Monica Pasello*

A inteligência artificial já ocupa o centro do debate educacional. Até agora, grande parte das discussões se concentra em como ela transforma o ensino com novas ferramentas, formatos de conteúdo e possibilidades pedagógicas. Mas uma mudança acontece em paralelo e ainda recebe menos atenção: a forma como entendemos a mensuração da aprendizagem. Se a inteligência artificial já é capaz de produzir respostas completas em segundos, avaliar aprendizagem deixa de ser apenas verificar resultados e passa a exigir a observação de processos como raciocínio, interpretação e construção de sentido, inclusive no que tange o ensino de idiomas.

Toda transformação educacional começa por uma pergunta diagnóstica: o que queremos observar e medir no processo de aprendizagem? Antes de decidir como ensinar, é preciso definir o que importa acompanhar neste processo. Quando conseguimos fazer essa análise, o restante do sistema muda junto. E a inteligência artificial nos coloca exatamente nesse ponto.

Durante décadas, modelos de mensuração educacional foram desenhados para um contexto em que aprender significava acessar informação e demonstrar retenção. Hoje, a IA generativa produz textos, análises e respostas complexas em segundos, e, com isso, torna-se mais do que necessário novos sistemas para compreender a aprendizagem de fato e como ela se dá. A tecnologia não elimina a necessidade de avaliar, mas evidencia limites dos modelos tradicionais.

Em levantamento da RAND Corporation realizado com mais de 1,2 mil jovens entre 12 e 29 anos nos Estados Unidos, o uso da IA para ajudar nas tarefas escolares saltou de 48% para 62% ao longo de 2025. Ao mesmo tempo, 67% dos estudantes afirmaram acreditar que o uso excessivo dessas ferramentas pode prejudicar o desenvolvimento do pensamento crítico.

Nesse cenário, a pesquisa volta ao centro da discussão educacional. O que vemos é a necessidade do uso de inteligência artificial ser tratado como continuidade de décadas de investigação sobre aprendizagem e mensuração educacional. Nesse sentido, já encontramos no mercado parcerias acadêmicas, que buscam aproximar pesquisa e prática, traduzindo evidências em aplicações concretas para instituições e organizações.

Uma das principais conclusões dessas discussões é que processos avaliativos tendem a deixar de ser eventos isolados para se tornarem acompanhamentos contínuos. Em vez de registrar apenas um momento de desempenho, passam a oferecer sinais ao longo do tempo sobre o progresso, as dificuldades e o desenvolvimento de competências. Com o apoio da inteligência artificial, também se torna possível criar avaliações de forma mais ágil, adaptar o nível das atividades conforme o desempenho dos estudantes e acompanhar o processo com mais segurança e confiança nos ambientes digitais.

A IA torna esse modelo viável. Sistemas adaptativos ajustam níveis de dificuldade em tempo real e ampliam a capacidade de criar instrumentos consistentes, mantendo critérios de validade e comparabilidade. Mais do que eficiência tecnológica, trata-se de aproximar a mensuração da realidade diversa dos aprendizes.

Ao mesmo tempo, surgem responsabilidades proporcionais ao impacto dessas tecnologias. Resultados diagnósticos influenciam trajetórias acadêmicas e profissionais, o que exige sistemas transparentes, auditáveis e supervisionados por pessoas. A confiança continua sendo elemento central, independentemente da tecnologia utilizada.

Outro efeito desse cenário é a necessidade de desenvolver alfabetização em inteligência artificial. Não apenas saber usar ferramentas, mas compreender seus limites e interpretar resultados de forma crítica. No campo da proficiência linguística, por exemplo, exames amplamente utilizados no mercado internacional, como o TOEIC, passam a coexistir com ambientes profissionais em que a comunicação ocorre cada vez mais mediada por tecnologia. Medir o domínio de um idioma passa também por compreender como indivíduos utilizam competências comunicativas em contextos digitais e híbridos.

A questão central, portanto, não é o que a inteligência artificial fará com a educação, mas como especialistas em aprendizagem e mensuração irão utilizá-la para compreender melhor o desenvolvimento humano, o objetivo que sempre esteve no centro da educação.

*MÔNICA PASELLO é CEO da TOEIC Brasil.


Iniciativas garantem dignidade e fortalecem comunidades indígenas em todo o Estado

Mais de 89 mil cestas de alimentos entregues, 15,5 mil famílias indígenas atendidas com transferência de renda, quase 900 filtros de água distribuídos e mais de R$ 31 milhões investidos. Esses são alguns dos números que mostram como o Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), tem ampliado o cuidado com os povos indígenas em todo o Estado.

Ao longo dos últimos anos, programas como o SER Família Solidário, o SER Família Aconchego, o SER Família Indígena e o SER Família Capacita, têm feito diferença no dia a dia das famílias, garantindo alimento na mesa, apoio financeiro e melhores condições de vida, sempre considerando as especificidades de cada povo e território.

Legenda – SER Família Indígena – entrega de cestas e mutirão da cidadania na Aldeia Meruri – Créditos – Josi Dias

 

O secretário de Estado de Assistência Social e Cidadania, Klebson Gomes, ressaltou o compromisso contínuo com os povos indígenas e a importância de políticas públicas construídas com respeito e proximidade.

“Nosso trabalho é guiado pelo respeito à cultura, à história e às necessidades dos povos indígenas. Cada ação desenvolvida pela Setasc busca garantir dignidade, promover inclusão e fortalecer a autonomia dessas comunidades. Mais do que levar serviços, queremos estar presentes, ouvir e construir soluções junto com cada povo, reconhecendo a riqueza dos seus saberes e a importância deles para o nosso Estado. E neste domingo, 19 de abril, Dia dos Povos Indígenas, reafirmamos nosso compromisso de seguir avançando com políticas públicas que realmente façam a diferença na vida das pessoas”, ressaltou.

Legenda – SER Família Indígena – entrega de cestas e mutirão da cidadania na Aldeia Meruri – Créditos – Josi Dias

 

Esse apoio também promove ações de valorização e cuidado diretamente nas comunidades. No território Umutina, em Barra do Bugres, por exemplo, mulheres do povo Balatiponé participaram de uma roda de conversa e do “Dia de Beleza e Homenagem às Indígenas”.

