três grandes áreas do conhecimento: 

  • Humanidades,
  • Biológicas e saúde e
  • Engenharias, exatas e ciências da Terra.

As vencedoras serão anunciadas até 15 de janeiro de 2027.

Prêmios para as vencedoras:

  • Troféu
  • Prêmio em dinheiro (R$ 10 mil na categoria Ensino Médio e R$ 13 mil na graduação)
  • Apresentação de seus trabalhos durante a 79ª Reunião Anual da SBPC
  • Participação em mentoria exclusiva com pesquisadores renomados

As informações sobre as regras de participação estão disponíveis no edital do prêmio. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo formulário online.


Cuiabá recebe, nos dias 26 e 27 de setembro, a terceira edição do Festival Alegrai-vos, evento que reúne música católica, espiritualidade e atividades culturais no Centro de Eventos do Pantanal. Com entrada gratuita mediante inscrição antecipada pelo Sympla, o festival terá pela primeira vez dois dias de programação e contará com artistas de destaque nacional, bandas regionais, celebrações religiosas e espaços voltados à convivência do público.

Com o tema “Alegria que não passa”, o evento foi estruturado para receber famílias, jovens, crianças e pessoas de diferentes idades. Além das apresentações musicais, a programação inclui momentos de oração, celebrações litúrgicas e a Expo Alegrai-vos, feira que reunirá iniciativas ligadas à economia criativa, evangelização, cultura e empreendedorismo cristão.

A entrada para o festival será gratuita, mas a organização exige inscrição antecipada pela plataforma Sympla para controlar o acesso e respeitar a capacidade do espaço.

A estrutura montada no Centro de Eventos do Pantanal será dividida em diferentes ambientes, incluindo o Pavilhão de Shows, a Capela de Adoração, a Praça de Alimentação e a Expo Alegrai-vos. A proposta é concentrar no mesmo local as atrações musicais, momentos de espiritualidade, alimentação e atividades dos expositores.

IMAGEM DE NOSSA SENHORA APARECIDA

O primeiro dia de festival, no sábado (26), terá como tema “Com Maria, Alegrai-vos na Esperança!” e será marcado pela chegada da Imagem Peregrina de Nossa Senhora Aparecida, enviada diretamente do Santuário Nacional de Aparecida, em São Paulo.

A programação musical começa com apresentações de bandas regionais, entre elas Folclore Banda do MCC, Renovados em Cristo e Banda Gaudium. Na sequência, o público poderá acompanhar os shows de Irmã Ana Paula, Flávio Victor Jr. e Colo de Deus.

O encerramento da programação de sábado será realizado com a celebração da Santa Missa.

DOMINGO TERÁ ADRIANA ARYDES

No domingo (27), o festival continua com o tema “Alegrai-vos no Senhor, Ele Vive!”. A programação terá novamente participação de bandas regionais, desta vez com Banda Bom Jesus e Dogma.

Entre as principais atrações do segundo dia estão Adriana Arydes, Ramon e Rafael e GBA Worship.

O encerramento será dedicado a um grande momento de Adoração ao Santíssimo Sacramento.

EXPERIÊNCIAS PAGAS

Embora a entrada geral seja gratuita, o público poderá escolher modalidades de acesso com estrutura diferenciada. Uma delas é o Espaço Peregrino, que oferece cadeira reservada durante os dois dias de programação.

Também haverá o Espaço Alegrai-vos Premium, com acesso a camarote, atendimento exclusivo e serviço de concierge.

As modalidades especiais são comercializadas por lotes e contam com opções de meia-entrada e meia-entrada social.

A organização afirma que toda a estrutura foi planejada para oferecer conforto, acessibilidade, segurança e melhor circulação dos participantes.

SERVIÇO

Festival Alegrai-vos 2026

Data: 26 e 27 de setembro de 2026
Local: Centro de Eventos do Pantanal, Cuiabá (MT)
Entrada: gratuita, mediante inscrição obrigatória pelo Sympla
Realização: Movimento de Cursilhos de Cristandade (MCC) e Grupo Executivo Diocesano (GED) de Cuiabá
Informações: @festivalalegraivos


Material de base biológica desenvolvido no Japão se transforma em componentes de fertilizante ao final da vida útil

Plástico agrícola e mudas: pesquisadores japoneses desenvolveram um material que pode ser convertido em fertilizante ao final da vida útil, sem se degradar antes disso. – Layse Ventura via Gemini / Olhar Digital

Pesquisadores japoneses desenvolveram um plástico que, após o uso, pode ser convertido em fertilizante para plantas. O material foi criado por uma equipe liderada pelo professor Daisuke Aoki, da Universidade de Chiba, em colaboração com a Universidade de Tohoku e a Universidade de Tóquio. O estudo foi publicado na revista Scientific Reports, do grupo Nature.

O plástico é feito a partir da isossorbida, um composto de base biológica obtido da glicose. Quando tratado com amônia aquosa a 90°C por 24 horas, o material se decompõe em isossorbida e ureia – ambos utilizáveis diretamente como fertilizante, sem necessidade de separação ou purificação.

Como funciona na prática

O material não é biodegradável em condições normais. Ele funciona como um plástico convencional durante toda a sua vida útil sem se degradar prematuramente. A transformação em fertilizante acontece apenas quando o produto chega ao fim do seu uso, mediante tratamento químico com amônia.