A ação realizada em parceria com o município, levou serviços estéticos, brindes e uma palestra motivacional. A iniciativa promoveu autoestima, bem-estar e fortalecimento do papel das mulheres dentro de suas comunidades, respeitando suas identidades culturais.

Foto: Reprodução

A Setasc também integrou uma grande ação no Médio Xingu, em parceria com a Prefeitura de Feliz Natal e outros órgãos, dentro do projeto Prefeitura Participativa. A iniciativa levou serviços essenciais às comunidades indígenas, incluindo a entrega de cestas básicas, filtros de água e brinquedos, além da oferta de capacitações e apoio à agricultura familiar com assistência técnica.

Outro destaque foi o encaminhamento para implantação de poços artesianos, atendendo a uma demanda histórica por acesso à água de qualidade. A atuação da Setasc foi fundamental para fortalecer o atendimento social e garantir mais dignidade às famílias atendidas.

Foto: Reprodução

O cacique Tafareiup Panará, da aldeia Sôsérasã, destacou a importância da ação realizada na região e o impacto direto para a comunidade.

“Quero agradecer a chegada da equipe que veio até aqui, nessa ação realizada em parceria com a prefeitura. Para nós, isso é muito importante, porque mostra que estão olhando para a nossa comunidade, ouvindo nossas necessidades e trazendo melhorias. Esse tipo de presença faz diferença no nosso dia a dia e fortalece o cuidado com o nosso povo”, disse.

As ações também ajudam a abrir caminhos e dar visibilidade a histórias como a do arquiteto indígena Jucimar Ipaikire, da etnia Kurâ Bakairi, da Aldeia Pakuera. Com apoio da Setasc, ele participou da 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, experiência que, segundo ele, levou o conhecimento tradicional de seu povo para o centro do debate sobre sustentabilidade.

Foto: Arquivo Pessoal

“Participar da Bienal foi ótimo. Discutimos os desafios climáticos na construção civil e percebi o quanto a arquitetura indígena tem a contribuir, já que nossas casas são sustentáveis e respeitam a natureza”, contou.

Ele destaca que o apoio foi essencial para essa conquista. “A Setasc foi essencial, pois me deu a oportunidade de estar lá ao disponibilizar passagens. Sou muito grato, porque isso me permitiu conhecer outros profissionais e ampliar o diálogo sobre sustentabilidade”, afirmou.

Ao falar sobre sua atuação, Jucimar reforça o valor do conhecimento tradicional. “A âtâ (casa) Kurâ Bakairi carrega ancestralidade e tecnologia. Nossas construções respeitam o território, o tempo e até as fases da lua. É um conhecimento profundo que precisa ser valorizado”, disse.

Foto: Arquivo Pessoal

Depois da experiência, novas oportunidades surgiram. “Os convites para palestras aumentaram, trazendo mais visibilidade ao nosso saber”, destacou.

Para ele, a presença indígena em diferentes espaços é essencial. “Devemos dialogar de forma inteligente e mostrar que podemos contribuir. Isso enriquece qualquer discussão”, afirmou.

E, ao falar sobre o Dia dos Povos Indígenas, deixou uma mensagem direta e potente: “O dia é logo ali quando se luta”.

Legenda – Formatura SER Família Capacita realizado no município de Campinápolis. – Créditos – João Reis

 

Outro destaque é o Programa SER Família Capacita, que também atende a população indígena em Mato Grosso por meio da oferta de cursos de qualificação profissional. A iniciativa busca ampliar oportunidades de geração de renda e inclusão produtiva, respeitando as especificidades culturais de cada comunidade.

Com formações em diferentes áreas, o programa contribui para o fortalecimento da autonomia das famílias indígenas, incentivando o desenvolvimento local e criando caminhos para que esses cidadãos possam acessar o mercado de trabalho sem abrir mão de suas tradições e modos de vida.

Outro destaque foi a participação da Setasc no 1º Jogos Indígenas de Mato Grosso, realizado na aldeia Curva, na Terra Indígena Erikpatsa, no município de Brasnorte. O evento reuniu 43 etnias de diferentes regiões do Estado em um grande encontro de integração cultural, esportiva e social, considerado um marco histórico para os povos indígenas.

Legenda – 1º Jogos Indígenas de Mato Grosso foi realizado na aldeia Curva, localizada na Terra Indígena Erikpatsa, no município de Brasnorte – Créditos – Junior Silgueiro

 

Durante a programação, a Secretaria esteve próxima das lideranças e comunidades, reafirmando o compromisso com a escuta ativa, a valorização das tradições e a promoção de políticas públicas voltadas aos povos indígenas. Para além das competições, os jogos se consolidaram como um importante espaço de união, visibilidade e reconhecimento da diversidade cultural indígena em Mato Grosso.


Evento gratuito ocorre sexta (24), às 16h, no Teatro Universitário

 

A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) realiza, nesta sexta-feira (24), a partir das 16h, mais uma edição do Balaio Cultural, evento que celebra a diversidade artística e cultural da universidade e da comunidade. A programação acontece no Teatro Universitário e reúne diferentes linguagens em uma tarde marcada por arte, encontros e experiências culturais. A entrada é gratuita.

Pensado como um espaço de integração entre público, artistas e produções culturais, o Balaio Cultural propõe um grande mosaico de manifestações artísticas. A programação contará com exposição de obras do artista Sebastião Silva, e outros artistas, além de apresentações musicais e cênicas, poesia, dança, filmes e lançamento de livros.

Entre os destaques está a apresentação do Coral Desvendar, com Estela Ceregatti, além da participação do grupo “Mulheres da Terra do Sol” e do grupo “Canto das Sereias”, fortalecendo o protagonismo de vozes femininas e a valorização das expressões culturais regionais.

Mais do que um evento, o Balaio Cultural se consolida como um espaço de circulação artística, troca de saberes e valorização da produção cultural, promovendo o encontro entre diferentes públicos e linguagens em um mesmo ambiente.

A proposta é transformar o teatro em um grande palco de convivência e celebração da arte em suas múltiplas formas, aproximando a universidade da comunidade e reforçando seu papel como espaço de cultura, memória e criação.

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As estudantes selecionadas receberão assistência mensal e terão à disposição um espaço de acolhimento para os filhos

Mulheres entre 15 e 29 anos, que desejam aprender sobre a área de sistemas fotovoltaicos, podem participar do curso de Formação Inicial de Eletricista de Energias Renováveis – Instaladora de Sistemas Fotovoltaicos, ofertado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT), de forma totalmente gratuita.

O curso, com duração de até quatro meses, é realizado na modalidade presencial no IFMT Campus Cuiabá Octayde Jorge da Silva, localizado na região central da capital, com aulas noturnas, durante a semana, e diurna, aos sábados.

As inscrições são realizadas de forma eletrônica, por meio de formulário online, e vão até 1º de maio, sem cobrança de taxa. Ao todo, são disponibilizadas 30 vagas exclusivamente para mulheres, no âmbito do Programa Asas para o Futuro, uma parceria da instituição de ensino com o Ministério das Mulheres.

As estudantes que concluírem as atividades didáticas e os componentes curriculares do curso, recebem, no encerramento, a certificação de “Eletricista de Sistemas de Energias Renováveis”, com carga horária de 200 horas. Dessa forma, poderão atuar na instalação e operação de sistemas fotovoltaicos de acordo com as normas técnicas e procedimentos técnicos e regulamentares.

Faça sua inscrição AQUI. 

O objetivo do curso é promover a equidade de gênero e o crescimento profissional das mulheres na área de energias renováveis, setor em expansão no estado de Mato Grosso e com alta demanda de mão de obra.

Bolsa mensal

Além de estudarem em uma instituição pública e gratuita, as estudantes selecionadas terão direito a receber assistência estudantil na forma de bolsa, em quatro parcelas mensais, cada uma no valor de R$ 300,00 (total de R$ 1.200,00 ao final do curso).

Espaço de acolhimento para os filhos

Outro benefício é que as estudantes com filhos, de idade entre 3 e 8 anos, terão à disposição a Cuidoteca, um espaço educativo, recreativo e de apoio voltado aos filhos de estudantes e servidores do campus. Desse modo, enquanto participam do curso, as estudantes podem deixar os seus filhos no espaço recreativo, o que garante mais tranquilidade durante as aulas.

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Confira o Edital Nº 5/2026


Marco Antonio Spinelli*

Como nenhuma outra universidade conseguiu colocar essa figura em suas formaturas, esse é o único registro de Jim falando com uma turma de formandos. Esse discurso traz uma série de frases inesquecíveis, como: “O desejo de agradar vai te tornar invisível nesse mundo”, em que ele provavelmente alertava os formandos sobre a urgência de evitar tentar agradar a todos e encaixar a sua vida em projetos que não lhe façam sentido. A parte desse discurso que mais me tocou é a grande questão que ele levanta no seu encerramento: a sua vida pode ser guiada pelo amor ou pelo medo. Todo dia, fazemos, ou não, a escolha entre o medo e o amor. Ele termina seu discurso dizendo: “Entre o amor e o medo, escolha o amor, e não deixe que o medo sufoque seu coração brincalhão”.

Para a Psiquiatria, comediantes são um grupo de risco: apresentam mais quadros depressivos ou de uso problemático de drogas do que uma população de contadores, por exemplo. A figura arquetípica do palhaço que chora triste no camarim representa Isso: a tristeza profunda que habita a psique de muitos comediantes. O próprio Jim Carrey teve quadros depressivos bem severos e prolongados, que fez questão de comentar publicamente. Mas, durante um bom tempo de sua carreira, afirmava que o objetivo dos seus personagens era fazer as pessoas esquecerem as suas preocupações. Podemos afirmar que uma intenção em vários de seus trabalhos era cutucar o coração brincalhão adormecido em nossas correrias e rotinas.

Lamento dizer que, entre o medo e o amor, quem costuma ganhar é o medo, sem sombra de dúvida. O seu cérebro, caro leitor ou leitora do outro lado da tela, é uma máquina preditora do futuro, e que a prioridade dele não é a sua felicidade, mas sim a sua sobrevivência. Portanto, o medo é uma importante ferramenta evolutiva. Nosso cérebro emocional tem alguns milhões de anos a mais do que nosso cérebro racional. Quando alguém tem uma crise de pânico, seu cérebro racional te diz que não está acontecendo nada, enquanto o cérebro emocional corre para o Pronto Socorro e entra gritando que está morrendo no saguão.

Uma burrice frequente e coletiva é achar que se pode desenvolver sua coragem passando por cima do medo. Fingindo que ele não existe. Desde um cidadão chamado Sigmund Freud, hoje desprezado pela Psiquiatria, que sabemos que varrer os sentimentos negativos, como o medo, para debaixo do tapete da repressão costuma só fazer que ele volte com o triplo da força. E que ele vai se fazer ouvir. De um jeito, ou de outro.

Dito isso, devo dizer que tenho muita simpatia pela escolha de não deixar o medo sufocar nosso coração brincalhão. O brincar e a brincadeira são também instrumentos evolutivos muito importantes. A criança que não sabe, ou não consegue brincar, tem uma dificuldade importante em seu desenvolvimento cognitivo. Explorar o ambiente, com um ímpeto brincalhão, é uma condição para o crescimento.

A vida nos subtrai de nosso coração brincalhão, e, sem ele, ficamos entregues, o tempo todo, aos nossos medos. Quem tem a sua infância encerrada muito cedo por uma realidade violenta e de privação, fica sempre com uma espécie de tristeza e raiva estampados no rosto. A ausência da capacidade de brincar pode estar na origem de muitas pessoas que não conseguem ter empatia ou se colocar no lugar do outro.

Tem uma cena do filme “Patch Adams”, com o inesquecível Robin Williams (que teve sua vida ceifada pela depressão, que pena), em que o estudante Patch Adams descobre o poder curativo de um coração brincalhão. Numa cena inesquecível, ele entra no quarto do paciente mais agressivo, mais irascível da enfermaria. Esse paciente tinha um Câncer de Pâncreas caminhando para terminal. Suas explosões de ódio eram a manifestação de seu medo e desamparo. Patch Adams entra vestido de anjo e começa a anunciar “as próximas atrações: morrer, dar o último suspiro, abotoar o paletó”; o cara faz menção de chamar a enfermeira ou arremessar algo no palhaço. Mas, num clarão, decide entrar na brincadeira: “descer à última morada, fechar os olhos”, até que os dois explodem numa gargalhada. A gargalhada que é a mais importante de nossa vida, que é gargalhar diante da morte. Esse sim é um coração brincalhão. E que também, ouso dizer, é o Coração da Coragem.