Estamos em um ponto crítico na história dos plásticos. Enquanto estratégias atuais como redução e reciclagem tradicional são importantes, elas são inerentemente ‘passivas’ e não oferecem benefícios ambientais ativos. Queríamos avançar para uma contribuição ambiental ‘ativa’, projetando materiais que resolvam o problema do lixo plástico enquanto abordam simultaneamente a depleção de recursos e apoiam a agricultura sustentável.

Daisuke Aoki, da Universidade de Chiba.

O avanço desta pesquisa

Estudos anteriores do mesmo grupo já haviam demonstrado que o plástico de base de isossorbida podia ser convertido em fertilizante, segundo o Phys.org. O novo avanço foi desenvolver um plastificante – chamado ISB-TEG – que torna o material mais de dez vezes mais flexível sem comprometer sua capacidade de se transformar em fertilizante.

Isso é importante porque o plástico original é duro e quebradiço, o que limitava suas aplicações. Com o plastificante, o material pode ser usado em produtos flexíveis como filmes agrícolas, vasos para mudas, sacolas e embalagens. E o plastificante em si também se converte em componentes de fertilizante pelo mesmo processo de tratamento com amônia.

Os testes com plantas

Os pesquisadores usaram o fertilizante produzido a partir do plástico sem separação ou purificação para cultivar a Arabidopsis thaliana, uma planta modelo usada em pesquisas científicas, e o komatsuna, uma hortaliça comestível da família das brássicas. O crescimento das plantas foi equivalente ao obtido com fertilizante comercial de ureia.

“Esses resultados são promissores e podem levar a uma nova geração de plásticos vistos como um recurso, e não como resíduo. Imaginamos um futuro em que o lixo plástico agrícola e doméstico seja rotineiramente reciclado”, disse Mizuhiko Nishida, da Universidade de Tohoku.

“Antecipamos que esta pesquisa poderia levar a uma mudança de paradigma fundamental, em que os plásticos não são mais vistos como ‘lixo’, mas como um recurso valioso para a produção de alimentos”, completou Aoki.

Do Olhar Digital


Programação comemorativa reforça a aproximação da Academia com a sociedade e reúne diferentes públicos na Casa Barão, no Centro Histórico de Cuiabá

Três dias de programação gratuita, convidados de instituições literárias de outros estados, encontros de saberes, literatura, cultura urbana, tecnologia, Inteligência Artificial e uma série de lançamentos vão marcar os 105 anos da Academia Mato-grossense de Letras (AML). As atividades serão realizadas nos dias 8, 10 e 12 de setembro, na Casa Barão, sede da instituição, no Centro Histórico de Cuiabá. Entre as novidades estão a inauguração do Ponto das Letras, o lançamento de uma cartilha sobre o Intensivismo, do livro “Identidade Cuiabana – Vozes poéticas do Centro Histórico”, além de revista, game, totem e documentário.

Fundada em 7 de setembro de 1921, a AML chega aos 105 anos ampliando a programação tradicional de aniversário. A proposta é reunir diferentes gerações e públicos e aproximar ainda mais a instituição da população, fazendo da Casa Barão um espaço de encontro, circulação de conhecimentos, experimentação e pertencimento.

Entre os convidados estão o filólogo e linguista Ricardo Cavaliere, membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), e o professor e escritor Alberto Rostand Lanverly, presidente da Academia Alagoana de Letras (AAL). Os dois participam de encontros com acadêmicos e comunidade, promovendo intercâmbio entre a produção intelectual e literária de Mato Grosso e de outras regiões do país.

A programação começa na terça-feira (8), com a inauguração do Ponto das Letras, Ponto de Cultura da AML, e o primeiro Encontro de Saberes, destinado a professores da rede municipal de educação. A acadêmica Cristina Campos abordará o Intensivismo, movimento literário e cultural de vanguarda nascido em Cuiabá e desenvolvido em meados do século XX. Na ocasião, também será lançada uma cartilha temática.

Na quinta-feira (10), a Casa Barão terá atividades desde o período da tarde, envolvendo crianças e adolescentes da rede municipal, Ciranda Literária, Encontrinho de Saberes, Oficina de Cultura Urbana, projeções, Inteligência Artificial, artefatos relacionados aos Povos Originários e outras manifestações culturais.

À noite será realizada a edição comemorativa do Casa Aberta, com visita guiada, sessão festiva, celebração dos Amigos da AML e Encontro de Saberes com Ricardo Cavaliere, acadêmicos e comunidade. A noite também reserva o lançamento de novos produtos da Academia: revista, game, totem e documentário.

Já no sábado (12), a programação inclui Assembleia da AML e Encontro de Saberes com Alberto Rostand Lanverly e integrantes da Academia Mato-grossense de Letras. O evento pelos 105 da AML é realizado através de parceria com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel).

PROGRAMAÇÃO

8 de setembro – terça-feira

14h30– Inauguração do Ponto das Letras, Ponto de Cultura da AML, e Encontro de Saberes, com participação de professores da rede municipal de educação e da acadêmica Cristina Campos, abordando o Intensivismo, com lançamento de cartilha temática.

10 de setembro – quinta-feira

14h30– Ciranda Literária, com livros para visitação e venda; visita de crianças e adolescentes da rede municipal de educação; Encontrinho de Saberes, coordenado por Jorge Barbosa; Oficina de Cultura Urbana; lanche; projeções; Inteligência Artificial; instalações de artefatos de Povos Originários e Cultura Urbana.