*MARCO ANTONIO SPINELLI é médico, com mestrado em psiquiatria pela Universidade São Paulo, psicoterapeuta de orientação junguiana e autor do livro “Stress o coelho de Alice tem sempre muita pressa”


Com foco nos comerciantes da região, o 7º Festival da Pamonha da Comunidade Rio dos Peixes segue movimentando a economia local e fortalecendo a agricultura familiar. Realizado às margens da MT-251, o evento reúne produtores e trabalhadores que encontram na tradição do milho uma importante fonte de renda e visibilidade.

Presidente da Associação dos Pamonheiros e à frente da organização desde a primeira edição, Katia Maraiki Schroeder destaca o crescimento contínuo do festival e o impacto direto para quem vive da produção. “Esse evento é muito importante para nós. A cada ano o sucesso é maior. Aumentou a quantidade de milho e de produtores. Começamos com nove e hoje já são 14, e só cresce”, informou.

A diversidade de produtos também chama atenção e amplia as oportunidades de venda ao longo dos dias de evento.

“Hoje tem uma variedade muito grande: licor de milho, bolinho frito, picolé de pamonha, cural, milho cozido e bolo. A cada ano aumenta mais. E os preços são acessíveis, entre R$ 10 e R$ 15, para todo mundo poder consumir”, disse Katia.

Além das tradicionais pamonhas doces, salgadas e recheadas, o público encontra variedade de produtos derivados do milho ao longo do festival. Entre eles estão cural, milho cozido, bolos, doces e até licor de milho, reforçando a diversidade gastronômica e a identidade cultural da região.

A expectativa de público também reforça o potencial econômico para os comerciantes. “A gente calcula entre 4 mil e 5 mil pessoas por dia, porque aqui é rota de passagem. Muita gente para, consome e segue viagem. Isso movimenta bastante.”

Na ponta da venda, quem também sente esse impacto é o comerciante Léo Rodriguez, que trabalha em uma das pamonharias participantes e destaca os produtos mais procurados.

“A nossa especialidade é o caldo de quenga, que é um prato típico, mas também temos pamonha doce e salgada, cural, bolo de milho e sopa paraguaia. O que mais sai é a pamonha e o caldo”, contou.

Com opções variadas, os preços seguem uma média acessível, o que ajuda a atrair consumidores. Para além das vendas, Léo reforça o papel social do festival na geração de renda para trabalhadores da comunidade.

“Ajuda muito, principalmente quem trabalha de forma informal. É uma renda extra, um complemento. Além disso, o pessoal divulga o próprio trabalho, que já é tradição. Isso aqui alimenta muitas famílias”, comentou.

Com apoio institucional da Prefeitura de Cuiabá e presença do prefeito Abilio Brunini na abertura, o festival segue até o dia 21 de abril, consolidando-se como um dos principais eventos gastronômicos e culturais da região.

Segundo o secretário municipal de Agricultura e Trabalho, Vicente Falcão, o festival vai além da valorização cultural e tem impacto direto na economia, ao envolver centenas de trabalhadores e movimentar toda a cadeia produtiva do milho, da produção à comercialização.

“Isso impacta diretamente na economia. São cerca de 300 pessoas trabalhando no evento, desde a produção até as barracas. É um ciclo completo, da terra ao balcão, que gera renda, fortalece a agricultura familiar, garante alimento de qualidade e ainda fecha com sustentabilidade, reaproveitando os resíduos na própria produção”, pontuou.


Em “Origami com asas – sobrevivo às dobras do tempo”, Debbie Villela reúne memórias, perdas e afetos em versos sobre resiliência

A vida dobra, às vezes com delicadeza, às vezes com força. Entre vincos invisíveis, o tempo modela as recordações, sentimentos e caminhos, como um papel que aprende a existir nas mais diversas formas. Em Origami com asas – sobrevivo às dobras do tempoDebbie Villela parte dessa metáfora para apresentar um mosaico sobre a capacidade humana de atravessar transformações e perdas sem perder a essência.  

Nas páginas deste livro, surgem reflexões que transitam entre o íntimo e o universal. A escritora imprime lembranças de infância, episódios cotidianos, observações sobre o comportamento humano e suas maneiras de se manter resiliente. Os textos assumem o gesto de olhar o mundo com sutileza, encontrando beleza em cenas simples: o sabor de uma bala cor-de-rosa da infância, o silêncio de uma casa vazia ou o movimento das pessoas nas ruas de uma grande cidade. 

Advogada e publicitária, Debbie sempre manteve uma relação profunda com a escrita. Essa afinidade se materializa em textos que alternam lirismo e vivências pessoais, em uma composição repleta de significados. Em seus versos, cada imagem parece tocar algo familiar, despertando reconhecimento — como se abrisse uma pequena janela para a vida de quem lê, revelando fragmentos de sentimentos compartilhados. 

Personagens ampliam o universo emocional da publicação. Entre eles, surge Valentina, jovem que busca compreender o próprio coração enquanto enfrenta ilusões amorosas e o desejo de liberdade. A trajetória dessa mulher ecoa um dos temas centrais: a travessia das fragilidades humanas e o aprendizado que nasce delas. 

Genial é quem ama o que ama, vivendo no estilo que lhe  

veste bem, bebendo o que lhe acalma, apreciando a beleza, desprezando a maldade com trevos, patuás, e chás de amor-próprio.  

Nada fica complicado para a mente que mexe, dança e vive dentro da realidade que lhe basta. (Origami com asas – sobrevivo às dobras do tempo, p. 103) 

A obra também incorpora um elemento de interatividade ao apresentar orientações simples para a criação de dobraduras. Ao ensinar o passo a passo do origami, a autora aproxima o gesto manual da reflexão sobre a vida: cada vinco sugere pausa, atenção e transformação.  

Origami com asas é um retrato da existência marcada por perdas, reencontros, memórias e reinvenções. Como na arte moldada em papel, cada dobra deixa marca, e a marca altera a forma — e, ainda assim, a folha permanece inteira, pronta para descobrir novas possibilidades de ascensão. 