18h30 – Recepção do Casa Aberta e visita guiada.

19h– Casa Aberta – Sessão Festiva, com saudação do acadêmico Aclyse Mattos e Encontro de Saberes entre Ricardo Cavaliere, acadêmicos da AML e comunidade.

20h-Celebração dos Amigos da AML.

20h30 – Lançamento de revista, game, totem e documentário.

12 de setembro – sábado

Assembleia da AML e Encontro de Saberes entre o professor e escritor Alberto Rostand Lanverly, presidente da Academia Alagoana de Letras, e membros da Academia Mato-grossense de Letras.

SERVIÇO

O quê: Comemorações dos 105 anos da Academia Mato-grossense de Letras

Quando: 8, 10 e 12 de setembro de 2026

Onde: Casa Barão, sede da Academia Mato-grossense de Letras

Endereço: Rua Barão de Melgaço, 3869, Centro, Cuiabá (MT)

Entrada: gratuita

Transmissão on-line: canal da Academia Mato-grossense de Letras no YouTube

Instagram: @academiamtdeletras


Cerca de 20 mil pessoas acompanharam o tradicional desfile de 7 de Setembro na noite desta segunda-feira (7), na Avenida Getúlio Vargas, em Cuiabá. Famílias, estudantes, idosos e moradores chegaram ao local ansiosos pelo início das apresentações e transformaram a avenida em um grande espaço de celebração e emoção.

A mudança de horário, adotada em razão das altas temperaturas registradas nas últimas semanas, foi aprovada pelo público.

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, que acompanhou o evento ao lado da primeira-dama e vereadora Samantha Iris e de diversas autoridades, avaliou que a mudança para o período noturno superou as expectativas. Ele afirmou que a Prefeitura pretende melhorar a estrutura para as próximas edições.

“Esse horário parece que foi muito bom. Muitas pessoas vieram, mais pessoas nesse horário do que quando era no período da manhã. A gente esperava menos pessoas do que no ano passado, mas vieram duas a três vezes mais. Então, no ano que vem, vamos melhorar a infraestrutura para receber esse público”, destacou o prefeito.

Para a moradora do bairro Novo Horizonte, Bruna Françoise, que acompanhou o desfile ao lado dos filhos e do esposo, o novo horário contribuiu para que a família aproveitasse melhor a programação. Para ela, além de tornar o momento mais agradável, o desfile também ajudou a transmitir às crianças o significado da data.

“O horário é essencial. A temperatura conta muito. O desfile é uma oportunidade de transmitir o significado da data. E, principalmente, a importância de manter a tradição e mostrar às crianças o sentimento de patriotismo”, afirmou Bruna.

A programação também despertou memórias em quem acompanhou o desfile. Aos 68 anos, Rosineide relembrou a própria infância, quando participava dos desfiles realizados nos bairros de Cuiabá, e considerou positiva a realização do evento durante a noite. “Eu achei bacana esse horário e hoje mesmo o dia está propício. Não está tanto aquele calor de Cuiabá. Agora à noite está muito bom. Estou animada”, contou.

Para Jackeline Silveira, moradora de Nova Brasilândia, a noite representou ainda uma oportunidade de criar uma nova memória em família. Pela primeira vez, ela acompanhou o desfile na Avenida Getúlio Vargas e levou os filhos Miguel e Eloá, de 3 anos, para conhecer a celebração. “Eu nasci no Parque Cuiabá, onde teve desfile, sempre teve desfile de 7 de Setembro. E hoje eu tenho meus filhos e vim aqui mostrar para eles. Gosto muito das apresentações das bandas e fanfarras das nossas escolas”, relatou.

A expectativa pelo início das apresentações tomou conta da avenida e foi compartilhada por adultos e crianças. Um dos momentos mais aguardados pelo público foi a passagem das forças de segurança, que marcou o início do desfile das instituições e unidades participantes.

O público acompanhou o desfile cívico-militar com a participação de escolas estaduais e federais, organizações da sociedade civil e instituições das forças de segurança. Entre elas estiveram a Marinha do Brasil, o Exército Brasileiro, a Força Aérea Brasileira, a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros Militar, a Polícia Judiciária Civil (PJC) e a Secretaria de Estado de Justiça (Sejus).

Um dos momentos de destaque foi a participação de cinco escolas da rede municipal de Cuiabá, além das apresentações das alunas do programa Siminina. O público também conheceu o Siminino, programa implantado neste ano pela Prefeitura de Cuiabá.

A programação reuniu ainda a União de Mocidade das Assembleias de Deus de Cuiabá e Região (Umadecre) e a União de Orquestras e Bandas das Assembleias de Deus de Cuiabá e Região (Unobadecre). Também participaram o Grupo Escoteiro Philippe Landes, o Grupo Escoteiro Uniselva, 2MT, a Unibe, o Clube de Desbravadores e Aventureiros da Associação Leste Mato-Grossense da Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD),  o Sindicato dos Taxistas de Cuiabá (Sintac) além dos motoclubes Insanos e Lokas.

Para receber as milhares de pessoas, a estrutura foi reforçada ao longo da avenida. Banheiros químicos foram instalados no espaço, pontos de hidratação foram disponibilizados e copos de água foram distribuídos ao público. Equipes da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb) atuaram durante a programação na manutenção da limpeza.

As forças de segurança pública estadual e municipal também permaneceram mobilizadas para garantir o atendimento e a segurança durante o evento.