 

Ficha Técnica: 

Título do livro: Origami com asas – sobrevivo às dobras do tempo 

Autora: Debbie Villela 

Editora: Drops Editora 

ISBN/ASIN: 978-65-989495-0-1 

Páginas: 150 páginas 

Preço: R$55,00 

Onde comprar: Drops Editora 

Sobre a autora: Debbie Villela, advogada e publicitária, escreve com o coração. Busca a felicidade e a partilha por meio da palavra e da poesia. 


Uma lata de atum sólido contém 33g de proteína, não possui conservantes químicos e oferece ótimo custo-benefício

Elas ajudam a construir e recuperar músculos, pele e cabelos, fortalecem a imunidade, facilitam a regulação hormonal e atuam na saciedade, entre outros benefícios. Macronutrientes essenciais que sustentam as funções corporais, as proteínas estão em alta nas academias, clínicas de emagrecimento e nas gôndolas de supermercados. Os alimentos que têm como apelo a adição de proteínas estão em quase todas as categorias, de barrinhas de cereais a iogurtes e até água com colágeno. “O que os consumidores muitas vezes não percebem é que podem dispor de alimentos naturais riquíssimos em proteínas, embalados em latas de aço, sem ter que gastar a mais por isso”, explica a engenheira de alimentos Thais Fagury, presidente da Associação Brasileira de Embalagens de Aço (Abeaço).

De acordo com Thais, as canetas emagrecedoras e as necessidades nutricionais dos consumidores com mais de 50 anos evidenciaram o poder das proteínas na alimentação. “Quem está em dieta de emagrecimento precisa de um aporte adicional de proteínas não apenas porque elas ajudam na saciedade, mas também porque evitam a perda da massa muscular. O mesmo vale para os consumidores mais idosos, que perdem massa muscular muito rapidamente se não fizerem exercícios e não consumirem alimentos nutritivos, ricos também em proteínas”, explica Thais, destacando opções deliciosas e prontas para o consumo nas quais a proteína não é um elemento “adicionado”, mas totalmente natural.

Um dos alimentos campeões em proteínas é o atum em lata, explica a engenheira de alimentos. Uma lata de 170g (peso drenado de 120g) de atum sólido natural contém 33g de proteína, o que equivale a 66% das necessidades diárias de um adulto. Para efeito de comparação, é mais do que os 25g de proteína prometidos por uma marca famosa de bebida achocolatada proteica que faz sucesso nas academias.

“O atum só tem vantagens. É rico em ômega-3 e ácido linolênico, fundamentais para a saúde humana, atuando na redução da inflamação e na saúde cardiovascular. E, ao contrário da bebida, não contém açúcar e um monte de outros aditivos. Atum em lata é comida de verdade, pronta para ir para o prato”, compara Thais. “Uma boa lata de atum acompanhada de uma salada, é uma refeição completa e com baixíssimo índice glicêmico”, ensina.

Os alimentos embalados em lata de aço, lembra a presidente da Abeaço, não precisam de qualquer conservante químico. A lata também é 100% e infinitamente reciclável. “Quem se preocupa com a própria saúde também tem que se preocupar com a saúde do planeta”, finaliza.

Veja outros alimentos em lata para aumentar o aporte de proteínas da sua dieta:

  • Sardinha com molho de tomate: cerca de 25g de proteína por lata de 75g. Rica também em ômega-3, cálcio e vitamina D, além do licopeno do tomate;
  • Salada com atum, batata doce e azeite: cerca de 24g de proteína por lata de 150g. Pronta para comer, vem com um garfinho na embalagem.
  • Grão-de-bico em lata de 290g (200g drenado); cerca de 14g de proteína por lata. Pode ser usado em saladas ou no famoso Homus, com azeite e pasta de gergelim.
  • Ervilha em lata: cerca de 10g de proteína por lata de 170g (drenado). Adicionando uma lata de caldo de frango ou carne, rende uma sopa super proteica para o jantar.
  • Cubinhos de carne de soja ao molho mexicano: 11g de proteína em cada embalagem de 380g. Ótimo para molho de massas, rechear burritos ou panquecas.

Seguindo todas essas informações, a Abeaço indica o preparo de uma receita com proteína natural na lata: o Salpicão de Atum com Abacaxi. Leve e nutritivo, o prato combina o sabor do atum com legumes, frutas e temperos frescos. Além de ser refrescante e colorido, é uma forma deliciosa de reforçar os benefícios desse nutriente para a saúde e para o equilíbrio da dieta.

Confira o passo a passo da receita!

Salpicão de Atum com Abacaxi

Ingredientes:

  • 2 latas de atum, escorridos
  • 2 latas de seleta de legumes, escorridas
  • 1 xícara (chá) de abacaxi em calda, escorrido e picado
  • 2 maçãs Fuji, sem casca e picadas
  • 1 xícara (chá) de uvas passas pretas
  • ½ xícara (chá) de erva doce, picado
  • ½ xícara (chá) de salsão, picado
  • ½ xícara (chá) de salsinha, picada
  • 1 tomate picado

Para Temperar:

  • 4 colheres (sopa) de azeite em lata
  • 1 dente de alho, picado
  • Suco de 1 limão pequeno
  • 4 colheres (sopa) de maionese
  • Sal e orégano a gosto

Modo de Preparo:

  1. Numa travessa grande, junte todos os ingredientes do salpicão e reserve.
  2. Tempere com o azeite, o alho, o limão e o orégano. Acerte o sal, acrescente a maionese, mexa delicadamente e sirva a seguir.

Rendimento: 8 porções

Tempo de preparo: 10min

Sobre a Abeaço

Fundada em maio de 2003, a Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço) foi criada com o objetivo de fortalecer a imagem da embalagem de aço, além de dar suporte técnico e mercadológico aos seus fabricantes. Sem fins lucrativos, a entidade investe e apoia iniciativas de gestão ambiental e economia circular, sobretudo quando associadas a finalidade social, e aproxima os interesses de toda a cadeia produtiva. A instituição soma esforços para fomentar pesquisas, desenvolver campanhas de esclarecimento, participar de eventos e divulgar as características das latas de aço. Hoje, a Associação reúne empresas do setor interagindo intensamente com entidades empresariais, fabricantes de embalagens, organizações ambientalistas e o governo.

Saiba mais sobre a Abeaço acessando o site www.abeaco.org.br.