Além de celebrar a Independência do Brasil, o desfile também movimentou a economia local. Empreendedores aproveitaram a concentração de pessoas para comercializar produtos, como camisas do Brasil.

 


ESCREVER É UMA AVENTURA
Iniciativa utiliza temas de interesse de pacientes da Clínica Multidisciplinar da cooperativa para estimular habilidades de escrita, leitura e comunicação

Para muitos pais neurodivergentes, ver seus filhos se comunicarem é um verdadeiro sonho. O Projeto Escrever é uma Aventura utilizou os assuntos de interesse das crianças para transformá-los em um livro. Na última quinta-feira (27/08), pacientes participantes do projeto celebraram uma etapa especial: o lançamento do livro produzido ao longo das atividades, em um momento que reuniu crianças e familiares na Clínica Multidisciplinar da Unimed Cuiabá, localizada no bairro Jardim Cuiabá.

O projeto surgiu a partir de uma devolutiva realizada com os pais ao final de 2025, quando foram identificadas dificuldades relacionadas à escrita. Em fevereiro de 2026, a iniciativa começou com um paciente e, posteriormente, foi estendida a outras crianças, dando início à primeira edição do projeto.

Para participar, é necessário ter idade mínima de oito anos, considerando que a criança já tenha tido um contato inicial com a escrita na escola. A partir daí, são identificados os assuntos de interesse de cada paciente, os chamados hiperfocos.

“Falar sobre assunto favorito rendia bom desempenho terapêutico. Generalizei para o processo de escrita e foi sucesso. Ao partir de assuntos que fazem parte do universo da criança, a escrita deixa de ser apenas uma atividade escolar e passa a ter um propósito real: contar algo que ela conhece, gosta e deseja compartilhar”, explica a fonoaudióloga da Clínica Multidisciplinar da Unimed Cuiabá, Viviane Cardoso da Silva.

A especialista explica que, após a escolha dos temas, as crianças realizam pesquisas, selecionam os conteúdos e iniciam a produção dos textos. O ritmo de escrita varia de acordo com cada participante. Ao final, os trabalhos ganham novos elementos, como capa, índice, conclusão e agradecimentos.

A proposta trabalha a linguagem de forma integral, contemplando tanto a linguagem expressiva quanto a receptiva. A produção escrita também envolve habilidades motoras, cognitivas e linguísticas necessárias para a construção de textos claros e coerentes.

Entre os aspectos trabalhados está a consciência linguística, fundamental para que a criança compreenda a relação entre o que fala, ouve, lê e escreve. Também são desenvolvidas a consciência fonológica, a associação entre fonemas e grafemas, a leitura, a escrita, o vocabulário e a organização das ideias.

“A consciência é fundamental para a aprendizagem da leitura e da escrita porque permite que a criança compreenda como a linguagem funciona”, destaca Viviane.

Mais que escrever
Os resultados percebidos ao longo do projeto vão além da produção dos textos. Nas conclusões incluídas nos próprios livros, as crianças foram convidadas a refletir sobre os avanços alcançados durante a experiência. A maioria relatou ter desenvolvido maior gosto pela escrita e ampliado o vocabulário.

Porém, para a fonoaudióloga, as conquistas são ainda maiores, desenvolvendo a consciência fonológica, fonêmica, lexical, sintática, semântica e ortográfica – habilidades que contribuem para compreender os sons, as palavras, a organização das frases, os significados e as regras da escrita.

Outro fator importante no processo é a participação da família que, de acordo com Viviane, é fundamental para aproximar a criança da leitura e da escrita.

“A família é o maior e mais importante modelo de leitor e escritor para a criança. Quanto mais significativas e positivas forem as experiências com a linguagem escrita no ambiente familiar, maiores serão as oportunidades de aprendizagem e desenvolvimento”, afirma.

Autores de sua própria história
A especialista ressalta que, para as crianças, ver suas histórias impressas representa mais do que concluir uma atividade: significa reconhecer-se como autores da própria produção e história.

Segundo Viviane, o resultado também proporciona uma experiência de valorização, reconhecimento e pertencimento, ao mostrar que as ideias, sentimentos e criatividade das crianças são importantes e merecem ser compartilhados.

Para a fonoaudióloga, acompanhar a evolução dos pacientes e chegar ao lançamento foi uma experiência marcante.

“Idealizar o projeto foi fácil. O difícil foi lidar com à proporção que ele tomou. A intensidade que eu, essas crianças e famílias vivemos nesses meses não tem como mensurar. A ansiedade era gigante e acompanhar todo esse processo até o momento do lançamento foi uma experiência muito especial e emocionante”, conta.

O lançamento, segundo ela, simboliza a celebração de cada conquista e do caminho percorrido pelas crianças.

“Ver suas ideias ganhando forma, sendo transformadas em páginas e, finalmente, em um livro, trouxe um sentimento enorme de orgulho e realização. O lançamento representa muito mais do que a apresentação de um livro, é a celebração de cada conquista, de cada esforço e da coragem de se reconhecer como autor”, concluiu.


Leonardo Lopes*

O segundo semestre de 2026 marca um novo momento para a economia circular brasileira. As exigências para recuperação e incorporação de material reciclado em embalagens plásticas passam a alcançar também pequenas e médias empresas, ampliando uma agenda regulatória que já vinha sendo aplicada às grandes indústrias. O desafio, porém, é evidente: como aumentar o uso de matéria-prima reciclada se continuamos destinando aos aterros justamente os materiais que poderiam abastecer essa demanda?

O Brasil ainda enterra riqueza. Segundo o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2025, da ABREMA, o país gerou 81,6 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos em 2024, o equivalente a cerca de 384 quilos por habitante. Apesar desse volume, apenas uma pequena parcela retorna efetivamente ao ciclo produtivo, enquanto milhões de toneladas continuam sendo descartadas, justamente quando a indústria precisará ampliar a oferta de materiais reciclados para cumprir as novas exigências legais.

Sempre que um resíduo reciclável segue para um aterro, perdemos matéria-prima, energia, empregos e competitividade. Ao interromper a vida útil desses materiais, obrigamos a extração de novos recursos naturais, ampliando custos para a indústria e impactos ambientais que poderiam ser evitados.

O problema não está apenas no comportamento do consumidor. É estrutural. A coleta seletiva ainda é insuficiente, os polos de reciclagem permanecem concentrados em poucas regiões, a logística encarece a recuperação de materiais e faltam incentivos capazes de equilibrar oferta e demanda. O resultado é um mercado que ainda não consegue fornecer e aplicar, em escala, o uso de conteúdo reciclado que a própria legislação começa a exigir.

Essa realidade transforma a economia circular em uma agenda de competitividade, não apenas de sustentabilidade. Empresas que estruturam ou se integram às cadeias de reciclagem reduzem sua dependência de matérias-primas virgens, ficam menos expostas à volatilidade dos mercados internacionais e fortalecem a segurança de abastecimento em um cenário de crescente pressão regulatória.

O desperdício também tem impactos sociais. Milhares de cooperativas e organizações de catadores dependem da reciclagem para gerar renda. Ao recuperar mais materiais, fortalecemos esse ecossistema, movimentamos economias locais e reduzimos a pressão sobre aterros sanitários, cuja implantação exige áreas cada vez mais escassas e investimentos elevados.

O debate também precisa ser visto sob a ótica econômica. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) estima que o modelo global atual de gestão de resíduos gera um custo de US$ 361 bilhões por ano em impactos ambientais, climáticos e de saúde pública. Em contrapartida, a adoção de práticas de economia circular pode gerar um benefício líquido anual de US$ 108 bilhões, demonstrando que recuperar materiais deixou de ser apenas uma agenda ambiental para se tornar uma estratégia de desenvolvimento.

O Brasil possui uma legislação consistente para impulsionar essa transformação. O desafio agora é criar condições para que municípios, empresas e toda a cadeia da reciclagem consigam implementá-la de forma efetiva.

As novas metas para embalagens plásticas representam mais do que uma obrigação regulatória. Elas indicam qual será o modelo econômico predominante nos próximos anos. Países que enxergarem resíduos como matéria-prima ganharão competitividade. Quem insistir em tratá-los apenas como descarte continuará desperdiçando recursos que já possui.

O Brasil tem potencial para liderar a economia circular. Mas isso só acontecerá quando deixarmos de enterrar a matéria-prima que a própria indústria precisará para crescer.

LEONARDO LOPES é diretor de Operações da Yattó


Em mais de uma oportunidade prometi aqui neste espaço comentar sobre as questões espirituais envolvidas na onda da covid 19. Sempre fiquei em dúvida, porque o lado espiritual desse fenômeno acaba sendo disruptivo e poderia gerar discussões que não interessam.

Mas o movimento da pandemia foi tão grande e tão abrangente que imaginei que poderia arriscar, sem ser crucificado. Mas, se for, fazer o que?

De tempos em tempos o planeta sofre disrupções e muda. No caso da covid, houve uma diferença. Pegou o mundo inteiro desprevenido. Não poupou países de economia rica e nem os pobres.

No primeiro momento a sequência de sentimentos começou com a surpresa. Depois veio o medo. Depois veio o temor. Depois veio o pânico coletivo. E, por fim, vieram as mortes e a doença ao redor de cada um de nós no Brasil e no mundo. E o medo tornou-se um sentimento coletivo.

Os governos, a mídia, as ongs tão poderosas com opiniões sobre tudo. A economia. A política. Todos silenciaram. O vírus transformou-se na mais agressiva linguagem mundial. 2020 passou no pânico e em 2021 o vírus veio acalmar a sua fúria a partir de setembro

Porém, ninguém esperava que ao fim da fase aguda da pandemia, a próxima vítima fosse a economia. E ainda não imagina que a próxima vítima dos desdobramentos seja a seja a política. Traduzindo: o planeta corre o risco de ver não ficar pedra sobre pedra da civilização até aqui construída ao longo de milhares de anos. Sei que são afirmações arriscadas e fortes. Mas parece que não haverá caminhos diferentes.

Uma das etapas da pandemia em 2020 foram os lockdowns e o isolamento social no mundo inteiro. Gerou grande confusão na economia pelo descompasso entre a pouca demanda e depois a pouca oferta de produtos quando a demanda recomeçou, agora em 2021. De outro lado o perfil de consumo das pessoas mudou muito.

O que antes não tinha valor passou a ser valorizado. E o que era muito valorizado perdeu a importância. Isso significa completa transformação de quase todos os segmentos de produção e de consumo da economia mundial.

Volto ao início do artigo. Por detrás de tudo isso e de tudo o que aconteceu fica bem claro que houve um certo planejamento fora do controle humano. Era pra transformar o ser humano usando o próprio ser humano. As religiões certamente atribuirão a uma divindade. Os espiritualistas atribuirão a um governo espiritual do mundo.