Mais informações para a imprensa:

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(11) 3813-1344
Claudia Reis – claudiareis@pressaporter.com.br

Eulália Vieira – eulalia@pressaporter.com.br


Em mais de uma oportunidade prometi aqui neste espaço comentar sobre as questões espirituais envolvidas na onda da covid 19. Sempre fiquei em dúvida, porque o lado espiritual desse fenômeno acaba sendo disruptivo e poderia gerar discussões que não interessam.

Mas o movimento da pandemia foi tão grande e tão abrangente que imaginei que poderia arriscar, sem ser crucificado. Mas, se for, fazer o que?

De tempos em tempos o planeta sofre disrupções e muda. No caso da covid, houve uma diferença. Pegou o mundo inteiro desprevenido. Não poupou países de economia rica e nem os pobres.

No primeiro momento a sequência de sentimentos começou com a surpresa. Depois veio o medo. Depois veio o temor. Depois veio o pânico coletivo. E, por fim, vieram as mortes e a doença ao redor de cada um de nós no Brasil e no mundo. E o medo tornou-se um sentimento coletivo.

Os governos, a mídia, as ongs tão poderosas com opiniões sobre tudo. A economia. A política. Todos silenciaram. O vírus transformou-se na mais agressiva linguagem mundial. 2020 passou no pânico e em 2021 o vírus veio acalmar a sua fúria a partir de setembro

Porém, ninguém esperava que ao fim da fase aguda da pandemia, a próxima vítima fosse a economia. E ainda não imagina que a próxima vítima dos desdobramentos seja a seja a política. Traduzindo: o planeta corre o risco de ver não ficar pedra sobre pedra da civilização até aqui construída ao longo de milhares de anos. Sei que são afirmações arriscadas e fortes. Mas parece que não haverá caminhos diferentes.

Uma das etapas da pandemia em 2020 foram os lockdowns e o isolamento social no mundo inteiro. Gerou grande confusão na economia pelo descompasso entre a pouca demanda e depois a pouca oferta de produtos quando a demanda recomeçou, agora em 2021. De outro lado o perfil de consumo das pessoas mudou muito.

O que antes não tinha valor passou a ser valorizado. E o que era muito valorizado perdeu a importância. Isso significa completa transformação de quase todos os segmentos de produção e de consumo da economia mundial.

Volto ao início do artigo. Por detrás de tudo isso e de tudo o que aconteceu fica bem claro que houve um certo planejamento fora do controle humano. Era pra transformar o ser humano usando o próprio ser humano. As religiões certamente atribuirão a uma divindade. Os espiritualistas atribuirão a um governo espiritual do mundo.

Quem não se enquadrar, também não poderá negar que transformações desse tamanho e importância não seriam casuais. Faço parte da crença de que existe uma ordem espiritual por detrás de tudo isso que aconteceu. Não sinto a necessidade de dar-lhe um nome. Só a de respeitar essa ordem.

Ao final, o que importa é que o planeta mudou absurdamente e não voltará atrás. As pessoas mudaram e mudarão em progressão absurda. Outra coisa, pra encerrar: não importa se o ser humano acredita ou não em algum valor espiritual.

O que importa, afinal, é que o que tiver de acontecer, está acontecendo e vai acontecer muito mais. O centro dessa nova ordem será o planeta renascido e o ser humano reconstruído. Mas a compreensão será um pouco mais lenta. Pode demorar. Mas não tem volta. Quem planejou, planejou!

Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso.

 

Reprodução: Repórter MT


O lutador olímpico, Igor Queiroz, 19 anos, se tornou bicampeão pan-americano de luta greco-romana, na quinta-feira (10), na cidade de Oaxtepec, no México. O atleta é natural de Cuiabá e morador do bairro Tijucal.

Igor foi introduzido ao mundo das lutas aos 9 anos de idade, por influência do pai Pablo Queiroz, que além de cabeleireiro é lutador de jiu-jítsu. “Eu inseri o Igor de maneira lúdica no mundo das lutas. No entanto, dentre várias modalidades que ele treinou, acabou se identificando com a luta greco-romana”.

Há mais de 5 anos o cuiabano integra a equipe de lutadores olímpicos da Seleção Brasileira e atualmente é titular absoluto no time da luta greco-romana.

O atleta já foi campeão brasileiro, sulamericano e já ficou em terceiro lugar no campeonato mundial escolar, entre outras participações e premiações que recebeu ao longo dos mais de 20 países que já visitou por meio das competições.

O lutador, que usa o bordão “do Tijucal para o mundo”, ainda continua na tentativa de arrumar um patrocínio. Segundo o pai de Igor, o único apoio financeiro que o atleta recebe é dos próprios familiares.

Igor retorna a Cuiabá neste sábado, onde seguirá os treinos para as futuras competições.

 

Reprodução: Hiper Notícias 


2+0+2+3 = 7

Esse ano é regido pelo número 7 que é o número de energia da espiritualidade.

O 7 é o número que representa a perfeição. A integração entre os mundos físicos e espiritual, sendo, portanto, o símbolo do Universo em transformação.

Mas, suas interpretações vão muito além.

Ele representa o lado místico e oculto de TUDO.

Que a nossa história em 2023 seja de muita conexão com Algo Maior, a Fonte, Deus para que possamos estar em ressonância com as Forças do Amor:

1) O SIM, esta significativa força do SIM à realidade como ela é, permeia todas as outras.

2) O PERTENCIMENTO: Todos têm o mesmo direito de pertencer.

3) A HIERARQUIA, a ordem, o respeito a quem vem antes.

4) E o DAR e RECEBER são a mesma coisa.

A LUZ É PAZ e BEM.

Bora para a Vida!

Eluise Dorileo é psicóloga, terapeuta familiar e maestria nas novas constelações quânticas.

Email eluisedorileo@hotmail.com


Reprodução

A Mattel, maior fabricante de brinquedos do mundo, lançou nesta semana a primeira linha de bonecas Barbie produzidas com 90% de plástico reciclado dos oceanos.

A coleção foi batizada de ‘Barbie Loves the Ocean’ (Barbie Ama os Oceanos, em tradução livre) e conta com uma arte promocional bem legal que faz referência à recente pegada mais sustentável da Mattel: “O futuro do rosa é o verde“.