Quem não se enquadrar, também não poderá negar que transformações desse tamanho e importância não seriam casuais. Faço parte da crença de que existe uma ordem espiritual por detrás de tudo isso que aconteceu. Não sinto a necessidade de dar-lhe um nome. Só a de respeitar essa ordem.

Ao final, o que importa é que o planeta mudou absurdamente e não voltará atrás. As pessoas mudaram e mudarão em progressão absurda. Outra coisa, pra encerrar: não importa se o ser humano acredita ou não em algum valor espiritual.

O que importa, afinal, é que o que tiver de acontecer, está acontecendo e vai acontecer muito mais. O centro dessa nova ordem será o planeta renascido e o ser humano reconstruído. Mas a compreensão será um pouco mais lenta. Pode demorar. Mas não tem volta. Quem planejou, planejou!

Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso.

 

Reprodução: Repórter MT


O lutador olímpico, Igor Queiroz, 19 anos, se tornou bicampeão pan-americano de luta greco-romana, na quinta-feira (10), na cidade de Oaxtepec, no México. O atleta é natural de Cuiabá e morador do bairro Tijucal.

Igor foi introduzido ao mundo das lutas aos 9 anos de idade, por influência do pai Pablo Queiroz, que além de cabeleireiro é lutador de jiu-jítsu. “Eu inseri o Igor de maneira lúdica no mundo das lutas. No entanto, dentre várias modalidades que ele treinou, acabou se identificando com a luta greco-romana”.

Há mais de 5 anos o cuiabano integra a equipe de lutadores olímpicos da Seleção Brasileira e atualmente é titular absoluto no time da luta greco-romana.

O atleta já foi campeão brasileiro, sulamericano e já ficou em terceiro lugar no campeonato mundial escolar, entre outras participações e premiações que recebeu ao longo dos mais de 20 países que já visitou por meio das competições.

O lutador, que usa o bordão “do Tijucal para o mundo”, ainda continua na tentativa de arrumar um patrocínio. Segundo o pai de Igor, o único apoio financeiro que o atleta recebe é dos próprios familiares.

Igor retorna a Cuiabá neste sábado, onde seguirá os treinos para as futuras competições.

 

Reprodução: Hiper Notícias 


2+0+2+3 = 7

Esse ano é regido pelo número 7 que é o número de energia da espiritualidade.

O 7 é o número que representa a perfeição. A integração entre os mundos físicos e espiritual, sendo, portanto, o símbolo do Universo em transformação.

Mas, suas interpretações vão muito além.

Ele representa o lado místico e oculto de TUDO.

Que a nossa história em 2023 seja de muita conexão com Algo Maior, a Fonte, Deus para que possamos estar em ressonância com as Forças do Amor:

1) O SIM, esta significativa força do SIM à realidade como ela é, permeia todas as outras.

2) O PERTENCIMENTO: Todos têm o mesmo direito de pertencer.

3) A HIERARQUIA, a ordem, o respeito a quem vem antes.

4) E o DAR e RECEBER são a mesma coisa.

A LUZ É PAZ e BEM.

Bora para a Vida!

Eluise Dorileo é psicóloga, terapeuta familiar e maestria nas novas constelações quânticas.

Email eluisedorileo@hotmail.com


Reprodução

A Mattel, maior fabricante de brinquedos do mundo, lançou nesta semana a primeira linha de bonecas Barbie produzidas com 90% de plástico reciclado dos oceanos.

A coleção foi batizada de ‘Barbie Loves the Ocean’ (Barbie Ama os Oceanos, em tradução livre) e conta com uma arte promocional bem legal que faz referência à recente pegada mais sustentável da Mattel: “O futuro do rosa é o verde“.

A fabricante de brinquedos se comprometeu a produzir seus produtos com 100% de material reciclado até 2030.

“Este lançamento da Barbie é mais um acréscimo ao portfólio crescente da Mattel de marcas voltadas para um propósito que inspiram a consciência ambiental com o nosso consumidor como foco principal”, disse o presidente e diretor de operações da Mattel, Richard Dickson, em um anúncio feito à imprensa.

Richard também enfatizou a importância de se pensar em políticas ambientais de longo prazo, de olho no futuro da próxima geração.

“Na Mattel, capacitamos a próxima geração a explorar as maravilhas da infância e atingir seu potencial máximo. Fazemos nossa parte para garantir que as crianças também herdem um mundo cheio de potencial“.

FONTE: Razões para Acreditar


A novidade traz oito brinquedos inéditos para comemorar o lançamento do filme ambientado em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana

O McLanche Feliz proporciona entretenimento e diversão para os momentos em família há mais de 40 anos. E agora, a plataforma apresenta itens inéditos inspirados no novo filme da Disney e Pixar “Luca”.

A história é ambientada em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana e narra a jornada de amadurecimento de Luca junto de seu novo melhor amigo Alberto. Os meninos vivem um verão inesquecível repleto de gelatos, massas e intermináveis passeios de scooter. Mas toda a diversão é ameaçada por um segredo muito bem escondido: os dois são monstros marinhos de um mundo logo abaixo da superfície da água.

A novidade chega incrementando a parceria entre The Walt Disney Company Latin America e McLanche Feliz e reforça a aposta da rede em novas experiências que estimulam as atividades criativas e com muita diversão.