A fabricante de brinquedos se comprometeu a produzir seus produtos com 100% de material reciclado até 2030.

“Este lançamento da Barbie é mais um acréscimo ao portfólio crescente da Mattel de marcas voltadas para um propósito que inspiram a consciência ambiental com o nosso consumidor como foco principal”, disse o presidente e diretor de operações da Mattel, Richard Dickson, em um anúncio feito à imprensa.

Richard também enfatizou a importância de se pensar em políticas ambientais de longo prazo, de olho no futuro da próxima geração.

“Na Mattel, capacitamos a próxima geração a explorar as maravilhas da infância e atingir seu potencial máximo. Fazemos nossa parte para garantir que as crianças também herdem um mundo cheio de potencial“.

FONTE: Razões para Acreditar


Por Valeriano Martins

No decorrer da minha vida profissional me deparei e ainda me deparo com vários mitos em relação ao intercâmbio. Por isso vou falar aqui sobre os cinco que escuto com frequência. O mais forte deles é imaginar que se trata de uma experiência apenas para pessoas jovens e adolescentes. Isso é um engano que impede muitos de realizarem seus sonhos, pois intercâmbio não tem idade!

A viagem internacional com o propósito de estudo e até mesmo trabalho, no caso dos adultos, pode ser realizada em qualquer fase da vida. É com muito orgulho que posso contar que no portfólio da Best Intercâmbio por exemplo, temos estudantes com mais de 70 anos e cada vez mais esse público está aumentando. Isso é incrível, pois incentiva outras pessoas dessa faixa etária a perceberem que a vida deve ser vivida da melhor maneira possível. Viajar, estudar e ver coisas novas com certeza é uma das opções que devem estar no topo da nossa lista.

Outro mito comum é sobre a língua inglesa. Acredito que por ser um dos idiomas considerados como universais e por estar fortemente presente no nosso dia a dia, como em filmes, músicas e cinema, várias pessoas chegam até nós imaginando que os países onde o inglês é falado são os únicos para os quais se pode viajar como intercambista. Então vamos desmitificar esta ideia também. Você pode viajar para estudar francês, italiano, espanhol, japonês, alemão! Enfim, a língua que quiser. Não existe fronteira. Basta procurar uma empresa de confiança e competente. A liberdade para viajar ao local que deseja estará garantida.

Estudar até ser fluente para só então fazer o intercâmbio: esse é o nosso terceiro mito. Aprender um novo idioma no país em que ele é nativo faz com que o aprendizado seja ainda mais rápido. Por isso, não é preciso ser craque em determinada língua para ser intercambista. Você vai aprender tudo durante a viagem.

O quarto mito: “vou economizar bastante, aí sim posso fazer meu intercâmbio”. Esse tipo de pensamento é bem comum. Realmente, não posso negar que se trata de um investimento, mas isso não significa que você precise desembolsar um alto valor. Existem diversas maneiras de baratear a viagem, como escolher bem o destino e o tempo de duração.

E para finalizar, vamos falar sobre intercâmbio e férias. Aqui é importante lembrar que esse tipo de experiência é um investimento pessoal em conhecimento e aprendizado. Por isso, precisa valer a pena. Isso não significa que você não vai poder visitar os pontos turísticos da cidade onde está ou sair para se divertir. O que não pode acontecer é esquecer de estudar. Afinal, você pagará por um curso, passagens e acomodação. O ideal é equilibrar os estudos com o lazer e aí com certeza seus resultados serão excelentes.

Anualmente realizamos a Feira de Educação Internacional com o objetivo de aproximar as instituições internacionais com o público interessado em fazer intercâmbios, oferecendo às pessoas a oportunidade de conversar e tirar suas dúvidas. Este ano, a feira acontece no próximo dia 22 de outubro, no Goiabeiras Shopping. O evento é aberto e totalmente gratuito.

Valeriano Martins é CEO da Best Intercâmbio


A novidade traz oito brinquedos inéditos para comemorar o lançamento do filme ambientado em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana

O McLanche Feliz proporciona entretenimento e diversão para os momentos em família há mais de 40 anos. E agora, a plataforma apresenta itens inéditos inspirados no novo filme da Disney e Pixar “Luca”.

A história é ambientada em uma bela cidade litorânea da Riviera Italiana e narra a jornada de amadurecimento de Luca junto de seu novo melhor amigo Alberto. Os meninos vivem um verão inesquecível repleto de gelatos, massas e intermináveis passeios de scooter. Mas toda a diversão é ameaçada por um segredo muito bem escondido: os dois são monstros marinhos de um mundo logo abaixo da superfície da água.

A novidade chega incrementando a parceria entre The Walt Disney Company Latin America e McLanche Feliz e reforça a aposta da rede em novas experiências que estimulam as atividades criativas e com muita diversão.

Para a família toda entrar no clima dessa empolgante estreia, o McLanche Feliz traz oito brinquedos inspirados nos personagens principais do filme:

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Muda de cor): submerja Luca e Alberto em água fria para revelar o tom de pele verde dos monstros marinhos. Coloque a peça da cauda à cabeça para completar a transformação;

Luca Paguro e Alberto Scorfano (Nadando): gire a cauda do Luca e solte-a quando submergir o brinquedo na água, para fazê-lo nadar;

Giulia Marcovaldo: gire os braços de Giulia para trás e solte-os quando a submergir na água, para ver como nada;

Massimo Marcovaldo: dê corda ao Massimo e submerja-o na água, para ver como o Massimo move seus pés,enquanto nada e solta água pela boca.;

Machiavelli: aperte o botão embaixo de Machiavelli e submerja-o na água. Depois, solte o botão para enchê-lo. Tire-o da água e aperte o botão de novo, para que ele dispare água pela boca.

Monalisa: é uma pistola de água. Submerja a Monalisa em água fria e puxe sua cauda para enchê-la de água. Quando retirar da água, empurre a cauda novamente para a frente, para que a água saia pela boca.

Da esquerda para a direita: Luca Paguro (muda de cor), Alberto Scorfano (muda de cor), Luca Paguro (nadando), Alberto Scorfano (nadando), Giulia, Massimo, Machiavelli e Monalisa.

Os brinquedos já podem ser encontrados nos restaurantes da rede, que seguem operando pelo McDelivery e Drive-Thru em todo o país.

McLanche Feliz: ingredientes de qualidade e refeições equilibradas

Junto com seu compromisso em garantir momentos de diversão e aprendizagem, a companhia também mantém o compromisso de oferecer produtos de alta qualidade e os melhores ingredientes. Ao longo da última década a marca apresentou uma série de mudanças e evoluções em seu cardápio. Em 2019, o McDonald’s renovou sua proposta de menu infantil para oferecer uma opção ainda mais equilibrada, diminuindo as quantidades de sódio, gorduras, açúcares adicionados e incorporando mais frutas e vegetais.

Para ficar sempre por dentro das novidades e campanhas, acesse: https://www.mcdonalds.com.br.

 Sobre a Arcos Dorados

A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 20 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui mais de 2.200 restaurantes, entre unidades próprias e de seus subfranqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários (dados de 31/03/2021). A empresa também mantém um sólido compromisso com o desenvolvimento das comunidades nas quais está presente e com a geração de primeiro emprego formal para jovens, além de utilizar sua escala para impactar de maneira positiva o meio-ambiente. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site: www.arcosdorados.com


O resgate dos animais das ruas e a oportunidade de dar um novo lar aos pets foi o que me motivou a iniciar um projeto em parceria com as Ongs (Organização Não Governamental) de apoio e cuidado ao animal.

O projeto piloto se deu com a disponibilização de 16 gatos, filhotes e adultos, pela Ong “É o Bicho”. Ao chegar na unidade Veterinária, cada animal passa por consulta para avaliação das condições gerais de saúde. E em apenas uma semana desde o início do projeto, 15 dos 16 gatos já tinham ganhado um novo lar.

Minha intenção é ampliar ainda mais a disponibilização de animais para adoção. As Ongs têm um papel importante no cuidado com os animais abandonados. Ainda para este mês, está previsto a disponibilização de cães e gatos para uma adoção responsável.

Qualquer pessoa que tenha interesse em cuidar e zelar de um pet pode fazer a adoção. Mas antes, deve fazer um cadastro e a equipe da Ong fará uma visita para levar as informações quanto as necessidades básicas de cada animal. Nossa campanha, que oportuniza às pessoas fazer uma adoção consciente, tem o apoio do plano de saúde animal referência no país, a Planvet.

Nossa clínica mantém atendimento 24 horas por dia, todos os dias da semana. Estamos também disponíveis para novas parcerias com outras Ongs da causa animal.

Para conhecer os animais disponíveis para adoção ou buscar parceria, basta nos fazer uma visita no endereço – Rua Professor João Félix, Número 396, Bairro Lixeira, em Cuiabá ou acessar nossa página no Instagram (@veterinariamt) ou Facebook (veterinariamatogrosso). Outras informações podem ser obtidas pelo número 65 3046-2850.

Anderson Nogueira é médico veterinário há mais de 15 anos e atende na Clínica Veterinária Mato Grosso.


Relacionamentos saudáveis, fortes e duradouros. Construir tudo isso com excelência não seria possível sem inspiração, coragem e exemplo. E é assim que hoje, em nossos 31 anos de empresa familiar, temos o orgulho de dizer que a força das mulheres se destaca em nosso meio.

Começamos nosso negócio como “Shopping da Construção”. Sempre fomos reconhecidos por termos produtos de acabamento diferenciados e fomos uma das primeiras lojas do segmento a ter autosserviço. Antes, tudo funcionava apenas como modalidade “venda de balcão”. Em 2006, trouxemos o primeiro modelo em formato “boutique”. Ao nos reposicionarmos no mercado com esse formato de loja personalizada, entendemos o quanto isso era importante.

Tudo em nossa empresa foi construído com amor e dedicação. Minha mãe fazia questão que eu e meu irmão sempre estivéssemos inseridos nos negócios da família. E assim estudamos e nos especializamos em diversas áreas para auxiliar e crescer ali dentro. Após a faculdade de arquitetura, fiz cursos de Gestão de Negócios e MBA em Varejo 4.0. Acompanhamos de perto a importância da gestão por sempre termos visto como nossos pais trabalhavam.

Em 2009, meus pais decidiram começar a Profissionalização da Gestão da Empresa, com a ideia de iniciar um processo de sucessão familiar com responsabilidade. Para isso, iniciamos uma longa preparação com um coaching para famílias empresárias em conjunto com várias consultorias nesse sentido.

Identificamos dentro de cada um de nós, o principal perfil para conseguirmos aproveitar ao máximo as características profissionais como indivíduos. Nas consultorias, trabalhamos liderança e governança. Implementamos ainda o programa de qualidade, para estudarmos questões de processos e mapeamento de procedimentos em todas as suas etapas.

Apesar de estarmos aprimorando nossos negócios e preparando tudo para que o processo sucessório dentro da família acontecesse com qualidade, não ficávamos pensando quando essa data realmente chegaria. Mas após a definição de protocolos da Bigolin, minha mãe comunicou que queria se ausentar e passar todos os setores para mim.

Nessa época, houve várias questões em nossas vidas, principalmente a pandemia que estava começando. E mais uma vez, foi um momento em que a experiência dela não poderia ser deixada de lado, nem mesmo para passar seu cargo à frente. Então, a gestão comercial foi passada para mim e os demais setores seguiram com seus gestores, que inclusive na maioria deles são mulheres que lideram. A direção geral e o respaldo final ainda é da nossa matriarca. Tenho muito orgulho da história iniciada por ela, especialmente porque o setor da construção civil é essencialmente masculino.

Trabalhamos muito para chegar até aqui, sempre buscando valorizar a gestão  feminina, enxergando em cada ser humano o potencial empreendedor e a real possibilidade de mudança de vida por meio de suas escolhas. Hoje somos o grupo Trindade Bigolin, trazendo o sobrenome da minha mãe, Lucimar Trindade Bigolin, junto com o do meu pai Olivo Bigolin. Meu irmão, Filipe Bigolin, é engenheiro civil e é ele quem cuida da construtora, a Egide. Prezamos por nossos valores e lideramos pelo exemplo. Temos como missão criar e manter relacionamentos saudáveis com nossos clientes e somos conhecidos pela solidez, pela ética e pela qualidade dos produtos e atendimento prestado.

Ariane Bigolin é arquiteta e sócia do grupo Trindade Bigolin