Para a família toda entrar no clima dessa empolgante estreia, o McLanche Feliz traz oito brinquedos inspirados nos personagens principais do filme:

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Muda de cor): submerja Luca e Alberto em água fria para revelar o tom de pele verde dos monstros marinhos. Coloque a peça da cauda à cabeça para completar a transformação;

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Nadando): gire a cauda do Luca e solte-a quando submergir o brinquedo na água, para fazê-lo nadar;

Giulia Marcovaldo: gire os braços de Giulia para trás e solte-os quando a submergir na água, para ver como nada;

Massimo Marcovaldo: dê corda ao Massimo e submerja-o na água, para ver como o Massimo move seus pés,enquanto nada e solta água pela boca.;

Machiavelli: aperte o botão embaixo de Machiavelli e submerja-o na água. Depois, solte o botão para enchê-lo. Tire-o da água e aperte o botão de novo, para que ele dispare água pela boca.

Monalisa: é uma pistola de água. Submerja a Monalisa em água fria e puxe sua cauda para enchê-la de água. Quando retirar da água, empurre a cauda novamente para a frente, para que a água saia pela boca.

Da esquerda para a direita: Luca Paguro (muda de cor), Alberto Scorfano (muda de cor), Luca Paguro (nadando), Alberto Scorfano (nadando), Giulia, Massimo, Machiavelli e Monalisa.

Os brinquedos já podem ser encontrados nos restaurantes da rede, que seguem operando pelo McDelivery e Drive-Thru em todo o país.

McLanche Feliz: ingredientes de qualidade e refeições equilibradas

Junto com seu compromisso em garantir momentos de diversão e aprendizagem, a companhia também mantém o compromisso de oferecer produtos de alta qualidade e os melhores ingredientes. Ao longo da última década a marca apresentou uma série de mudanças e evoluções em seu cardápio. Em 2019, o McDonald’s renovou sua proposta de menu infantil para oferecer uma opção ainda mais equilibrada, diminuindo as quantidades de sódio, gorduras, açúcares adicionados e incorporando mais frutas e vegetais.

Para ficar sempre por dentro das novidades e campanhas, acesse: https://www.mcdonalds.com.br.

 Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui mais de 2.200 restaurantes, entre unidades próprias e de seus subfranqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 31/03/2021). A empresa também mantém um sólido compromisso com o desenvolvimento das comunidades nas quais está presente e com a geração de primeiro emprego formal para jovens, além de utilizar sua escala para impactar de maneira positiva o meio-ambiente. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site: www.arcosdorados.com


Por Valeriano Martins

No decorrer da minha vida profissional me deparei e ainda me deparo com vários mitos em relação ao intercâmbio. Por isso vou falar aqui sobre os cinco que escuto com frequência. O mais forte deles é imaginar que se trata de uma experiência apenas para pessoas jovens e adolescentes. Isso é um engano que impede muitos de realizarem seus sonhos, pois intercâmbio não tem idade!

A viagem internacional com o propósito de estudo e até mesmo trabalho, no caso dos adultos, pode ser realizada em qualquer fase da vida. É com muito orgulho que posso contar que no portfólio da Best Intercâmbio por exemplo, temos estudantes com mais de 70 anos e cada vez mais esse público está aumentando. Isso é incrível, pois incentiva outras pessoas dessa faixa etária a perceberem que a vida deve ser vivida da melhor maneira possível. Viajar, estudar e ver coisas novas com certeza é uma das opções que devem estar no topo da nossa lista.

Outro mito comum é sobre a língua inglesa. Acredito que por ser um dos idiomas considerados como universais e por estar fortemente presente no nosso dia a dia, como em filmes, músicas e cinema, várias pessoas chegam até nós imaginando que os países onde o inglês é falado são os únicos para os quais se pode viajar como intercambista. Então vamos desmitificar esta ideia também. Você pode viajar para estudar francês, italiano, espanhol, japonês, alemão! Enfim, a língua que quiser. Não existe fronteira. Basta procurar uma empresa de confiança e competente. A liberdade para viajar ao local que deseja estará garantida.

Estudar até ser fluente para só então fazer o intercâmbio: esse é o nosso terceiro mito. Aprender um novo idioma no país em que ele é nativo faz com que o aprendizado seja ainda mais rápido. Por isso, não é preciso ser craque em determinada língua para ser intercambista. Você vai aprender tudo durante a viagem.

O quarto mito: “vou economizar bastante, aí sim posso fazer meu intercâmbio”. Esse tipo de pensamento é bem comum. Realmente, não posso negar que se trata de um investimento, mas isso não significa que você precise desembolsar um alto valor. Existem diversas maneiras de baratear a viagem, como escolher bem o destino e o tempo de duração.

E para finalizar, vamos falar sobre intercâmbio e férias. Aqui é importante lembrar que esse tipo de experiência é um investimento pessoal em conhecimento e aprendizado. Por isso, precisa valer a pena. Isso não significa que você não vai poder visitar os pontos turísticos da cidade onde está ou sair para se divertir. O que não pode acontecer é esquecer de estudar. Afinal, você pagará por um curso, passagens e acomodação. O ideal é equilibrar os estudos com o lazer e aí com certeza seus resultados serão excelentes.

Anualmente realizamos a Feira de Educação Internacional com o objetivo de aproximar as instituições internacionais com o público interessado em fazer intercâmbios, oferecendo às pessoas a oportunidade de conversar e tirar suas dúvidas. Este ano, a feira acontece no próximo dia 22 de outubro, no Goiabeiras Shopping. O evento é aberto e totalmente gratuito.

Valeriano Martins é CEO da Best Intercâmbio


O resgate dos animais das ruas e a oportunidade de dar um novo lar aos pets foi o que me motivou a iniciar um projeto em parceria com as Ongs (Organização Não Governamental) de apoio e cuidado ao animal.

O projeto piloto se deu com a disponibilização de 16 gatos, filhotes e adultos, pela Ong “É o Bicho”. Ao chegar na unidade Veterinária, cada animal passa por consulta para avaliação das condições gerais de saúde. E em apenas uma semana desde o início do projeto, 15 dos 16 gatos já tinham ganhado um novo lar.

Minha intenção é ampliar ainda mais a disponibilização de animais para adoção. As Ongs têm um papel importante no cuidado com os animais abandonados. Ainda para este mês, está previsto a disponibilização de cães e gatos para uma adoção responsável.

Qualquer pessoa que tenha interesse em cuidar e zelar de um pet pode fazer a adoção. Mas antes, deve fazer um cadastro e a equipe da Ong fará uma visita para levar as informações quanto as necessidades básicas de cada animal. Nossa campanha, que oportuniza às pessoas fazer uma adoção consciente, tem o apoio do plano de saúde animal referência no país, a Planvet.

Nossa clínica mantém atendimento 24 horas por dia, todos os dias da semana. Estamos também disponíveis para novas parcerias com outras Ongs da causa animal.

Para conhecer os animais disponíveis para adoção ou buscar parceria, basta nos fazer uma visita no endereço – Rua Professor João Félix, Número 396, Bairro Lixeira, em Cuiabá ou acessar nossa página no Instagram (@veterinariamt) ou Facebook (veterinariamatogrosso). Outras informações podem ser obtidas pelo número 65 3046-2850.

Anderson Nogueira é médico veterinário há mais de 15 anos e atende na Clínica Veterinária Mato Grosso.


Relacionamentos saudáveis, fortes e duradouros. Construir tudo isso com excelência não seria possível sem inspiração, coragem e exemplo. E é assim que hoje, em nossos 31 anos de empresa familiar, temos o orgulho de dizer que a força das mulheres se destaca em nosso meio.

Começamos nosso negócio como “Shopping da Construção”. Sempre fomos reconhecidos por termos produtos de acabamento diferenciados e fomos uma das primeiras lojas do segmento a ter autosserviço. Antes, tudo funcionava apenas como modalidade “venda de balcão”. Em 2006, trouxemos o primeiro modelo em formato “boutique”. Ao nos reposicionarmos no mercado com esse formato de loja personalizada, entendemos o quanto isso era importante.

Tudo em nossa empresa foi construído com amor e dedicação. Minha mãe fazia questão que eu e meu irmão sempre estivéssemos inseridos nos negócios da família. E assim estudamos e nos especializamos em diversas áreas para auxiliar e crescer ali dentro. Após a faculdade de arquitetura, fiz cursos de Gestão de Negócios e MBA em Varejo 4.0. Acompanhamos de perto a importância da gestão por sempre termos visto como nossos pais trabalhavam.

Em 2009, meus pais decidiram começar a Profissionalização da Gestão da Empresa, com a ideia de iniciar um processo de sucessão familiar com responsabilidade. Para isso, iniciamos uma longa preparação com um coaching para famílias empresárias em conjunto com várias consultorias nesse sentido.

Identificamos dentro de cada um de nós, o principal perfil para conseguirmos aproveitar ao máximo as características profissionais como indivíduos. Nas consultorias, trabalhamos liderança e governança. Implementamos ainda o programa de qualidade, para estudarmos questões de processos e mapeamento de procedimentos em todas as suas etapas.

Apesar de estarmos aprimorando nossos negócios e preparando tudo para que o processo sucessório dentro da família acontecesse com qualidade, não ficávamos pensando quando essa data realmente chegaria. Mas após a definição de protocolos da Bigolin, minha mãe comunicou que queria se ausentar e passar todos os setores para mim.

Nessa época, houve várias questões em nossas vidas, principalmente a pandemia que estava começando. E mais uma vez, foi um momento em que a experiência dela não poderia ser deixada de lado, nem mesmo para passar seu cargo à frente. Então, a gestão comercial foi passada para mim e os demais setores seguiram com seus gestores, que inclusive na maioria deles são mulheres que lideram. A direção geral e o respaldo final ainda é da nossa matriarca. Tenho muito orgulho da história iniciada por ela, especialmente porque o setor da construção civil é essencialmente masculino.

Trabalhamos muito para chegar até aqui, sempre buscando valorizar a gestão  feminina, enxergando em cada ser humano o potencial empreendedor e a real possibilidade de mudança de vida por meio de suas escolhas. Hoje somos o grupo Trindade Bigolin, trazendo o sobrenome da minha mãe, Lucimar Trindade Bigolin, junto com o do meu pai Olivo Bigolin. Meu irmão, Filipe Bigolin, é engenheiro civil e é ele quem cuida da construtora, a Egide. Prezamos por nossos valores e lideramos pelo exemplo. Temos como missão criar e manter relacionamentos saudáveis com nossos clientes e somos conhecidos pela solidez, pela ética e pela qualidade dos produtos e atendimento prestado.

Ariane Bigolin é arquiteta e sócia do grupo Trindade Bigolin